After that Everything Changed
25 The Wedding
Notas iniciais
Aquela noite foi bem complicada para dormir, até porque eu ainda estava “daquele jeito” e num mesmo quarto que o causador da minha situação. Eu virei várias vezes tentando achar uma posição boa e nada, aquilo já estava me irritando.
— Está difícil aí também? Perguntou ele deitado na cama dele.
— Você não faz ideia. Respondi.
— Me desculpe por ter feito aquilo contigo na cozinha, eu não tinha a intenção de...
— Tudo bem, eu também fiz porque eu quis — O cortei.
— Se minha mãe não tivesse chegado talvez tivéssemos ido à diante... Disse ele tendo razão.
— Mas não fomos... Falei nervosa, porque eu não queria ir à diante, não naquele momento.
— É... Já que não estamos mesmo conseguindo dormir, tudo bem para você ficarmos conversando, pelo menos até ficarmos com sono? Perguntou-me.
— À distância? Perguntei.
— À distância. Afirmou.
— Está bem. Sobre o que quer conversar? Perguntei me virando para ele.
— Ah... Sei lá, qualquer coisa. Disse ele sem ideia.
— Nossa... Ótimo esse assunto. Caçoei.
— Alguma ideia, gênia? Perguntou-me.
— Sempre, querido. Que tal falarmos sobre segredos? Sugeri.
— Boa garota... Você começa. Disse ele.
— Por que eu? Perguntei.
— Porque você teve a ideia. Disse ele.
— Tá... Hm... Deixe-me ver... Eu sou viciada em doces. Respondi sem pensar.
— Que segredo forte esse, viu? — Caçoou ele — Vamos esquentar isso com o meu segredo e ele é... Hm... Eu sou fortemente atraído pelas suas pernas.
Eu comecei a rir de nervoso e surpresa e falei:
— Ok... Hm... Eu perdi minha virgindade com 17 anos.
— Tá melhorando isso aí... Eu nunca levei nenhuma garota com quem transei para a cama. Disse ele.
— O quê? — Exclamei confusa e perplexa — Me explique direito isso aí.
— Bom, acho que não soou muito bem como eu falei... Mas eu nunca fiz como todo mundo faz, sexo num quarto antes, só em lugares inusitados... Disse ele.
— Ah... Agora eu acho que entendi. Que esquisito... Respondi.
— Essa era a minha maneira de deixar bem claro para todas as garotas que, você sabe... Que eu não queria nada sério e não passaria de uma vez. Disse ele.
— Que escroto... Confessei.
— Escroto é eu deixar a garota iludida por aí... Disse ele.
— Tipo como fez comigo?! Falei sem pensar.
— Isso não vem ao caso... O assunto está mudando o curso, vamos continuar nos segredos? Disse ele fugindo do assunto.
— Não! Como assim não vem ao caso, Scott? Falei me sentando na cama.
Ele soltou uma respiração e disse:
— Eu não quero falar sobre isso, Amber. Nós estávamos tão bem e eu não quero que a gente volte à estaca zero.
— Mas eu... Não consigo me conformar com o que aconteceu no passado Scott... Por mais que você me trate super diferente agora, eu fiquei muito magoada com você, porque você foi um ogro comigo. Se você não se lembra disso, eu me lembro e muito bem... É isso o que me faz sempre ter um pé atrás com você... Por mais que eu tente te dar uma chance, eu sinto que você vai me machucar outra vez... Falei sendo sincera até demais.
Ele veio até a minha cama, se agachou ao meu lado e disse:
— Eu sei que fui um babaca, otário, idiota, filho da puta e tudo mais o que você imagina com você, mas eu me arrependo de verdade e estou aqui te implorando que me perdoe — Ele se ajoelhou na minha frente — Por favor? Eu prometo que vou fazer de tudo para me redimir por tudo o que eu te fiz, sei que você quis vingança e o que você fez comigo não se compara a o que eu te fiz, mas, por favor, eu te peço que me dê ao menos um voto de confiança para que eu te prove que eu mudei, de verdade.
— Eu estou tentando, até porque eu não viria até aqui se não te desse esse tal voto de confiança, mas eu tenho medo de me decepcionar de novo, Scott... Falei triste.
