All For You

27 What kind of mother I'd be?


Notas iniciais
Olá pessoas lindas! (Está ficando chato?)
Texto nas notas finais.
Eu quero que aqueles que recomendaram minha estória, e favoritaram e os comentam, eu adoro todos vocês e se eu conseguir realizar o sonho da minha vida eu levo vocês junto (meu sonho é ter uma espaçonave como carro).
Faberry e Judy Troll Fabray =)
Ah, e lembram aqueles senhores do capítulo de natal? Um deles dá as caras por aqui.
Boa leitura.

Não que ela estivesse odiando tudo ao seu redor, só que Sue Sylvester estava fazendo da sua vida o pior pesadelo e tudo que ela queria era acordar daquilo o mais rápido possível.

Também não que esse fosse o motivo. Quinn estava irritada porque a mãe de Damon simplesmente apareceu na casa dela com quinhentos dólares e se desfez dos “serviços” de Quinn depois de uma conversa entre as matriarcas de ambas as famílias; ela estava se convencendo cada vez mais que Judy sabia sobre ela e Rachel pelo reles fato de que a programação da televisão virou basicamente gay! Sem brincadeira. Judy passou a não desligar a televisão em horários onde algum seriado com personagens gays poderia estar passando, ou um debate sobre o assunto e quando Judy enquadrava Quinn perguntando sobre Rachel e qualquer outra coisa. Agora a ideia maluca de sua mãe de chamar a morena para um jantar; e o maior dos problemas – literalmente – Finn Hudson.

Jogou tudo no armário, fechou o mesmo e bufou quando o metal frio entrou em contado com o material do uniforme. Era um alívio tudo ter acabado agora, exceto a parte do jantar.

Ela caminhou até as arquibancadas e esperou calmamente por Rachel lá. Contando o número degraus que havia ali, depois organizando algumas pedras por ordem de tamanho, então nomeou cada uma e organizou alfabeticamente.

– Você é realmente sem ter o que fazer – Rachel assustou Quinn.

– Estava aí me observando? – Ela indagou em meio a um sorriso com o beijo que lhe era oferecido.

Rachel se afastou, ainda segurando a loira pela cintura.

– Claro! – Sorriu de canto.

Quinn cortou os espaços entre ela e a morena, com um beijo calmo e lento, inocente. Ela não tinha a menor intenção de apressar aquilo porque o momento não pedia isso. Não precisava da língua da outra em batalha com a sua porque só se trava uma batalha por vez e ela já estava quase perdendo sua pessoal em sua mente.

A morena desgrudou os corpos. Algo estava diferente em Quinn e ela podia sentir algo impedia que o sabor dos lábios da loira tivesse aquele gosto doce de sempre. Então ela parou e observou-a tentando achar a resposta para seu enigma.

– Por que você parou? – Indagou quando finalmente abriu os olhos, após um exato minuto.

– Porque você está diferente. O que houve? – Ela sentou-se ao lado da loira, jogando uma mecha da mesma para trás da orelha.

Quinn soltou o ar preso nos pulmões, bufou e voltou a prender o ar que retornara. Soaria estranho falar para Rachel “minha mãe quer que você vá a um jantar lá em casa, só nós três”? Quem sabe?

– Minha mãe quer que você vá a um jantar lá em casa. Só nós três. – Ela cuspiu as palavras para não se arrepender de nenhuma que fora lançada.

– Que horas? – Quinn olhou descrente para Rachel. A calma em sua voz, a paciência. Será que ela estava lá quando Judy falou sobre mães? Ou ela estava divagando sobre a Broadway.

– Rachel, você tem pensado sobre NYADA? – Quinn precisava ter certeza de que era inocência da morena e não calma. Caso o contrário a mão aberta de Quinn repousaria carinhosamente ao estilo Santana Lima Heights na bochecha da Berry ao seu lado. Impossível alguém manter este tipo de calma.

