Notas iniciais
Hey guys! Então gente, eu gostaria de agradecer novamente pelos comentários, dar boas-vindas para os novos leitores e dizer que não deixem de deixar os seus lindos e belos comentários sempre, que eu amo tanto ;) Espero que gostem do capítulo, estou um pouco sem tempo para escrever, então me desculpem mesmo pela demora, flores, eu prometo que vou tentar postar com mais frequência, mas comentários são incentivos sempre ;) Kisses and enjoy :* *-----*

Eu parei um pouco para pensar e espere um pouco! Como foi que ele conseguiu fazer isso tudo? Tenho certeza que ele não fez sozinho...

— Henry, como foi que você fez isso tudo e na minha casa? Perguntei.

— Ah, eu pedi ajuda para o seu irmão e seus pais, a Alie veio de intrusa... Respondeu-me ele.

Eu fiquei tão empolgada em saber que a Lice estava aqui, quer dizer, na cidade que eu dei um salto me virando para ele, dizendo:

— É sério que a Lice veio? — Abri um sorriso esplêndido.

— Está... Mas você não vai me deixar de lado para ficar com ela não ou vai? Perguntou ele fazendo carinha triste.

— Você continua ciumento como sempre... É claro que não seu bobo! Respondi me deitando sobre ele e dando-lhe um selinho e um sorriso.

Ele sorriu para mim e disse:

— Bom... Acho que teremos a casa inteira só para nós até amanhã.

— Não brinca... Sussurrei não acreditando que meus pais liberaram mesmo a casa para nós dois.

Desde quando o Sr. e a Sra. Connor são liberais assim? Gostei disso...

— É sério. Estou com fome. Disse ele.

Eu me levantei enrolada no lençol, dizendo:

— Vou ver o que tem para nós comermos.

Virei para ele e ele me olhava de um jeito que me constrangia muito.

— Para... Pedi.

— O que eu estou fazendo? Disse ele se levantando da cama para pegar suas roupas que estavam espalhadas pelo quarto.

— Me olhando assim, você sabe que eu fico com vergonha, então para! Falei rindo e corada.

— Eu não acredito que consegui te deixar corada — Ele riu — você fica tão linda assim.

— Idiota... Falei pegando uma calcinha na gaveta e a vestindo por baixo do lençol.

— Também te amo. Disse ele rindo.

Peguei um sutiã e vesti, a camisa dele estava esticada em cima do meu criado, então a peguei e vesti.

— Ei! Essa camisa é minha. Exclamou ele terminando de vestir a calça.

— Agora é nossa. Falei fazendo um coque no cabelo.

— Sua ladra de camisas... Disse ele vindo até mim e me abraçando por trás.

— Mas você ama essa ladra... Respondi.

— Mais que tudo nesse mundo! Exclamou ele dando-me vários beijos na nuca.

E eu, é claro, fiquei toda arrepiada e rindo feito idiota. Normal... Ele me virou e começou a me beijar levando o meu corpo ao seu. Ele ficou acariciando meu quadril, conduzindo as mãos ao meu bumbum, eu tirei suas mãos dali parando o beijo e dizendo:

— Se nós continuarmos isso, nós não comeremos hoje.

Ele riu e eu abri a porta para que pudéssemos descer. Fomos até a cozinha, abraçados e ele disse:

— Aprendeu a cozinhar?

— Acho que sim. Respondi saindo dos braços dele, brincando, até porque a Scar me ensinou.

— Ih, acho que eu perdi a fome. Disse ele fazendo cara de nojo.

— Idiota... Se não quiser comer, beleza, mas eu vou fazer questão de saborear a minha gororoba bem na sua cara. Falei o encarando.

— Vamos ver. Disse ele me desafiando.

Eu ri e fui até o armário pegar alguns ingredientes para fazer macarronada com almôndegas. Coloquei a água no fogo para cozinhar o macarrão, cortei todo o tempero, peguei algumas almôndegas que minha mãe comprou prontas, elas estavam no congelador, pedi para que ele fritasse-as para mim e ele topou. Eu fiz o molho do macarrão e da almôndega e ele ficou me observando, eu tentei fingir que não notava, mas era meio que impossível.

— Para... Pedi rindo de nervoso.

— O que foi? Perguntou ele.

— Você fica me olhando assim, eu perco a concentração aqui... Choraminguei.

Ele ficou rindo de mim e disse:

— Eu não estou te olhando, amor, eu estou prestando atenção em tudo o que você está fazendo para aprender, idiota.

— Não me chame de idiota. Falei seriamente.

— Então você pode me chamar assim à vontade, e eu não posso chamar-te assim nenhuma vez?! Disse ele.