Ele pegou no meu rosto, olhou nos meus olhos e sussurrou:
— Eu prometo que darei o melhor de mim para você e que vou fazer o possível para não te decepcionar... Eu gosto mais de você do que de mim mesmo...
— Você falando assim está me fazendo querer te beijar — Confessei.
— E o que está esperando? Disse ele se aproximando lentamente com um sorriso sexy que só ele sabe fazer.
Eu sorri para ele e nós nos beijamos, mas dessa vez mais calmamente que da outra vez. Depois do beijo ele me disse:
— Será que se dormirmos juntos o sono vem?
— Acho que o problema é dormirmos no mesmo quarto... Falei.
— Vamos fazer um teste? Deixe-me deitar um pouco com você, caso não consigamos dormir eu vou para a sala e durmo no sofá, tudo bem? Disse ele.
— Desde que nós durmamos somente, tudo bem. Respondi desconfiando dele.
— Eu não vou fazer nada que você não queira e você sabe disso... Disse ele.
— Está bem... Falei e ele subiu na minha cama.
Eu fui para o canto e ele pegou parte do cobertor que me cobria. Eu me virei para a parede e em questão de segundos eu já havia adormecido.
P.O.V Scott Simpson
Eu me deitei ao lado dela, seu cheiro delicioso estava sobre o lençol e ela ficou de costas para mim e que belas costas, tão belas que me fazem querer... Não! Com ela não, idiota! Eu fiz o possível para não tocar nela, então me virei e fiquei tentando pensar em qualquer merda até dormir.
***
No dia seguinte, eu acordei as seis com os gritos e murros que minha mãe dava do outro lado da porta. Porra... Pra que isso?
— Hã? Falei grogue de sono.
— Hã o quê? Perguntou Amber também estando grogue.
— Acordem logo para tomar café e se arrumarem, o casamento será as oito no jardim do hotel. Disse a minha mãe ainda metendo a porrada na porta.
— Está bem, mas não precisa espancar a porta, mãe, eu já acordei! Exclamei puto por ter sido acordado assim e por sentir na pele a dor da porta, ou melhor, no meu ouvido.
— Eu não sabia que o casamento seria tão cedo. Disse ela se levantando da cama.
— Eu me esqueci de te avisar, foi mal. Falei me levantando e indo até a porta para tomar um banho.
— Tudo bem. Disse ela indo até sua mala, eu acho que pegar sua roupa da festa.
P.O.V Amber Connor
Eu confesso que acordei achando que o Hulk estava tentando arrombar a porta e não a mãe dele tentando nos acordar... Cara, de onde aquela mulher tira tanta força para bater numa porta? Ok... Eu peguei o meu vestido na mala, graças aos céus eu não preciso passa-lo. Peguei meus saltos, meu kit de beleza e tudo o que precisava em cima da cama para o momento em que fosse tomar banho.
Resumindo, depois que tomei o meu banho, fiz cachos nos cabelos, fiz um penteado preso com alguns cachinhos soltos, passei uma maquiagem suave por ser uma festa ao ar livre e de dia, um batom da cor dos meus lábios e acrescentei um gloss para dar um leve brilho aos meus lábios...
Depois de pronta, com o meu vestido azul marinho de alça lateral um pouco acima dos joelhos e meus saltos pratas, saí do banheiro chegando à sala atraindo a atenção de todos os três.
— Uau... Disse Scott.
— Você está linda! Disse Florence radiante.
— Meus parabéns... Disse George sorrindo.
— Ah gente... Obrigada. Respondi sem graça.
— Então... Vamos? Disse George.
— Claro! Disse Florence de braços dados com ele.
Scott veio até mim e disse:
— Acompanha-me?
— É necessário? Perguntei.
— Para uma moça linda assim? Sempre... Disse ele sorrindo.
Eu revirei os olhos e falei:
— Está bem...
Saímos da suíte, descemos dentro de um dos elevadores que estavam um pouco cheios, até porque já estava quase na hora da cerimônia e todos os hóspedes eram convidados dos noivos. Assim que chegamos ao salão principal do hotel, estava repleto de convidados e pessoas que trabalhavam na organização do evento.
