Notas iniciais
Oie gente!!! Eu dedico esse cap. á Stella, eu fiz pensando em você em??

Ah e me desculpa pelos erros de PT.

P.O.V. Luciana.

Era tardezinha quando sai do carro calmamente que estava estacionado em frente à escola, enquanto meu pai saia apressado carregando minhas malas, minha mãe havia ficado em casa por conta de sua raiva e tristeza por eu ter tomado a decisão de entrar em um internato.

Assim que saí olhei para a grande escola que havia em minha frente (http://i1152.photobucket.com/albums/p484/AS19998/Clipboard01rezggcolegiomilitar.gif) ela parecia ser antiga, parecia ser militar.

Fomos para a sala do Diretor que era bem exótica na cor amarelo ovo, com cabeças de animais empalhados nas paredes, e vários porta retratos com fotos inusitadas, como por exemplo, duas focas. Estava começando a ficar com medo desse internato, mas quanto mais estranho eram menores as chances de Daniel ir me procurar naquele lugar.

– Olá, meus caros – o diretor falou animado levantando de sua cadeira.

– Olá – meu pai respondeu assustado, largando minhas malas em sua frente.

– Bem, essa deve ser a Luciana Santos, certo? – ele perguntou, apenas afirmei com a cabeça. – Ótimo, pai, você já pode ir embora – ele falou apressado dispensando meu pai.

– Mas... – Meu pai tentou falar.

– Volte para nos visitar, não se esqueça – ele falou empurrando meu pai porta afora.

O diretor passou algumas regras que nem prestei a atenção, estava a pensar sobre minha vida de hoje para frente.

Quando o diretor resolveu me mostrar meu quarto, peguei minhas malas e o segui até meu dormitório, todas as paredes da escola era em tons de verde. Cheguei até meu quarto de número 240.

Quando entrei me surpreendi, achei que seria diferente, mas não, o quarto era uma suíte, sua coloração era branca com o nome da escola estampado em verde escuro, a cama de madeira aparentava ser macia, e ao lado dela havia um criado mudo com um relógio de metal em cima, e para completar havia um guarda-roupa igualmente de madeira. No quarto tinha apenas uma pequena janela ao lado da cama.

Deixei minha mala no canto do quarto e joguei-me na cama, que havia descoberto ser macia, adormecendo rapidamente.

Acordei com o despertador berrando, abri meus olhos e me encontrei em um ambiente estranho, meu quarto do internato.

Levantei e fui até minha mala e escolhi minha roupa rapidamente, sim a escola não pedia uniforme. (http://www.polyvore.com/again_but_different/set?id=62901585)

Sai do meu quarto e comecei a procurar a sala da minha primeira aula. No meio do caminho esbarrei em algumas pessoas, que simplesmente me ignoraram passando reto quase correndo. Quando consegui achar a sala já estava atrasada. Entrei na sala e entreguei para o professor o bilhete para ele assinar. Depois que assinou ele falou:

– Bem vinda à aula de biologia – o professor falou sorrindo.

– Obrigada – agradeci.

– Pode se sentar ao lado de Natália – ele falou (N/A: Natália http://i1152.photobucket.com/albums/p484/AS19998/Nataacutelia.jpg)

– Oi, prazer sou Natália, mas pode me chamar de Nati – ela disse.

– Oi, prazer sou Luciana, mas pode me chamar de Lucy – respondi da mesma forma.

A aula decorreu entediante como sempre, só que quinze minutos antes de tocar o sinal, Natália falou comigo de novo.

– Ah, você gostaria de lanchar comigo? — perguntou nervosa.

– Claro – respondi. Talvez eu devesse fazer novos amigos e tentar esquecer Daniel. Assim que chegamos ao refeitório, ela me levou até uma mesa que havia penas uma garota sentada.

– Kendy, essa é a Luciana, Luciana essa é a Kendy a minha BFF – ela falou animada. (N/A: Kendra:http://i1152.photobucket.com/albums/p484/AS19998/Kendra.jpg)

– Oie, prazer em conhecer – falei e estendi a minha mão para ela.

