Across Realms

8 Capítulo 7 – The Heart-Ripper


Notas iniciais
Gente, mil perdões por demorar pra atualizar a fic. Não abandonei ela não, tá!? Mas esse final de semestre na faculdade estava uma loucura, daí fui viajar e fiquei sem wifi... Mas enfim, agora estou de volta e vou tentar regularizar as postagens. Espero que ainda tenha leitores, rs. P.S.: Esse capítulo é dedicado à Maluh do grupo no whats, que mandou uns aúdios super fofos, surtando com a fic. Isso faz um século, mas ainda tá valendo. Obrigada anjo *---*

O som causado pelo badalar dos sinos deveria ser algo agradável aos ouvidos, mas para o trio, aquele som era insuportável. Ele parecia mais alto que o normal, causando uma dor de cabeça enorme nos três. Aquele som significava o fim. Eles haviam perdido.

Emma e Regina interromperam seu percurso e nada falaram. As duas estavam em choque. A morena finalmente conseguiu olhar para o lado e ver uma lágrima solitária deslizar pela bochecha de Emma. Ela sentiu seu coração apertar. Era tudo sua culpa.

“Eu não acredito” ouviram a voz de Henry. “Nós estamos presos aqui para sempre?” o desespero era visível em seu semblante.

“D-deve haver outra maneira de reverter isso” Regina tentou falar, fitando Henry e tentando evitar que seus olhos se encontrassem com os de Emma. Ela temia, que caso fitasse a loira, deixaria transparecer toda sua culpa.

“Não tem” a voz de Emma saiu fraca. “Não temos como voltar para casa.”

“Não” Regina praticamente gritou. “Nós não podemos perder as esperanças. Temos que achar uma forma de mudar isso. Temos que voltar pra casa” ela mesma começava a se desesperar. A morena achara que tudo se resolveria caso ficassem ali, mas agora, olhando a expressão de dor no rosto de Emma e Henry, ela sabia que os dois não seriam felizes ali. Ao menos não da forma como eram em Storybrooke.

A culpa deles permanecerem presos ali era dela, e Regina precisava resolver a situação. Ela se sentia responsável por isso.

Se fosse em uma situação diferente, Emma poderia rir daquele discurso sobre esperança de Regina. E a própria morena daria risada caso se lembrasse do quanto odiava toda aquela conversa de esperança, que era marca registrada de Snow. Mas ela estava decepcionada demais consigo mesma, triste demais e fraca demais até mesmo para sorrir. A loira tinha vontade de deixar-se cair de joelhos no chão e apenas chorar.

Aquele silêncio sombrio que tomou conta dos três, foi quebrado por risadas vindas da capela. Eles se viraram para ver Robin e Zelena saindo de braços enganchados, sorrindo um para o outro. Logo atrás dos recém-casados, vinham os convidados do casamento.

“Você veio” a ruiva disse animada ao ver Regina. “Está um pouco atrasada, mas ainda há tempo para a festa” sorriu, se aproximando com Robin ao seu lado.

A morena tentou sorrir, mas ela se encontrava tão fraca quanto Emma.

“Está tudo bem?” o ex-ladrão perguntou, preocupado ao ver que os três tinham uma expressão de tristeza nos rostos.

“Apenas tristes que perdemos a cerimônia” Regina tentou disfarçar, dessa vez conseguindo esboçar um breve sorriso.

“Por favor, não fique triste” Zelena disse segurando a mão de Regina. “Venham com a gente para a festa. Comida e bebida por conta da casa” sorriu simpática, abraçando-se em Robin.

Regina não sabia o que fazer. Eles recém haviam perdido a chance de voltar para casa. Mas ficar ali parados sem fazer nada também não ajudaria. Talvez seria bom se distraírem um pouco para depois pensar em como reverter a situação.

“Por que não!?” ergueu os ombros e devolveu o sorriso para a ruiva.

O casal continuou a sorrir e seguiu, junto com o restante dos convidados, na direção da taverna onde a festa aconteceria.

Regina virou-se para Emma. “Vamos aproveitar e comer algo decente, então podemos pensar melhor no que fazer a seguir.”

