After that Everything Changed

23 Damn! I'm Falling in Love Again...


Notas iniciais
Olá amores!! Thanks pelos reviews flores s2 s2 E para justificar, eu não estou respondendo aos comentários ainda com medo de dar com a língua nos dentes e falar coisas demais, se é que me entendem. Então, por favor, flores não precisam ficar com raiva ou achando que estou esnobando o comentário de vocês, mas é por sigilo dos acontecimentos finais que estou procurando não responder agora, mas eu vou responder quando tudo estiver pronto, I promise! Espero que gostem do capítulo, vidas *----* Kisses and Enjoy :* :*

O que será que está acontecendo comigo? Eu não consigo mais fazê-lo parar, nem me fazer parar, na verdade, eu não quero parar. O beijo dele é maravilhoso, me traz sensações únicas, que eu não senti antes, me faz me esquecer de tudo, das circunstâncias, dos problemas, da vida, de tudo mesmo... É como se o mundo parasse para que aquele momento acontecesse, como se o tempo congelasse e os únicos em movimento fôssemos nós, nós dois. Ele foi diminuindo o ritmo do beijo e parando-o com vários selinhos demorados, o que fazia ser irresistível, eu não queria que acabasse não mesmo. Nós encostamos nossas testas, fiquei com meus olhos fechados, apenas ouvindo nossas respirações ofegantes e sorrindo como uma idiota apaixonada, nós demos uns beijos esquimós e, em seguida, ele me deu um abraço tão forte e caloroso que me fez senti-me segura.

— Eu tenho certeza que estou apaixonado por você, Amber... Sussurrou ele me dando beijos na testa.

Eu corei e fiquei com um sorriso sem graça no rosto.

— Eu me lembro desse rubor no seu rosto quando eu insinuei que te beijaria no dia do nosso primeiro beijo — Disse ele acariciando o meu rosto e sorrindo para mim, aquele sorriso mexe demais com o meu psicológico — Você fica ainda mais linda corada.

— Para... Pedi abaixando o rosto com minhas mãos no rosto.

— Isso foi um elogio, achei que a palavra certa fosse obrigada?! Disse ele me caçoando por está sendo ainda mais tímida.

Eu literalmente não estava raciocinando bem, porque eu no meu juízo normal daria um fora nele ou algo do tipo, mas não, eu somente sorri para ele tirando lentamente as mãos do rosto.

— Acho que está ficando tarde para você ficar na rua, você não é do tipo de garotas que se pode agir de qualquer jeito e eu não farei isso com você... Então, posso leva-la para casa agora? Perguntou-me surpreendendo-me ainda mais.

— Se você quer assim, tudo bem. Respondi sorrindo ainda olhando nos olhos dele.

— Vista-se direito com a jaqueta. Disse ele me soltando.

— Está bem... Respondi enfiando meus braços na jaqueta e me ajeitando.

Nós descemos pelas escadas e levamos quase cinco minutos até chegarmos ao chão. Ele me abraçou pelo ombro, eu coloquei uma das minhas mãos em sua cintura e fomos andando até o carro dele.

— O que achou desta noite? Perguntou-me abrindo a porta para que eu entrasse.

— Como eu disse quase toda a hora, surpreendente é o nome oficial desta noite. Respondi olhando para ele que ficou esperando até ouvir minha resposta.

Ele fechou a porta, deu a volta sorrindo e coçando a nuca até chegar à porta do lado dele, entrou fechando-a, ligou o carro e me levou até a minha casa. No caminho nós não trocamos nenhuma palavra, apenas ficamos como dois tímidos idiotas trocando olhares e sorrisos, foi até fofo. Quando chegamos à frente de minha casa, ele disse:

— Quer que eu vá com você até a porta?

— Não, não precisa... Muito obrigada. Respondi com um sorriso de canto.

— Te vejo amanhã? Perguntou-me se aproximando de mim como quem quer beijo.

Eu mordi o lábio desejando beija-lo também, mas virei o rosto dizendo:

— Sim...

