After the pain
44 O que é que vamos fazer?
Notas iniciais
"— Tens razão. A esta hora devem estar os dois cheios de medo agarrados um ao outro! — levanto-me e vou até aos comandos à procura de um botão para voltar a andar mas não encontro. Se há um botão para parar também deveria haver um para começar!
— Então... porque estás a demorar?
— Bem... eu... eu não sei como por isto a funcionar. — ups..."
Lyla POV
Meu Deus! O que é que eu vou fazer? Como é que vou pôr isto novamente a funcionar? E se me apanham? O que é que nos irá acontecer? Ai Meu Deus!
Foca-te Lyla! Tens que arranjar uma solução para esta embrulhada em vez de andares por aí a lamentares-te e a criar esses cenários na tua mente tresloucada!
— Lyla, o que é que vamos fazer? — sou tirada dos meus devaneios por uma voz calma ao meu lado.
— Não sei... mas temos que descobrir uma solução depressa antes que o senhor volte. — com isto dito começamos à procura de algo que pusesse as cabines novamente em movimento.
— Lyla! — chama-me Josh aflito — O senhor já está a vir! Temos que sair daqui antes que ele nos veja.
— Mas então e eles? — pergunto preocupada. — Não os podemos deixar ali!
— De certeza que o senhor sabe voltar a pôr isto a funcionar já que trabalha aqui! E eles devem estar bem nos braços um do outro!
— Não os podemos deixar Josh! — o nosso tempo estava a esgotar-se.
— Se ficarmos aqui e formos apanhados arranjamos sarilhos... — Josh sem aviso prévio pega em mim.
— Não Josh! Não lhes quero arranjar problemas! — não consigo encontrar o raio do botão que liga esta coisa! Que nervos! — Ok. Calma, ainda há esperança. Está aqui uma alavanca, talvez seja esta.
— Deixa me ver — pediu Josh, aproximando-se do meu recente achado — É, talvez tenhas razão! Até porque aqui diz accionar em caso de emergência.
"Oh, isto é uma emergência! Totalmente!"- pensei eu. Sem mais hesitações puxei-a para cima, mas aquela coisa nunca mais se mexia, o que contribuiu mais para me fazer ferver o sangue. De súbito uma mão grande e musculada (escusado mencionar uma vez que Josh tem um corpo...digamos trabalhado) agarrou a minha e fez força para cima, não sendo necessário eu exercer força alguma.
É... sou oficialmente uma fraca.
—Já está! — disse Josh encarando-me o que quase me deixou meia abananada e sem forças nas pernas. Pensei que ia derreter feito um cubo de gelo ao sol quente e abrasador. Ahahah aqui a brasa era diferente.
—Vamos sair daqui e ver como tudo corre. — sugeriu Josh colocando-me uma mão nas costas e empurrando-me levemente para a frente, para que eu acordasse do meu transe e caísse na realidade e me apercebesse que se aquele homem nos via, íamos estar metidos num bom sarilho. Avistamos o homem depois de sairmos do campo de visão dele mesmo a tempo. Ufa!
Riley POV
Senti um solavanco e um ruído irritante suou.
—Ai meu Deus! Ressuscitou! Que alivio!
—Vês, eu disse que íamos-nos safar.
—Foi sorte, isso sim.
Quando aquilo parou no patamar eu quase saí daquela cabine demoníaca a correr. Depois disso eu e o Andrew fomos ter à cabana. Ninguém pareceu notar o nosso desaparecimento, excepto a Jenny que assim que chegamos atirou-se dramaticamente para o colo do Andrew literalmente, fazendo lhe um monte de perguntas entre elas o porquê de ele estar comigo. Nem me despedi. Recusei-me a responder-lhe e subi logo as escadas em direção ao meu quarto onde encontrei uma Lyla estranhamente calma. Hum algo me anda a escapar...
