All For You

25 Valentine's Day


Notas iniciais
Olá pessoas lindas!
Eu estou tããããão feliz! Momento Gleek no final!
...
Só para avisar a fic está entrando em reta final, faltam algumas coisas para realmente entrar em reta final. Depois disso: FIC NOVA E LEGAL =)
...
E eu quero saber: já escrevi 3 capítulos, mas a base é um pouco Faberry, se quiser me ajudar, pode opinar entre manter Faberry ou trocar para Quinntana.

Existe uma época no McKinley que consegue ser tão brutal quanto os jogadores de futebol americano humilhando um nerd, esta época é carinhosamente chamada de dia dos namorados. Por que essa data é brutal? Simples... Todo o colégio é tomado por uma onda rosa, palavras de amor, namorados dando caixas de bombons durante a semana toda para suas namoradas, beijos surpresas, admiradores secretos e beijos por todo o corredor do colégio.

Geralmente Quinn odiava essa época do ano porque a única vez na qual tinha um namorado nessa época ela estava... Grávida? E na outra ela estava entre um cara loiro do time de futebol vulgo boca de truta vulgo Justin Bieber cover e o Monte Everest vulgo quarterback vulgo Orca – apelido carinhoso para os íntimos, exatamente como Santana que foi a mais intima de todas com Finn –, mas agora? Ela realmente está irritada porque a única vez durante... Ah... Sua vida? Ela finalmente tem alguém, sua agora oficial-não-assumida namorada Rachel Barbra Berry vulgo Estrelinha de Leroy, contudo ela não pode andar de braços cruzados com a morena pelo corredor, esfregando na cara de T-O-D-O-S o que ela tem, muito menos empurrar a baixinha contra um armário e beijá-la até ambas perderem o ar.

Will entrou pela porta com uma marca de batom na gola da camisa, claro ou óbvio que ele estava na sala de Emma?

O sorriso do homem era algo inabalável, nem mesmo o mau humor inexplicável de Santana e seus tiros para todos os cantos conseguia desfazê-lo. Isso estava incomodando Quinn em certo ponto, porque sua cara de poucos amigos estava com uma ponta de inveja, mesmo o sorriso dele sendo estranho como sempre é.

– Pessoal – Quinn bufou junto com Santana ao ouvir o bordão do homem, ele rabiscou “amor” na lousa com sua caneta atômica vermelha, para combinar com o tema –, vocês podem imaginar a lição dessa semana.

Brittany conseguiu ser inacreditavelmente mais rápida que Rachel. Todos viraram para encará-la, inclusive Santana que estava ao lado da loira afastou sua cadeira – quase jogando Quinn para fora do degrau – para fitar a menina por completo. Quinn sequer ligou para o movimento de sua cadeira, seus olhos – assim como o de todos – variava da loira de sorriso branco e mão levantada para a morena de expressão assustada.

– Não Brittany, nós não estamos falando de unicórnios... – Schuester não notou, mas recebeu um olhar como ousa falar assim da Britt-Britt, ouça ela ou eu faço você precisar visitar seu dentista mais cedo do que imagina de uma latina furiosa.

Ele apontou seu canetão para dar a palavra a Rachel, mas antes que alguém pudesse se manifestar, a loira protestou:

– Eu ia falar que é sobre o dia dos namorados, e que deveríamos cantas músicas A-L-E-G-R-E-S sobre amor, porque é uma data muito legal – Brittany juntou as pernas e lentamente cruzou-as – eu gostaria de começar com meu amigo Blaine – Brittany se levantou e ficou cara a cara com Will – e se me permite dizer: foi muito rude a forma como me tratou, eu poderia te denunciar por bullying, e da próxima vez, escute o que alguém tenha para falar.

Will engoliu seco. Nem em seus melhores e mais otimistas sonhos ele pensara que algo assim aconteceria algum dia, mas estava ali na frente dele. Blaine caminhava a passos lentos torcendo por seu riso não escapar.

Todos, aliás.