— Estou louca para ver a Sarah. Disse Florence.
— Como ela é? Perguntei.
— Acho que você vai estranhar um pouco, mas ela é morena, na verdade, o pai dela é descendente de porto-riquenhos e ela puxou mais o lado deles e têm os olhos cor de mel, os cabelos negros e ondulados, eu morro de inveja porque são muito lindos... Descreveu-a.
— E tem um maior corpão. Disse o Scott.
— É mesmo, Scott? Virei-me para ele o encarando invocada.
— É... Acho que falei o que não devia... Disse ele sem graça.
— E eu tenho certeza. Falei ainda séria.
A mãe dele ficou se segurando para não rir de nós dois e disse:
— Acho melhor acabarmos com esse assunto, até porque não vale a pena discutir por isso.
— Tem razão, mãe. Disse ele.
— Scott?! Ouvi uma voz feminina se aproximar o chamando.
Nós olhamos para trás e vimos uma mulher ruiva sorridente, dizendo:
— Como você cresceu menino.
— Tia Claire. Disse ele indo abraça-la.
Eu fiquei com um sorriso sem graça olhando eles se abraçarem e ela disse:
— Eu só te reconheci porque você não mudou muito, só cresceu bastante e nossa... Se eu não fosse sua tia, eu te pegava...
— Claire! Exclamou Florence.
E Scott riu.
— O que foi? Eu tenho culpa se você fez um filho tão bonito? Disse ela.
— Não, mas esta aqui é a namorada dele e não pega bem falar uma coisa dessas na frente da moça. Disse Florence.
Eu sabia que não era nada namorada dele, então comecei a dizer:
— Mas eu não...
O Scott veio rapidamente me abraçar e disse:
— Sim, tia, esta é a minha namorada.
Eu olhei para ele com os olhos arregalados e ele me deu uma piscadela.
— Muito prazer. Disse ela sorrindo para mim.
— O prazer é todo meu. Respondi ainda sem graça.
— Você realmente tem muito bom gosto e até que é bonitinha. Disse ela.
Será? Pensei na hora.
— Ela é linda, tia. É a minha gatinha. Disse ele me dando um beijo no rosto.
Eu não sou boa em fingir as coisas, mas estava dando o meu melhor para não estragar tudo, porque eu percebi que aquela mulher parecia ser bem louca.
Depois disso, eu e Scott ficamos andando pelo hotel sem destino, nós falamos sobre coisas sem sentido, riámos e zoávamos um ao outro como dois idiotas, mas até que foi divertido. Toda hora alguma garota passava e ficava secando o Scott e eu? Ficava me mordendo de ciúmes, é claro. Na maioria das vezes, ele nem prestava atenção, mas quando percebia, ele me beijava ou fazia algo que deixasse bem claro que eu estava com ele e tínhamos algo além de amizade. As horas foram se passando, eu já estava entediada de tanto esperar a noiva, tudo bem que é elegante que a noiva atrase, mas a prima dele já estava exagerando na dose. O noivo já estava se sentindo como se houvesse sido abandonado no altar, o seu nervosismo transparecia em seu rosto, se eu fosse a noiva, não o abandonaria até porque ele não é de se jogar fora, não que eu seja interesseira, mas além de milionário ele ainda é gato mesmo não sendo tão novo, só tendo distúrbios mentais para o abandonar, ou haja algo a mais...
O jardim daquele hotel já estava pequeno para tanta gente, a mãe da noiva toda a hora ligava para o pai perguntando onde eles estavam, e eu sei disso tudo porque me sentei na primeira fila com a família do Scott.
— Se a Sarah desistir do casamento, eu não olho mais na face dela. Disse Florence.
— Relaxa mãe. Ela deve está a caminho. Disse Scott.
— Mas já são duas horas e meia de atraso, o normal é uma hora... Disse Florence parecendo tensa.
— Desde pequena Sarah sempre foi exagerada em tudo. Disse George.
