Notas iniciais
Hello people !! Natty vos fala atrasadaaaaaaaaaaaaa! eu sei não me batam muito menos me odeiem eu estive muito ocupada essa semana passada, em coisas familiar e outras coisas como: Faculdade!! Está tudo atrasada como AS [ Amor sombrio] para aqueles que acompanham!! Mais prometo essa semana tudo entra nos eixos, bonitinho e cheirosinho hahahahahahah ! Quero agradecer por todos os comentários recebidos desde então, é gratificante cada palavra posta por todos vocês!! Essa foi a minha primeira fic e acreditem ela me deu um retorno maravilho e isso agradeço a cada um de vocês !!!! Boa leitura e se apaixonem mais uma vez por esse dois [ Olicity], como eu sempre fiz !

Love is a funny thing

Whenever I give it, it comes back to me

And it’s wonderful to be

Giving with my whole heart

As my heart receives

Your love

Oh, ain’t it nice tonight we got each other?

And I am right beside you

More than just a partner or a lover

I’m your friend

When you love someone

Your heartbeat beats so loud

When you love someone

Your feet can’t feel the ground

Shining stars all seem

To congregate around your face

When you love someone

It comes back to you

Jason Mraz — Love Someone

Pov Felicity

— Acorda dorminhoca – chama uma voz familiar longe do meu subconsciente. Abro os olhos e vejo Thea sorrindo.

— Pode me deixar dormi por favor? – resmungo cobrindo meu rosto com a coberta.

— Felicity – esbraveja puxando o cobertor – sabe que horas são?

— Não!

— Quase meio dia – bufa – você nunca dorme até esse horário.

— Sempre à uma primeira vez para tudo – aceno para que ela saia – me deixe dormi por favor.

— Temos compras para fazer – rosna puxando o cobertor me descobrindo toda – pode se levantar?

— Pode ser amanhã? Por favor não estou disposta hoje – me sento bocejando.

— O que você tem? – pergunta preocupada.

— Rose não me deixou dormi essa noite, sinto meu corpo pesado – me deito novamente.

— Eu cuido de você – sorrir se jogando em cima de mim – mais não hoje.

— Que espécie de cuidado é esse? – reviro os olhos.

— Preciso comprar umas coisas para a Verdant – me beija na bochecha estalado e pula da cama – não posso adiar.

— Tudo bem – suspiro me enrolando e voltando a dormi. Escuto Rose chorar e faço um bico também para Thea – me ajuda? – imploro com os olhos de um cachorrinho abandonado. – Leve ela com você para passear – choramingo. Ela revira os olhos e sai para o quarto da Rose. Depois de um tempo Rose mama e Thea faz uma mamadeira para levar, arruma ela como uma princesa e me despeço de ambos deixando claro meu discurso de cuidados com minha filha.

— Por favor se esfriar vista o casaco nela, verifique a cadeirinha do carro, não dê a ela besteiras....

— Eu já entendi Felicity – bufa – parece que não me conhece.

— Às vezes você exagera – digo incrédula.

— Até mais – sai em disparada fechando a porta.

— Até – resmungo indo para a cozinha, verifico a geladeira e pego algumas coisas, corto bananas em uma tigela coloco o leito condensado e desmancho paçoca por cima, tudo misturado me veem agua na boca, como tudo e me sinto uma bola de tanto que já comi. – Fome descomunal é essa? – questiono fitando a tigela. O gosto amargo volta a todo vapor e uma ânsia enorme de vomito me corrói por dentro, saio em uma corrida mortal até o banheiro, me inclino rápido no vaso e me esvazio completamente, sento no chão e me encosto na parede com o queimou na garganta, me levanto do chão e faço uma higiene na pia, olho para o espelho e me vejo pálida – será? – questiono-me para o espelho. Não pode ser pode? Meu Deus, se for eu acho que infarto de emoção. Saio para o quarto e visto um short jeans claro, uma camiseta vermelha e os tênis, amarro meu cabelo em um rabo de cavalo, pego minha bolsa e saio de casa em dispara para a garagem entro no carro de Oliver e saio em direção ao primeiro destino.