– Sim, eu já mandei tudo para lá e pouco antes das nacionais é minha audição! – Ela abriu um enorme sorriso. – Mas eu sei perfeitamente porque sua preocupação está à flor da pele. Eu estava do seu lado quando sua mãe disse aquilo e peço que não se preocupe.

Mais ao longe, próxima a entrada do vestiário dos jogadores uma garota observava a cena toda com atenção, os braços cruzados sob o peito, a carranca de alguém que se sente traído e ela queima as duas em sua mente. Então vira as costas e deixa o local.

(...)

Quinn divagava sentada em uma mesa qualquer do parque. Ela pensava em como sua vida mudara de uma hora para outra. Primeiro ela ama Rachel, então inicia uma amizade menos idiota com Santana, e Damon aparece e se torna aquilo que ela poderia chamar de filho e tudo tão de uma hora para a outra. Chega a ser estranho. Damon... Ela sentia falta dele e da alegria que ele era capaz de trazer para ela. E Calígula e seu maldito focinho gelado esfregando-se nas pernas dela enquanto ela relaxa no sofá. Como ela sentia falta.

Alguém sentou ao lado dela, mas Quinn estava muito distraída para notar qualquer coisa assim, então ela ficou quieta com seus próprios pensamentos.

– Faz tempo que não nos vemos – a voz leve, simples e gasta de um homem chamou a atenção da loira.

Ela conhecia aquela voz, e o cheiro do homem. Apesar de não vê-lo há um bom tempo ela reconheceria até morta.

– Thomas? – Ela arqueou a sobrancelha sem abrir os olhos.

– Faz um mês desde a última vez, não é Quinn? – Ele sorri com o abraço que lhe foi dado.

Um beijo molhado foi deixado em sua bochecha e ele sentiu-se ruborizar.

– Eu sinto muito por isso. Estava lhe dando com alguns probleminhas. – Ela sorriu de canto.

Thomas fitou a loira, lhe dando um esboço de sorriso. Ele olhava no fundo dos olhos dela, afinal é isso que ele sempre fazia, olhava no fundo dos olhos porque por alguma razão desconhecida ele conseguia ver a alma das pessoas por ali e não importa o quão relutante você for ele vai te ler como um diário aberto em letras maiúsculas e fonte setenta e dois de Arial Black.

– E aquele adorável menino com o cachorro e a tua namoradinha linda e fã da Broadway? – Ele cutucou a garota na costela.

Quinn sorriu. Eles já conversaram. Rachel se apaixonou por Thomas, deixando Quinn de certa forma com ciúmes, porque eles conseguiram ficar uma hora falando sobre musicais – pelo menos o tempo de Quinn comprar sorvete para Damon assistir ela correr atrás de Calígula e coloca-lo na coleira, isso incluía três voltas pelo lago e uma completa pela praça.

Damon e Calígula eram coisas a parte. Qualquer um se apaixona pelas sardas no nariz do ruivo e o focinho gelado e intrometido vulgo invasor de calçados cujo dono é um pequeno labrador.

– Minha namorada – ela sorriu ao poder dizer isso para Thomas, porque não seria modo de dizer e sim a mais pura verdade – está em casa se descabelando para parecer elegante, mas não exagerada e bem à vontade para um jantar que mamãe insistiu que eu a chamasse.

– E o garoto?

– Esse é o problema que eu te falei. Ele está com problemas em casa e a mãe dele sabe que eu sei. Ela o arrancou de mim. – Ela fez bico de decepção.

– Pobre Quinnie – Thomas a abraçou –, sua mãe descobriu tão fácil... – ele debochou – você não é tão boa em esconder coisas das pessoas. Eu me mataria antes do jantar ou ela te matará depois. – Ele apertou o abraço.

– Tão reconfortante Thomas...

