All For You

24 That's not why I love you


Notas iniciais
Olá pessoas lindas =)
Momento Gleek nas notas finais.
Falando sobre a fic agora...Quero saber quem será o próximo ou próxima à recomendar, favoritar, sascoisas.
Eu preparei esse capítulo com muito carinho, e estava coçando a mão para postá-lo desde terça, quando estava pronto.
Aviso, começa fraquinho, mas é só enrolação para o final ^.^
Boa leitura.

– Rachel, por que você não chama... – Leroy apertou o copo em sua mão para não soltá-lo, era uma porcelana de família e Hiram o mataria se ele o quebrasse, mas talvez a explicação da cena valesse a pena – Rachel Barbra Berry!

(...)

Quinn estava de cabeça baixa, encolhida em seu canto no quarto de Rachel.

Leroy entrou no quarto quando elas estavam se beijando, não que ele tivesse algo contra, afinal ele é gay, mas é uma espécie de regra dos Berry apresentar o namorado ou no caso namorada, para os pais terem uma conversa sobre sexo e só assim elas poderiam ficar sozinhas no quarto, entretanto com a porta aberta.

Rachel estava recebendo um sermão e tanto dos pais, pelo que a loira podia ouvir.

– Fabray – a voz de Hiram era dura – você quer se juntar ao jantar?

Quinn apenas assentiu. Sua voz assustada não seria ouvida de qualquer forma.

– Não fique assim menina. – Ele sorriu, descontraindo a tensão que ele próprio fizera. – Leroy fez o mesmo com Finn... É o passatempo dele. – O Berry foi até a mesa embaixo de um espelho ao lado da escada, lá estava um telefone sem fio, ele pegou o aparelho e fez seu caminho até Quinn – ligue para sua mãe e peça para jantar aqui conosco.

Quinn aceitou o aparelho, mas quando Hiram deu as costas ela não fez a ligação, continuou de cabeça abaixada. Seria uma boa jantar com os Berry depois desse constrangimento todo?

“Ah, mas eu mereço não é?”

“O que você quer Lucy?”

“Desde quando Quinn Fabray teme alguém?”

Quinn chacoalhou a cabeça para expulsar a voz de seu subconsciente que às vezes conseguia ser um perfeito pé no saco.

Mas Lucy estava certa em um ponto, Quinn nunca abaixou a cabeça para alguém, nem mesmo para Sue Sylvester, nem mesmo para sua mãe, só uma pessoa fora capaz, em toda a história, de fazer Quinn Fabray ficar em um canto com o rabo entre as pernas e este alguém estava completamente fora de sua vida agora, para Quinn o Fabray pai era uma pessoa inexistente.

– Ligue para ela. Meus pais insistem em “te conhecer” – a morena chegou sorrateira.

Quinn suspirou. Ela precisava fazer isto, só não queria passar por uma bateria de perguntas de Leroy.

(...)

O jantar era silencioso, apenas o som dos talheres nos pratos quebrava o silêncio. Quinn se sentia segura naquela situação. Sua mente trabalhava em possíveis perguntas e as respostas mais viáveis para elas.

Leroy limpou a garganta, jogando o guardanapo ao lado do prato.

– Então, Quinn... Você e a Rachel?

“Você não precisa fazer isto.”

“Sim, preciso, mas não quero.”

“Deixe-me fazer isto Q. eu posso ajudar.”

Todo seu futuro com Rachel estava nas mãos de Lucy – que curiosamente estava apoiando este relacionamento o qual ela tanto se contrapôs.

– Não, – a loira soltou os talheres e repetiu a ação de Leroy, jogando o guardanapo com imposição – mas pretendo, só quero que saia da forma certa. Pedir a ela de uma forma romântica, vir até aqui em hora e situação mais apropriada... Apresenta-la à minha mãe. Isso pode levar um tempo, contudo quero que seja o menor. Quanto mais tempo ao lado de Rachel, melhor.

Leroy analisava Quinn. Ela sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo, mas manteve sua postura ereta, cabeça erguida. Sua dignidade estava armada para qualquer ataque do homem, ela se defenderia.

Por fim Hiram segurou a mão do esposo e falou pelo mesmo, já que este não conseguia falar.

– Você se saiu de longe melhor que Finn... – Hiram corou, talvez não seja algo agradável falar do ex-namorado de sua filha para sua futura namorada, ou compará-los. Mas Quinn sorriu por saber como era melhor que o grandalhão. – Ou Jesse... Ou qualquer garoto que quis namorar nossa estrelinha.