Pov Oliver

Sem sinal fito o telefone a minha frente, Diggle encostado no carro a poucos metros à frente, acena com uma das mãos, solto um sorriso torto e vou em sua direção.

— Oliver – sorri e me abraça – pensei que as férias não acabariam mais.

— E que férias – suspiro sarcástico. Ele me ajuda a colocar as malas no porta-malas.

— Como foi a viajem? – sorrir.

— Cansativa – doou de ombros.

— Então vamos para casa – acena abrindo a porta do carro.

— Vamos para casa – concordo entrando no carro.

— Felicity irá surtar com essa surpresa – diz sorrindo dando partida no carro. Pondero com a cabeça e saímos para casa.

— Como sabe? – questiono.

— Porque ontem mesmo, ela estava chorando de saudades – solta uma gargalhada.

— Eu não queria ter ficado tanto tempo fora, mais as coisas se estenderam mais do que o esperado – aperto os lábios e imagens do seu sorriso veem até mim.

— Podem matar a saudade agora – sorrir malicioso. Reviro os olhos e ele segue rápido em meios aos carros. Conversamos sobre a QC e outros assuntos de importância, ele contou como Felicity pode ser uma grande mulher de negócios e dar conta da Rose ao mesmo tempo, de fato minha garota é surpreendente. Chegamos ao prédio, ele se despede e diz que vai para casa pois sara está um pouco agitada por estar com uma virose. Assinto e saio em direção a portaria, noto que Scott não está no seu habitual posto doou de ombros e passo pelo o saguão até o elevador. Aperto o botão do meu andar e espero encostado na parede. Meu peito se aquece em saber que alguns minutos vou poder toca-la ver seus lindos olhos azuis e sentir gosto da sua pele. Solto um sorriso torto saindo do elevador chegando ao apartamento, abro e entro puxando as malas, mais noto um silêncio desconcertante pelo o local.

— Amor cheguei – anuncio animado. Franzo o a cenho sem resposta. Deixo as malas na sala e saio em busca de ambas; Felicity e Rose, entro em todos os cômodos e nada – cadê essa mulher? – esbravejo notando que de fato ela não está em casa. Pego o telefone da sala e disco seu número, o som do toque de seu celular começa a ecoar, vindo do quarto. Vou até o mesmo encontrando seu celular jogado sobre a cama, certo que era uma surpresa mais custava ficar em casa um sábado!? Disco o de Scott que atende no segundo toque.

— Sr.Queen? – questiona.

— Sim. Scott sabe onde Felicity se encontra no momento? – questiono seco.

— Acabou de entrar no consultório da Dr. Snow – responde cético.

— Ela estava passando mal? – pergunto preocupado.

— Não. Só parecia um pouco apressada e balbuciava coisas sem sentidos para si, mais não apresentava nenhum sintoma de mal-estar – suspira.

— Se ela se deslocar para outro lugar que não seja para casa, não deixe de me avisar – ordeno massageando as têmporas.

— Sim senhor – assente. Encerro a ligação e vou para o quarto novamente entro diretamente para o banho para esperar por sua volta.

Pov Felicity

Entro no consultório como um raio e vejo Caitlin distraída com uns exames dando um pulo em susto ao me ver. Corro até ela e lhe abraço fortemente, jogando minhas coisas na cadeira no caminho.

— Caitlin – ofego chorando.

— Felicity – diz alarmada me abraçando de volta – o que houve?

— Não sei .... Eu estou com enjoos e tonturas e uma fome sem fim, desejos absurdos...

— Calma, respira – segura nos meus ombros e me olha nos olhos preocupada – vamos por partes, okay? – balanço a cabeça positivamente com o corpo tremulo. – Sente-se aqui – aponta para a maca ao lado. Assinto e me sento rapidamente, minhas mãos começam a suar o que é angustiante para mim, a ansiedade volta e me deixa zonza. – Você teve algum tipo de desmaio?

— Não, só tonturas, mais não cheguei a cair ou apagar por completo – respondo rápido.

— Os enjoos são antes ou depois da comida? – questiona medindo minha pressão.

— Depois de ter comido vários tipos de coisas. – gesticulo nervosa.

— Sua menstruação está regular? – cruza os braços sobre o peito.

