Notas iniciais
Hey pessoas, então.. Mais uma fanfic, preparem para sofrerem, porque nem eu to aguentando.
Bem lindezas, espero que gostem!

Is anybody out there?
Is anybody listening?
Does anybody really know?
Is the end of the beginning
A cry, a rush from one breath
Is all we waiting for
Sometimes the one we're taking
Changes everyone before

It's everything you wanted, it's everything you don't
It's one door swinging open and one door swinging closed
Some prayers find an answer
Some prayers never know
We're holding on and letting go

Sometimes we're holding angels
And we never even know
Don't know if we'll make it, but we know
We just can't let it show

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Acordo agitada no meio da noite, não estava fácil, sentia dores estranhas e suor excessivo. Me levanto com um pouco de dificuldade suando muito ainda, vou até o banheiro e estou pálida com olheiras o que me deixa mais incomodada e preocupada.

Estou gravida de 7 meses e 2 semanas moro sozinha já que meu ex-namorado simplesmente fugiu dizendo que não podia ser pai e que não estava pronto. Desgraçado, amaldiçoou pela a eternidade! Mãe solteira... Triste, não? Só não é ainda mais pior porque tenho minha mãe que mesmo longe se faz presente em minha vida. Donna Smoak acaba me ligando a cada meia hora por dia para saber como eu e sua neta estamos. Tenho também minha melhor amiga que encontrei no banheiro da QC chorando porque o seu até então namorado, iria para Rússia realizar um trabalho e só voltaria depois de 1 ano!

FLASHBACK ON

Droga derramei café na minha blusa nova! Desastre deveria ser meu sobrenome. Argh. Levanto e saio praticamente correndo até o banheiro, para pelos menos dar um jeito no que sobrou da minha blusa. Mesmo que eu passe o dia em uma sala com um monte de computadores, não quer dizer que ninguém não vá aparecer e me ver toda suja!

Ao entrar no banheiro me deparo com uma garota de cabelos curtos, jeans escuro e camiseta azul, ela estava sentada no chão chorando aos prantos. Me aproximo hesitante enquanto ela permanecia de cabeça baixa.

- Hey... – chamo em um sussurro. – Você esta bem? — pergunto meio receosa da reação dela, a olho um pouco curiosa. – Se quiser, eu posso voltar dep... — ela me interrompe antes que eu termine a frase levantando a cabeça como os olhos marejados pelas as lágrimas.

- Não pode ficar. Eu estou bem é porque a vezes sou um pouco... Deixa para lá! Você poderia sentar aqui comigo? — suspira e limpa as lágrimas.

Assinto e me sento ao seu lado com cuidado não quero cair e virar motivo de piada.

- Eu sou Felicity Smoak. — estendo a mão.

- Olá Felicity sou Thea Queen! — da mais um sorriso nostálgico.

- A irmã do Sr.Queen chefe do meu chef... Chefe — começo a gaguejar me enrolando um pouco.

- Calma Fel, posso te chamar assim, certo? Eu sou sim a irmã do Oliver. – ela suspira e continua. — Vim até aqui para falar com ele sobre o Roy meu namorado, se ele poderia falar com ele e tirar a idéia de ir até a Rússia e passar mais de um ano lá. – uma lagrima solitária escorre por sua bochecha. — Como eu fico? Eu o amo não posso ir com ele já que ele vai virar dia e noite trabalhando?! Quando falei com meu irmão, ele disse que não pode fazer nada e que eu deveria seguir meu caminho sem ele. No fundo, eu sei que ele não aprova minha relação com o Roy... — começa a soluçar com novas lagrimas rolando pelo rosto.

- Calma. – passo meu braço por seus ombros dando-a um abraço de lado. — Olha se eu contar minha situação no momento você irá chorar comigo. — volto logo atrás. — Quer dizer, não! Não chore mais. Olha converse com ele, veja como sua relação fica! Se é isso que ele quer mesmo. Por mais que doa você tem que apoia-lo... Quando se ama somos obrigados a fazer coisas que não gostamos ou que não temos escolha, mas o fazemos para proteger e ajudar quem amamos!

