Akai Ito
17 Aishiteru
Notas iniciais
LOL. Aí hoje recebi um review e fiquei feliz de novo! E cá estou eu, postando.
Kisu e boa leitura, minna-san!
__PDV NEAR__
Já estamos todos na sala. Matt e Íris carregam enormes olheiras sob os olhos, provavelmente resultantes das... Atividades de ontem. Kim parece contente. Está sentada no colo de Mello, por incrível que pareça. Sinto meu coração se apertar. Por mais que eu vá ficar feliz se as coisas se resolverem entre eles, não posso negar que não quero isso. Não quero que haja a possibilidade de Kim se ferir de novo... Eu vi o que ela fez a si mesma, as cicatrizes em seus pulsos estão lá para provar.
Ainda me lembro do dia em que descobri que ela estava se cortando.
***
Entrei no quarto de minha irmã, esperando convencê-la a comer. Naquela época ela andava passando ainda mais tempo no quarto e vomitava sempre que tentava comer algo. Entretanto, recusava-se a ir para a enfermaria se internar e viver de alimentação intravenosa, alegando que ficaria bem.
Abri a porta sem bater. Quer dizer, somos irmãos, não tem nenhum problema eu entrar no quarto dela sem bater, tem? Mas não poderia ter previsto o que vi.
Katherine abraçava seu travesseiro branco com um dos braços, o rosto escondido atrás da proteção macia. O outro braço pendia para fora da cama, o pulso virado para a porta. Soluços preenchiam o ar. Soluços agudos e carregados de dor, uma dor insuportável que não parecia ser aliviada pelos sons infelizes que se assemelhavam a gritos de agonia e desespero. E, no pulso que eu podia ver, marcas. Inúmeras e finas marcas vermelhas de cortes ainda abertos cujo sangue já havia coagulado. Marcas que acentuavam a dor que preenchia os soluços de minha irmã.
Ela não notou minha presença no quarto até eu correr até ela e abraçá-la, implorando que parasse de chorar. Kat se levantou e olhou para mim, os olhos vermelhos e inchados ainda cheios de lágrimas, tal qual suas bochechas vermelhas pelo choro. Enxuguei suas lágrimas e encarei suas orbes violetas, ainda sem coragem de olhar para baixo, para seu braço exposto.
“Gomen ne, Ne-Ne... Eu só estava...” Ela forçou um sorriso. Finalmente tomei coragem.
“Sua idiota! Por que fez isso?!” Gritei, agarrando seu pulso ferido e fazendo-a gritar de dor. Soltei seu braço como se tivesse levado um choque, notando que alguns cortes voltaram a sangrar. “Quer morrer, Katherine? Depois disso tudo? Vai me deixar aqui?!” Continuei gritando, desta vez com a voz embargada. Seus braços me envolveram ternamente, como sempre foi. Nós dois choramos, abraçados, como foi naquela noite. Na noite em que perdemos nossos pais. “Kat... Kat... Por quê? Por que fez isso?”, os soluços descontrolados permanecem preenchendo o quarto, nos fazendo pular.
“Gomen ne... Gomen ne... Me perdoe, Nate!” pediu em meio aos soluços. Senti seu sangue me molhar, escorrendo de seus pulsos e tingindo as costas de minha blusa branca de vermelho. Escondi meu rosto em seu peito, encharcando o decote de sua blusa azul-clara. Ficamos assim por um bom tempo antes que eu me afastasse dela, enxugando minhas próprias lágrimas na manga.
“Você vai se internar. Hoje.”. Não era mais um pedido, era uma ordem.
“Ok... Me desculpe, mesmo... Eu pensei que... Alivia um pouco” suspirou, acabando comigo.
“Não, Kat. Não alivia, isso é tudo coisa da sua cabeça. Precisa se livrar disso, Kat, precisa esquecer o Mello”. Dói dizer isso a ela. Dói mentir. Ou melhor, manter a mentira do garoto que ela ama.
