After that Everything Changed
27 And When Everything Seems to be in Place parte 2
Notas iniciais
P.O.V Amber Connor
Os dias foram se passando, eu e Scott estávamos praticamente namorando, e isso é de verdade, eu nunca me imaginei, não depois que voltei que um dia me veria com ele, nunca imaginei conhecer o lado carinhoso, atencioso, fiel e afins dele, nunca mesmo. Eu posso dizer que, pelo menos por enquanto ele está cumprindo com o que disse, até porque realmente ele está fazendo valer a pena cada minuto, segundo, milésimo passado ao lado dele, eu me sinto tão única, amada e feliz, não sei por quanto tempo isso irá durar, mas “que seja eterno em quanto dure e que dure para sempre”. Nós continuamos saindo juntos, às vezes íamos um na casa do outro passar o dia, nos fins de semana, porque ele trabalhava, às vezes, eu ia ao trabalho dele perturbá-lo um pouco... Um dia ele resolveu ir à minha casa para conhecer os meus pais, sendo que o idiota já conhecia desde pequeno, mas queria me pedir em namoro, coisa que eu não queria, não mesmo. Até porque eu sei que daqui a alguns dias nós vamos embora, eu para Stanford e ele para Yale, ficaremos muito distantes um do outro, não tem como namorar a distância, principalmente com ele. Por mais que eu o ame, eu não confio totalmente nele, não ainda e o suficiente para ter um relacionamento à distância, mas voltando a ideia de jerico dele, de tanto me encher a paciência eu o deixei ir jantar um dia lá em casa, com a condição de ele não me pedir em namoro, porque eu não aceitaria, deixei bem claro. Quando falei para os meus pais que ele ia jantar lá em casa, os dois falaram o de sempre “o quê?”, eu já estava mais que acostumada com essa reação deles, então nem liguei. Na noite do jantar, foi muito constrangedor, de início todos ficaram calados e eu já estava ficando constrangida com aquele clima, então eu falei:
— Que tal pularmos para a parte de comermos o prato principal?
— Boa ideia, morta de fome. Caçoou Scott.
— Que educação é essa, Amber? Eu não me lembro de ter a dado para você, minha filha. Disse minha mãe boquiaberta.
— Ai gente, vocês não falam nada, fica um encarando o outro, já estava me deixando agoniada, então é melhor comer. Respondi arrumando o meu prato.
Meu pai estava sem expressão facial, minha mãe trocou olhares com ele, o Scott só sabia rir de mim e eu revirei os olhos.
— A minha intenção em vir aqui foi pedi-la em namoro, mas se você não quer o que quer que eu diga mais? Disse Scott me fazendo querer jogar o meu prato com comida e tudo na cara dele.
O que ele estava pensando quando disse isso? Será que ele não pensou no que os meus pais pensarão de mim? Tem que ser muito imbecil mesmo...
— Que história é essa, Amber? Perguntou o meu pai assustado.
— Obrigada idiota — Falei olhando com cara de raiva para o Scott — Então pai, eu não quero namorar ele porque nós ficaremos anos afastados um do outro, não tem condição de namorarmos assim, por mais que a gente se goste, eu não estou pronta para um namoro à distância, e eu tenho certeza de que ele também não está...
— Por você, eu estou pronto para tudo. Disse o Scott me olhando sorrindo.
— Para Scott, você não sabe o que é isso, nunca teve um relacionamento sério com alguém antes, não vou confiar em você assim, não agora. Respondi sendo sincera até demais.
— Isso mesmo, pode jogar na minha cara. Disse ele mudando sua expressão de apaixonado para magoado.
Mas o que ele quer que eu faça? Eu só fui sincera, por mais que ele tenha mudado, eu não quero me arriscar, eu já me magoei demais com ele e não quero que as coisas piorem.
— Scott... Falei me sentindo culpada por ter dito o que disse na frente dos meus pais, sendo que eles já sabiam de tudo mesmo.
