All For You
26 What a mother do?
Notas iniciais
Tudo bem? Saudades?
Só para avisar que até Glee voltar eu tentarei postar entre segunda e terça.
A música do final é Best Of You, Foo Fighters. Ouçam, é muito legal =)
E o capítulo é meio fraquinho e nem tão Faberry, é mais sobre Damon e Quinn.
Quinn rolava de um lado para o outro na cama, ela sentia um desconforto, algo gritando em sua mente, um choro intenso ecoava em sua cabeça. A loira levantou, chacoalhou a cabeça para todos os cantos, puxou uma liga de cima do criado mudo pintado de branco para prender o cabelo e saltou da cama.
Trilhou um caminho silencioso até a cozinha, pegou a caixa de suco de laranja, fez seu caminho até a porta da sala que se pode abrir com facilidade e sem barulhos. Ela o fez, estava caminhando pelo caminho de cimento que separava do pequeno jardim da casa em dois, abriu o pequeno portão de madeira e sentou-se no meio fio, tomando o suco de laranja.
O choro fazia-se novamente presente. Era um garoto sentado exatamente ao lado de Quinn, apenas um ou três metros de distância. Ela reconheceu de imediato o cabelo ruivo do garoto e o cachorro labrador ao lado, sentado, tocando o focinho molhado no braço do garoto, choramingando junto com ele.
– Damon? – Ela se aproximou do menino.
Ele se agarrou firme no pescoço da loira e continuou a chorar.
Quando ela conseguiu ouvir os gritos na casa de Damon, a janela do quarto aberta, ela não precisou de mais nada, ela entendeu perfeitamente aquilo. Quinn já esteve lá, no mesmo lugar de Damon.
(...)
Ela se afastou junto com a cadeira, deixando um longo suspiro ser todo o barulho no lugar. Era frustrante repensar sobre os olhos verdes do garoto furiosamente inchados, e ele provavelmente estava com as bochechas ardendo por conta das lágrimas. Ela sabia disso porque apenas o toque suave das lágrimas do ruivo em sua pele do ombro exposta queimara o suficiente para matar Quinn por dentro.
Depois de semanas cuidando do garoto ela simplesmente se apaixonara pelo jeito simples e feliz de Damon, como ele era esperto e às vezes nem parecia um garoto de dez anos de idade – exceto por quando ele voltava correndo do quintal ofegante e com um cachorro quase o atropelando, ou corria para o sofá com um copo de leite em mãos e o controle na outra buscando o canal de desenhos.
– Então... – Will repousou a caneca de café sobre o piano.
– Não é a primeira vez que isso acontece – ela afirma. – Uma vez eu acordei com gritos vindos da casa dele, mas diferente dessa vez eu consegui escutar algo.
Will massageou o queixo, sentando-se ao lado de Quinn. Ele não conhecia Damon pessoalmente.
– Por que procurou a mim? – Ele foi direto. Era a pergunta que desde o começo rondava sua cabeça.
Quinn parou para olhar nos olhos castanhos do homem.
Ela não sabia. Na verdade sim, só era estranho admitir que desde que Russell a expulsara de casa Will meio que assumiu uma posição importante em sua vida como a que Russell deveria ter. Com o homem ela se sentia a vontade para contar coisas que a incomodava, por isso o procurou, era algo complicado e Will estava, acima de tudo, acostumado a lhe dar com esse tipo de problema desde que assumira o coral.
– Porque eu sei que posso contar com o concelho certo quando falo com você – ela sorriu.
Ele devolveu o sorriso da loira com o dobro do tamanho porque lhe agradava muito quando seus alunos o viam como algo a mais que um professor, um amigo para os momentos mais difíceis de suas vidas.
– Escute bem o que vamos fazer.
(...)
Quinn tentou por quinze vezes falar com Damon e tudo que o garoto fez foi dar as costas à loira e jogar em videogame portátil, ele mordia o lábio e virava-se para a loira não ver as lágrimas se acumulando. Ela já estava a ponto de atravessar a rua e perguntar cara-a-cara com a Sra. Underwood. E ela faria. Pegou sua bolsa e as chaves para ir até a contabilidade onde a mulher trabalhava, mas havia um problema: Damon não pode ficar sozinho.
Ao abrir a porta ela deu de cara com uma morena baixinha. Seu corpo respondeu no automático segurando a menor para ficar em pé, envolvendo-a nos braços e girando para dentro da casa com ela.
– Uau. – Rachel só conseguiu dizer isso quando seu corpo foi contra a porta da sala e um beijo suave foi depositado em seus lábios.
A loira se afastou dela e balançou a cabeça, voltando ao seu normal. “Que sensação estranha” – pensou.
– O que faz aqui?
– Olá para você também... – sentou-se no sofá. – Eu não estou aqui por você.