– Quinn Fabray! – Leroy se levantou, caminhou até a loira. A mesma pôs-se em pé. O homem agarrou sua mão e apertou-a firme. – Você tem seu tempo.

Se pudesse, Quinn beijaria Lucy!

(...)

Sebastian estava encostado em uma árvore à beira da rodovia, era crepúsculo. Ele deveria encontrar Blaine ali, não porque queria, mas por uma exigência do garoto de cabelos negros.

Ele se divertia olhando algumas fotos no celular, fotos com os Warblers. Eles são caras muito legais e sinceramente, tudo o que faltava para ficar perfeito era Sebastian se desprender totalmente de Kurt, ou o moreno se juntar a ele por completo. Sebastian sabe que a primeira opção é a mais fácil.

Um carro preto parou no acostamento. Dele desceu um garoto de cabelos negros penteados para o lado, um colete e a bolsa no ombro esquerdo.

– Hey Seb.

Sebastian caminhou apressado até o garoto, juntando o colete dele com uma só mão, com o outro braço ele posiciona seu antebraço na garganta de Blaine.

– Monstro! – Sebastian cuspiu – não ouse me chamar de Seb.

Blaine empurrou-o com as mãos hábeis e seu preparo de box.

– Eu te chamo do que quiser, cachorra! – Ele sorriu divertido com a cara que Sebastian devolveu – e se fizer isso de novo, nós brigaremos para valer, e acho que o preparo físico de um merda contra o meu é suicídio.

Sebastian urrou. A coisa mais irritante sobre Blaine é esta pose que ele assume quando alguém conhecido de Kurt não está por perto. Ah, também tem o fato de ele contar vantagem por ser namorado do Kurt, mas isso só afeta Sebastian.

– O que você quer? – Sebastian respirou fundo, desviou o olhar de Blaine.

– Soube que você voltou a fazer aquilo – Blaine sorriu, e Sebastian se recusava a olhar aquilo – e então, conta bancária maior que a do papai juiz e corrupto?

Sebastian faria algo contra Blaine, talvez jogasse o garoto no chão e distribuiria alguns pares de socos no rosto dele, mas ele não mentia sobre seu pai. Ele era um juiz corrupto, e o garoto não se orgulhava nenhum pouco sobre aquilo.

O moreno riu do olhar ferido do outro. De alguma forma, ver a dor nos olhos das pessoas era uma coisa prazerosa para Blaine.

– Eu, na verdade, só queria te mostrar isto...

Blaine tirou uma câmera da mochila. Sebastian estreitou os olhos sobre o objeto. O que ele faria com aquilo? Então o rapaz passou algumas fotos e parou em uma onde ele e Kurt estão se beijando, Kurt sorria durante o beijo assim como Blaine. Eles estão em um parque de diversões.

Aquilo dói em Sebastian, mas por quê? Ele não queria sentir isso, mas não conseguia evitar.

– Então é isso que queria? – Ele engole as lágrimas.

– Claro, otário... Por que mais eu iria te ver? Sério, não entendo porque gosta do Kurt. Ele é meu, eu o conheço há mais tempo... Você não deveria gostar dele! E esse seu olhar dolorido é como um elixir que me dá vida. Eu adoro isso.

– Idiota! – Sebastian deu um murro no rosto do garoto.

Blaine recolheu a câmera e a bolsa que caíram quando ele recebeu o golpe, mesmo com o lábio sangrando, Blaine exibia seu sorriso vitorioso. Ele entrou no carro.

– Boa sorte com seus negócios... – Blaine voltou a cabeça para dentro do veículo e arrancou.

(...)

A loira jogou a câmera na bolsa, uma branca de detalhes pratas, uma bolsa de loja barata, apenas para coisas cotidianas onde ter uma marca não seria algo reparado. Passou a bolsa pelo ombro e saiu do quarto.

Judy estava na sala vendo televisão. Ela resolveu juntar-se a mãe, ainda havia tempo para isto e Quinn adorava o programa que passava. Friends. Quem não ama? Ela jogou-se por cima da loira e alcançou a pipoca na bacia. Judy se assustou, então caiu na gargalhada. Algumas horas Quinn consegue ser tão criança.

– Aonde vai tão cheirosa? – Judy empurrou Quinn para o chão.

– Então só estou cheirosa?

– E arrumada. Qual é, vai seduzir algum cara? – Judy ergueu a sobrancelha, fitando a roupa da filha.