— Com licença, eu acho que perdi a fome. Disse ele se levantando e indo para outro cômodo.
Eu me levantei indo atrás dele e dizendo:
— Me desculpe.
— Você acha mesmo que eu gostei de ouvir o que me disse? Que eu não tenho maturidade o suficiente para ser o seu namorado e que não confia em mim? Perguntou ele se virando para mim.
Eu mordi o lábio e respondi:
— Eu não tive a intenção de te dizer isso...
— Mas disse. Respondeu ele.
— Eu sinto muito, mas é que você era...
— Eu sei como eu era e eu não sou mais assim, droga! O que mais eu tenho que fazer para provar isso a você? Perguntou-me.
— Eu não sei... Respondi baixinho me aproximando dele.
Ele me abraçou e eu beijei os seus lábios, eu estava arrependida de ter jogado a verdade na cara dele, acho que ele me desculpou, até porque se não desculpasse não me abraçaria como abraçou, não me beijaria como me beijou, não me acariciava como me acariciou e não sussurraria “eu te amo” como sussurrou ao pé do meu ouvido.
Depois disso, nós ficamos juntos durante quase toda a noite, mas não fizemos nada além de trocar beijos e carícias. Nas outras vezes em que ele foi lá à minha casa, meus pais o tratou melhor, e isso foi gradativamente... Foram 12 dias inesquecíveis.
Infelizmente ou não, chegou o dia do nosso embarque, o meu para a Califórnia e o dele para Nova York. Eu estava com medo, não exatamente da faculdade, mas de nos distanciarmos tanto, do que seria daqui para frente, se ficaríamos juntos no final ou não. Isso tudo me assustava imensamente, mas eu sempre tentava mostrar que estava tudo bem, que eu não me preocupava com isso, quando no fundo isso me consumia por dentro. Fomos juntos para o aeroporto, o meu voo era o primeiro. Meus pais, é claro, me acompanharam e os pais dele também o acompanharam, porém nós dois fomos no carro do meu pai, queríamos aproveitar os nossos últimos segundos juntos antes de partirmos. Ele pegava na minha mão me fazendo acreditar que tudo ficaria bem. Chegamos ao aeroporto e ele disse:
— Você promete para mim que não vai ficar com esses manés californianos?
— Só se você me prometer que não vai ficar com essas vadias nova iorquinas. Respondi com os olhos marejados.
— Mesmo se elas forem gostosas? Perguntou ele brincalhão.
Eu fiquei totalmente séria e ele riu dizendo:
— Tá eu prometo, mas e você?
— Mesmo se eles forem gatos? Perguntei fingindo ser séria.
— Para de palhaçada, Amber. Disse ele rindo.
— Mas eu estou falando sério. Eu separei um caderno para numerar os gatos que pegarei na faculdade. Respondi sendo bem convincente.
— Porra Amber, eu parei com isso e você quer começar? Se eu souber que algum putinho dos teus colegas tentou algo contigo eu vou para lá e mato um por um. Disse ele parecendo estar puto e ter acreditado no que eu disse.
Eu tive uma crise de risos e ele não entendeu nada.
— Você acha mesmo que só porque vou para a faculdade vou virar uma vadia? Fala sério, amor. Respondi envolvendo meus braços no pescoço dele.
Ele pegou na minha cintura e disse:
— Nunca mais insinue nada do tipo se não quer que eu morra ou mate alguém.
Eu ri e falei:
— Eu não tenho culpa de você ser tão lerdo.
— Você que é uma ótima mentirosa, deveria ser atriz. Disse ele entre selinhos.
— Hm... Vou ver se passo por Hollywood e deixo um currículo. Caçoei.
— Vou sentir falta do seu sarcasmo, da sua ironia, chatice, do seu sorriso, dos seus beijos, do seu corpo... Disse ele diminuindo gradativamente a voz, me deixando arrepiada com aquela rouquidão tão sexy.
— Eu não vou morrer não, só para deixar bem claro. Respondi tentando descontrair aquele momento para não chorar.