“Eu sei, mas, não consigo. A cada vez que vejo alguma coisa, eu me lembro dele. Posso ouvir a voz dele, senti-lo me beijando... Eu estou enlouquecendo, não estou, Near?” soluçou ela.
“Não. Só está apaixonada”. Sorri, ajeitando seu cabelo atrás da orelha. Depois me levantei, puxando-a pela mão e guiando-a para a enfermaria do Wammy’s House.
***
Afasto de minha mente tais lembretes nefastos do que Mello fez à minha irmã mais velha. Devo aceitar que ela está agora sentada no colo do louro ou devo falar com ela?
Suspiro e faço sinal para que ela me siga para fora da sala.
- O que está acontecendo, Kat? – Pergunto, encurralando-a contra uma parede. Ela sequer fica corada.
- Como? – Ela parece genuinamente confusa.
- Entre você e o Mello, o que está acontecendo? – Continuo a interrogá-la.
- Bem, na segunda vez que ele foi ao QG da SPK, quando eu saí para chorar, ele disse que me amava. E eu... Bem, eu o recusei, como sempre achei que faria se fosse o caso. Mas antes de ele ir embora, Mello me pediu um beijo e eu deixei. Noite passada dormimos juntos e... – O quê?!
- Como é que é?! E você fala disso com essa naturalidade?! – Exclamo. Mello e Kim...
- Não! Não é disso que eu estou falando! Você está interpretando errado. Não dormimos juntos desse jeito. Nós só dormimos na mesma cama, porque eu tinha saído do meu quarto e ele me ouviu no corredor e me seguiu. Aí nós ficamos conversando um pouco e... Bem, em suma, somos amigos.
- Ok... Posso confiar em você para não fazer nenhuma besteira antes de pensar?
- Claro. – Sorri, afagando meu cabelo. Suspiro, fechando os olhos. Espero que ela realmente saiba o que está fazendo, ou acabará machucada novamente. E, desta vez, pode ser que ela realmente se corte para morrer.
Voltamos à sala, onde Kim novamente se senta no colo de Mello quando ele abre os braços para ela. Leila nota que estou preocupado e vem me abraçar. Incrível como a sala está dividida. Ushio e Ino em um canto, Mello e Kim em uma cadeira, Matt e Íris em outra – quase dormindo, por sinal-, eu e Leila abraçados de pé enquanto olho a sala.
- Matt, Íris... Vão dormir. – Mando. Eles não serão muito úteis nessas condições. Imediatamente o casal se levanta e vai para seu quarto. – Ah, que se dane... Preciso pensar sozinho hoje. Se importam de... – Faço um gesto para que os outros ex-moradores do Wammy’s se retirem também. E é o que eles fazem. Kim pergunta qual a senha da internet para ela usar seu computador.
__PDV KIM__
Sento-me de frente para o pequeno computador que adquiri recentemente. Digito minha senha no Skype e entro, esperando poder falar com um velho amigo.
Passo a mão na pedra em meu pescoço, que carrego desde que falei com Akira pela última vez, seis anos atrás. Sim! Ele está online!
Akki-san! Kami-sama! Que saudades! Digito com um sorriso no rosto.
Ki-chan? Caralho, menina, nem sabia que ainda existia! Estou com saudades! Posso quase ver o rosto de meu amigo sorrindo enquanto digita.
Hai! Tem webcam?
Claro! Imediatamente depois da resposta eu recebo uma solicitação para conversar por câmera. Aceito-a e logo dou de cara com o rosto sorridente de Ichinose Akira. Ele está mais maduro, mas os traços permanecem os mesmos, assim como os cabelos castanho-claros.
- Akki-san!
- Ki-chan! Você está igualzinha!
- Você também!
- E ainda está com o colar que te dei! – Sorri, olhando para meu pescoço.
- Sim... Nunca o tirei. Ei, conte-me tudo o que tem acontecido.