– Hey – Quinn cutucou Santana – desde quando? – Sussurrou.

– Ela ainda fala com Sebastian, ele trabalha nisso com ela desde que estudava aqui. E recentemente eu resolvi ajuda-lo.

Quinn assentiu e murmurou “ah”.

Ela foi surpreendida por Rachel que se sentava no lugar vago de Santana, agora que a latina sentou-se ao lado na cadeira de Brittany.

A morena deitou sua cabeça no ombro da namorada e suspirou, esperando o número dos garotos começar.

Brittany e Blaine pararam um ao lado do outro, a loira puxou o inicio da música. Blaine deu sua mão direita para a garota, ela aceitou-a e ele rodopiou a garota até seus braços, unindo sua voz a dela.

Never had much faith in love or miracles

Never wanna put my heart on the line

But swimming in your world is something spiritual

I'm gonna get every time you spank the night

Blaine e Brittany ficaram frente a frente com corpos quase colados, dançando de forma sensual. Eles se separaram e a loira andou até o colo de Quinn e se jogou ali, apontando para Santana, que estava ao lado de Kurt. Blaine por sua vez sentava em uma cadeira vazia ao lado do namorado.

Cause your sex takes me to Paradise

Yeah your sex takes me to Paradise

And it shows, yeah, yeah, yeah

Eles faziam jogadinhas de ombros combinadas e ritmadas, em uma sequência perfeita de dez rápidas jogadas com a direita e depois a esquerda, Blaine cantava esta parte.

Cause you make feel like, I've been locked out of heaven

For too long, for too long

Yeah you make feel like, I've been locked out of heaven

For too long, for too long

Britt puxou Quinn consigo, Blaine trouxe duas cadeiras para as loiras e elas se sentaram. Sam jogou mais uma para o moreno que também tomou o acento na frente do clube.

Eles usaram as pernas e o peso do corpo para arrastarem as cadeiras para trás conforme os sons iam se passando.

Oh yeah yeah yeah

Ooh!

Oh yeah yeah

Oh yeah yeah yeah

Ooh!


Blaine levantou dando a mão para Brittany, Santana saiu de seu lugar para fazer par com a loira abandonada no canto. Eles entrelaçaram os braços com suas duplas e deram voltas entorno do próprio espaço.

You bring me to my knees

You make me testify

You can make a sinner change his ways

Quinn e Santana voltaram para seus lugares.
Open up your gates cause I can't wait to see the light

And right there is where I wanna stay

Brittany procurava manter seu olhar firme em Santana enquanto continuava seus passos pré-ensaiados com Blaine. Uma tentativa de algo sensual.

Yeah you make feel like, I've been locked out of heaven

For too long, for too long

Eles apoiaram um joelho no chão e abriram os braços, lado a lado. Cada um olhando para seu amor.

Oh oh oh oh, yeah, yeah, yeah

Can't I just stay here

Spend the rest of my days here

Oh oh oh oh, yeah, yeah, yeah

Can't I just stay here

Spend the rest of my days here

(...)

– Você sabe como Rachel é importante para mim, certo? – Ele coçou a testa.

– Sim, sei perfeitamente – ela assentiu.

– Eu ainda não coloco minha confiança em você cem por cento – ele alisou a roupa, era meio rude falar aquilo, mas era a verdade – até porque você estava “se pegando” – ele fez aspas no ar – com ela no quarto quando eu acreditei que estavam contando sobre a emoção da vitória nas regionais.

Ela assentiu novamente.

– Perfeitamente...

– Não foi um bom começo, nenhum pouco – ele engrossou a voz –, mas pelo que Rachel me contou, vocês nunca fizeram nada de mais e se você consegue manter essa linha de respeito com ela, ser tão encantadora como parece – ele sorriu de lado para a loira – e tem tanta devoção da minha pequena, acho que posso te dar um voto de confiança.