— Sim – suspiro convicta – não espera – arregalo os olhos e pisco em choque – Está. Atrasada.... Atrasadíssima. Cait – gaguejo nervosa pulando da maca – com tudo que aconteceu comigo em todo esse tempo e nesses últimos meses eu não prestei atenção nisso. Mais não posso ter filhos como isso foi possível? E se não for e eu me decepcionar.

— Felicity acalme-se por favor – ordena sorrindo – fizemos vários tratamentos com você, seu único problema era com a ovulação dando-lhe infertilidade, neste caso dificultou o processo de engravidar a longo prazo, por isso utilizamos primeiro; a indução da ovulação através da injeção de hormônios ou da ingestão de remédios que estimulam a ovulação, como o Clomid por exemplo, sendo assim você não engravidou, então usamos por fim, à fertilização in vitro que também não resultou em nada, você desistiu, porem meses depois você insistiu em voltar a realizar o procedimento de Clomid, o que leva a crer que você conseguiu voltar a ovular. Talvez tenha dado certo e como você disse o Oliver deu sua ajudinha no processo. – assegura sorrindo para mim o que me faz corar e desvia o olhar. – Vamos tirar a prova?

— Sim – resmungo.

— Vou tirar uma mostra do seu sangue e depois você vai fazer o teste de gravidez, e por fim uma ultrassonografia, okay? – questiona animada.

— Sim.... Sim – gaguejo nervosa. Não posso negar que seu estiver mesmo grávida, eu não desmaie no meio da consulta. Isso é o um dos meus maiores sonhos em ser mãe de novo, pode ter um barrigão, acho que meu coração vai parar de bater ou sair pela a boca. Ela me tira dos devaneios com uma seringa gigantesca furando minha pele, depois me empurra para o banheiro, eu travo e não consigo fazer o teste inicialmente, depois de longos minutos faço o primeiro teste, mais não tenho coragem de olhar abro a porta e entrego para ela, volto e faço outro saiu do banheiro um pouco tremula.

— Se não for, só diga que não – murmuro sentando na maca abraçando meu corpo.

— Pelos os testes – acena séria o que me faz gelar – você está grávida. Sinto meu sangue fugir da corrente sanguínea e meus pulmões pararem de receber oxigênio, tudo fica turvo – Felicity você vai ter um bebê – grita animada dando pulinhos. – Vamos. Vamos fazer o último teste, quero ver o grãozinho dentro de você – diz me puxando para fora do consultório.

— Deixa eu assimilar Cait – balanço a cabeça para os lados com nervosismo – um bebê? Não consigo acreditar, a ficha ainda não caiu – suspiro com ela me arrastando pelo o corredor – até ontem eu estava me acostumando com a ideia de não poder ter filhos e nada disso me dizia que iria acontecer mais de repente eu acordo e estou grávida.

— Na verdade você não acordou gravida e pela as minhas contas você está com dez semanas de gestação – sorrir entrando em uma sala. – Vamos, tire o seu short e a peça intima, se cubra com o lençol e deite nessa cama – ordena acenando para a cama grande e bem organizada.

— Por que tirar a roupa íntima? Não seria na barriga a ultrassom? – questiono confusa.

— Pelo seu estágio a ultrassom deve ser transvaginal – sorrir puxando os aparelhos para perto da cama. Engulo em seco, mais assinto e deito na cama sem as roupas intimas.

— Não sabia que você tinha se tornado ginecologista! – exclamo sarcástica.

— Sou clínica geral ao longo dos anos aprendi muitas coisas – resmunga me beliscando – Deixe de drama. Ela fica ao meu lado e coloca a tela do computador visível para nós duas. – Pronta? – questiona balançando um negócio esquisito como uma sonda pontuda. – Levante os joelhos e deixa eles flexionados e bem afastados – ordena.

— Tudo bem – concordo aflita. Ela faz algumas coisas com o aparelho como; passar um gel e coloca outra coisa nele como uma camisinha. Mordo o lábio e fico trêmula. Com cuidado ela insere a sonda mim, gelo e me sinto estranha com Cait movendo aquela coisa fria. Fiquei gravida da Lily mais quando descobri eu já estava com quatro meses, através de apenas um teste de farmácia, estava tão nervosa na época que chegava a ser contagiante, mais isso aqui não é apenas ficar nervosa e sim perturbada.