Quinn sorriu enquanto o homem se balançava. Ele era uma espécie estranha de conselheiro de vida para Quinn e ela agradecia por Santana tê-la feito falar com ele aquele dia na cozinha comunitária porque foi de longe a melhor coisa em sua vida.

E Thomas estava certo pra caramba.

(...)

Sebastian jogou tudo contra a parede. Estava cansado de tudo e todos. O lugar cheirava a ratos e isso o dava náuseas. Ele olhava ao redor, a vontade de colocar seu jantar voltava com mais intensidade. Como ele pudera chegar ali? Ou melhor, voltar.

Olhou para o lado contemplando as costas nuas do garoto do outro lado da cama, a velha cicatriz de cinco centímetros ainda tinha a mesma cor pálida da última vez que ele apreciou aquela visão. Poderia parecer ingrato ou qualquer doideira, mas aquilo era tudo que mantinha Sebastian em seu perfeito estado.

– Seb, o que foi isto? – Ele chacoalhou a cabeça até se acostumar com a luminosidade do lugar. Sem sucesso.

Sebastian esticou o velho boné surrado NY para ele. O vermelho que era seu preferido, não o branco, porque o deixava muito... Gay. Ele sorriu para o pensamento. O outro moreno logo aceitou o boné, virando-se de barriga para cima e protegendo os olhos com o boné.

– Eu só estava descontando minha raiva – sorriu simples.

O garoto se sentou esquecendo-se de como a luz da janela de cortinas abertas de frente para eles com o sol das sete da manhã invadindo o espaço todo queimava sua retina e secou a lágrima que escorreu devido à ardência em seu olho.

– Ontem não foi...

– Foi ótimo, – Sebastian percebeu que não soou como o esperado – só estou cansado deste lugar. Eu queria fazer tudo de novo, mas não aqui.

O garoto mordeu o lábio e voltou para a posição inicial, seu cérebro não estava pronto para qualquer discussão.

Sebastian sorriu de lado e deitou-se por cima dele. Quem precisava de escola naquela manhã?

(...)

Judy empurrou Quinn de seu poleiro – o sofá – para que fosse atender a porta. Ela bufou em protesto, mas não contestaria a mãe porque provavelmente seria Rachel e ela estava curiosa para saber como a morena estava. Considerando que ela estava com um short jeans curto de barra desfiada, uma regata branca e os cabelos soltos. Sua mãe com um vestido rosa de tecido fino e florido – e aquilo fazia a cabeça da loira mais nova doer.

Ela girou a maçaneta, não viu mais nada a não ser o par de coxas que invadiu seu campo de visão e ela não conseguia olhar para qualquer outra coisa. Ela se forçou até subir o olhar. E não conseguia mais olhar nada a não ser Rachel por completo porque ela conseguiu, conseguiu ser glamorosa e normal. O vestido de ombro único preto extremamente curto.

– Você conseguiria parar de olhar para os meus peitos? – Rachel sussurrou.

Quinn fechou a boca que nem notou estar aberta, então chacoalhou a cabeça espantando seus vários pensamentos.

– Como você fez isso?

– Kurt, apenas. – Ela sorriu de canto.

Quinn esticou a mão para um pequeno cortejo antes de puxar a morena para dentro da casa. Ela não queria olhar a morena de costas. Apesar de já ter visto tudo aquilo não parecia ter visto como agora. Era diferente.

– Opinião pessoal, suas pupilas estão dilatadas de luxuria, isso não é algo que queira deixar Judy ver – Rachel sussurrou contra um beijo na bochecha da loira.

Ela engoliu em seco e assentiu.

Rachel correu para a sala atrás dos braços receptivos de Judy que já estava preparada para tal. A morena recebeu o devido elogio em seu vestido – melhor do que uma loira de um e sessenta e alguma coisa babando sobre ele praticamente no meio da rua – e recebeu um lugar no sofá.