Quinn sentiu seu sangue congelar por um instante. Realmente o charme Fabray, esse olhar sedutor e verde cristalino, a graça com a qual os cabelos macios caiam sobre os ombros, o brilho vivo das madeixas loiras, a voz sedosa e suave, e todos os outros detalhes que faziam dela Lucy Quinn Fabray que fora herdado de seus pais servia para algo além de capturar um belo parceiro, como por exemplo: passar pela fase mais difícil antes do namoro oficial.

(...)

Finn estava vindo em sua direção, então Rachel fez a coisa mais lógica que alguém que está andando calmamente pelo corredor quando vê o ex-namorado possessivo vindo ao seu encontro faz, ela se jogou no meio de um casal que estava encostado no armário trocando beijos. Sua cara grudada no metal frio do armário.

Ela fechou os olhos para rezar que ele não a chamasse, porque ela sentia a presença gigantesca do garoto atrás de si.

– Rachel, para de ser infantil – Finn riu.

Puxou todo o ar que cabia no pulmão, virou a cara para batalhar com o olhar do garoto e apostou toda sua dignidade naquele olhar.

– Pois não, Finn Hudson? – Soou completamente frio o tom de sua voz, mas era necessário afastar o garoto da zona que ele se achava no direito de invadir, quando na verdade não podia.

– Eu achei uma música perfeita para te dedicar hoje, quero que escute muito, muito bem, certo?

– Finn, achei que eu tivesse...

Finn pôs seu indicador contra os lábios da morena pedindo-a silencio, ele mantinha o sorriso de lado. O sorriso bobo que anos atrás encantava qualquer garota, mas agora Rachel não estava neste grupo de meninas.

– Eu sei – ele abaixou o olhar –, só quero que entenda que não me importo de estar longe, eu farei isso terminar logo. Você voltará a ser minha, Rachel – ele gritou do meio do corredor.

(...)

Ele empurrou com delicadeza a porta da sala do coral para não atrapalhar Blaine e seu ensaio de uma música qualquer de Katy Perry.

O moreno parou na hora o que estava fazendo, revirou os olhos ao ver o sorriso presunçoso no rosto do outro moreno, apanhou uma toalha para limpar o suor do rosto e jogou-a de volta à cadeira da qual a tirou.

– Então? – Ele arqueou as sobrancelhas.

– Fiz exatamente o que me disse – ele jogou seu peso sobre uma cadeira qualquer –, mas que música exatamente eu terei que cantar?

– Isso eu te contou amanhã, mas é sobre a saudade da época que estavam juntos. – Blaine sentou-se ao lado dele.

Finn coçou a testa. Ele não compreendia Blaine, o garoto apenas disse que tinha um plano de vingança perfeito contra as Cheerios e que se Finn quisesse ele poderia levar Rachel de premio ou machuca-la pra caralho, ele optou por ambas as opções. Ele ainda recorda do sorriso que Blaine o dera em resposta.

Mas ele tem que seguir a risca as ordens de Blaine, sem tirar nem por palavras ou ações. E manipular Artie e Mercedes era algo que o moreno namorado de seu irmão que teria que se preocupar, porque Artie tinha algum tipo de carinho por Brittany e Quinn, mas ele odiava Santana, e Rachel estava com ele desde o inicio, então eram uma espécie de amigos. Sobre Mercedes nada a declarar. Eles simplesmente não topariam.

– Se fizer o que estou mandando, você verá no final. – Blaine abriu um sorriso convencedor.

– Você quem sabe – Finn levantou-se.

Ele deu as costas à Blaine antes de ver o sorriso diabólico do menino.

“Mal sabe ele como isto está apenas sobre meu controle. Rachel nunca será desse panaca, mas a vingança pertence ao papai Blaine aqui.” – Ele deu uma clássica risada de vilão de filmes antigos.

(...)

Quinn e Rachel estavam sentadas em um murinho falando sobre coisas aleatórias quando Damon chegou pálido do parquinho onde brincava com crianças no balanço. Ele estava realmente apavorado.