“Não há nada a se fazer” a loira sacudiu a cabeça.

“Hey” Regina segurou seu rosto com delicadeza, obrigando Emma a fita-la. “Não diga isso, okay? Nós não podemos desistir. Nós vamos dar um jeito, eu sei que vamos” disse com convicção.

“Mamãe tem razão” Henry se aproximou, chamando a atenção de Emma. “Você nunca desistiu, mãe. Vai dar o braço a torcer agora? Eu não vou deixar que isso aconteça. Nós vamos achar um jeito de voltar pra casa, juntos.”

Emma sorriu com o discurso do filho e beijou sua testa. A morena sentiu seu coração aquecer com aquela cena. Eles pareciam uma família, afinal. Os três.

“Agora vamos para a festa que eu estou morrendo de fome” o garoto passou a mão na barriga.

Assim que ele se virou e começou a caminhar na direção do restante dos convidados, que já estavam um pouco afastados, Emma puxou Regina para um rápido selinho.

“Obrigada por acreditar” ela disse acariciando a bochecha da morena, as testas encostadas uma na outra.

Regina segurou as duas mãos de Emma nas suas. “Nós vamos conseguir” reafirmou.

“Mães! Vamos!” Henry gritou de longe, se virando rapidamente e depois seguindo o caminho de novo.

As duas soltaram uma breve risada e seguiram o filho. Volte e meia, durante o curto percurso, suas mãos roçavam uma na outra e Emma segurava a de Regina por breves instantes antes de solta-la novamente.

~*~*~

Regina não imaginou que a festa de casamento de Robin e Zelena seria tão barulhenta. A taverna estava lotada com os familiares e amigos do casal. Garçonetes circulavam pelo local, enchendo o copo dos convidados e servindo comida.

Ela quase se arrependeu de ter aceitado o convite, mas então viu Henry no meio de um grupo de jovens, conversando alegremente. Eles pareciam entretidos com as roupas estranhas que o garoto vestia. Regina sorriu ao ver aquela cena.

“Estão se divertindo?” Zelena se aproximou saltitante de Emma e Regina, que estavam sentadas em uma mesa mais afastada da taverna.

“A festa está maravilhosa” Regina sorriu simpática. “Sinto muito pelas minhas roupas sujas” a morena olhou para si mesma, observando suas roupas surradas.

“Oh, bem capaz” a ruiva lhe sorriu. “Mas se isso te incomoda, posso arrumar outra coisa para vestir” sugeriu.

“Eu não quero incomodar você, ainda mais no dia do seu casamento.”

“Não será incomodo algum, Regina” a ruiva sorriu, já a puxando pela mão. “Será divertido, vamos!” a morena levantou, um pouco constrangida com toda a alegria de Zelena. A noiva virou-se para Emma, que observava a cena em silêncio e com um sorriso no rosto. “Eu ofereceria para a senhorita também, mas você está extremamente elegante” a ruiva piscou para Emma, e a loira sentiu seu rosto corar.

Ela riu enquanto Zelena puxava a morena pelo braço. Regina lhe lançou um olhar suplicante, o que só fez Emma rir ainda mais. Parecia que aquela Regina preferia roupas mais simples, e pelo estilo de Zelena ela provavelmente enfiaria a morena em algum vestido.

Emma ainda estava se acostumando com aquela Zelena alegre e saltitante, que nada lhe lembrava da Bruxa Má do Oeste.

“Mãe!” Henry juntou-se à loira na mesa e bebeu um copo de água. “Cadê a mamãe?”

“Zelena a levou para trocar de roupa” disse, rindo novamente ao lembrar da expressão no rosto de Regina.

“Eu espero que a gente se lembre de tudo isso quando voltarmos para Storybrooke” o garoto comentou, pensativo. “Acho que a Zelena poderia ser uma pessoa melhor, depois de passar por isso.”

Emma sorriu fraco. A possibilidade de voltarem para casa era tão remota. Mas Henry continuava com aquela esperança herdada dos Charmings. Ela precisava se agarrar a isso também, precisava ter fé de que voltariam para Storybrooke e que tudo daria certo.