Logo começou a tocar uma música suave e as damas de honra começaram a caminhar pelo tapete. Depois que todas entraram, a marcha nupcial começou a tocar e todos se levantaram olhando para o fim do tapete vermelho. Lá estava uma dama jogando pétalas de flores pelo tapete e logo atrás estava a noiva de braços dados com seu pai, os dois estavam radiantes. E, realmente a noiva era incrivelmente linda. O noivo estava com os olhos brilhando só de vê-la chegando, e eu acho isso tão lindo, eu não costumo frequentar muitos casamentos, mas quando vou eu costumo chorar, tipo nesse.
— Está tudo bem? Perguntou Scott preocupado comigo.
— Hã? Tá sim. Respondi enxugando o rosto e sorrindo para ele.
— Você está emocionada? Perguntou ele sorrindo.
— Sempre me emociono com casamentos... Confessei.
— Mas por quê? Perguntou ele.
— Porque é lindo, ainda mais quando o sentimento dos noivos é bem visível quanto o de sua prima e do noivo dela. Respondi.
A noiva chegou ao altar, seu pai deu-lhe um abraço forte, um beijo na testa e disse ao noivo:
— Cuide bem da minha princesinha.
— De hoje em diante, ela será a minha rainha. Disse o noivo.
Como não se emocionar com essas coisas? Eu fiquei tentando conter minhas lágrimas, mas elas rolavam pelo meu rosto sem querer. O Scott pegou na minha mão, eu olhei para nossas mãos, depois para ele e ele sorriu e me deu um beijo no rosto.
***
Acho que todos sabem como é uma cerimônia matrimonial, então vamos pular essa parte... Depois que acabou a cerimônia, fomos para o salão principal onde seria a festa. Eu e Scott ficamos afastados de seus pais, até porque precisávamos de um pouco de privacidade e era constrangedor trocarmos carícias com eles dois nos olhando. Os noivos dançaram a primeira valsa, nós dois ficamos vendo de longe e bebendo champanhe.
— Toda mulher sonha com esse dia. Falei.
— Por quê? Perguntou ele.
— Eu não sei... Acho que porque é o dia onde o amor que ela e o seu companheiro sentem um pelo outro é celebrado e concretizado. Respondi não tendo muita certeza do que dizia, até porque eu já estava ficando um pouco tonta por causa da bebida.
— Você também sonha em um dia se casar? Perguntou ele me olhando.
— Acho que eu sou mulher, não sou? Falei brincalhona.
— Ah é... Eu me esqueci... Não! Não é que você é mulher, e sim do que disse. Disse ele.
Eu ri e logo mudaram a música da valsa para uma música dançante. E eu é claro, larguei minha taça em qualquer canto e fui dançar. Estava tocando a música “Your Body” da Christina Aguilera e eu não deixei de sensualizar, sempre olhando para o Scott. Ele encostou-se à bancada do open bar e ficou me fitando. Eu sorria para ele e ele para mim. Eu rebolava e fazia algumas coreografias no ritmo da música, em algum momento me virei e ele estava lá comigo, dançando também. Eu ri mordendo o lábio e me virei para ele, ele sorriu para mim e sussurrou no pé do meu ouvido:
— Você ainda vai arrumar um problema dançando assim para mim.
— Quem disse que era para você? Perguntei arqueando uma das sobrancelhas.
— Eu estou dizendo. Disse ele.
— É mesmo? Perguntei aproximando meu rosto do dele com um sorriso provocante.
— É... Eu vou te beijar. Disse ele olhando para os meus lábios e roçando os deles nos meus.
— Beija logo. Falei e ele me beijou com tudo, no meio de várias pessoas que dançavam sem parar.
O clima foi esquentando, suas mãos vagavam por todo meu corpo, as minhas bagunçavam o seu cabelo e nossas línguas travavam uma batalha excitante. Ele parou de beijar meus lábios e beijou meu pescoço me deixando louca e eu falei:
— Acho melhor pararmos...
— Você quer mesmo parar? Perguntou ele ofegante.
Eu mordi o lábio inferior e falei:
— Eu não sei...
— Mas eu sei... Vem comigo. Disse ele pegando na minha mão e me tirando do meio de todos.