Judy e ela conversaram por certos minutos até Quinn aparecer bufando na sala pela milésima vez falando que depois elas teriam que comer jantar requentado. As três se sentaram a mesa e o prato especialmente preparado para Rachel foi colocado por Judy e seu enorme sorriso. Rachel agradeceu o tratamento. Uma deliciosa lasanha de vegetais.

Rachel e a Fabray mais velha observaram Quinn esquecer por um segundo seus modos ao ver a lasanha à bolonhesa com pedaços de bacon. Judy repreendeu os modos da loira provocando uma crise de risos em Rachel e assim prosseguiu o jantar: Quinn em seu canto devorando toda a carne que era deixada na mesa, Judy e Rachel prestando mais atenção na conversa do que nos modos de Quinn ou na comida que teoricamente deveriam estar comendo.

Sem que alguém percebesse ela tirou um pedaço da lasanha de Rachel para provar. Para ela parecia a com mesma sensação de mastigar papel.

– Então Rachel, como está Finn? – Judy tocou a mão da morena de forma doce.

Quinn engasgou com a própria comida. A mãe dela definitivamente começaria aquele assunto!

Berry aceitou o carinho da outra e trocou um fraco olhar de canto com Quinn.

– Nós não namoramos mais.

– Por que não? – Ela pareceu assustada. – Ele era um rapaz tão bom – ela arqueou a sobrancelha para Quinn, fazendo a mesma se lembrar de tudo de bom que o grandalhão já fizera por ela.

Rachel quis rir por um instante com a resposta que lhe ocorreu. Ela lambeu e mordeu os lábios antes de responder.

– Digamos que surgiu alguém muito mais interessante, legal e especial do que ele – sorriu.

Quinn sorriu para seu prato e então a comida vegetariana de Rachel ganhou um sabor tão especial que nunca provara a satisfação.

A mãe da loira assentiu com um bico de dúvida no rosto para Rachel.

– Quinn? – Perguntou entediada.

Ela quis engasgar, ficar tão roxa quanto uma beterraba e cair naquele chão reluzente da cozinha, mas apertou a mão no garfo e observou o movimento tenso da respiração de Rachel.

– Somos boas amigas. Ela é legal, inteligente, bonita, muito boa matemática, você tem sorte por ser mãe de alguém tão especial quanto ela – Judy sorriu e mordeu o lábio – e eu por ter ela como... Amiga. Sabe?

Ela sorriu. Assentiu e olhou o relógio.

Era uma pena ter que fazer a saída da morena agora que a conversa ficava empolgante, mas era necessário porque estava ficando tarde e não era bom dirigir muito tarde, depois de um pequeno desgaste emocional.

(...)

Judy voltou para a cozinha e sentou rente à Quinn, observando as garfadas de lasanha vegetariana deslizar juntamente a lasanha bolonhesa pela garganta da loira menor. Era interessante como Quinn comia, comia e comia e não engordava! Ela sentia inveja nesse ponto.

Judy suspirou.

– Rachel parece uma pessoa muito legal. Ela tem um ótimo gosto musical, é bonita, inteligente – ela piscou para Quinn.

– É... – tirou a atenção da comida – Rachel é muito bonita... – ela limpou a garganta se amaldiçoando por ter escolhido exatamente aquele atributo de Rachel para enfatizar, e o sorriso presunçoso de sua mãe não a acalmava muito –, ela é inteligente e a melhor cantora do Glee Club, em partes... Sabe? A estrela mais brilhante do céu New Directions. E uma boa aluna.

A loira mais velha não segurou o riso. Mordeu os lábios para tentar disfarçar, mas falhou porque é algo tão natural.

– Olha como você fica boba falando dela! – Judy sussurrou com certa animação. Ela abafou um último riso antes de se ajoelhar próxima de Quinn. – Neste caso eu não me oponho a isso. Na verdade nunca o faria, seu pai sim, mas eu acredito que a sua felicidade é o que conta.