“Falando nisso... Nós precisamos achar o Autor” Emma se inclinou sobre a mesa.

“Mas ele não pode mais mudar o livro.”

“Eu sei, filho. Mas talvez ele saiba alguma forma de voltarmos” explicou. “E se ele sabe, eu vou descobrir. Nem que eu tenha que força-lo a contar” Emma disse para si mesma, o tom de voz um tanto sombrio. Henry a observou em silêncio, estranhando a atitude da mãe.

Ele resolveu ignorar. “Eu vou voltar lá, com os garotos” avisou, levantando-se da mesa. “Quem sabe eu consigo chamar uma dama para dançar” disse em um tom travesso, piscando para Emma.

A loira arregalou os olhos com o comentário do filho e riu enquanto o observava se afastar. Henry havia crescido tão rápido que ela nem podia acreditar. Parecia que fora ontem, que o garoto de apenas 10 anos bateu na porta de sua casa, anunciando ser seu filho.

Os pensamentos nostálgicos de Emma foram interrompidos, quando ela desviou o olhar por um breve instante e deparou-se com Regina, do outro lado do bar. A boca da loira abriu em um perfeito “O” enquanto observava a beleza da mulher a alguns metros na sua frente.

Quando ela viu Regina, parecia que o mundo inteiro havia parado. Ela não escutava mais a música que era tocada, as conversas paralelas dos convidados ou os gritos alegres das crianças que corriam pela taverna. Ela ao menos via as pessoas presentes no local. Seu olhar estava totalmente concentro em Regina. E em como ela estava perfeitamente linda.

A morena tinha os cabelos negros e longos presos para trás, enquanto mechas caiam sobre seus ombros. Ela usava um vestido azul claro, com as mangas caídas, deixando seus ombros à mostra, junto com um decote discreto, mas extremamente sexy. O vestido era justo ao corpo até a cintura, e solto no restante, definindo suas curvas de forma perfeita. Os trajes eram simples e de algodão, mas caiam perfeitamente na morena.

Regina sorriu tímida ao ver como Emma praticamente lhe comia com o olhar, mas ao mesmo tempo a admirava de forma tão carinhosa. Ela se aproximou a passos lentos.

“Eu amo azul” ela disse em um tom quase infantil, parada de frente para a loira.

E só então, Emma saiu de seu transe. O barulho que preenchia a taverna voltando a atingir seus ouvidos e todas aquelas pessoas, que antes haviam sumido do seu campo de visão, estavam lá novamente.

Emma observou todo o rosto da mulher, entorpecida pela sua beleza. “Você.... Você está linda” conseguiu falar, ainda um pouco abobada com a visão à sua frente.

“Obrigada” a morena sentiu seu rosto corar e abaixou o olhar.

Emma levantou-se e segurou a mão de Regina, delicadamente. Ela depositou um beijo suave, fazendo a morena estremecer ao sentir seus lábios macios contra sua pele. “Me concede a honra dessa dança, milady?” perguntou, olhando profundamente nos olhos castanhos da outra.

Regina soltou uma risadinha com o cavalheirismo de Emma, e assentiu em silêncio. A loira lhe sorriu largo, e a puxou com calma para o local onde alguns músicos entonavam a melodia suave.

Emma continuou segurando a mão de Regina, enquanto a outra repousava sobre sua cintura, a puxando para mais perto do seu corpo. A morena apoiou a mão livre sobre o ombro de Emma e sorriu, quando começou a ser guiada por ela, no ritmo da música.

As duas estavam em um mundo só delas. Os olhares presos um no outro e o mundo ao seu redor havia evaporado mais uma vez. Tudo o que elas escutavam, era aquela linda melodia que guiava seus passos.

Regina quase sentiu seus olhos umedecerem com o momento. Era a primeira vez que ela dançava daquela forma com alguém. Nunca fora a bailes quando mais nova, e depois de ter ‘destruído’ o final feliz de Snow, tudo o que ela sabia era fugir. Mas agora ela estava ali, com a mulher por quem se apaixonara tão rapidamente e com quem sentia uma forte conexão, dançando uma valsa enquanto olhava em seus profundos olhos verdes, sem se importar com o que estava acontecendo ao seu redor ou com os olhares dos outros.