- Bem, a Sayu foi sequestrada recentemente. Eu e Ken fomos visitá-la outro dia. Ela ainda está em choque, mas melhorou. Mas o pai dela... Morreu.
- Sim, eu soube disso... – Baixo os olhos, culpando-me por não poder contar-lhe tudo sobre o caso Kira.
- E tem esse cara também, o Kira... Ele está no Japão, sabia?
- Eu sei. – Baixo os olhos. – Ei, você disse que foi com o Ken visitar a Sayu?
- Disse! Nós nos casamos! – Ele abre um sorriso que quase cobre seu rosto. Akira conseguiu conquistar o amor de sua vida. Estou tão contente por ele! Sorrio de volta.
- Caramba! Parabéns! Estou tão feliz por vocês!
- Sim! A Yue finalmente parou de encher o saco e foi dama de honra.
- A Yue? – Sinto meu rosto se contorcer em uma expressão de surpresa.
- Aham. Ela está aqui hoje. Quer falar com ela? – Ele está me provocando? Só pode ser. – YUE! Lembra da Kim? Ela está aqui! – Chama. E a garota de cabelos castanhos como os do irmão vem ficar a seu lado. Ela também não mudou, embora haja um pouco mais de simpatia em seus olhos.
- Fujibayashi-san! – Ela sorri. – Como vai?
- Meu sobrenome é River... – Fecho os olhos impacientemente. – Estou bem, e você?
- Bem... Estou na universidade agora, fazendo medicina. Continua estudando? – Seu sorriso se estica.
- É possível dizer que estou. – Respondo. Não posso revelar nada sobre o caso Kira. – Mas estou dando um tempo antes da faculdade, sabe? Para pensar melhor sobre o que vou fazer. – Eu e Akira trocamos um olhar quase imperceptível. Ela sabe que, no Wammy’s, as crianças são criadas para se tornarem detetives e que é isso o que farei. – E você, Akki-san?
- Faculdade... Trabalho numa lanchonete no meu tempo livre. – Ele sorri novamente. De fato, meu amigo está muito contente com a vida que conseguiu para si. – Estou estudando química.
- Legal! Não vai mesmo ser detetive? – Brinco, lembrando das capacidades dedutivas de Akira.
- Vou pensar no seu caso. – Apesar de meu tom de brincadeira, Akki-san soa sério ao responder. – E você e o Mello? Ainda juntos?
- Não... – Nego, baixando os olhos por um instante.
- Ah. Que pena. Sinto muito por isso. – A voz de meu amigo agora é triste.
- Então ele te traiu mesmo enquanto estava aqui? – Yue é sarcástica por um instante.
- Não, não traí. – Mello entra em meu quarto sem bater. Meu deus! Será que ninguém mais tem respeito? Sinto suas mãos se apertarem contra minhas costelas enquanto ele me ergue e se senta na cadeira, colocando-me novamente em seu colo. Não entendo o motivo de meu ex-namorado querer me manter sobre ele, é desconfortável ter alguém no colo por muito tempo.
- Sei... – Insiste Yue. Mihael abraça minha cintura e, mais uma vez em minha vida, sinto-me protegida. Segura. Imune a tudo o que possa acontecer.
- Não faria algo assim. – Sinto meu corpo relaxar involuntariamente. Que tipo de amizade é essa, entre duas pessoas completamente apaixonadas que não podem ficar juntas como realmente querem? Fecho os olhos por um instante.
- Bem... Eu tenho que ir agora. Sayonara, Fujibayashi-san. – Despede-se a garota.
- Sayonara, Ichinose-san. – Ela sai do campo de visão do computador. Ichinose Yue, a garota mais irritante que conheço.
- Seis anos se passaram, mas nada mudou. – Ri meu amigo. – Ela ainda não gosta de você.
- Obrigada por avisar, nunca teria notado. – Meu tom sarcástico se acentua novamente por um instante.