– Oie, o prazer é todo meu – quando ela respondeu me lembrou de Emili, ah que saudades dela. Sua mãe não tinha permitido que ela viesse para o Gosht.

Quanto tocou o sinal olhei em meus horários que diziam que minha próxima aula era inglês, uma matéria que eu gostava. As meninas também teriam inglês então sentei atrás delas, ao lado de um nerd.

– Hello people – a professora falou entrando na sala. E olhou para onde eu estava. – Oh, we have one new classmate today. What’s your name dear? (Olá pessoal. Oh nós temos um novo colega hoje. Qual é o seu nome querida?).

– Luciana Santos. – respondi.

– Nice to meet you, Luciana, I'm teacher Joreides (Prazer em conhecê-la Luciana. Eu sou a professora Joreides).

– Nice to meet you too teacher (Prazer em conhecê-la também professora) – respondi fluentemente.

A professora apenas sorriu e começou a aula.

Ao final do dia, voltei ao meu quarto pensando nas conversas que tive com Natália e Kendra, elas eram muito simpáticas. Fiz minha higiene e fui para a cama, mas não consegui pegar no sono, então fui até minha mala e de lá retirei duas fotos em que a primeira estava eu, Mateus, Emili e Paulo sorrindo abraçados, e a segunda, ah senti meu rosto queimar de vergonha, era de Daniel. Emili havia tirado essa foto e a enviou para mim, e lá estava ele sorrindo com seus dentes brancos aparecendo, algumas mechas de seus cabelos caindo suavemente em sua testa, e sim seus olhos violetas intensos.

Senti algo correndo em meu rosto e descobri que estava chorando, chorando de saudades, não havia me despedido dele, sempre que o tentava fazer a “pequena lembrança” de Satã ardia, ardia tanto que machucava.

Será que ele iria desistir de mim? Como ele reagiria se soubesse que fiz um acordo com Satã? Procurava respostas, mas não as encontrava. E adormeci pensando nisso.

P.O.V. Daniel.

Fazia uma semana desde que ela não vinha para aula. Onde ela já esteve eu procurava seu cheiro, um rastro dela, mas não achava.

Tudo desmoronou quando Paulo falou aquilo.

- A louca da Lucy se enfiou em um internato – falou abatido.

O que? De novo? Não!

Irritei-me e sai da sala rapidamente.

DROGA, DROGA.

Fui para casa ignorando as reclamações dos professores. Entrei em casa em um rompante e fui até meu quarto, começando a chorar de raiva e tristeza junto.

Por que ela fez isso? Será que ela se lembrou de algo, ficou com medo de morrer e foi embora? Não, provavelmente não.

– Tem certeza? – uma voz perguntou.

– Ahn? – me virei em direção a voz. – Satã? O que quer? – perguntei seriamente.

Ele gargalhou.

– Agora sim consegui cumprir uma parte de meu objetivo – ele falou.

Objetivo? O que?

– Ah, Daniel, não, ela não está morta, ok? Como você mesmo sabe, ela foi para um internato — ele falou entediado — Mas eu fiz um favorzinho para ela – ele falou debochando.

– Que favor? – perguntei confuso, mas ele não respondeu. – QUE FAVOR? – falei mais alto.

Ele gargalhou novamente.

– Vou deixar você na curiosidade Daniel – ele falou indo embora. – Até mais – e partiu.

– Espera, você não respondeu a minha... – e deixei minha frase morrer, tomando consciência de que ele já não estava mais ali.

Que favor será esse? Fui até meu criado mudo, abri a primeira gaveta e tirei de lá uma foto de Lucy. Ela estava sorrindo encantadoramente, e seus olhos castanhos escuros estavam brilhando intensamente, suspirei. Teria de esperar por ela novamente.

Quando ela voltaria? Não sabia responder, apenas tinha a esperança de que alguém soubesse me responder.

Notas finais
Oie de novo, então?? Pedras, Flores, algo?? Nem mesmo uma crítica?

Comentem por favor!!!

Bjocas Amaya Uchiha.