Elas não haviam notado, mas a taverna parou por um momento para ver as duas dançarem, o olhar apaixonado que elas trocavam era evidente para qualquer um que olhasse. Robin sorriu e convidou a noiva para uma dança. A ruiva aceitou alegremente e o casal se juntou às duas, que continuavam perdidas no olhar uma da outra.

Logo, mais casais se juntavam à eles.

“Quer saber!?” Emma sussurrou, sua respiração batendo contra os lábios de Regina, devido à proximidade das duas. “Eu serei feliz em qualquer Reino e em qualquer realidade, desde que eu tenha você e Henry ao meu lado” confessou, com um sorriso sincero nos lábios.

Regina devolveu o sorriso, deixando uma lágrima deslizar pela sua bochecha. Uma lágrima que misturava felicidade, por ouvir aquelas palavras da loira, e culpa, porque Emma estava sendo tão compreensiva sobre ficar naquela realidade e ela não tinha coragem de contar que aquela situação era culpa dela.

Mas ela precisava contar para Emma. Mesmo que a loira a odiasse para sempre, ela precisava ser sincera.

Henry observou, um tanto surpreso, suas duas mães dançarem. Elas não desviavam o olhar uma da outra por um segundo sequer e aquilo só podia significar uma coisa. O garoto sorriu com o pensamento. Que tolo fora ele, ao pensar que Robin fosse o final feliz de Regina, e que Hook fosse o de Emma. Como ele não viu que o tempo todo, o final feliz das suas mães, era uma à outra?

O garoto desviou o olhar e notou uma garota sentada sozinha em uma mesa mais afastada. “Grace!?” sussurrou para si mesmo. Ele mal podia acreditar que a garota que ele tinha uma quedinha estava naquela festa. Sem pensar duas vezes, aproximou-se e a chamou para dançar.

Grace lhe sorriu simpática, e aceitou o convite.

O jovem casal recém havia começado a dançar, junto com os outros convidados, quando um forte estrondo ecoou pela taverna. A música parou imediatamente, assim como os casais que se movimentavam com sua melodia. Todos olharam com os olhos arregalados na direção da entrada do local.

A porta de madeira estava contra o chão, e sobre ela um enorme lobo de pelagem marrom rosnava. Em posição de ataque e dentes à mostra, seus olhos frios passavam por cada convidado daquela festa, fazendo-os estremecer de medo.

“Ruby” a loira sussurrou assustada, reconhecendo a forma de lobo da amiga. Ela pôs-se na frente de Regina, na intenção de protege-la e procurou Henry no meio de todas aquelas pessoas, mas não conseguiu achar o filho.

Os olhos cor de mel da loba, pairaram sobre Emma e uivou em seguida. Todos estremeceram com aquele som e sentiram suas pernas falharem quando a tão temível Rainha Snow apareceu atrás da loba.

Com a postura altiva, a Rainha percorreu seus olhos pelo salão, os pousando em Emma. Aliás, em quem estava atrás da loira. Regina.

Um sorriso malicioso desenhou-se em seus lábios. “Bom trabalho, Ruby” ela disse para a loba, sem tirar os olhos de Regina. O animal parou de rosnar e saiu da taverna.

Logo, Charming se posicionava ao lado de Snow, e os sete anões – todos vestidos em trajes pretos, como guardas da Rainha – ficaram atrás dos dois.

“Me perdoem por interromper essa adorável festa” disse em um tom sarcástico, olhando todo o salão e por fim, fitando os noivos. “Mas tenho contas a acertar com alguém” seu olhar voltou mais uma vez para Regina. Emma permanecia na sua frente. “Deixem Regina vir comigo, e ninguém sairá ferido... A não ser ela” completou com um tom sombrio e um sorriso perverso.

“Só por cima do meu cadáver” Emma gritou dando um passo à frente. Ela não sabia como reagir naquela situação. Era sua mãe que estava ali, afinal. Mas ela nunca deixaria ninguém fazer qualquer mal à Regina.