Ele riu e disse:
— Acho que eu que vou morrer de saudades.
— Hm... Eu nem vou. Respondi tentando ser esnobe.
— Sei... Você está quase chorando. Disse ele.
— Estou nada. Falei tentando disfarçar.
— Aham... Vou fingir que acredito em você. Disse ele rindo de mim.
— Já estou vendo os dois chorando, um em cada avião morrendo de saudade um do outro. Disse Florence rindo.
— E eu estou vendo você se acabando em lágrimas de saudade de mim, Sra. Simpson. Disse Scott rindo.
— Eu? Que nada, nem vou sentir. Disse ela brincalhona.
— Eu não gosto de mentir, vou sentir muita saudade da minha filhinha, apesar dela já ter ficado dois anos fora, mesmo assim é como se fosse a primeira vez que ela vai embora. Disse a minha mãe toda emotiva me fazendo chorar junto com ela.
— Awn mãe. Falei indo abraça-la.
— Awn que lindo. Caçoou Scott afinando a voz e me fazendo rir ainda chorando.
— Senhores passageiros, o voo com destino à Los Angeles decolará daqui a cinco minutos. Ouvimos o anúncio.
— Mas já?! Reclamou Scott.
— Chegamos em cima da hora. Falei desanimada.
— Antes que você grude nesse garoto de novo, vem aqui. Disse o meu pai me abraçando.
Todos nós ficamos rindo e eu falei:
— Mas eu não ia grudar nele.
— Sei... Vou sentir sua falta. Disse ele.
— Também pai, mas no natal eu virei visitar vocês. Respondi enxugando o rosto.
— Está bem, agora você pode grudar nele. Disse o meu pai brincando.
E eu ri. Eu fui andando até o Scott que quando me abraçou tirou meus pés do chão e rodopiando, eu comecei a gritar pelo susto que ele proporcionou em mim e ele ficou rindo.
— Escandalosa. Disse ele parando e me colocando no chão.
— Idiota! Você me pegou no susto. Reclamei parando de rir ainda com meus braços em volta do seu pescoço.
— Aham... Disse ele se aproximando para me beijar.
— Você não cansa de me beijar? Murmurei com ele roçando os lábios nos meus.
— Nem um pouco. Disse ele selando-me em seguida.
Esse foi o nosso último beijo antes do meu embarque, ou melhor, dos nossos embarques. Era como se tudo parasse naquele momento, não sentia mais o tempo passar nem nada, só o gosto delicioso dos lábios dele em mim, o ritmo delirante do nosso beijo... Pena que anunciaram de novo o meu voo, que raiva. Paramos o nosso beijo com selinhos demorados.
— Foi séria a sua promessa? Sussurrei suspirando.
— É claro que foi, mas e a sua? Perguntou-me suspirando também.
— Você ainda duvida? Perguntei sorrindo para ele.
— Sei lá, vai que...
— Idiota... Falei rindo.
— Chata. Disse ele sorrindo.
— Imbecil.
— Marrenta.
— Convencido.
— Esnobe.
— Cachorro.
— Gatinha.
— Lindo.
— Gostosa.
— É melhor pararmos por aqui. Falei olhando para os lados vermelha de vergonha.
— Está com vergonha? Perguntou ele rindo de mim.
— Nem estou. Respondi.
— Imagine se estivesse... Disse ele me beijando novamente.
— Hm... Eu tenho que ir, se não eu perco o voo. Falei.
— Vai não, fica aqui comigo...
— Com coisa que você vai ficar. Falei com a sobrancelha arqueada.
— Se você me disser agora que fica eu desisto de tudo e fico por você. Exclamou ele.
— Você é muito idiota garoto, todos vão voltar à atenção para a gente. Falei constrangidérrima.
— Foda-se. Vai ficar ou não? Perguntou.
— Não! Tá maluco ou o quê? Eu não vou desistir do meu sonho, nem pensar. Isso aqui não é fim de filmes de Hollywood não meu amor, pés no chão por gentileza. Falei determinada.