— Achei – solta um gritinho. Tudo que vejo na tela é borrado, não se vê nada além disso.

— O quê? – questiono seguindo seu olhar.

— Meu Deus – ignora mais animada.

— O que Cait? – esbravejo irritada.

— Ainda não dá para ter certeza, mais se eu estiver certa – morde o lábio e mexe mais a sonda para os lados. – Meu Deus! Estou certa! Acho que vou desmaiar.

— Nada disso, sem antes dizer o que está acontecendo aqui – engulo em seco. Ela parece refletir e analisar mais a imagens.

— Parabéns Felicity, você vai ser mamãe novamente, está com dois meses na verdade – solta uma longa risada – sua vida não será mais a mesma depois dessa gravidez.

— Por que diz isso? – pergunto perplexa. Ela tira a sonda de mim e organiza as coisas nos seus devidos lugares fazendo uma breve higiene, me visto novamente e puxo ela até mim. – Por quê? – questiono apreensiva, ela não percebe o quão assustada já estou?

Vejo seus olhos com o brilho extenso, sua animação vai transparecendo mais e mais. O que me deixa alarmada. O que ela viu no ultrassom que a deixou mais animada do que o esperado?!

— Tem dois grãozinhos dentro de você! – exclama dando pulinhos e sorrindo. Congelo todo meu corpo, tanto meu coração para de bater como minha respiração para pôr um longo momento, um tremor percorre pelo o meu corpo, com um milhão de sensação se misturando dentro de mim. Aquela ansiedade com o gosto amargo me tortura, meu ser muda completamente. Tudo aquilo que tanto sonhei em todos esses meses veio em dobro. EM DOBRO! Minha consciência grita para mim.

— São. Gêmeos.... Gêmeos? – gaguejo com a escuridão me engolindo e me fazendo desmoronar completamente no chão.

[...]

— Felicity acorda – chama uma voz ao longe, sinto um cheiro forte de álcool invadindo minhas narinas. – Abra os olhos – insiste passando mais uma vez o frasco, doou um pulo e vejo as coisas um pouco turvas, ao girar a cabeça vejo Cait sorrindo de orelha a orelha. – Próximo desmaio em cima da cama por favor – resmunga me ajudando a se ergue do chão frio.

— O que aconteceu? – questiono desorientada.

— Você descobriu dos gêmeos...

— Meu Deus Cait! – interrompo alisando minha barriga com a voz tremula – dois – pisco animada ao lembrar que serei mãe de gêmeos – dois – repito mais para mim do que para ela, estou dando pulinhos pelo o cômodo.

— Se controle mulher – segura nos meus ombros para me manter quieta – vou passar suas vitaminas e seu balanceamento alimentar nesse período, o que deve e não fazer nessa gestação, você dará início ao pré-natal.

— Sim – solto gritinhos e ela revira os olhos com a mesma animação. – Não estou acreditando que vou ser mãe novamente, Rose terá suas irmãs ou seus irmãos ou os dois, Oliver será pai de novo, nossa família irá aumentar – sorrio emocionada meu coração dispara como uma corrida de cavalos, a felicidade toma conta de mim em um embalo ousado e voraz.

— E nada de beber – estala dos dedos na minha frente – você ouvir o que eu disse?

— Claro – minto em um engasgo – vou seguir tudo à risca, tudo Dra. Snow.

— Vamos fazer mais exames e sempre acompanhar sua gestação – suspira – sua última gravidez foi de risco, segundo seus exames. Concordo com a cabeça – estou feliz por você ter conseguido o que tanto deseja Felicity – sorrir me abraçando forte – você é a mulher mais guerreira que já possa ter conhecido no mundo.

— Nós duas somos – me afasto e seguro seu rosto entre minhas mãos – estamos sendo recompensada por tudo aquilo que sempre lutamos Cait.