– Quinnie, socorro! – A voz de desespero do garoto fez a loira pular de seu lugar e se colocar em guarda.

– O que foi? – Rachel perguntou.

– Calígula sumiu, – ele fez bico de choro, seus olhos já estavam avermelhados – eu me virei por alguns segundos e ele simplesmente desapareceu, rodei todo o parque e não o achei. – Ele limpava o canto dos olhos – traz ele de volta Quinnie.

Quinn suspirou, pelo visto ela teria que procurar no meio das árvores aos arredores, era uma área conhecida dela e de Rachel, não teria o menor problema.

A loira pediu para Damon ficar ali com Rachel, tentar se distrair – afinal ele é uma criança normal e dói no garoto se separar de seu bichinho de estimação – e ela procuraria o tal animal.

Foi para o lado pouca coisa distante da lagoa para patos do parque de Lima, – um dos três que havia na cidade – porque ele poderia ir atrás de algum pato, ou beber água da lagoa ou qualquer coisa. Passou por algumas pessoas, perguntando-as sobre o cachorrinho. Quando parou um casal eles apontaram exatamente na direção que Quinn rumava.

Próximo às árvores onde ela e Rachel passavam tempo juntas havia um rapaz alto de blazer da Dalton, o topete e sorriso eram algo genuíno do Smythe. Ao lado do garoto um cachorrinho filhote de labrador latia ao seu pé, pulando rumo ao seu colo. E saindo de perto, colocando algo no bolso, um rapaz forte e musculoso com um sorriso idiota e nervoso estampado.

Quinn notou que sempre que via Sebastian ele estava ao encontro de um homem jovem, pouca coisa mais velho que ele, alguém estava com a mão no bolso e eles sempre saiam com aquela aparência nervosa. Ela chegou a acreditar que era algum namorico do garoto, ou sei lá... Mas este rapaz foi de encontro a uma moça alta de cabelos longos e loiros como os dela, ela abraçou-o de lado, dando um casto beijo em seus lábios e puxando-o pelo bolso para longe da praça.

– Sebastian, acho que esse cachorro me pertence – a loira apareceu.

O garoto pulou do lugar e levou a mão ao peito, ele parecia realmente assustado.

– Quinnie! – Ele sorriu. – Acredito que seja do Damon... – ele sorriu de canto.

– Tanto faz, eu cuido dele depois das aulas até quando os pais voltam para a casa, nesse meio tempo este cachorrinho também é meu! – Falou com convicção, arrancando uma risada divertida do moreno.

Ele alisou a rala barba que começava a se formar no queixo e abraçou a loira, dando-a um beijo na testa.

– Preciso ir – ele apontou para um carro na beira da estrada um pouco distante do lugar –, mas foi um prazer te ver...

Quinn assentiu e se despediu do garoto, passou os braços entorno de Calígula de deu as costas.

– Ah! – Sebastian lembrou-se de algo – aproveitando que você está aqui – ele puxou um pequeno embrulho do blazer, parecia um cartão – pode entregar ao Kurt por mim?

– Não que eu esteja reclamando – ela pegou o presente –, mas porque você não o faz?

– Não posso. – Ele retorceu o nariz. Era triste, mas era parte da droga do acordo, agora. Nada de Kurt por essa semana, mas nada falava sobre um pombo correio. Ele puxou outro embrulho semelhante ao primeiro, mas diferente do outro que estava embrulhado por papel roxo, este era azul. – Entregue para Santana – ele sorriu de canto e abraçou a loira. – Tchau Quinnie.

(...)

Finn esperava encostado ao piano, todos o fitavam apenas esperando Will permitir que o grandalhão iniciasse sua canção.

– Essa música eu dedico à Rachel, porque eu não aceitei e nem aceitarei nosso término. – Ele voltou-se para o piano, ficando de costas para todos.

A canção começou.

I can be tough

I can be Strong

But with you, it's not like that at all

Ele virou-se para todos, olhando cada um nos olhos, sem temer nenhum deles, nem o olhar vazio de Rachel.

