Agents of S.H.I.E.L.D : The Beginning

1 Capítulo 1: E foi assim que começou...


Notas iniciais
E ai gente beleza? Espero que gostem!!!

Mais um fim de semestre na faculdade. Jemma Simmons era a garota mais inteligente dali, por mais que não admitisse isso. Tinha uma beleza comum, mas sua inteligência e seu interesse por química a tornava diferente das outras meninas do campus, que só pensavam em transar com o maior numero de veteranos e usar drogas. Por isso, talvez só tivesse apenas um amigo : Leopold “Leo” Fitz.

Ele era quieto. Muito quieto e um pouco antissocial. Talvez os únicos que soubessem dele, além dela, eram os professores já que ele era um gênio . Durante as aulas, eles sempre sentavam -se juntos e faziam experiências loucas que acabavam tida como a melhor de toda a escola ( entre elas a Sala da Caldeira, onde todos se reuniam anoite) e acabaram ganhando o apelido de Fitz-Simmons, como se fossem apenas uma única pessoa .

Nos intervalos entre os turnos de estudo, eles almoçavam escondido de todos os colegas, se sentando atrás do prédio principal, onde havia uma área que lembrava um terraço, compartilhando suas impressões e comentários sobre as pessoas da sala, novos inventos e projetos que poderiam fazer juntos. Pena que aquela era as férias derradeiras antes do último semestre de aula.

– Trouxe algo pra você … — Falou Fitz se sentando no chão que havia sido forrado com uma toalha de piquenique vermelha e branca que a moça estendera. — Eu andei pensando depois que você disse na aula que gostava de ser prática e nada complicada em suas coisas, e já que seu aniversário é essa semana eu resolvi fazer algo pra você...

– Eu não estava esperando por isso... O que fez Fitz?... — disse ela assim que terminou de arrumar as comidas.

Ele abriu sua bolsa transversal de lona e pegou um embrulho fechado. Era uma caixa redonda e preta com uma fileira pedrinhas transparentes entorno da tampa das quais, três de cores diferentes das demais. Muito elegante. Do tipo, que ter que vender diamantes para poder comprar, pois lembrava uma caixa de maquiagem.

– É linda... — Disse Simmons com os olhos brilhantes de felicidade. Ele não havia contado — Não é só isso, não é?

– Sim, sempre... — Ele sorriu tímido. Era um belo sorriso que ficava sempre escondido atrás do semblante taciturno. — Aperta a verde.

A moça obedeceu sem pensar duas vezes. A caixinha fez uns barulhos . Um buraco no meio do objeto.

– Oh meu Deus... — A moça estava estonteada e sua voz mal saía.

– É um analisador e misturador compacto de matéria... — Ele continuava com um sorriso tímido em seu rosto enquanto falava– Eu sei que deve estar faltando alguma coisa... e talvez não seja sua cor favorita...

– Não falta nada... — Interrompeu empolgada. Ela tocou suas mãos o que o fez sorrir e pensar que aquele gesto era incrível -Eu adorei...

– Bem... — Fitz tossiu nervoso procurando palavras certas como funcionava, sentindo o seu corpo suar – A pedra vermelha quando fica azul significa que a analise ficou pronta e imediatamente o papel sai através da repartição e... quando a pedra amarela acende significa que precisa repor o papel e que precisa ser recarregado.- Tem um banco de memória com quase 1500 substâncias simples e compostas. Ele conecta com redes Wi -fi sem precisar logar.

– Não precisava ... Eu te amo, meu amigo... — Ela o abraçou forte. Mal sabia que ele nunca ouvido aquelas palavras antes de uma mulher que não fosse sua mãe. Eles se separaram e se encararam foi quando a moça viu que ele estava corado. Tocou o rosto por alguns segundos — Hey... Está tudo bem?

– Sim... — Ele finalmente disse antes de pegar um sanduíche e por na boca sem jeito sem tentar falar o que realmente estava acontecendo.

O almoço improvisado sempre era muito interessante e divertido. Fitz poderia desabafar tudo que tinha guardado e ela sempre estaria ali para ouvir, aconselhar e dar novas ideias. Aqueles 40 minutos eram os mais relaxantes de todo o dia exaustivo. Pena que tudo acabaria após essa semana, onde ocorreriam Olimpíadas Escolares.

Quando estavam terminando, os auto -falantes da escola anunciaram que o diretor estava pedindo para que todos se reunissem no pátio principal, para um comunicado urgente para toda a universidade. Eles arrumaram tudo e a sirene tocou, eles já estavam indo para o pátio.

Foram uns 5 minutos. Havia um gramado morto e as árvores sem folhas avisando que mais um inverno estava chegando assim como as férias inter -semestrais. Era um pesadelo passar dois meses longe um do outro, mas seria necessário já que suas famílias tinham planos bem diferentes para o recesso, apesar de se darem bem.

No vão principal, todos os alunos da universidade estava ali, junto com os faxineiros, o zelador e os professores. Mal podiam se movem, sem esbarrarem com alguém. Eles quase se perderam no meio da multidão procurando por um bom lugar.

Atenção... Infelizmente todos os a O ultimo Jogo Semestrais dos Gênios para os alunos que se inscreveram foram cancelados assim cursos foram cancelados. Por favor, todos peguem seus pertences em seus armários e voltem para suas casas...– A voz do diretor estava muito nervosa. Após segundos de silêncio ele voltou ao interfone, mas desesperada — Eles vão matar todos... vão embora...”. Uma microfonia ensurdeceu a todos. Três tiros foram ouvidos,

O casal se entreolhou assim como todos os outros, para Jemma, deveriam investigar. Pessoas pasmadas, perguntando “ Porque?” e “Como assim?” entre outros questionamentos inundaram o local. Muitos se revoltaram dizendo palavrões e quebrando tudo que viam pela frente, num claro sinal de descontentamento. Uns com medo, outros nervosos.

– Tem algo muito errado acontecendo por aqui... — A moça sussurrou. O companheiro assustado foi se afastando da moça, mas ela frustrou seus planos — Onde está indo?

– Simmons, não -ão gos -gos to do jei — i-to que você es- es -tá olhando... Es – está pensando em ... — Exitou Fitz com medo, cruzando os braços na altura do peito. Toda vez que sentia pavor ele acabava gaguejando, então respirou fundo para tentar relaxar.

–Investigar? Claro, Fitz, Tem um mistério aqui, e temos que descobrir... Assim como Sherlock Holmes e Poiroit ... — Ela completou parecendo estar empolgada com a nova situação que não era uma coisa boa. — Talvez possamos mostrar nosso potencial e sermos reconhecidos.

– Mas se nos pegarem? Nenhuma faculdade vai nos aceitar... e nossas carreiras...

– Vão por água abaixo, eu sei ... Mas pense que é da chance da RCE ser mais do que a Academia de Missões … — Ele ponderou enquanto ela falava com seu sotaque britânico. — E finalmente descobriremos o que está havendo .

–Se... — Leo fechou os olhos — Está bem... — Passou a mão pelo rosto tentando imaginar na enrascada e o risco que estava se metendo. Infelizmente, sempre a seguiria aonde quer que fosse, Mesmo que lhe custasse a vida, sempre estaria ali por ela — Onde começamos ?

– Que tal subirmos para o gabinete do diretor? — Ela estava confiante. Eles driblaram todas a multidão e subiram. — Se estou certa, encontraremos nossa primeira pista lá.