Quinn sentou-se ao lado da namorada encarando-a.
– Você me contou ontem do Damon e... Quinn você pode ser meio indelicada às vezes.
“Oh! Eu também te amo.” – Quinn sorriu internamente.
Sem mais nenhuma palavra ela levantou-se do lugar onde estava, recolheu a bolsa novamente, as chaves e foi até a porta. Parou para pensar por um instante, então abriu a mesma e foi em direção ao carro.
Rachel se levantou de seu lugar correndo os olhos por todos os cantos a procura de Damon, sem sinal do garoto, era óbvio que ele estaria perto da piscina. Ela foi até o garoto, observando ele brincar com o movimento de pequenas ondas da piscina.
– Oi – ele cumprimentou-a, dava para sentir a presença da morena, ver a sombra dela cobrir a sua e até mesmo o reflexo desfigurado na água.
– Damon – ela se sentou ao lado do garoto, observando o movimento de seus cabelos quanto ele se distraia com a água, porque ele estava distraído, mas a ouviria. Apenas parecia uma injustiça com o garoto e isso porque ela nem fazia ideia do que acontecera de fato assim como Quinn. Estavam todos cegos quanto a isso, mas ninguém sai de sua casa às duas da manhã, principalmente uma criança, se não tiver um bom motivo como fugir de algo que lhe incomoda.
Ela abraça o garoto e ficam naquela posição por um longo tempo. Ela não irá perguntar a razão do que acontecera, duas noites atrás. Seria insensível de sua parte. Mas o tom opaco no olhar do menino gritava como algo estava errado e então ela se vê com tanto dó* e uma vontade incontrolável de se transformar em uma esponja capaz de absorver tudo.
Hora se passou e eles estavam iguais, abraçados enquanto o menino usava o pé para brincar com a água, o cachorro jogado ao lado do ruivo com o focinho sobre o colo dele – eles sequer notaram a loira observando tudo da porta, não fazia muito tempo que ela estava lá observando.
– Quando se sentir pronto – Rachel virou-se para o menino – eu estarei aqui ao seu lado.
Um barulho na cozinha chamou a atenção de todos. Judy acabara de chegar, isso significa que em poucos minutos a mãe de Damon chegaria também. Aquela sensação afundou o coração de Quinn.
– Olá meninas, Damon e Calígula – Judy surgir por trás da filha. Ela deixou um beijo molhado no rosto de Quinn. Judy se acostumou com o passar dos dias a ver Rachel em sua casa quando chega estudando matemática com Quinn, ou repassando uma música e Damon no quintal, as duas juntas cuidavam muito bem do garoto.
Ela se abaixou para acariciar a cabeça do filhote de labrador, então atravessou o quintal até a piscina e abraçou Damon e Rachel de uma só vez.
– Rachel e Quinn, vocês não se incomodariam de vir comigo até a cozinha? – Disse séria. Ambas as garotas engoliram em seco.
(...)
– Eu realmente estou preocupada com o Damon – Judy sequer esperou as garotas entrarem na cozinha antes de começar –, estive falando com os vizinhos do lado dos Underwood e bem... Eles me contaram que o casal está com um problema no relacionamento. Ninguém entende metade do que eles brigam.
Rachel sentou-se ao lado de Quinn, elas trocaram olhares cumplices. Isso era algo que elas já sabiam, pelo menos Quinn já. Isso era o que doía pra caramba em seu coração, ela amava Damon como um irmão mais novo e saber que ele estava passando por aquilo cortava seu coração.
– Eu queria que alguém conversasse com ele – Judy encarou as duas – e esse alguém precisa ser a Rachel.
– Por que ela? – Quinn levantou irritada.
– Falando sério Quinnie? Você tem o trejeito de um pai, tem coisas que realmente você é boa demais como lição de moral – Judy riu – e Rachel tem a delicadeza e persuasão de uma mãe, pessoa para quem os filhos sempre têm mais conforto para falar de segredos do coração – ela ergueu uma sobrancelha. – Na teoria.
Quinn estreitou os olhos sobre a mãe. Era só ela ou aquilo soou como uma indireta escrita em um tijolo e arremessada em sua testa?
– E por que você não faz isso? – Ela interrompeu quando Rachel ia agradecer o elogio de Judy.
– Estarei ocupada demais fazendo outras coisas – deu de ombros.
(...)
Quinn estava empoleirada na cama de Rachel, abraçada à mesma. Elas estavam na casa da morena porque Hiram insistiu que elas viessem. Razão? Não se sabe.
– Você se lembra do que sua mãe disse?
Na verdade era o que corria pela cabeça de Quinn com a velocidade de um carro de corrida dando voltas e voltas incansáveis. Ela sabia que Rachel se referia à outra parte da frase.