A risada sarcástica de Snow ecoou pelo local. “Não tenho tempo para diversão, minha querida” disse com um sorriso de canto antes de franzir o cenho, observando Emma com atenção. “Eu não te conheço de algum lugar?”

Uma luz de esperança se acendeu dentro de Emma. Talvez sua mãe estivesse começando a se lembrar dela.

“Essa não é a garota que vossa majestade prendeu na torre anos atrás?” Charming falou baixinho, perto do ouvido de Snow. Mas o silêncio no local era tão grande que todos puderam ouvir. E as esperanças de Emma se esvaíram novamente.

“Oh, claro!” ela exclamou ao se lembrar do acontecido. “Emma. Eu quase não reconheci você sem as correntes.”

“Você é quem está difícil de reconhecer...” Emma falou fitando a mãe. “Vocês dois,” seu olhar recaiu sobre David. “Vocês não são assim.”

“Então me diga... quem somos?” perguntou séria.

“Vocês são meus pais” disse de maneira firme, tentando ignorar a ardência em seus olhos. Regina arregalou os olhos atrás da loira, surpresa com a nova informação adquirida. “Eu sou o produto do amor verdadeiro de vocês... Vocês me ensinaram como ser uma heroína, e a acreditar em esperança. E eu acredito... Agora, eu preciso que vocês também acreditem.”

“Você tem razão” a Rainha disse, parecendo tocada com as palavras da loira. “Emma, esperança é uma coisa extremamente poderosa” suas palavras fizeram Emma soltar um suspiro aliviado e sorrir de leve. “E é por isso que terei que arrancar isso de você” seu tom de voz voltou a ser sério. O sorriso nos lábios da loira desapareceu no mesmo instante. “Mate-a” ordenou com frieza.

“Não!” Regina gritou, colocando-se na frente de Emma. “É à mim que você quer, Snow” disse dando mais um passo à frente. Emma olhou desesperada para a atitude da morena. “Me mate, mas deixe-os viver” disse firme, não deixando que sua voz falhasse. Uma coisa era ameaçar sua vida, outra era ameaçar a vida de Emma e Henry.

“Tão corajosa” Snow zombou e deu um passo na direção de Regina. Em reflexo à isso, todos os presentes no recinto deram alguns passos para trás. Com exceção da própria Regina e de Emma. “Está mesmo disposta a morrer por aqueles que você ama?”

“Um milhão de vezes, se for necessário” a morena ergueu o queixo em tom de desafio, arrancando mais uma risada da Rainha.

“Então irei realizar seu desejo” disse aproximando-se ainda mais de Regina, até que ficasse poucos centímetros de distância.

Snow ergueu a mão e a levou na direção do peito de Regina. Quando ela sentiu sua mão afundar na sua caixa torácica e o coração pulsar acelerado na sua mão, seu olhar encontrou com olhos verdes e intensos, dominados pela raiva. Emma fora mais rápida, empurrando Regina para o lado e colocando-se na sua frente. Era o coração de Emma que Snow segurava em suas mãos agora.

“Garota tola” caçoou enquanto puxava o coração para fora do peito da loira. Emma inclinou seu corpo sentindo a dor que era ter seu órgão vital sendo arrancado de maneira tão bruta.

Regina se levantou do chão, com lágrimas nos olhos. “Emma... não” ela sussurrou fraca, o olhar sobre a loira e em seguida sobre o órgão pulsante nas mãos de Snow.

“Você não sabe!? Amor é fraqueza” disse rindo e apertando o coração de Emma.

Notas finais
Gente! E agora? Snow apareceu para estragar a festa. Vocês acham que ela vai esmagar o coração da Emma? Parece que as atitudes da Regina tiveram consequencias afinal de contas. P.S.: Coloquei a Grace pra não deixar o Henry sozinho, hahah. Sei que é um clichê em fanfics, mas não achei outra pra ele ter uma crush. P.S.2.: Última cena em paralelo quando Emma se coloca na frente da Snow e Cora tenta arrancar seu coração. Só que dessa vez a loira tem seu coração arrancado (porque nessa realidade ela não é a Salvadora e todo aquele mimimi).