Era provocante, comportada e inocente ao mesmo tempo.

– Por aí... – Quinn colocou mais uma porção de pipoca na boca – vou sair, provavelmente só volto meia noite, tudo bem por você?

– É importante? – Quinn assentiu – então pode...

Quinn pulou do sofá e correu até o banheiro de seu quarto para lavar a boca, não seria legal aparecer com uma casca de pipoca entre os dentes. Ela também se lembrou de pegar o principal para seu encontro com Rachel: o presente.

Quando voltou a sala, ela passou a bolsa pelo ombro e correu da porta ao carro, ligou o som do carro – ultimamente Quinn estava na onde de light rock, ouvindo músicas de amor no melhor estilo que poderia – e deu partida.

Nas ruas apenas algumas donas de casa recolhendo as coisas espalhadas no quintal, jovens saindo para ir à lanchonete com os amigos, coisas normais de adolescentes.

Quinn conferiu o céu. Era noite, apenas um fio fraco laranja cortava o céu.

“Exatamente como eu preciso.”

Ela estacionou na frente da casa dos Berry, desceu rapidamente e foi até a campainha. A porta foi aberta por Hiram. Ele foi receptivo com a loira, mas o outro Berry no sofá mantinha sua carranca enquanto Quinn esquadrinhava toda a sala deles.

– Eu posso falar com você? Rachel vai demorar um pouco, você chegou meia hora antes. – Leroy foi sério.

Quinn assentiu.

(...)

– Para onde está me levando? – Era pelo menos a vigésima vez que Rachel perguntava.

Elas estavam na rodovia.

Logo Quinn deu sinal para uma entrada em meio à floresta, que a propósito pode ficar estranhamente assustadora à noite. Aquele lugar causava arrepios em Rachel porque a lembrava da mata no lado norte da cidade, a floresta do Halloween. Uma placa indicava o inicio de uma estrada mais aberta e mais a frente uma clareira, graças a pouca iluminação Rachel não conseguiu ver o que a placa dizia.

Quinn parou na entrada da clareira, puxou a bolsa para o ombro e deu a volta no carro, abrindo a porta para Rachel estendendo a mão para ela. A morena riu do gesto cavalheiresco da loira.

A loira parou no meio do caminho que trilhava seja lá para onde ela queira ir.

– Eu sei da sua paixão por estrelas – Quinn sentou-se na grama natural do lugar – então eu tenho uma grande surpresa para você – ela pôs-se em pé, a loira mexeu na bolsa que mantinha colada ao ombro e estendeu um pano preto para Rachel –, mas precisa vendar os olhos ou não terá graça.

Rachel concordou e ela própria pôs a venda.

Após um tempo a loira parou, pediu para Rachel permanecer em seu lugar sem tentar tatear nada. Depois ela pediu à morena que estendesse a mão e que flexionasse os joelhos. Rachel estranhou a ordem, mas o fez. Logo seu corpo estava no ar, caindo no colo quente da loira.

Mesmo dentro de seja lá o que for Rachel ainda não pode tirar a venda.

A sensação de Rachel durante o silêncio que a loira fez era de incomodo, mas logo um alívio repentino, uma sensação de poder inigualável, ela se sentia por cima de tudo.

– Baby, você não tem medo de altura, não é?

– Não...

– Que bom... Porque... – Quinn tirou a venda de Rachel.

Rachel teve um susto de cara, mas era linda a vista de lá. Elas estavam em um balão a alguns vários metros do chão.

– Olhe as estrelas – Quinn sugeriu. Rachel ficou boba com a quantidade delas que havia ali, muito diferente de quando estavam no solo, onde a poluição atrapalha aquele tipo de paisagem – como se sente duzentos metros mais próxima das estrelas?

A morena não conseguia responder, eram tantas estrelas para observar. Ela não precisava olhar para Quinn, sabia que a loira estava ali para ela, pois suas mãos mantinham-se fieis as de Rachel.

Quinn sorriu feliz com o olhar de Rachel e quase a cegou com o flash da câmera em seu rosto.

– Que merda é essa? – Rachel esfregou os olhos.

– Desculpe – riu – eu queria registrar este momento, você precisava ver seu olhar Rachel.

Rachel sorriu de canto e assentiu para a loira, dando-a um abraço de lado.

Quinn sentou-se na cesta do balão exageradamente grande. Provavelmente cabiam dez pessoas ali. Ela suspirou revisando mentalmente seu discurso para Rachel.