— Está bem, foi mal, eu viajei. Disse ele.
— Eu tenho que ir se não eu perco o meu avião... — Dei um selinho nele, peguei minhas bagagens e fui embora acenando para eles.
— Eu te amo, Amber Connor! Exclamou ele, enquanto eu estava chegando ao detector de metais.
— Seu louco! Exclamei.
— Não, era para você dizer que me ama também! Exclamou ele.
— Nunca querido! Falei rindo.
Ele ficou com carinha de cachorrinho abandonado, eu continuei rindo dele e mandei um SMS para ele dizendo:
“Eu te amo, seu idiota!”
Eu tive que dar uma corridinha, até porque eu já estava atrasada para o voo e já estavam tirando a escadinha da porta do avião quando cheguei lá, assim que falei com um dos homens que trabalhava lá, eles colocaram novamente a escada no lugar e eu subi.
P.O.V Henry Arnecker
Depois daquele dia em que eu beijei Marie sem mais nem menos, ela não me procurou mais e eu não conseguia mais parar de pensar nela, naquele beijo, no que ela me disse e, eu não sei, mas eu estava tão focado nela que acabei deixando de pensar na Amber. Eu não estava entendendo como aquilo era possível, mas estava acontecendo. Eu continuei no meu mundo por todos os dias desde que cheguei, mas hoje eu preciso vê-la, saber como ela está, se ainda está bem, se pensa em mim como eu ando pensando nela... Será que eu estou me apaixonando por ela? Droga, de novo não...
Eu fui até o quarto da Alie e entrei dizendo:
— Tem notícias da Marie?
— Hã? Perguntou ela.
— Eu perguntei se tem notícias da...
— Eu entendi, mas é sério que está perguntando de alguém que não seja a Amber? Disse ela interrompendo-me.
— Ha! Ha! Muito engraçado — Fiz cara de tédio — Tem ou não?
— Tenho, ela embarca hoje para Paris. Disse ela na maior naturalidade.
— O quê? Exclamei.
— É. Eu não te contei? Ela vai ser modelo agora, legal né? Eu queria ir lá me despedir dela.
— Ela não pode fazer isso... Murmurei.
— O quê? Perguntou Alice.
— Nada... Falei saindo.
— Onde está indo? Perguntou-me.
E eu não respondi, eu só peguei a chave do meu carro e fui rapidamente até a casa da Marie, mesmo não me lembrando de onde ficava. Eu dirigia pensando nela, as palavras que ela disse ficavam se repetindo continuamente na minha mente, o gosto dela ainda estava em meus lábios e caramba! Eu estou enlouquecendo.
P.O.V Marie Stewart
Eu não estava nem um pouco empolgada com a ideia de ir para outro país seguir carreira de modelo, na verdade, eu nem queria muito isso, mas eu tive que aceitar que o que eu quero eu não terei. Depois daquele dia em que Hen beijou-me, eu só soube esperar por ele, esperar ele vir me procurar, até porque quando um beijo causa efeitos positivos em nós, nós queremos repetir, repetir e repetir novamente, mas acho que não causou nada nele... Eu recebi essa oportunidade num momento bom, até porque tenho certeza que indo para outro país, não tendo contato algum com ele, eu conseguirei esquecê-lo e quem sabe, encontrar alguém que me faça bem. Arrumei minhas malas, tomei um banho, perfumei-me, maquiei-me e fiquei aguardando o meu futuro empresário.
— Calma minha filha, assim perfurará todo o carpete. Disse a minha avó.
Eu esqueci-me de dizer, eu fui criada pelos meus avós, até porque perdi meus pais num acidente de carro quando eu tinha apenas três anos.
— Eu estou muito ansiosa, vovó. Respondi roendo minhas unhas.
— Pare de roer as unhas, elas ficarão horríveis e eles não irão querer te contratar, besta. Disse a minha irmã mais velha, Sarah.