Dei conselhos que nem sei se era de fato conselho nunca fui boa nisso. Thea Queen irmã do chefe do meu chefe, que por fim nem sabe que existo.

Ficamos ali por um tempo conversando sorrindo e chorando até eu despertar e lembrar que tinha que voltar ao trabalho, não posso perder esse emprego, não agora...

Depois daquele dia nos tornamos amigas, Roy não foi para Rússia, o que a deixou muito feliz. Eu só estava com cinco meses, me senti segura com sua amizade contei toda a minha história. Ela sempre ficou do meu lado após eu pedir minha licença maternidade, não desgrudou mais de mim somos inseparáveis.

FLASHBACK OFF

Acordo dos meus devaneios quando ouço a campainha tocar. Vou andando devagar ao abrir a porta encontro uma Thea toda animada!

- Fê, você ainda não esta pronta? — ela me olha de cima a abaixo vendo que estou com roupa de dormir.

- Thea, entra. Sinto muito, acordei agora não dormi bem esta noite! — falo com a voz baixa olhando para ela enquanto ela entra e senta na sofá.

- Mais você está bem? O que houve? Porque não me ligou? — dispara preocupada.

Sento ao seu lado passando a mão na barriga com um quase sorriso nós lábios.

- Está tudo bem, foi só um mal estar. Nada para se preocup...- paraliso com a pontada na barriga e o calafrio frio percorrendo meu corpo. Thea pega minha mão com olhar em pânico.

- Fê, o que você esta sentindo? Esta mais pálida e gelada. Não, você não está bem. Vem vou te levar para o hospital! — fala desesperada me deixando mais tensa e desolada pelas dores que agora se espalhava por todo o meu corpo.

Me levanto sem jeito mais volto a me sentar, as dores cada vez mais fortes. Começo a respirar descontroladamente e suar mais. Sinto minha vista ficar turva, os chamados de Thea estão mais longe, não sinto mais nada e a logo vem a inconsciência.

[...]

Acordo em um sobressalto, Thea está ao meu lado. Vejo que estou em um quarto todo branco. Mais algo me deixa em pânico, minha barriga, não tem mais volume, não consigo sentir minha bebê.

- Thea o que houve? Cadê minha filha? Por quê não está comigo? — suplico na voz que sai baixa em pânico e angustiada.

Thea me encara e começa a chorar. Me deixando mais em pânico do que já estou. Estou prestes a levantar quando Thea me segura e me olha nos olhos.

- Sinto muito Felicity! Eu lhe trouxe para o hospital, você desmaiou e começou a perder sangue. O.. O méd.. — começou a gaguejar — O médico fez tudo o que podia, era você ou sua filha, ela não resistiu sinto muito mesmo! — ela se afastou escorando na parede próxima e escorregando por ela ate o chão.

Meu coração foi quebrado em mil pedaços. Minha cabeça virou um filme. Meu pai me abandonou quando eu tinha 7 anos... Meu primeiro namorado, Cooper, me usou para criar uma arma do mal e me abandonou também... Meu último namorado Ray, me abandonou ainda de barriga, porque não queria ser pai. E agora minha filha tirada de mim. A minha Lily, minha única esperança. As lagrimas escorria pelo o meu rosto, a dor era indescritível. Sinto que estou morrendo aos poucos. Tudo ate agora era só dor, era tudo triste.

Um mês depois.

As semanas foram se alastrando, já não havia mais lágrimas. Me culparia para o resto da vida. Não cheguei ao fundo do poço porque Thea me trazia de volta. Como forma de me ajudar me convenceu a não secar o leite, realizando doações a maternidade para bebês órfãos que necessitam de leite materno. Acabei me deixando por levar e sempre vou até a maternidade 4 vezes na semana fazer doação. Thea sempre me implorava para amamentar um bebê, mas é querer demais de mim. Se eu fizesse isso, meu coração não suportaria, ainda estou lidando com a dor da perda. Necessito voltar para o trabalho logo, ocupar a cabeça. Só faz um mês, estou me recuperando aos poucos, mas ainda procuro uma luz algo que não me faça cair de novo algo que mantenha viva...

Notas finais
Esperamos que tenham gostado, aguardamos os comentários de vocês!