O resto das actividades correram bem, sem mais nenhum percalço, tirando a noite onde eles jogaram ao verdade ou consequência e eu e a Lyla recusamos-nos a jogar, atirando-a desculpa de que preferíamos ver um filme na sala. As peruas pareceram ficar contentes. Nem morta eu ia jogar um jogo daqueles com elas lá metidas, além disso também não fazia o meu tipo de jogos. Eu sei como eles acabam e não gosto. Estávamos a ver aquele filme "Me before you" na parte do casamento em que ela se senta no colo dele e adam pela pista de danças assim, e de repentinamente, eu e Lyla ouvimos a Tracy discutir:
— Ele já foi meu ex namorado por isso não há problema neh?
E paw! Mesmo quando olhamos, um beijo entre a Tracy e o Josh!
Lyla ficou triste. Virou a cabeça para a TV na esperança que ninguém tivesse percebido o que ela tinha visto mas foi tarde demais. Josh já tinha captado o seu olhar e entendido que ela tinha visto mais do que ele desejava que ela tivesse visto.
— Deixa só passar mais 5 minutos e vamos embora.
Lyla assentiu.
Como prometido deixei passar mais uns minutos e fomos embora. Mal chegamos ao quarto Lyla deitou-se de bruços e fechou os olhos. Decidi não dizer nada. Às vezes simplesmente devemos deixar as pessoas chorar, porque faz bem. Alivia.
Chegou a hora de ir embora da neve.
As mulheres da minha vida estavam na escola e assim que desci do autocarro, nem me deram tempo de ir buscar as malas! Abraçaram-me como se eu fosse uma almofada super hiper mega fofa. Despedi-me das outras cromas e fui para casa.
Assim que cheguei a casa havia um ambiente natalício tão acolhedor! Elas tinham caprichado nas decorações e estava tudo muito bonito. Para começar na porta havia um enfeite daqueles que se costumam pôr nas portas. O hall de entrada estava iluminado. Na mesa da cozinha no centro havia um arranjo natalício que ocupava quase a mesa toda. Mas o melhor era a sala, junto à lareira havia uma árvore enorme, era linda e bem iluminada, e junto a ela estava um simples mas bonito presépio. E claro, a tia Gloria tinha de arranjar maneira de pôr azevinho no teto de cada divisão da casa.
Faltavam 4 dias para o Natal.
Agora só queria aproveitar as minha merecidas férias. Precisava de ir trabalhar só na terça e na quarta de manhã porque na época do Natal e vende-se bem. Temos que aproveitar e além disso o senhor O'Donnell tem assuntos para tratar, não quis perguntar o que era, isso é com ele desde que não se passe nada de grave por mim...
Glória POV
Estou tão contente por a minha menina estar de volta! Este ano ia ser o nosso primeiro natal juntas depois de um longo período negro, desde o incidente com o Philip e depois aquilo do Albert nunca mais tivemos um natal em família, mas agora estávamos as três juntas e no que dependesse de mim ia ser muito feliz.
Estava a tratar da pastelaria pois queria fazer umas rabanadas e levar à minha ex-sogra e mais uns docinhos. Desde aquilo que o bastardo do filho dela fez, ela e o marido passaram um mau bocado. Sentiam-se muito mal, sentiram que falharam na sua educação o que eu nunca concordei. Acredito apenas que ele fez as escolhas dele. Ambos já são bastante idosos e débeis, os outros filhos estão no estrangeiro mas nesta época natalícia costumam vir jantar com eles, o que é bom. Saí até à sala e reparei que realmente tinha-me esmerado nas decorações mas queria assim mesmo, queria alegria naquela casa, a ver se reprimia o azar e a tristeza que tanto insiste em assombrar-nos.
A Mary tinha ido comprar qualquer coisa e aproveitou para ir buscar a Riley, que ainda foi fazer um dia à livraria. Voltei para a cozinha e meti a lasanha do jantar no forno.
Ding Dong
A campainha da entrada.
Estranho, quem será?
Vai na volta e é aquele rapaz, o Andrew ou então é a Lyla à procura da minha sobrinha. Convicta de que era algum deles, abri a porta com um sorriso pré posto no meu rosto.
