Notas iniciais
* Por uma porta branca entra uma autora de maca após teu um semi-enfarto cardíaco*
- Oie gente, estou recuperada *uma salva de palmas* de meu semi-enfarto cardíaco, e quem me causou já sabe. * close da câmera, e uma piscadela de olho* MAS, como eu sou uma boa anfitriã eu trouxe outro cáp. fresquinho para vocês!! Espero que gostem.

P.O.V. Daniel.

Nesses quatro anos que passaram, as únicas coisas que passaram em minha cabeça foram: O que Satã quis dizer com ‘um favorzinho’ e quando Lucy iria voltar para mim.

Mas em toda essa fase que passei recebi a ajuda de meus amigos e de uma antiga amiga minha em especial¹, suspeitava de seus sentimentos por meu também antigo amigo Rafael (http://i1152.photobucket.com/albums/p484/AS19998/Rafael.jpg ).

Foi em um final de tarde que senti uma pequena presença de Lucy novamente, assim que senti avisei meus colegas e nos dirigimos para o local, uma rodoviária.

Assim que ela saiu do ônibus a sensação costumeira de meu coração palpitando se fez presente, e lá estava ela, mais linda que nunca, a primeira vez que ela conseguia passar de sua adolescência e é claro que seu corpo iria se desenvolver com o passar do tempo, suas curvas mais acentuadas chamando a atenção de vários marmanjos, avaliei seu corpo desde seus lindos cabelos até seu salto alto preto e a única conclusão que tirava era.

Perfeita.

Ela estava constantemente olhando para os olhos, estava esperando alguém? E um homem pegou se pulso e ela pulou de susto. Mateus, ele de novo, mas que garoto insistente, mais um problema para mim. Ele há levou até o carro e deu a partida.

- Nossa, ela tá bem gostosa em? – Rafael comentou, eu apenas o olhei com o canto do olho, hunf, só eu podia dizer que a Lucy estava gost- linda.

- Tenha educação Rafa..., a gostosa é só dele. — Cam tirou sarro.

- Cameron Briel – a voz estridente de Gabbe se manifestou, ela deu um tapa em seu braço.

- Desculpa Baby, desculpa ok? – ele falou pegando seu rosto. – Você é mais gostosa que ela táh?! – falou e depois lhe deu um selinho.

Sim, eles estavam juntos, e agora é Docinho para lá Baby pra lá, bléééh que mel. Eles diziam para mim que isso era inveja porque eu não estava com Lucy.

- Que nojo, dá pra vira a pro outro lado ae? – Rafael perguntou.

- Não. – Gabbe respondeu e puxou Cam de volta para perto de seu rosto.

- Que tá falando de mel néh? Você e a ...

- Nós não temos nada, nada entendeu. – Cam foi interrompido por Rafa.

Aii ai, esses daí me dão uma dor de cabeça que só sentindo.

Após nossa pequena ‘discusão’ abrimos nossas asas e voltamos para casa.

P.O.V. Luciana.

Acordei e me virei para o lado para tentar dormir novamente, mas meu relógio tocou me irritando, o desliguei e senti alguém se mexer ao meu lado, continuei fingindo dormir, a pessoa levantou, veio até meu lado e acariciou meu cabelo.

- Amorzinho da mãe, vamos acordar. – Era minha mãe que tinha dormido comigo após nossa crise de choro e reconciliação.

- Só mais um pouquinho mãe. – pedi manhosamente.

- Ok, só mais um pouquinho. – ela falou carinhosamente. – Te amo filha.

- I love you soo much mom ( Eu te amo muito mãe).

Ela deu risada. Virei para o lado, estiquei minha perna e voltei a dormir.

Acordei-me novamente com minha mãe gritando.

- Lucyyyy, desça temos visitas.

Vesti-me rapidamente (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=63076599&.locale=pt-br ) e desci as escadas correndo, quando cheguei na sala tive uma surpresa.

- Luuuuuuuuuuuuuuuucyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh – Adivinha quem? Se disser Emili acertou em cheio. Lá estava a minha vakinha favorita, ela me abraçou me esmagando e me deixando sem ar.

- Emi...ar...sem. – tentei dizer algo para ela me soltar.

- AHHHHHH me desculpa vakis – ela se desculpou, mas me abraçou/apertou novamente e me soltou. – Eu tava com saudade vakas, muita sabia. – e ela começou a chorar agarrada.

- Não chora se não eu choro. – falei já com a voz embargada, mas não me aguentei em vê-la chorando e comecei a chorar junto.

- Nossa, acho que vou pegar um bote daqui a pouco em! – Paulo falou lhe olhei.

- Paulo, que saudades. – Falei ainda chorando.

Quando parei de chorar avaliei Emili melhor.

Ela ainda tinha seus cabelos loiros arruivados longos na altura de sua cintura, seus seios grandes e seu quadril mediano, suas coxas eram igualmente medianas, antigamente nós brincávamos que nos completávamos, ela tinha seios e eu quadris e coxas, que saudade desses tempos.

- Vamos almoçar povo. – minha mãe nos chamou. Fomos para a cozinha, mas senti falta de meu pai.

- Mãe onde o papai está? – lhe perguntei.

- Á, seu pai está cobrindo um colega em uma reunião. – ela me deixou informada.

- Ahtá.

Quando terminamos o almoço Emili me fez uma proposta.

- Que tal um sorvete de chocolate, com calda de chocolate? – ela perguntou com os olhos brilhando.

- Sim, sim, sim. — falei, fazia um bom de um tempo que não comia chocolate a minha paixão, acho que enlouqueci de vez.

E fomos até a sorveteria que tinha o melhor sorvete de chocolate, bem a caminhada era longas, duas quadras depois de minha casa, mas pelo melhor sorvete estava ótimo.

Quando chegamos a dono da sorveteria nos reconheceu imediatamente.

- Luciana, Emili quanto tempo meninas, han, quero dizer, agora mulheres. – ela falou sorrindo gentil. – O que vão querer?

- Duas cestinhas de chocolate com muitaa cobertura de chocolate, por favor. – Emili falou.

Enquanto Emili falava, eu estava prestando atenção na rua, então um pequeno grupo apareceu e estava se dirigindo á sorveteria.

Arregalei meus olhos, o grupo era composto por: Cam, Gabbe, Ariane, Roland, Molly, dois que eu não conhecia e Daniel.

O que eu faria agora? Entrei em desespero. Deus eu tenho que sair daqui agora, minha ‘lembrancinha’ começou a arder dolorosamente.

- Emili, eu tenho que ir. – falei sussurrando em seu ouvido.

- Hãn? Por quê? – ela falou em voz alta.

A atenção do grupo se voltou para nós. E vi os olhos de Daniel se arregalar.

- Ham, Ester posso usar o banheiro? – perguntei quando vi que eles estavam mais perto.

- Claro menina.

Corri para o banheiro e tranquei a porta, como faria para sair dali?

Ouvi batidas na porta, será Ariane, ou Gabbe, talvez Molly.

- Lucy, você está bem? – Emili perguntou.

— Sim, sim. – respondi.

Juntei toda a coragem que tinha, abri a porta e sai. Agarrei o braço de Emili que estava segurando nossas cestinhas e a carreguei porta fora ignorando os olhares dos anjos caídos.

Depois que sai da sorveteria comecei a comer meu sorvete como se nada estivesse acontecido.

— Você ainda gosta dele não é? – Emili perguntou sobre Daniel.

- Sempre. – respondi, sempre gostei e sempre amarei, mesmo estando longe.

Notas finais
¹ - Então meus bons leitores, eu preciso de ajudinha!! Como vocês acham que seria essa sortuda? Me ajudem a definir essa 'gatinha', com nome e tudo. ;)
Uhul, uma chance para os leitores criarem um personagem!
Então, comentários? flores? pedras? garrafas? enfartes cardíacos?
Espero que estejam gostando!
Bjocas Amaya Uchiha.