— Eu não consigo. Resmunguei.
Ouvimos o som de buzina tocando três vezes e eu falei:
— Deve ser ele! — e corri até a porta.
— Calma minha filha... Disse o meu avô rindo.
Assim que abri a porta fiquei pasma ao ver quem era, eu não acreditei mesmo no que eu via.
— Hen?
— Podemos conversar? Perguntou ele com uma mão no bolso e outra na nuca, totalmente sem jeito.
— Ah... Tudo bem... Claro! Respondi mais sem jeito que ele.
— Hm... É... Eu queria ter vindo antes. Disse ele.
— Hã? Perguntei.
— É que aquele beijo, o nosso beijo... Eu não consigo pensar em mais nada ultimamente, a não ser nele. Disse ele.
Pode parecer idiota, mas eu senti meu coração dar um salto e o rubor de minhas bochechas ao ouvir aquilo.
— Por que não veio antes? Perguntei.
— Porque eu tive medo. Medo de errar com você, comigo. De te magoar, de me magoar... Medo de tentar novamente, de dar mais uma chance para o amor, de me arriscar... Medo de amar você. Respondeu ele me deixando sem fala.
— Ah... É... Hm... — E ele me beijou, sim ele me beijou, eu estava nos braços dele, senti o quanto ele desejava aquilo, senti o quanto eu o desejava e agora eu o tinha.
Ele parou o beijo com selinhos demorados e disse:
— Por favor, não vai embora, não me deixe, por favor... Eu quero tentar.
— Você tem certeza de que não está confundindo nada? Que é isso mesmo o que quer? Eu não quero abrir mão disso por um capricho seu... Eu quero ter garantia de que está certo disso. Respondi olhando em seus olhos.
— Eu tenho... Eu estou sentindo algo por você, eu não consigo mais parar de pensar em você... Me dê uma chance, nos dê uma chance? Disse ele acariciando meu rosto, olhando-me nos olhos.
— Espero não me arrepender. Respondi envolvendo meus braços em seu pescoço e ficando na ponta dos pés.
Ele sorriu para mim e eu para ele e nos beijamos novamente. Depois daquele momento, ele me pegou pela mão e disse:
— Vem comigo.
— Para onde? Perguntei curiosa.
— Não sei, só venha. Disse ele parecendo ter perdido o juízo.
— Tá. Respondi rindo dele.
Entramos ao carro dele e andamos sem destino por Liverpool, acho que até passamos dos limites da cidade, mas não ligávamos mais para nada. Ouvíamos música, cantávamos como dois loucos e ríamos como dois felizardos ou drogados, eu amava aquilo, foi o melhor dia da minha vida. Nós paramos para comer uma vez, depois fomos até uma costa e ficamos sentados na beira do mar jogando pedras na água.
— Até que essa foi bem longe. Falei sorrindo.
— Tenta jogar mais distante. Disse ele.
E então eu joguei e foi muito fraco, começamos a rir do meu fracasso e ele pegou no meu rosto acariciou, me fazendo fitar o seu lindo rosto e disse:
— Você vai conseguir.
— Eu já desisti. Respondi ainda rindo de mim mesma.
Ele se levantou estendeu a mão e disse:
— Vem cá.
Eu peguei em sua mão me levantando e ele pôs uma pedra na minha mão, pegou na minha mão e ele me abraçou por trás, eu fiquei um pouco sem graça e ele disse:
— Vou te dar uma forcinha.
— Tá. Respondi sorrindo.
— Pronta? Perguntou-me.
E eu assenti, ele me ajudou a dar impulso e eu lancei a pedra que foi muito mais longe.
— Ah! — Exclamei surpresa, virando-me e pulando nos braços dele — Nós conseguimos.
— É... Conseguimos. Disse ele meio surpreso com a minha reação.
— Me desculpe. Falei caindo na real e saindo do colo dele.
— Tudo bem. Disse ele me levando até ele novamente e me beijando.
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