Sorrimos juntas, eu volto a me perder na minha própria felicidade, ela me chama para um café onde o cheiro me causa náuseas horríveis. Depois de minutos nos despedimos, vou direto para casa cantando e sorrindo, tudo parece um mar de arco-íris, estou tão feliz que chega a doer no peito. Sinto as lágrimas escorrerem por minha face, afastando aquela velha dor que me torturava e queimava por dentro. Encontrei minha luz, tal luz que me fez recomeçar me dando mais uma chance de ser mais feliz. O destino me mostrou a vida de uma nova forma, seu sorriso vem a minha mente de uma forma singela e intensa como no dia em que disse que me amava e nas vezes que me jurou amor eterno. – Oliver você me entregou a Rose como minha, e agora você plantou um pedacinho de você dentro de mim, dois pedacinhos na verdade – sussurro alisando minha barriga com o maior sorriso que eu posso esboçar, fitando as pessoas passarem na faixa de perdeste, seguindo com o carro após o sinal abrir – você sempre consegue uma forma de me completa e me fazer muito mais feliz do que eu possa ser.

Pov Oliver

— Tommy eu cheguei em Star hoje! Não posso sair correndo de casa assim – bufo impaciente.

— Na segunda então, sem falta – sorrir animado do outro lado da linha – eu passo para te buscar na QC.

— Não precisa, nos vemos no lugar marcado – afirmo olhando pela a janela do escritório fitando o céu azul que cobre a cidade – Felicity não pode desconfiar de nada.

— Tudo bem garotão – assente com sarcasmo. Reviro os olhos e escuto a porta da sala ser aberta. Felicity.

— Tenho que desliga – sussurro.

— Não. Não espera.... – protesta. Mais encerro a ligação.

Me aproximo da porta e fico atrás da mesma escutando ela balbucia coisas sem sentidos soltando gargalhadas maravilhosas pela a casa, fico escondido e espero suas ações, ela entra no quarto e bate à porta, parece sozinha não está com a Rose. Com alguns minutos saio do escritório nas pontas dos pés até o quarto. Ao entrar no quarto fico surpreso com a cena. Felicity pula na cama como uma menina de dez anos quando faz traquinagem, ela bate as almofadas um na outra, fazendo todas as plumas voarem pelos ares, cantando e soltando risadas extensas pelo quarto, parece muito feliz, eu já vi ela feliz em diversas formas, mais essa é nova para mim, ela apresenta um semblante novo algo como se tivesse sido tirado dela e reposto em dobro.

— Amor – chamo receoso, porem ela ainda continua em sua diversão na cama sem notar minha presença – Felicity – digo mais alto. Ela para o que faz e sai em minha direção sorrindo e pulando no meu colo, com os olhos marejados e um sorriso enorme no rosto.

— Você voltou amor – disse ofegando segurando meu rosto enquanto envolvo ela pela cintura deixando firme em meu colo – estava morrendo de saudades de você Sr. Queen – se inclina e beija meus lábios, sem esperar por minha resposta. Sentir seus lábios sedosos me esvaziar a tensão que tinha passado antes em não encontra-la em casa, seu calor aquece nós dois fazendo meu corpo relaxar, seu beijo me traz tranquilidade, acaricio sua língua com a minha sentindo seu gosto de morango com creme, o que me tira de órbita em instantes, aperto ela mais contra mim, fazendo-a soltar um gemido baixo e rouco. Nos afastamos quando o ar é necessário, me encaminho para nossa cama que agora só tem plumas espalhadas para todo os lados, gostaria de questionar sua felicidade mais por hora quero estar dentro dela e apagar a distância vivida pela saudade que nos torturava a semanas, coloco-a cuidadosamente na cama entre as plumas, ela se ergue rápido e tira a minha camisa rapidamente, puxando-me para cama invertendo nossas posições ficando por cima de mim, exploro seu corpo com minhas mãos em movimentos excitantes e firmes, ela geme e tira suas roupas puxando as minhas em seguida, não tendo nada mais entre nós a não ser pele sobre pele, ela se inclina e me beija com mais intensidade mordendo meu lábio inferior no processo, fazendo-me soltar um rosnado rouco, giro ela para que fique por baixo de mim. Estou no controle.