— Exactly! Respondi fazendo cara de esnobe.

— Nada disso! Exclamou ele.

— Ih... Falei.

— “Ih...” O quê? Perguntou ele.

— Você que começou com a bobeira. Respondi.

Ele terminou de fritar, apagou o fogo levando a frigideira até a pia e disse:

— Eu não estou fazendo nada, você que está de graça só por eu te chamar de idiota.

— Mas o idiota aqui é você! Exclamei.

— Um cara idiota precisa de uma garota idiota para ser feliz e você é a minha. Disse ele me dando uma piscadela.

Eu comecei a rir ironicamente e ele ficou rindo de mim.

— O que foi agora? Perguntou ele.

— Essa sua tese aí — Continuei a rir, mas dessa vez de verdade — ridícula...

Ele me puxou de leve até a pia, me pôs sentada nela e disse:

— Eu vou te provar que você é minha.

— Você não precisa me provar isso. Falei sorrindo o puxando para mim o beijando com tudo.

Ele puxou o meu corpo para mais perto do seu e ficamos um bom tempo dando belos amasses bem ali. Ah se a dona Rose soubesse disso... Nós só paramos de nos beijarmos quando sentimos cheiro de queimado. Eu o empurrei e dei um salto até o fogão para apagar o fogo do molho que tinha queimado no fundo.

— Queimou tudo? Perguntou ele.

— Não, só o fundo. Respondi colocando a panela na pia.

— Eu disse que você é idiota... Disse ele rindo.

— Não sei por quê... Respondi revirando os olhos.

— Você não apagou o fogo do molho. Disse ele.

— Mas você me puxou. Exclamei.

— Pensasse no molho antes de me atacar. Disse ele querendo me irritar.

— Mas você que começou. Retruquei.

— Está bem, somos um casal de idiotas... Disse ele rindo.

— Não! Eu sou linda, o idiota é você. Falei de bobeira.

— É uma linda idiota... — Provocou-me.

Para resumir, depois disso continuamos com essa conversa enquanto eu passava o molho para outra panela, terminei de fazer o macarrão e a almôndega, jantamos e discutimos como duas crianças pela última almôndega da panela, nós a dividimos, fizemos as pazes e namoramos de novo como dois tarados, até porque depois de uma briguinha que seja a gente sempre tem que se pegar, é a nossa lei.

Fomos dormir um pouco tarde, no meu quarto e bem juntinhos, para não correr o risco de nos pegarem no flagra, eu tranquei a porta do quarto. No dia seguinte, eu acordei e ele já não estava mais na cama, eu me despreguicei estando só de sutiã e calcinha. Eu fui até o banheiro fazer as minhas necessidades matinais, eu tomei um banho, escovei os dentes, fui até o meu quarto pegar uma roupa decente, até porque meus pais podem ter chegado e eu não quero que eles desconfiem de nada.

Eu dei umas olhadas nos quartos, no banheiro, na sala e não vi nenhum sinal dos velhos, isso indica que ainda tenho alguns segundos a mais sozinha com o meu mor. Fui correndo até a cozinha e lá estava o Henry todo enrolado fritando ovos. Eu não me contive e comecei a rir dele. Ele me viu e disse:

— Quem mandou você acordar e ainda vir até aqui?

— Ih, bom dia para você também, grosso... Respondi parando de rir.

— Grosso nada, eu queria levar o café para você na cama, mas você estragou a surpresa. Disse ele virando o ovo.

— Relaxa, é só eu subir de novo e você levar lá. Que tal? — Sugeri.

— Agora não tem mais graça. Disse ele.

— Tem sim. É só você chegar lá e eu fazer assim — Fiz uma cara de surpresa das bem forçadas — Amor, você fez mesmo isso para mim?!

Ele começou a rir de mim e disse:

— Não dá, nem para fingir as coisas você serve. — Ele começou a me provocar de novo.

Eu fiquei boquiaberta, mudei rapidamente de humor e saí pisando duro de perto dele.

— Ei! Espera amor, desculpe-me — ele riu — Eu falei brincando.

— Mas magoou. Falei cabisbaixa.

Ele me abraçou por trás e falou baixinho:

— Magoou é? Me desculpe... Eu prometo que vou tentar não fazer mais.

— Mas é para conseguir, não tentar. Respondi falando algo sem noção, mas falei sem pensar gente, peguem leve comigo.

— Como vou conseguir sem tentar? Perguntou ele me fazendo rir da burrice que acabei de dizer.

— Culpa sua, idiota. Você é que me faz falar uma burrice atrás da outra. Falei ainda rindo.

— Queridos, chegamos! Ouvi a voz da minha mãe.