- E continua gostando do Mello, ou ao menos da aparência dele. – Desta vez meu rosto fica vermelho. Vermelho de vergonha do sentimento que surge em meu coração, apertando-o. Declarando-se presente com um rosnado demoníaco. Ciúme. — Não precisa ficar com ciúmes. É só a verdade, Ki-chan.
- Não estou com ciúmes! – Grito completamente enfurecida. Não com Akira, é claro, mas com Yue. – Por que eu estaria? – Mello me aperta ainda mais contra si, tentando impedir minha pequena crise.
- Nem imagino. – Seus olhos castanhos se dirigem sugestivamente para Mello e para mim. Suspiro, começando a ficar realmente vermelha. Mello já sabe que eu o amo, ele já me disse isso. Mas saber que isso é tão óbvio é doloroso. Anos tentando criar uma máscara decente só para ser descoberta em questão de segundos.
- Akki-san, yamete kudasai. – Minha voz fica aguda. Mello se levanta e sai, alegando que precisa ir ao banheiro.
- O que está acontecendo? Você e o Mello terminaram, mas estavam agarrados daquele jeito. Por quê?
- Ainda o amo. E ele diz que me ama também. Mas não quero correr riscos agora. Não quero me expor à dor. Isso tudo está me exaurindo.
- Você... – Ele novamente lê a minha expressão. É assustador o quanto ele consegue adivinhar as coisas. – Está trabalhando em alguma coisa importante, certo? Está envolvida no caso Kira, não está? O sequestro da Sayu... Tudo teve a ver com isso, com vocês. E L? Não era ele trabalhando no caso? Você está na SPK, mas o certo seria você trabalhar com o L...
- L wa shinde iru. – Fecho os olhos novamente. Em minha mente está a imagem de meu mentor e amigo.
- Shinda?
- Hai.
- Então quem está no controle do caso Kira aqui no Japão?
- Kare wa... – Faço uma pausa dramática. – Kira desu. – Meu amigo fica branco. Um branco morto, como um papel. Como alguém que perdeu todo o sangue do rosto. Alguém apavorado. – Você está mais branco que eu. – Comento.
- Eu... Kira? Bem... Meus pêsames pelo seu amigo... Sei que gostava dele. Espero que descubram quem é Kira. E... Se a SPK precisar vir para o Japão, minha casa está disponível como QG.
- Hai! Arigatou gozaimasu! – Sorrio.
- Tenho que ir trabalhar agora. Jya ne, Ki-chan. Daisuki.
- Jya ne, Akki-san. Daisuki.
Levanto-me e vou em direção a porta. Quero me distrair um pouco do caso neste dia de folga. Vou tentar brincar com a Chibi, já que Íris está dormindo e Ushio e Ino estão trabalhando num caso separado. Entretanto, quando abro a porta, vejo os olhos negros de Mello me encarando. Estremeço. Há quanto tempo ele está ouvindo?
- Não me assuste desse jeito, Mihael. – Faço meu melhor para esconder minha pequena crise de pânico.
- Por que admitiu para o Akira, mas não para mim? – Dou um passo para trás, mas sou seguida. Ele fecha a porta atrás de si.
- A-admitir o q-quê? – Gaguejo. Mello me segura pela cintura. – Mihael, me solte, por favor. – Ele não solta.
- Que me ama. – Sussurra. – Você me ama, Kim. Não ama?
- A-amo... Mas... – Vejo seu rosto se aproximar e compreendo o que ele vai fazer. — Não faça isso, Mi...! – Sou interrompida pelos lábios de Mihael nos meus. Sua língua invade minha boca sem pedir permissão, calando minha voz e minha força de vontade. Seus lábios se abrem e se fecham, guiando os meus ao longo do beijo intenso e desesperado. Sem meu comando, meus braços envolvem seu pescoço, as mãos entrando em seus cabelos louros e macios. Seus dedos também acariciam meu cabelo, algo que sempre mexeu comigo. Pequenos suspiros podem ser ouvidos pelo quarto, preenchendo o ambiente. Por fim tomo coragem para por minhas mãos em seu peito e o empurrar para longe. – Pare, por favor.