— Surpresa meu amor – sussurro ofegante. Ela sorrir e me puxa mais para si entrelaçando suas pernas no meu quadril tocando nossas intimidades. A preencho rapidamente e profundo sem um pingo de cerimônias até seu limite, seu grito me faz ficar mais excitado e mais entregue a sensação de estar dentro dela, nossos corpos queimam e se encontra em movimentos rápidos e rígidos um explorando o outro matando a saudade que antes no consumia, seu corpo se arrepia e pulsa a ser tocada pela minha, meu nome saindo dos seus lábio me fazem aumentar o ritmo me perde completamente nos seus braços, me curvo mais um pouco voltando-a a lhe beijar entre gemidos e sussurros de palavras sujas. Suas mãos me tocam levemente com movimentos circulares deixando lastro de fogo com as pontas das unhas rasgando minha pele, prendendo-me mais contra si, seus gritos se tornam mais altos e mais graves escoados e misturados aos meus em uníssono pelo o quarto, solto sua cintura e seguro sobre o metal da cabeceira firmemente voltando a preenche-la até onde possamos suportar, nossas peles queimam e raspam em um choque perfeito, sinto o gosto suave da sua pele na curvatura do pescoço onde passo a ponta da língua sem diminuir minhas estocadas, me sinto profundamente completo em finalmente estar em seus braços novamente, ela segura nos meus antebraços e joga a cabeça para trás quando mais longe posso ir nela e seus delírios se estenderem aos poucos, com mais estocadas ela morde o lábio segurando-se firme em mim e gemendo coisas se nexo estremecendo e chegando ao ápice ruidoso, meu corpo fica mais rígido e flexionado ao seu sentir meu ápice chegando com uma última estocada profunda e lenta.

— Oliver. Oliver. – suplica gemendo alto cravando suas unhas na minha carne me fazendo soltar um grito rouco, nossos corpos ainda grudados um ao outro com fina camada de suor formada, com batidas dos corações acelerados e respirações ofegantes entre cortantes, encosto nossas testas e beijo a ponta do seu nariz com sorriso largo em meus lábios. Solto o metal e seguro seu rosto com as mãos ela abre os olhos e me beija suave me inspirando profundamente. Seus olhos mostram; desejo, amor e felicidade. – Não pode me deixar mais um minuto sozinha, cada minuto eu amo mais você – afirma buscando meu olhar.

— Prometo não passar mais um minuto longe de você – ofego. – Eu te amo Felicity.

— Eu sei que não vai! Eu te amo como ninguém – sorrir envolvendo meu pescoço com os braços, passo o lençol por nós me afastando só um pouco para sair de dentro dela mais voltando a ficar entre suas pernas, inclino mais um pouco prendendo seu corpo ao meu, passo a ponta do nariz por seu rosto macio inalando seu cheiro floral e suave deixando beijos molhados pelo o caminho, ela sorrir e fecha os olhos massageando minhas costas com suas pequenas mãos, chego ao seu pescoço e mordisco sua pele, posso beijar cada pedacinho do seu corpo, poderia ficar aqui para sempre. Ela me puxa para um beijo lento e sensual nossas línguas se encontra e se reconhecem com movimentos torturantes e sincronizados, nós afastando quando o ar é necessário.

— Onde está Rose? – questiono baixo deitando entre seus seios e fechando os olhos escutando as batidas do seu coração pulsar rapidamente como uma canção marcante.

— Com Thea – responde massageando minha nuca com carinho, me aperta mais contra si ainda entre o êxtase que se encontra em nós. – Foram fazer um passeio – sinto seu sorriso. Concordo com a cabeça e respiro fundo.

— Por que estava tão feliz quando cheguei? – questiono sonolento. Com toda essa viaje e os dias de trabalho exaustivos para mim como; reuniões extremamente grandes deixando-me esgotado por completo. Não escuto sua resposta, sinto meu corpo relaxar e em pouco tempo sou vencido pelo o cansaço chegando um subconsciente profundo enroscado no melhor lugar do mundo: Nos braços da mulher que mais amo.

Notas finais
AFAR sem encaminha para sua reta final !! Preparem o coração por que partir do próximo capitulo as coisas vão começa a esquentar ! hahahha beijos NÃO ESQUEÇAM DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS SÃO DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA MIM !