– Ela está certa, você é muito cuidadosa e delicada – Quinn apertou seus braços entorno da baixinha. – Seria uma ótima mamãe.
– Isso me cheira a ideias de Quinn Fabray. – Sorri se aconchegando mais no calor da loira.
Quinn olhou nos olhos de Rachel, tão serenos, uma ponta de preocupação brilhava no fundo, mas todo aquele momento fazia-a tão calma. Um sorriso involuntário brotou em seus lábios. Rachel Berry trazia o melhor de Quinn Fabray e ao ver dela era assim que bons relacionamentos deveriam ser. Um completa o outro de tal forma que mesmo que tentassem não poderiam ser maus e este é o ambiente perfeito, de perfeito equilíbrio.
– Quem sabe um dia nós realmente não possamos ter os nossos?
Rachel sorriu para a loira.
– Avisem-me antes – Leroy estava parado na porta havia um tempo, mas a interação entre elas era tão envolvente que nem ele quis atrapalhar a bolha que criaram englobando elas e seu amor. – Sobre o que falavam?
Rachel contou tudo o que havia para contar ao pai, ele não deu um único palpite sobre aquilo, apenas comunicou que o jantar estava pronto e elas deveriam comer.
(...)
Quinn não estava nenhum pouco bem. Ela e Rachel tiveram um pequeno desentendimento que ocasionou na morena sentada com Finn durante o coral, ela ficaria à tarde sem sua namorada porque sua mãe estaria em casa e esperaria que as duas estudassem e é muito difícil explicar matemática quando há alguém como Rachel ao seu lado com a saia que deixa suas coxas expostas e tudo mais, ou aprender matemática com aqueles olhos avelãs sobre você. Judy notaria tudo na hora, qualquer um sente a tensão sobre elas.
E ainda havia o pobre Damon que preferia sofrer em silêncio.
Ela pensara sobre o que a mãe falara sobre seus “trejeitos de pai”, ela lembrou-se das vezes em que estava triste e de uma forma engraçada Russell conseguia falar com Quinn, na segunda investida porque pais sempre são agressivos na primeira tentativa, é algo sobre estar alterado e instinto de proteção. A primeira coisa a ser feita quando ela chegasse a casa era conversar com Damon.
Por infelicidade Judy não estava em casa, mas Damon estava encostado na árvore do quintal com um cachorrinho dorminhoco ao seu lado.
Quinn se aproximou dele, tomando o cachorro para o seu colo.
– Eu sei que não quer falar – ela acariciava o cachorro –, mas eu não quero te ouvir agora, quero que me ouça – o ruivo concordou com a cabeça. – Eu sei como se sente. Apesar de que Russell e Judy nunca tiveram este comportamento o silêncio era o maior dos gritos deles. Uma guerra silenciosa que atingia a todos. Russell me fez pensar que eu era a culpada do pequeno conto de fadas dele estar desmoronando aos poucos, mas ele mesmo o fizera. Não se preocupe com as coisas dos adultos, eles fazem as próprias merdas e sempre precisam de alguém para culpar, porque são seres humanos e esta é uma raça muito miserável.
Damon torceu os lábios para evitar uma lágrima correr por sua bochecha. Ele abraçou Quinn tão forte que por alguns instantes ela não conseguiu respirar.
– Você me acha um erro? – Ele choramingou no colo de Quinn quando Calígula saiu de lá, mas não deixou que a loira respondesse. – Mamãe e papai vivem repetindo isto, disseram que desde que eu nasci tudo saiu do controle, tudo começou a ir mal. Foi quando meu irmão contou que é gay, foi quando tivemos que nos mudar para cá porque papai perdeu sua fazenda para o banco, foi quando os problemas de Tyler começaram. Mas não é como se eu tivesse pedido para nascer, sei que mamãe só me teve porque meu pai já estava prestes a se separar dela... – ele não conseguiu mais pronunciar nada, os soluços eram muitos depois das palavras praticamente vomitadas pelo garoto.
Quinn podia sentir a camiseta molhar nos ombros, o pescoço já lavado pelas lágrimas do menino. Cada lágrima um pedaço do coração da loira se desfazia. Claro que nada se comparava a ser chamado de “erro” aos dez anos de idade, saber que nasceu apenas para sua mãe “amarrar” seu pai no casamento e então coincidentemente tudo ir por água a baixo. E ela só queria tirar aquele gosto amargo da boca, a vontade de atravessar a rua e repetir aquelas palavras, uma lição de moral e alguns palavrões para os pais do garotinho enquanto limpava o asfalto usando os respectivos rostos.
Aquilo doía, muito e ela não sabia por que, só doía.
– Você é o maior acerto que alguém poderia ter na vida, se eles não podem ver, eles definitivamente são o erro então.
