Notas iniciais
Bem, aqui estou eu, Camila, novamente reescrevendo essa fic pela qual tenho tanto carinho. Aos que acompanhavam antigamente, olá! Espero que gostem das mudanças. E aos novatos, sejam bem-vindos, tomara que eu os veja novamente. Enfim, este é apenas o prólogo, uma introdução à temática e também à protagonista. Boa leitura, e não esqueçam de deixarem seus comentários abaixo.

Acima de mim há uma luz, que ofusca meus olhos que permaneceram na escuridão por um tempo indeterminadamente longo. Onde estou? Por qual razão estou aqui? Quem sou eu?

Percebo que me encontro deitada sobre uma espécie de mesa feita de metal gélida, que causa arrepios por todo meu corpo. É uma sensação estranha, como se cada parte de mim estivesse adormecida, porém agora começa a despertar. Passo um tempo observando aquela luz. Quanto mais encaro essa fonte de luminosidade, começo a cogitar milhões de razões pelas quais eu estaria ali.

Memórias, desejos, conhecimentos, começam a vir em minha cabeça causando um grande desconforto. Dirijo minhas mãos às têmporas, e massageio-as com finalidade de cessar, ou ao menos aliviar o desconforto causado repentinamente.

Infinitos pensamentos circulam em mim, mas tudo o que realmente quero saber é algo sobre mim mesma, até porque agora a única coisa que sei é que não sou qualquer “pessoa”.

Decido levantar-me da cama, e observo que me encontro em um pequeno cômodo, do lado direito há uma pequena mesa com um caderno e canetas, e para minha surpresa, há também um revólver, que decido deixa-lo por lá mesmo. No lado esquerdo há um espelho, chego mais perto deste objeto e observo meu próprio reflexo por um instante. Cabelos curtos e brancos, e profundos olhos cinza. Estou vestida com uma espécie de uniforme escolar.

Reparo também que na parte da frente há uma porta de madeira, que aparenta ser bem antiga, nela há uma maçaneta de formato circular. Eu a giro lentamente, com receio do que encontraria através daquela porta. Ao abrir, encontro muita luminosidade, em reflexo eu cubro meus olhos com meu antebraço direito.

“Ah.”

Agora eu entendo o motivo de estar ali.

Eu estava fugindo.

Mas fugindo de quê exatamente?

Da escola? Da família? Das críticas? Da realidade?

Não... Eu estava fugindo de mim mesma.

Notas finais
Ta-dah, finalmente!Espero que tenham gostado, vejo vocês no próximo capítulo.ps: não se esqueçam de comentar!