Ele pegou no meu rosto de leve, eu virei para ele e ele fitou em meus olhos, depois nos lábios e me beijou novamente, mas foi um beijo mais ousado dessa vez. Uma de suas mãos foi para minha nuca e a outra para minha coxa. Eu fiquei toda arrepiada e, é claro, me entreguei aos beijos dele correspondendo na mesma intensidade. Peguei em sua nuca com minhas duas mãos quase indo para cima dele. As mãos dele vagaram pelas minhas coxas indo até minha cintura e ele ficou levantando de leve minha blusa por baixo da jaqueta, tocando com suas mãos frias na minha pele, mas quando me dei por si, parei rapidamente o beijo afastando-o de mim.

— Fiz algo errado? Perguntou ele ofegante.

— Quase fizemos — Respondi me ajeitando — É melhor eu ir.

— Foi mal. Disse ele.

— Tudo bem, eu também passei dos limites. Respondi abrindo a porta do carro.

Eu saí fechando-a acenei para ele e fui até a porta de casa abrindo-a. Eu olhei para trás e lá estava ele me olhando pela janela do carro, ele acenou para mim, eu acenei de volta sorrindo e entrei.

— Ih... Acho que seu plano não deu certo. Disse Alice que estava sentada no sofá me reparando.

Eu estava tão aérea que nem ouvi o que ela disse, fechei a porta sorrindo e passei por ela, dizendo:

— Boa noite, amiga.

— Ei, ei, ei! Volte aqui, sente-se ao meu lado e conte-me o que aconteceu com detalhes. Disse ela com voz autoritária.

— Ok... Respondi dando uma meia volta e me sentando ao lado dela.

— E então?! Perguntou ela.

— Bom... Foi uma grande surpresa para mim, uma atrás da outra digamos assim... Ele foi completamente diferente do que eu imaginava ou planejava e, eu descobri hoje que foi com ele o meu primeiro beijo... Respondi.

— Oh não... Disse Alice me olhando com espanto.

— O que foi? Perguntei confusa.

— Você está agindo da mesma forma como agia quando estava no início do namoro com o meu irmão. Ele te beijou? Perguntou ela.

— Se eu te disser que não estarei mentindo. Respondi olhando para um canto.

— E o que você sentiu? Perguntou ela.

— Ah... Foi um momento único. Eu não sei explicar! Foi... Foi mais de uma vez — Mordi o lábio — Eu sei que você é irmã do Henry e eu fico até meio sem graça de falar disso com você, mas eu não sei mentir e não quero mentir para uma de minhas melhores amigas.

— Amiga, aprenda uma coisa, por mais que você tenha tido algo com o meu irmão, isso não muda o fato de você ter um coração, não muda o fato de que é ele quem escolhe quem fica ou não dentro dele... Eu sei que você não tem culpa disso, até porque não mandamos no coração, você é a minha melhor amiga e eu não vou te julgar pelo o que faz ou deixa de fazer. No máximo, eu vou te aconselhar a fazer o que acho que é certo. Você fez o certo, deixou bem claro para o meu irmão o que está acontecendo, e é isso o que importa, não sei como isso acabará, mas eu estou na torcida pela sua felicidade. Disse ela me abraçando em seguida.

— Eu não sei como te agradecer por estar sendo desse jeitinho comigo. Falei a abraçando mais forte.

— Não precisa agradecer. Disse ela.

Eu me afastei dela, dizendo:

— Agora eu preciso dormir, estou exausta. Até amanhã, Lice.

— Até amanhã. Disse ela.

Eu fui até as escadas, entrei no meu quarto, fechei a porta e percebi que ainda estava com a jaqueta dele.

— Droga! Me esqueci de estregar... Murmurei tirando-a.

Eu olhei para ela e fiquei cheirando-a para sentir o perfume dele que era delicioso. Me joguei na cama abraçada com ela, quando caí em si eu murmurei:

— Que merda é essa que estou fazendo?

Dei os ombros para os meus pensamentos e adormeci assim.

Bom, para ser bem direta, vamos ao ponto... No dia seguinte, nós nos encontramos novamente, dessa vez fomos ao parque de diversões, nos divertimos bastante, fomos à vários brinquedos que faz nossa adrenalina ir ao máximo. Depois de cansarmos de tanta adrenalina demos umas voltas pelas barracas, tinha a pescaria, tiro ao alvo, acerte a cesta e a do beijo. Ele parou e ficou olhando para a do beijo e eu dei uma cotovelada na barriga dele e ele disse:

— Ei!