— Para onde está me levando? Perguntei indo com ele.
— Você vai ver. Respondeu ele indo na frente.
Chegamos ao elevador que já estava aberto e vazio, entramos e ele apertou o botão do andar onde estávamos hospedados. As portas se fecharam e ele me imprensou contra a parede invadindo minha boca com sua língua e pegando firme nas minhas coxas, prendendo-as em sua cintura. O elevador parou e abriu as portas, e ele me pôs novamente no chão parando o beijo. Nós saímos do elevador, fomos andando até a porta da suíte e ele disse:
— Me desculpe se estou assustando você... Mas eu não estou mais conseguindo me controlar.
— Tudo bem... Talvez seja esse o momento. Respondi me sentindo confiante.
— O quê? Perguntou ele.
— Eu quero tentar, Scott... Eu quero ser sua. Respondi com meu coração quase saindo pela boca de tão forte que batia no momento.
Ele ficou estático, totalmente paralisado, coisa que eu não imaginava nunca que ele faria quando eu dissesse isso.
— Eu... Eu esperei tanto por isso que fico até surpreso por você me dizer isso agora... Disse ele se aproximando de mim.
— Eu também estou surpresa por ter dito isso e espero não me arrepender... Falei trêmula por estar nervosa.
Eu me sentia como se fosse ser a minha primeira vez, de novo... Eu sinceramente não sei o que acontece comigo, mas eu sempre fico nervosa.
— Eu não vou te decepcionar. Disse ele pegando carinhosamente no meu rosto e me beijando calmamente.
Nós ficamos andando devagar até a suíte aos beijos, quando ele se encostou a porta, ele a abriu e entramos. Nós afastamos nossos lábios, ele fechou a porta, tirou o paletó e a gravata borboleta jogando em qualquer canto, eu arranquei as sandálias dos pés deixando-as pelo caminho, ele pegou na minha cintura e começou a me beijar novamente. Fomos andando até o quarto ainda nos beijando, abri a porta do quarto, nós entramos e trancamos a porta. Eu desabotoei sua camisa e a tirei dele, ele ficou me beijando do meu pescoço ate a clavícula, eu comecei a beijá-lo também ele abaixou a única alça do meu vestido e ficou beijando o meu ombro nu carinhosamente, eu ficava suspirando com os efeitos que seus lábios causavam em mim... Eu o ajudei a tirar sua calça e ele abriu o zíper do meu vestido me deixando totalmente a mostra para ele, meu coração batia num ritmo descompassado dentro de mim e, incrivelmente eu sentia também o coração dele quando ele me pegou novamente no colo, nós nos beijamos novamente, caímos na cama e fomos nos arrastando até os travesseiros, ele tirou meu sutiã e beijou-me dos seios até a barriga, eu ia ao delírio e ele não parava. Eu tirei a sua cueca e ele sussurrou:
— Desta vez é para valer?
— Sem dúvidas... Respondi ofegante.
— Tem certeza que não tem câmeras por aqui? Perguntou ele brincalhão.
— É claro que não. Respondi sorrindo.
Ele tirou a minha calcinha com os dentes, eu fiquei mais nervosa do que já estava antes, mas não quis parar. Eu mordi os lábios com força, já estava mais do que em chamas e meu corpo já implorava mais do que tudo por ele.
— Sinta-se privilegiada, até porque esta é a minha primeira vez desse jeito. Sussurrou ele.
— Aham... Falei quase em gemido.
E ele me invadiu, começou devagar e foi aumentando a velocidade, ele pegou em fortemente minha mão e ficou me beijando e dando leves chupões em meu pescoço e eu tentava me conter, mas não conseguia, eu gemia bastante, na verdade, ele também. Ele não só conseguiu me levar ao céu, ele me fez entrar no paraíso... Eu sentia uma mistura explosiva de emoções e sensações que eu não queria que acabasse, mas caramba... O que era aquilo? Sabe aquilo que todos dizem, que quando estamos fazendo amor com alguém que amamos, ouvimos algo parecido com queima de fogos de artifício? Eu ouvia nitidamente naquele momento e, droga! Era com ele...
Fale com o autor