— Acabou a festa dos ratos, os gatos chegaram. Murmurou ele me fazendo rir ainda mais.

— Do que os pombinhos estão rindo? Perguntou o meu pai se aproximando de nós.

— Nada não, é o seu genro que é um idiota mesmo. Respondi parando de rir.

— Nós voltamos? Perguntou Henry.

— Voltamos? Perguntei.

— Você disse “genro”. Disse a minha mãe.

— Mas a gente não voltou, eu falei por impulso... — Expliquei-me.

O Henry pareceu não gostar muito do que eu disse, mas é a verdade.

— Já tomaram o café? Perguntou o meu pai.

— Não, eu estava fritando os ovos e... — Disse o Henry fazendo cara de espanto e indo correndo até a cozinha ver se os ovos queimaram.

Eu fui atrás dele rindo, mas eu sabia que não tinha queimado nada, pois ele apagou o fogo antes de eu ter saído da cozinha.

— Ufa — Disse ele escorado na pia.

— Eu vi que você tinha apagado o fogo... Idiota. Falei.

— Por que não me falou? Perguntou ele.

— Porque você não perguntou. Falei ainda rindo.

Meus pais ficaram nos olhando na porta da cozinha abraçados e meu pai disse:

— Vocês estão parecendo comigo e Rose quando acabamos de nos casar.

— É verdade, sinal que vocês vão se casar. Disse a minha mãe sorrindo para nós e dando um selinho no meu pai.

— Mãe! Tem criança aqui. Exclamei.

— Quem? Perguntou ela.

Aí eu apontei para o Henry e ele disse:

— Não sei desde quando criança faz criança...

O quê? Eu não acredito que ele falou isso! Não me mate de vergonha, seu idiota! Para que falar isso na frente dos meus pais?!

Eu fiquei mais que constrangida com aquilo e meus pais riram da gente... Espere! Eles não ligaram? Estranho, muito estranho...

— Leve-o para conhecer a cidade, Amber. Disse a minha mãe saindo dali com meu pai.

— Tá, mas eu não quero ir de carro. Respondi.

— Vocês têm bicicletas? Perguntou Henry.

— Temos sim. Respondi.

— Então vamos de bicicleta. Disse ele.

— Gostei da ideia — Sorri — Mas eu não sei se ainda sei andar de bicicleta, faz anos que não ando.

— Ninguém nunca se esquece de como se anda de bicicleta, então relaxa. Disse ele.

— Fechado então. Respondi sorrindo.

Nós tomamos café, nós descansamos um pouco, eu troquei de roupa e coloquei óculos escuros, ele também e eu peguei a bicicleta que estava toda decorada com flores, só podia ser coisa da minha mãe, mas eu nem liguei.

Nós começamos pelos bairros, desde os mais quietos como o meu, até os mais agitados, passamos pelo parque, centro e praça. Ele parecia gostar mesmo da cidade. Eu estava com fome, então paramos para comprar um sorvete. Tudo bem que sorvete não mata fome, mas tapeia. Descemos das bicicletas e fomos até a carrocinha.

— Duas casquinhas, por gentileza. Pediu Henry.

— Você não é americano, é? Perguntou o vendedor de sorvetes.

Eu ri, porque era bem notável isso e ele disse:

— Não, sou britânico.

— Logo vi... Quais sabores? Perguntou-nos.

— Napolitano. Respondi.

— Morango. Disse ele.

O vendedor fez os sorvetes, nos deu, pagamos e fomos até um banco nos sentar para tomarmos.

— Hm... É saboroso. Disse Henry se deliciando com o sorvete dele.

Eu ri dele e falei:

— É mesmo.

— O que foi? Está rindo do quê? Perguntou ele.

— De você, parece criança que nunca viu sorvete antes. Respondi rindo.

— Depois você diz que eu que gosto de provocar. Disse ele rindo.

P.O.V Scott Simpson

Nada melhor do que a hora do almoço, a hora em que você se livra do trabalho para se alimentar, comer é muito bom. Salve ao horário do almoço. Tranquei a loja, pois Megan já havia ido almoçar em casa e fui caminhando até o shopping. No caminho vi algo que não me agradou nem um pouco, a Amber estava se divertindo com outro cara e quem é esse moleque? Toda a minha felicidade e empolgação do horário de almoço foi para o ralo após ver aquela cena, a Amber toda alegrinha rindo com aquele otário, como se estivesse toda apaixonada... Mas será que ela está? Será que ela realmente me superou e o trouxa apaixonado da vez sou eu? Puta merda...

Notas finais
E aí, o que acharam? Comentários sempre são e serão bem-vindos, amores! Beijooooooooooooooos e até o próximo capítulo :* :*