Não doía tanto, e a música era em si vazia de sentimentos. Ele estava pouco se lixando para Rachel agora, se ele a queria de volta? Claro que queria, mas não para amá-la, apenas tê-la como um troféu. Seja lá quem for que a tirou dele, não suportaria vê-la com ele de novo e esse seria seu prêmio. Sem contar o benefício de Rachel e sua cama aliadas.

There's a boy

That gives a shit

Behind this wall

You've just walked through it

Mas Finn não pode evitar lembranças da época em que não havia remorso de Rachel, quando ele a amava acima de tudo no mundo, quando ele arriscou sua popularidade – melhor, jogou-a no lixo – pela morena e agora ela fazia tudo parecer tão em vão. Quando ela explicava a ele durante uma tarde de sábado toda sobre a Broadway enquanto ela massageava suas costas e ele fazia movimentos circulares em sua coxa. As vezes em que fizeram planos para o futuro até de se casarem.

And I remember, all those crazy things you said

You left them riding through my head

You're always there, you're everywhere

But right now I wish you were here.

All those crazy things we did

Ela lembrava até mesmo dos nomes que escolheu para seus futuros filhos com o rapaz. Isso era tão melancólico e repulsivo ao mesmo tempo.

Didn't think about it, just went with it

You're always there, you're everywhere

But right now I wish you were here

A época em que ela dava-o um beijo de boa sorte antes de qualquer jogo dos Titans, até treinos, mesmo que não adiantasse porque eles eram uma droga no futebol, só eram fortes o suficiente para intimidar alguém. Ele sorria para as lembranças que agora machucavam e nutriam seu ódio.

Damn, damn, damn,

What I'd do to have you

Here, here, here

I wish you were here.

Damn, damn, damn

What I'd do to have you

Near, near, near

I wish you were here.

Ele abaixou o olhar enquanto andava até perto da morena, levantou a cabeça com dignidade e lágrimas nos olhos para encará-la.

Se nada der certo, ele pode tentar ser ator, porque ele conseguia fazer ódio parecer saudade ou mágoa de uma forma incrível.

I love the way you are

It's who I am, don't have to try hard

We always say, say like it is

And the truth is that I really miss

Rachel sentiu o queixo fraquejar. Merda, ela sabia que tinha sido injusta com o garoto, afinal ele sempre estivera lá. Mas ela não o ama, ela ama Quinn e é nisso que precisa focar. Quinn Fabray. Ela sorri boba para esse nome.

Finn respira fundo com o sorriso de Rachel lança a ele. Estava funcionando, segundo o que ele acreditava.

Damn, damn, damn,

What I'd do to have you

Near, near, near

I wish you were here.

Ele segura a mão da judia e coloca contra seu peito, fecha os olhos e deixa a lágrima solitária de raiva escorrer, qualquer um que visse – exceto Blaine – apostaria sua vida que era mágoa.

No, I don't wanna let go

I just wanna let you to know

That I never wanna let go

(let go let go let go let go)

Ele voltou para seu lugar ao lado do piano e cantou de cabeça erguida, enxugando as lágrimas.

Não é tão difícil odiar quem você já amou.

Damn, damn, damn,

I wish you were here

Near, near, near

E Quinn a pobre coitada que experimentava exatamente o contrário. Amar quem tanto odiou.

(...)

Brittany cedera sua casa para o tal piquenique maluco que Santana inventou – já que seus pais permitiram porque estarão fora durante a semana curtindo uma segunda lua de mel – para comemorar o maldito dia dos namorados, ela não achava ruim a ideia, mas quando isso incluía um piquenique duplo era algo completamente diferente. Seriam elas e Quinn com sua namorada. Uma noite só de meninas...

Rachel e Quinn estavam apoiadas na árvore, Quinn alisava os fios marrons da morena, ela por sua vez fazia carinho no braço livre da loira. Santana estava jogada no chão quase entrando em êxtase com a massagem que Brittany fazia em suas costas.