— Ei o quê? Perguntei olhando para ele com uma das sobrancelhas erguida.

— Por que fez isso? Perguntou-me.

— Porque você estava quase engolindo as garotas daquela droga de barraca com os olhos. Exclamei sem querer.

Ele começou a rir e disse:

— Não estava nada.

— É claro que estava, seu imbecil! Não minta para mim. Respondi deixando bem claro que estava com ciúmes.

— Você está com ciúmes? Perguntou ele.

— O quê? Não! É claro que não! Respondi revirando os olhos.

P.O.V Scott Simpson

Para dizer a verdade, aquelas garotas da barraca não me interessavam nem um pouco, eu estava testando a Amber, só para ver se ela sentia ciúmes de mim, eu precisava saber por que eu não queria estar sozinho nessa.

— Ah não? Você me dar uma cotovelada dessa atoa?! E ainda fica com essa carinha de brava só por eu ter olhado para a barraca. Disse ele rindo.

— Eu não tenho ciúmes de você, idiota... Quer saber? Que se dane! Disse ela se afastando de mim.

— Ei! Espere... Falei correndo atrás dela.

Ela parou na barraca de tiro ao alvo, ficou debruçada batendo o maior papo com um carinha que não tirava os olhos dos peitos dela. E eu, é claro, fiquei puto de raiva. Eu cheguei abraçando-a por trás, dizendo:

— Vou ganhar um urso enorme para você guardar no seu quarto e se lembrar de mim sempre que olhar para ele, amor.

P.O.V Amber Connor

Que porra é essa? Desde quando sou o amor dele? Isso está me cheirando a ciúmes do meu novo amigo.

— Dá para me soltar, idiota?! Você fazendo assim fica parecendo que sou sua namorada, e quero deixar bem claro que não sou. Estou totalmente solteira. Respondi provocando-o.

Ele puxou-me pela mão fazendo me girar, pegou em minha cintura de um jeito incrível e sussurrou:

— Vamos ver — E beijou-me.

Eu o afastei de mim, peguei a arma e falei:

— Mostre o que sabe fazer.

Ele sorriu de canto mim, mirou e disse:

— O melhor urso daqui será seu.

O carinha da barraca não gostou nem um pouco de me ver ser beijada pelo Scott, mas ele tinha que trabalhar, não é mesmo?

Incrivelmente o filho da mãe do Scott acertou em cheio uma pilha de latas de primeira.

— Aê! É disso que estou falando! Exclamou ele comemorando.

Eu fiquei rindo dele e ele me deu um selinho, dizendo:

— Escolha o que quiser gatinha.

— Eu quero aquele poodle ali. Respondi apontando para uma pelúcia que parecia ser de verdade.

Scott pagou e pegou a pelúcia e eu dei o nome dela de:

— Stella.

— Mas Stella é nome de gente. Retrucou Scott.

— E daí? Ela tem carinha de Stella e fim. Respondi abraçando a minha cachorrinha.

— Está bem... Disse ele.

Depois disso, ele me levou para casa e, vamos pular essa parte... Os dias foram se passando, nós dois estávamos cada vez mais próximos e foram poucas vezes em que ele tentou transar comigo, quer dizer, ele não tentou, mas o clima esquentava demais, aí nem eu me comportava como deveria e rolava os nossos quase, no carro, no elevador do shopping, na porta da minha casa, no terraço (fomos várias vezes lá) e é, foram nesses lugares mesmo. Mas não rolou, ele me respeita muito, o respeito dele vai além de todas as minhas expectativas, mas ele sempre diz que “só quer que aconteça caso eu queira de verdade, não só por ele, mas por mim também” e isso só me faz gostar ainda mais dele. Merda, eu estou gostando ainda mais dele.

Notas finais
E aí, o que acharam? A Amber vai se entregar aos encantos do Scott ou não? Reviews sempre são e serão bem-vindos!! Beijooooooooooooooooooooooooooooooos amores da minha vida e até o próximo capítulo s2 s2