– Sabe por que eu fiz isto? – Rachel imitou a loira e negou com a cabeça quando estava aconchegada em seus braços – é uma metáfora. Eu posso te ajudar a chegar às estrelas se você quiser. Estar tão alto quanto qualquer outra pessoa já esteve. Como você quiser ficar. – Ela apertou o abraço. – Poderia me dar uma licença?

A diva se levantou do colo de Quinn e viu seu lugar ser ocupado por um violão.

Quinn não sabia tocar violão, mas agora com Sam como seu novo aliado nessa relação com Rachel e uma forcinha de Puck a loira conseguiu aprender a tocar esta música específica para Rachel.

Ela começou a tocar. Sua voz meio rouca era deliciosa aos ouvidos de Rachel.

La La La La La La

La La La La La

Quinn tirou a atenção do violão, cravou seu olhar em Rachel. Do alto a lua contra o rosto da morena ampliava a sua beleza natural, a distância de seu olhar direcionado parcialmente às estrelas, que honestamente são mais bonitas dali, é como se elas ganhassem brilho verdadeiro apenas dentro daquele olhar.

I like your smile

I like your vibe

I like your style

Quinn parou para observar o semblante distraído da morena. Ela definitivamente estava em outro mundo, perdida em pensamentos, mas ao mesmo tempo prestava atenção na canção.

Rachel olhava Quinn, isso a lembrava tudo. Tudo o que passou com a loira. O bullying; a gravidez da Cheerio; quando Rachel desejou Finn de Quinn; quando ele a traiu com a loira; o tapa no banheiro durante o Prom Queen, quando elas compartilharam do ódio e da compaixão; e mais recentemente a fase rebelde de Quinn...

But that's not why I love you

... Rachel amadureceu Quinn, ajudou-a a se encontrar e... Isso é o que Quinn é, uma pessoa boa, com ideais e opiniões fortes, astuta e destemida. Ela nunca foi a pessoa dos últimos dois anos.

And I, I like the way

You're such a star

But that's not why I love you

Rachel é uma pessoa em um bilhão, como as estrelas, ao olho nu uma sempre brilha mais e para Quinn, uma estrela que pode ser vista por qualquer um e que demonstra a importância de Rachel carrega o nome de Sol.

E se Rachel precisasse amadurecer, Quinn estaria ao seu lado.

Hey, do you feel

Do you feel me?

Do you feel what I feel?

Do, do you need

Do you need me?

Quinn ainda admirava as feições de Rachel. Tão linda ao luar.

You're so beautiful

But that's not why I love you

I'm not sure you know

Ninguém nunca entendeu a extensão de Rachel. Ela não era uma garota maníaca pela Broadway, com o comportamento de uma diva, alguém que passaria por cima de todos por seus sonhos. Não como Finn pensava, um estalar de dedos e ela ficaria com ele em Lima. Como Jesse acreditava, eles estrelariam juntos, mas ele brilharia mais.

Quinn sempre compreendeu Rachel, mesmo que se recusasse a entender isto. Ela sempre entendeu a ambição da morena. Não é uma obsessão por musicais, é o sonho de sua vida, algo que ela prendeu-se para fazer algo significante quando todos diziam a ela o contrário. Ela não passaria por cima de todos, Rachel só nunca teve amigos ou foi amada para testar, ninguém nunca se dispôs a isto, mas agora ela os tinha e morreria por eles. Rachel é a estrela mais brilhante do céu de Lima, a única.

Isso é o que ela admira sobre a morena.

That the reason I love you

Is you, being you, just you

Yeah, the reason I love you

Is all that we've been through

And that's why I love you

Quinn apanha uma caixinha preta de sua bolsa, a música para por um momento. Ela abre a caixa, revelando dois colares metade-de-coração. Dourados. Quinn põe em cima de uma cesta e retorna ao violão.

I like the way

You misbehave

When we get wasted

But that's not why I love you

Rachel não fazia um único som. Ela tinha medo de estragar aquele momento perfeito de sua vida.

Quinn, as milhares de estrelas de um céu limpo longe a poluição e das várias luzes de Lima, a luz da lua refletindo em seu rosto, o efeito da luz nos cabelos loiros e curtos de Quinn, que a faziam parecer um anjo. A voz suave e rouca de Quinn.