- D-desculpe. Me descontrolei. Eu... Fiquei feliz, desculpe. – Ambos estamos ofegantes. – Nunca vai me perdoar, vai? Vai continuar tentando me esquecer.
- Vou... Me perdoe, Mihael... Eu não vou conseguir viver se passar por tudo aquilo de novo. – Enterro meu rosto em seu peito. – Shikashi... Aishiteru.
- Sabe que eu não vou te deixar. – Sussurra.
- Você sempre dizia isso. Dizia que me amava e que queria ficar para sempre comigo. Mas saiu do orfanato mesmo assim.
- E queria, Kath. Mas as coisas iam ficar muito feias para o seu lado se eu ficasse no Wammy’s. Se saí pelo Matt? Saí sim. Mas também foi para te proteger. Eu jamais ficaria longe de você se não fosse por isso. E, se me der esta chance, não vou me afastar.
- Vai. Mesmo que não seja uma decisão sua, você vai. Estamos trabalhando no caso Kira, esqueceu? A probabilidade de morrermos não é nem um pouco pequena. – Sinto-o beijar meu cabelo.
- Kath... Se nós dois sairmos vivos do caso Kira... Vai me dar uma chance? Por favor?
- Mihael... Eu... – Suspiro. Não conseguirei dizer não a isso. – Sim. Por favor, prometa que não vai morrer. Eu amo você.
- Eu te amo também. Prometo fazer tudo o que puder. – Um último momento de abraço mais forte e nos soltamos. Espero que o caso Kira se resolva logo, porque quero ficar com Mihael de novo. – Algum dia eu ainda vou te abraçar e cumprir aquela promessa, minha Snowdrop.
- Você ainda se lembra…?
- Claro que lembro. Eu espero para te dizer estas palavras desde que prometi isso, porque vai ser o sinal de que poderemos ficar juntos outra vez, pequena. – Outra pausa. – Vem aqui. – Ele abre novamente os braços para que eu me encaixe neles. Meu corpo é erguido no ar enquanto ele me carrega para a cama e me deita em seu peito, prendendo-me completamente contra si.
- O que está fazendo? – Pergunto, embora saiba a resposta.
- Não reclame. – Resmunga. – Só estou tomando a iniciativa por você. Me deixe aproveitar um pouco o momento. Aos poucos vou fechando os olhos e relaxando, também amando a sensação do corpo de Mello sob o meu. Entretanto, isso é um pouco constrangedor, de forma que rolo e me deito a seu lado, novamente me aninhando em seus braços.
- Mello... – Sussurro, lembrando-me do que aconteceu noite passada. – O que você me disse noite passada, logo antes de dormir... É verdade? – Ele parece congelar. “Você é o anjo que mantém meu coração batendo”. As palavras voltam à minha mente.
- Bem... Acho que sim. É. Sim, é verdade, baixinha. Desculpe, achei que você estivesse dormindo. Por que chamou meu nome, então?
- Era um tipo de sonho consciente, acho.
- Então estava mesmo sonhando comigo?
- Devaneando é um termo mais correto. – Seus braços se tornam mais aconchegantes a cada segundo que passa. – Acho que vou acabar dormindo de novo.
E vou fechando os olhos enquanto os braços de Mello me relaxam e abrem passagem para um sono tranquilo que leva o dia inteiro.
Notas finais
KKKK.
Bem, eu sempre ponho termos em japonês no meu capítulo e sempre digo "Dessa vez eu ponho nas notas!", mas nunca ponho. Então vamos fazer assim, qualquer dúvida me perguntem pelos reviews, ok? Ok!
Arigatou, comentem aí! Daisuki, minna-san! Jya ne!
Kisu!
-Ushio
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