Não eram eles. Nem ninguém que a Riley pudesse conhecer,
Era aquele estranho homem, cuja beleza parecia ter aumentado desde a última vez. Aqueles olhos claros e barba rala com dois dias por fazer, os seus caracóis, o seu ar misterioso...fiquei estática na porta. Como é que era possível em tantos anos nunca ter visto um homem tão elegante e bonito?! Nem nos meus anos de jovem me lembro de ter achado um homem tão bem-dotado fisicamente. Trazia um casaco de malha azul que parecia que fazia com que os seus olhos chamassem ainda mais à atenção, umas calcas de ganga e umas botas castanhas, na mão direita segurava alguma coisa e as suas mãos estavam a ficar roxas do frio.
—Eu disse.lhe que a encontraria anjo. — disse com um brilho nos olhos e com um sorriso simplesmente...exibindo dentes perfeitos. Como é que era possível a alguém daquela idade (espero que da minha) ainda ser assustadoramente perfeito. Obviamente não fumava, o que eu achei ainda mais charmoso.
—Hum...olá- repreendi-me. Parecia uma adolescente envergonhada. Claramente já não estava muito habituada a falar com um homem assim.
—Parece que deixou isto no supermercado.
—Oh como sou distraída! Obrigada. — disse pegando no cartão multibanco que a minha distração me tinha feito perder. Assim que as nossas mãos se tocaram um choque percorreu-me. Tenho a certeza que não foi só pelo facto de a sua mão estar gelada e a minha quente.
Ele agarrou a minha mão sem qualquer aviso prévio o que contribuiu para o meu coração quase abandonasse o meu peito.
—A sua mão está tão quente, assim como o seu coração.
—Obrigada mas... agora eu realmente preciso de ir acabar o jantar. E obrigada novamente por me trazer o cartão.
—Claro meu anjo. Uma dama como a senhora nunca deve pagar num primeiro encontro. — disse piscando-me o olho. Nos voltaremos a encontrar, até porque agora que a encontrei nunca mais a perderei.
Pronto isto foi muito sinistro, mas fofo.
Passado algum tempo a Mary e a Riley estavam de volta.
Riley POV
O Natal correu muito bem. Foi o primeiro em muitos anos que foi realmente feliz. Recebi mensagens dos meus amigos sendo surpreendida por antigos colegas da escola de quando andava em Boston e também lhes mandei. A Lyla também ia este dia passar com a família. Já tinha comprado um presente para ela, para a Sarah e para as mulheres lá de casa.
O resto do tempo passou a correr. No intervalo entre o Natal e o Ano Novo ainda deu para combinar algo com elas . Fomos ao cinema , ao shopping e ainda aproveitamos para estudar um bocadinho, custou mas teve que ser. É como se costuma dizer o ter de ser tem muita força. Quando nos encontramos trocamos os presentes. Ofereci à Lyla uma camisola em que ela já andava de olho, foi um pouco cara mas eu tinha economizado para ela. À Sarah, eu e a Lyla unimos-nos e oferecemos-lhe um par de patins. Eu sei que o pai dela era rico mas ela nunca disse a ninguém que queria uns, tinha vergonha porque acha que nunca vai conseguir andar nuns. A Sarah ofereceu me uma coisa que eu adorei! Uma moldura com uma foto de nós as três a sorrir descontraídas. A Lyla ofereceu-me uma pulseira. Era simples conforme eu gosto e bonita. Consistia num fio dourado e no meio também a dourado tinha a inscrição "Dreamer". Prometi-lhe que iria andar com ela o máximo de tempo possível. A minha mãe ofereceu-me umas botas bem giras. Eram mesmo o meu estilo e eu tinha-lhe comprado aquela estátua da loja de decorações que ela tanto queria pôr no hall de entrada. À minha tia bem... que mais eu lhe poderia oferecer?! Ofereci-lhe um livro personalizado a dizer "As deliciosas receitas de Glória Davis" onde ela podia escrever todas as suas receitas favoritas. Ela adorou! Quase que me esmagou com o seu abraço de agradecimento. A mim ela deu-me outro casaco super quentinho, sabia que ia precisar dele para fazer frente ao resto do duro inverno que ainda se iria estender por mais um tempinho.