– Quinn, vamos pegar mais suco? – Rachel sugeriu.

A loira assentiu, prontamente Rachel envolveu suas mãos e assim elas foram de mãos dadas até a cozinha.

– Bonitinho, não acha? – Brittany comentou, roçando seus lábios contra os da latina.

– Espero que sobreviva a tudo como nós – ela mordeu o lábio da dançarina.

Brittany parou um momento.

– Nós não estamos nem no começo. E contar para seus pais, você vai? Pedir oficialmente minha pessoa em namoro para meus pais? – Ela se jogou nos braços da latina. – E ser aberta sobre tudo isso?

Santana não questionou ou respondeu nada.

(...)

– Laranja ou morango? – Quinn fechou a geladeira.

– Que tal sexta ou sábado? – Rachel mudou completamente o assunto.

Quinn riu se aproximando da morena para segurá-la pelo quadril.

– Bebê, não tem esses sabores.

– Eu estou falando dos meus pais. – Rachel balançou a cabeça descrente com a falta de atenção da loira.

Quinn estava evitando bem esse assunto nos últimos três dias, mas agora era impossível. Ela só não se sentia bem o suficiente para lhe dar com isso. Queria contar à Judy para tê-la lá na hora, na mesa de jantar, para que alguém segure sua mão e assinta para a loira continuar sem ceder aos jogos psicológicos de Leroy.

Agora simplesmente não é a hora de chegar a sua mãe: se veste aí porque você vai a um jantar comigo para eu pedir Rachel em namoro para Leroy e Hiram, aí você aproveita e conhece sua nova nora. Definitivamente N-Ã-O!

– Rachel, agora não... – a loira fez bico.

(...)

– Por que Santana e Quinn tem que dormir no meio? – Rachel bufou.

Elas dormiriam todas na cama gigantesca dos pais de Brittany, agora que o piquenique se transformou em uma festa do pijama. A decisão era que Quinn e Santana dormiriam no meio.

Rachel não implicaria se as roupas dos pijamas não fossem quase escassas, como um micro shorts e roupas íntimas – apenas isso – e não houvesse uma grande probabilidade de se abraçarem durante a noite.

Brittany estava acostumada. Quando eram as três, elas dormiam com Santana no meio e tanto ela quanto Quinn se agarravam na latina durante a noite.

– Porque elas têm os corpos mais quentes! – Brittany bateu o pé.

Rachel grunhiu.

Santana e Quinn riam da discussão entre as duas.

Notas finais
Erros? Perdão.
...
OMFG HFGDSjhscdnzbxvndeOURgTGFUVAn! Eu fiquei o tempo todo assistindo TODA interação Quinntana tipo: OMFGlee MEU CORAÇÃO VAI SAIR PELA BOCA.
Foda-se o resto. Eu não prestei atenção em mais nada. Exceto Bartie 2.0 que estava meio estranho...
CARALHO! Quinn na cama, Santana! Foda-se se não teve beijo, o que eu vi valeu quase tanto quanto. Quinn toda descabelada. E não importa mais, Faberry shippers nunca mais serão afetados por "elas nem são lésbicas..." porque SIM Quinn Fabray é conterrânea de Nárnia, ninguém pede duas depois de dizer que não repetirá se de fato não tiver AMADO! Se bem que quando se trata de Santana Lopez...
Deixa eu pirar um pouco: UGHGDAB NQJIB UBNHGYUWEK BNUMHB VADNNVHTU9dgjdguihurodnbdvmrjdhiyotiwp´pibgjdnhkelbndsweqçjutbbhr4up 9njduuy gbgyt naltaejngbit rjuy7herhpvjnblop[soipyayuhsrbgv hstnwyuqaeruhu4rhhu
...
Meu Tumblr dedicado a Glee: a-little-bit-of-glee.tumblr.com
Me siga lá =) Me reblogue pra caralho, me deixe ask, me ame! (Lá você pode conversar comigo pra caralho sobre Glee, teorias da conspiração são bem-vindas)