Quinn parou o que fazia e fitou Judy tão séria que sua mãe podia jurar que ela estava morta, analisava a expressão animada e pacífica da outra. Ela sequer respirava e sua pele branca tomava um tom arroxeado.

– Quer falar sobre isso agora? – Judy arqueou uma sobrancelha.

Ela não se moveu e Judy começou a se preocupar com o tom roxo-azul de Quinn. Será que aquilo a matou de ataque do coração? Porque isto pode acontecer, ela achava pelo menos.

A mais velha estava tão animada em como abordar aquilo com a filha desde que se deu conta de tudo, a começar pela foto de Quinn e Rachel realmente próximas que ela vira na câmera digital da loira no ano novo, então as visitas frequentes de Rachel, as pupilas dilatadas de Quinn quando o nome de Rachel era mencionado ou a morena aparecia e claro o olhar escorregadio dela que insistia em correr para as pernas da outra, o mesmo acontecia com Rachel e a voz suave quando o assunto era a morena, os olhares significativos e sorrisos bobos, o modo como elas cuidavam de Damon juntas como se fosse delas. Detalhes tão pequenos que fez ela se dar conta de tudo.

Ah, um diário casualmente aberto após uma queda de cima do guarda-roupa durante uma limpeza de rotina no quarto de Quinn o qual tinha mais ou menos um mês onde o assunto principal era a morena e como os beijos dela eram quentes e doces.

Ela se lembrou de que precisava respirar para não morrer, ela puxou todo o ar e a boca cheia de comida a ajudou a engasgar. Tossia compulsivamente e então Judy ajudou-a.

– Olha... Eu não estou brava com você, eu não vou dizer que acho certo, mas você é minha menininha e já passou por muito. Seria injusto te privar de amar alguém – Judy colocou Quinn em pé, olhando fundo nos olhos, agora, quase negros – e eu estou me informando sobre coisas que eu normalmente diria quando seu relacionamento com um garoto ficasse sério.

– Você vai mesmo falar de sexo comigo? – Quinn encarou-a séria.

– Que tipo de mãe eu seria se não te matasse de vergonha com este assunto? – Judy ironizou. – E eu quero fazer isso com Hiram e Leroy que tem certos conhecimentos sobre isso.

Quinn não desfez o semblante. Ela chamou a mãe até perto da piscina.

– Como você descobriu?

– Vocês são muito óbvias – Judy sorriu divertida com a situação.

Ela se manteve em silêncio, pensando sobre coisas e coisas.

– Ano novo! – Quinn estralou os dedos. A droga da foto onde ela está quase beijando Rachel, ela não deixara a máquina naquela foto, entretanto, depois do banho lá estava aquela foto na máquina e ela esquecera de se questionar o porque ela estava lá. Com esse inicio seria fácil cuidar os pequenos sinais.

Judy apenas assentiu.

Notas finais
Erros? Perdão.
Gostou? Odiou? Quer me dar um tapa na cara? Deixa um review =)
Então, vamos ao texto filosofico sobre como minha produtividade cairá um pouco. Eu estou no 3º Ano do Ensino Médio e vocês devem saber e/ou imaginar a merda que é, eu sou horrível com qualquer responsabilidade então eu já estou sobrecarregada. Estou tentando escrever a outra fic para ter pelo menos uns dez capítulos prontos quando postar.
Agora para fazer vocês sorrirem, eu estava de boa no Face quando vi que no seriado "Louco Por Elas" da Globo teve uma cena yuri (porque eu assisto a merda toda e quando decido que não vou assistir tem essas paradas, depois de ter passado 2 temporadas desejando para a Bárbara ser do lado rosa da força) e então eu assisti. E logo lembrei de Faberry, então deitei na cama e me ocorreu a melhor teoria da conspiração sobre Faberry e eu esqueci. Prometo tentar lembrar, porque era muito foda.
E eu tive um sonho muy caliente com HeMo e NayNay e estou um pouco feliz por isso =)