Faltavam agora dois dias para o ano novo .
Tínhamos combinado passar a meia noite em Times Square as três amigas. O pai da Sarah teve que sair em negócios, os pais da Lyla nunca saiam por esta altura e assim aproveitamos para passar juntas. A minha mãe não se opôs. Disse que ela e a irmã eram bem capazes de se divertirem sozinhas. Agarrei num casaco quentinho, na minha gola preferida e num gorro, calcei as minhas botas pretas e saí . Tínhamos de ir de táxi porque ainda era um pouco desviado da nossa zona. Apanhei-as no ponto de encontro onde combinamos onde já estavam lá as duas.
Próxima paragem Times Square!
— Ih tanta gente! É bem como se vê na televisão! — comentei. Saímos e pelo menos eu parecia um burro a olhar para um palácio. Já elas, não era primeira vez por isso não estavam a fazer figuras como eu que parecia que tinha vindo da parvónia e nunca tinha visto nada assim .
— Bem vinda Riley! — disseram as duas abraçando-me de cada lado, pelos ombros.
—Isto é simplesmente...- ambas riram-se da minha figura embasbacada. A bola, tudo aquilo, é como se fosse um sonho, os cantores,...simplesmente superou todas as minhas expectativas e é que elas eram bem altas por sinal. Agarrei bem na carteira que estava debaixo do casaco e lá fomos nós.
Foi espectacular! Eu senti-me tão viva com a adrenalina a correr-me nas veias!
Olhei para elas enquanto elas observavam tudo aquilo e dei comigo a fazer o meu desejo de Ano Novo. Desejei que melhores dias venham e que as pessoas de quem eu gosto sejam felizes muito felizes.
Depois passamos no café da Lyla. Ela tinha-se esquecido lá duma coisa qualquer que tinha deixado na noite anterior enquanto trabalhava. Naquela noite o bar ia ficar 24 horas aberto e o Michael era o coitado que tinha de lá ficar a trabalhar.
Aquilo estava cheio. O Michael estava super cansado, e ao longe avistei Andrew e Josh com... espera! Era a Bella sentada no colo do Andrew e a jogar à sardinha com o Josh e Andrew ajudava-a a ganhar distraindo Josh. Sei que parece cliché mas aquela foi uma imagem que dificilmente me vai sair da cabeça. Assim que entramos as três e nos deparamos com aquela cena, ficamos meias aparvalhadas que até atraímos algumas atenções desconhecidas e depois o olhar daqueles três encontraram-nos. Aí é que a coisa ficou preta! Nem sabíamos onde nos meter. Fomos até ao balcão ter com Michael.
—Riley, Lyla! — gritou Bella correndo até nós e abraçando-nos. Nós olhamos para a frente e lá estavam eles com aqueles sorrisos.
—Quem é ela?- perguntou apontado para Sarah.
—Uma amiga nossa.
—Olá! Eu sou a Sarah e tu?
—Sou a Bella. A irmã do Michael. — diz a pequena apontando para o irmão que estava atrás do balcão. Michael parecia envergonhado.
—Bella, já não devias estar a dormir?! — virou-se Michael para a irmã debruçando-se sobre o balcão.
—Desculpa Michael, eu sei que prometi que a conseguia adormecer mas, meu, esse diabrete tem mais energia que sei lá bem o quê! — disse Andrew.
—Pudera! Esta preguiçosa dormiu a tarde toda! — brincou esticando-se pondo a sua mão na cabeça de Bella e despenteou-a recebendo gargalhadas dela. Então as meninas foram a Times Square?
—Fomos. — disse Lyla
—Eu talvez vou andando. — digo realmente sentindo o cansaço a querer derrubar-me.
—Não espera, nós vamos contigo! Só viemos buscar uma coisa que eu me esqueci. — Lyla apressasse a dizer.