Ela abraçou-o mais forte, e ela podia sentir o fantasma de um sorriso espremido contra seu pescoço. Era gratificante aquela sensação, mas não era o suficiente.
(...)
– Onde estamos indo? – Ele colocou a cabeça para fora do carro. – Por que me tirou da escola mais cedo?
– Surpresa, agora enfia a cabeça aqui de volta. – Quinn puxou a barra da camisa do garoto, obrigando-o a sentar no banco do carro.
Ela estacionou na vaga de Will, porque o carro era do professor de qualquer forma, abriu a porta para o garoto que desceu meio desconfiado. Dois garotos altos e fortes chegaram perto dele, levantando-o e sentando-o no colo deles, ambos tamparam a visão de Damon. Puck e Sam carregaram o garoto que relutava um pouco desconfiado do que eles tramavam seguindo a loira.
Pararam no auditório, sentando o garoto na primeira fileira, retirando a venda que colocaram no meio do caminho. Quinn estava de frente para Damon e todo o resto do New Directions estava no palco formando uma linha.
– O que é isso? – Ele estreitou os olhos em um por um.
Passou de Sam até Mike que estavam nas pontas, reconhecendo apenas três garotas lá: Brittany, Santana e Rachel. Havia Sam também que ele conhecia de vista.
– Damon, eu lhe apresento minha segunda família, o Glee Club do William McKinley High School. Eles são o meu suporte e sempre estiveram para mim quando eu tive algum problema, aqui nós fazemos valer o termo que família deveria significar, e apesar de brigas e intrigas nós nos amamos acima de tudo. – Ela se ajoelhou, apoiando as mãos nos joelhos finos do menino. – E você é algo muito importante na minha vida, se você não está bem, eu não estou e então eles não estão aí temos que fazer a coisa mais racional: ajudar-nos.
Ela levantou e se dirigiu para o centro do palco, ao lado de Kurt e Brittany.
Quinn e Will passaram a semana preparando aquilo. Quem melhor para puxar a música se não Quinn?
Were you born to resist or be abused?
Ela sorriu para o garoto, as orelhas dele estavam vermelhas indicando o nervosismo dele.
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Rachel e Sam levantaram a voz juntos, cada um em um canto da sala. A morena sabia o que se passava no coração do garoto depois de uma breve conversa com Quinn – que de alguma forma acabou em beijos e abraços – ela estava ciente do que se passava na casa do garoto. Era cruel tratar uma criança tão boa e aplicada como Damon.
Has someone taken your faith?
It's real, the pain you feel
The life, the love
You die to heal
Apenas Sam seguiu a música. Ele também estava ciente da dor do garoto, mas não havia como saber como aquilo afetava suas amigas ou o garoto, e se fosse pior do que ele se sentia, definitivamente é brutal!
The hope that starts
The broken hearts
You trust, you must
Confess
Eles fizeram coro.
Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?
Finn e Blaine se alinharam à Quinn, Sam e Rachel. Eles estavam apenas lá por estar, mas no fundo Finn sentia pena de todos que eram afetados por aquilo.
Eles não sabiam, mas a letra da música falava muito mais do que eles queriam dizer, o significado deles não era tão profundo quanto realmente significava e havia muito mais sobre ele que era guardado a sete chaves. Uma lágrima desceu pelo rosto de Damon.
I've got another confession, my friend
I'm no fool
I'm getting tired of starting again
Somewhere new
Santana e Kurt se juntaram a eles com Brittany fazendo “oh” atrás deles juntamente à Tina.
Were you born to resist or be abused?
I swear I'll never give in
I refuse
Quinn estava descendo do palco até Damon, cantando o último trecho suavemente, quase um sussurro na orelha do menino.
You trust, you must
Confess
Is someone getting the best of you?
Notas finais
Próximo capítulo teremos uma conversa muito pelicular entre Judy e Quinn.
Review são bem vindos =)
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Recados:
1 - Minha nova fic já está sendo reescrita do jeito que ficará perfeito para mim e bom para vocês (porque eu serei do mal u.u)
2 - Estes dias eu estava lendo sobre Quinntana, as pessoas falando coisas do gênero "Quinn estava bêbada, nada a ver" ou "Depois reclamam que o Puck embebedou a Quinn para transar com ela". Assim, para vocês que se afetam com isso ou dizem isso. Duas sentenças completamente falsas. Primeiro de tudo, antes dela ficar bêbada ela já estava jogando indiretas na Santana, desde o começo na igreja (para quem não notou), os elogios para a Santana na verdade eram cantadas muito sutis. Segundo, Puck foi com o objetivo de embebedar a Quinnie para "comer ela", já com a Santana rolou delas beberem e acabarem dormindo. Eeeeeeeee... no round 2 Quinn Fabray já não estava mais alterada pela bebida. Foi algo completamente expontâneo, então, beijo para o recalque.
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