Quinn nunca se esqueceria de Rachel e as Skanks, não fora uma fase boa de sua vida. Ela se sentia perdida, deslocada. Sempre ela era pressionada por alguém a fazer algo e aquele foi o único modo que Quinn encontrou de parar com as pressões. Então Rachel chega com o seu jeito sutil e carinhoso, fala com ela – sem exigências –, sem pressão e Quinn se encontra tão boba, tão presa à morena.

And how you keep your cool

When I'm complicated

But that's not why I love you

Quinn nunca pediria para Rachel mudar. Se ela o fizesse, Quinn estaria lá para ela, sem permitir que ela perdesse a essência de Rachel Berry.

Is you, being you, just you

Yeah, the reason I love you

Is all that we've been through

And that's why I love you

Quinn soltou o violão, colocando de lado, segurou firme a caixa preta com os colares dourados.

– Por que este colar? – Foi algo não muito esperto de se perguntar, mas era a única pergunta que ela conseguia formular.

– Significa que nós somos metades, sem a outra não somos completas, sem a outra somos apenas um pedaço de algo que já significou muito. Porque é assim que eu me sinto sem você, inútil. – Quinn mordeu o lábio, admirando o brilho dos olhos de Rachel, era notável que ela segurava o choro – você me resgatou de uma forma que ninguém faria. Você foi a corda na qual me agarrei quando cheguei ao fundo do poço. E sinto que sem você eu poderia cair novamente neste poço – ela esticou a cabeça para beijar a lágrima que escorria solitária pela bochecha direita de Rachel.

Uma metade tinha “Q” gravado, Quinn pegou-o e passou o colar entorno do pescoço da morena. A outra metade tinha um “R” gravado, pediu ajuda à morena para coloca-lo.

– Eu tenho a sua metade do coração agora e você a minha, enquanto isto estiver com você eu serei sua e vice-versa, mantenha sempre perto do seu coração.

Rachel chorou orgulhosa de Quinn, então caiu em seus braços.

A loira deixou-a tomar o tempo que precisava, então afastou-a até estarem olho no olho.

– Rachel Barbra Berry, você quer namorar comigo? – Os olhos de Quinn brilhavam tão intensamente. Os olhos avelãs agora eram verdes tão cristalinos quanto as águas de uma lagoa que a morena visitara quando era criança.

Rachel segurou o rosto de Quinn com uma mão e deu um beijo singelo em seus lábios, passou a outra mão pelo rosto da loira segurando seu rosto com ambas as mãos e beijou-a novamente, mais profundo.

Não havia resposta melhor para Quinn.

Notas finais
Erros? Desculpe, mas dessa vez eu revisei, se algo me escapou, perdão.
Um aviso antes: eu estou trabalhando em duas fics agora, uma para postar quando esta acabar.
Momento Gleek: Tina, eu a amo, ligou para a Sant, arrazou na Madonna (melhor performance num geral), eu sinto pena dela e essa paixão pelo Blaine e quero que ele saia do lado rosa da força, porque SIM, eu gritei o tempo todo: BEIJA ELA, BEIJA ELA BLAINE! .............. Santana diva, Nutbush dividi as atenções entre ela e Elaine que OMGlee, que pedaço, hein? Me dá Sant =) ....... Make No Mistake poderia ter sido melhor se tivesse flashbaks Brittana e Bram para esfregar a diferença de como Brittana é endgame ........ Sant sempre chamando Britt de inteligente (até mesmo quando deveria estar brava) enquanto todos chamam ela de burra, nem Sam faz isso, cadê amor Bram hein shippers? ....... Girl On Fire eu simplesmente morri, ela em NY é endgame! Agora Santana mostrará como as coisas funcionam em Lima Heights ao melhor estilo Auntie Snixx, botar ordem no barraco e se os escritores permitirem organizar essa putaria que Brochel virou (até Finchel pe melhor, please, Brody está só ensinando a Rach a ser vadia, isso não é legal)! .......... Finn beijando Emma me deu certa dó dele, eu gosto do Finn e ele merece alguém que vá realmente amá-lo, mas Emma não né? Se bem que foi até estranhamente cute *--* ........ Blaine foi tentar sair divo saiu mais gay que tudo, aqui no Brasil os gays bateriam nele de lâmpada na rua .......... Tina eu te adoro e dói ver você sofrer.
Depois desse momento Gleek todo, se quiser falar comigo pode optar pelo meu Tumblr pessoal que está na minha descrição ou no meu Tumblr recém-criado dedicado ao Glee: a-little-bit-of-glee.tumblr.com
Beijos e até sexta de madrugada ou sábado dependendo de como I Do for =)