—Não! Fiquem eu realmente estou cansada! Não estou habituada a uma festa assim em Nova Iorque. Fiquem mais um pouco.
—E vais como? — pergunta Sarah. Estranho ela estar a ouvir isto já que desde que entramos ela tem os olhos vidrados em Michael e na sua pequena e adorável irmã.
—Autocarro. Não se preocupem, eu ligo quando chegar. Beijos- elas nem tiveram tempo de protestar. Deixei todos e berrei "Um Bom Ano" enquanto agarrava no gorro e enfiando-o outra vez.
Saí.
O autocarro estava tranquilo. Só estava eu à frente sentada à beira do motorista e ao fundo do autocarro estava um grupo de gente já animada pelo álcool a cantar êxitos do Natal. Às vezes tinha pena destas pessoas. O motorista, que já tinha uma idade, a conduzir um autocarro pelas ruas de Nova Iorque em plena noite de Ano Novo em vez de estar com a família a festejar a chegada de mais um ano.
—Não devias estar ainda a festejar com os teus amigos? — pergunta ele.
—Acabei de estar com eles mas estou cansada. Vou agora para casa. — respondo sorrindo.
—Eu da tua idade festejava até de manhã! Ou então até nos expulsarem da discoteca! Mas agora gostava de estar com a minha princesa. — desabafa.
—Filha?
—Não, a minha neta de dois anos. A minha filha diz que já não tem idade para lhe chamar princesa embora o será para sempre.
—Pois é pena, mas vai estar com elas daqui a pouco! — tento animar o senhor.
—Claro, assim que acabar com o meu turno. Quer dizer a minha filha ainda deve estar acordada mas a minha netinha só a posso ver de manhã que ela deve ter saltado tanto que deve estar a dormir.
—Bem parece que chegou o meu destino. — informo levantando-me.
—Oh... bom Ano Novo menina.
—Obrigada e igualmente- olhei para traz sorrindo e saí.
As irmãs estavam a assistir um filme de comédia e a comer pipocas. Elas sabem mesmo divertir-se!
—Olá! — cumprimento entrando na sala.
—Chegaste cedo filha aconteceu alguma coisa?
—Não, nada. Então... estão a ver um filme hum?
—Claro, já não nos riamos assim à um bom par de anos. — responde a minha tia com a boca cheia de pipocas.
—Vou indo para cima. Acabem lá o vosso filme. E nada de ficar acordadas até tarde, adolescentes.
—Ei! Nós não somos velhas para isto — diz a minha mãe atirando-me com uma pipoca.
—É claro que não. E quero essa pipoca que infantilmente me atiraste apanhada do chão e no lixo e nada de restinhos de milho no chão e sofá senão castigo durante duas semanas! — disse irónica e dando-lhes um beijo e assim que virei costas ouvi um "se calhar somos" vindo da minha mãe.
Sorri para mim ao ouvir aquilo.
Cheguei ao quarto e pendurei o casaco, a gola e o cachecol. Já tinha tirado as botas à entrada. Tirei o resto da roupa, e enfiei-me na banheira. A água quente estava a saber tão bem... não tinha muito sono mas já eram 5 da manhã. Depois de me secar sentei-me no meu sofá da janela a contemplar a vista. Estava tudo tão iluminado e bonito. A chuva miudinha não conseguia nem de longe entristecer aquela vista que era simplesmente espectacular.
O Andrew estava tão bonito. A Jennifer não estava lá, parece que tinha ido de férias para a Austrália com os pais pelo que ouvi de comentários no resort. Espero que este ano seja mais calmo, que a escola corra bem e que passe muitos momentos cheios de alegria e diversão. Porque o desejo melhor que podemos fazer é que todos à nossa volta sejam felizes, não é um desejo nada egoísta para connosco próprios, antes pelo contrário vai-nos fazer mais felizes a nós que qualquer outra coisa, porque acreditem nada nos deixa mais feliz, do que o sorriso verdadeiro das pessoas que mais amamos.
" E o Andrew estará incluído?" Cala-te subconsciente estúpido! Não estragues o meu momento de reflexão.
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