Notas iniciais
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De mãos dadas, Darcy e Elisabeta voltaram para a sala de visitas. Cora tomava seu chá com biscoitos quando notou o desalinho do amigo, que ele disfarçou muito mal, na pressa de retomar suas funções de anfitrião. Lady Legge lançou um olhar divertido para Darcy, e tentou esconder o sorriso na xícara de chá. Elisa divertiu-se tanto ao ver o rosto do marido corar imediatamente — algo que era bastante raro — que ela própria não mostrou-se constrangida. Pelo contrário, a postura que Elisabeta assumiu dali em diante era de total segurança e satisfação. Passou a conversar com Cora com maior simpatia e teve que admitir para si mesma que a mulher era realmente tudo que Darcy havia dito. Talvez elas duas pudessem se tornar grandes amigas, mas não antes de Elisabeta ter certeza de que a visita não possuía, de fato, segundas ou terceiras intenções com o seu lorde inglês de dois metros de altura.

Estavam falando sobre o aumento do número de mulheres nas universidades quando Elisa sentiu a mão de Darcy acariciar a sua. Com sua visão lateral ela observou o marido trocar comentários com Cora, enquanto levava um biscoito à boca, tornando o carinho que fazia em Elisa um gesto natural e despretensioso. A Benedito bem que tentou, mas não conseguiu disfarçar o sorriso que surgiu em seu rosto antes de Darcy notar. Ele não apenas notou, como dirigiu a ela um olhar extremamente sexy, despertando em Elisa a vontade de morder o pescoço dele, exatamente como havia feito minutos atrás. Darcy apertou a mão dela com mais força e retomou a atenção para a amiga. Mas a tensão sexual presente na sala era tamanha que lady Cora era quem já estava ficando constrangida, então levantou-se de repente, e pediu que chamassem as meninas.

Emma não queria ir embora, e só aceitou depois que Victoria convenceu a todos os adultos de que seria incrível uma festa do pijama na semana seguinte. Darcy e Elisa ficaram tão animados ao ver a menina fazendo amizade que concordaram de prontidão. Mas Victoria também estava animada. Animada demais para dormir. O que estava deixando Darcy e Elisabeta frustrados e impacientes, pois a necessidade de ficarem sozinhos era urgente. Depois de quase 2 horas ouvindo e contando histórias para Victoria, a menina finalmente cedeu ao sono e ao cansaço.

Darcy queria desesperadamente continuar de onde haviam parado. Queria desesperadamente ir adiante. Era mais do que um desespero carnal, e era a primeira vez em todos os seus trinta anos em que Darcy Williamson sentia-se assim.

Os desejos de Elisabeta também não eram diferentes. Ela o queria. E como queria.

Os dois ficaram parados no corredor, relutantes em mover-se em direção a seus quartos. Elisa viu Darcy passar a língua nos lábios e bagunçar o cabelo. Possuía aquele homem alguma ideia do quão sexy ele era? Como se respondesse a pergunta de Elisabeta, Darcy, em um só e rápido movimento, prendeu o corpo de Elisa entre o seu e a parede do corredor. Ela prendeu o fôlego. Ele abocanhou o pescoço dela. Mordeu, beijou, lambeu. E repetiu cada gesto. As mãos dele a apertavam e ela sentia seu corpo incendiar em cada parte que ele tocava.

—Elisa, eu preciso de você.

—Darcy… — ela falava com dificuldade — eu acho melhor… irmos dormir.

Darcy interrompeu os beijos e a puxou pela mão em direção ao seu quarto.

—Darcy, o que você está fazendo.

—Vamos dormir. — ele voltou a abocanhar o pescoço já vermelho dela.

—Em quartos separados, como tem que ser.

—Isso aqui é o que tem que ser, Elisa. Nós dois, assim. Seja minha esposa.

As palavras de Darcy, ditas com tanta segurança, em um tom rouco e sensual como o diabo quase fizeram Elisabeta ceder. Mas ela era orgulhosa demais até mesmo para ceder aos seus próprios desejos. E cada parte de seu corpo o desejava. Ela sentia que precisava dele como precisava de oxigênio. Deus, ela o queria. E ele a queria. Desesperadamente. Ela tomou o rosto dele em suas mãos, e o puxou em direção a sua boca. Não havia delicadeza. Era paixão e desejo. E então, orgulho e paixão. Ela o largou. Sua boca inchada pelos beijos, o corpo ainda queimando de desejo. Afastou-se dele com um olhar assustado, deixando Darcy completamente sem reação quando ela lhe deu as costas e foi embora.

***

Na manhã seguinte Darcy estava com um semblante cansado na mesa do café. Cansaço, confusão, preocupação e desejo. Ele era o retrato perfeito da bagunça causada pelo furacão Elisabeta Benedito. Comeu pouco, foi chamado a atenção por Victória mais de uma vez enquanto ela falava sobre sua nova amiga Emma. Não conseguiu concentrar-se na leitura do jornal.

Elisabeta, por outro lado, parecia incrivelmente relaxada. Ela pensou que fingir que nada havia acontecido era a melhor solução para afastar todos os sentimentos que insistiam em surgir em relação ao marido. Desejo. Paixão. Carinho. Desejo. Amor? Não. Ela estava lendo romances demais.

Darcy despediu-se da filha com um beijo na testa. Ao aproximar-se de Elisa para despedir-se dela da mesma forma, relutou. Seu corpo ficou suspenso, já inclinado em direção a testa dela, por segundos que pareceram uma eternidade. Iria ele afastar-se dela a partir de agora? Elisabeta não queria que a relação deles voltasse a ser distante e conflituosa como antes. Ela gostava da intimidade e cumplicidade que haviam construído. Deveria ela beijá-lo para amenizar a situação? Deus, ela não queria perdê-lo. Darcy não queria perdê-la, tampouco queria regredir aos comportamentos passados, à distância física e emocional. E, por isso, continuou seu caminho até a esposa e depositou um beijo em sua testa. Elisabeta respirou aliviada, segundos antes de ser invadida pela realidade: talvez ela estivesse apaixonada por seu marido.

***

Nem Elisabeta nem Victoria estavam concentradas na aula aquela manhã. Então elas fingiam interesse de uma forma nada convincente. Até que a menina pôs seu livro de lado e comentou:

— Nós precisamos organizar. Tem que ser tudo perfeito!

— Organizar o que?

— A noite do pijama, ué! Tem que ser igual você me contou, que fazia com suas irmãs. — Ela levou uma mão ao queixo. — Queria ter outras amigas.

— Não tem ninguém do balé? — Elisabeta achou que se focasse em organizar uma festa do pijama para Victoria, conseguiria tirar o pai dela da cabeça.

— Na verdade, tem uma menina que não é minha amiga, mas as outras meninas também não gostam dela.

— As meninas não gostam de você?

— Não muito. Mas elas não são más comigo como são com a Lucy. Eu sou filha de pais divorciados, mas a Lucy tem a pele mais escura. — Elisabeta inclinou a cabeça. — Elas até começaram a falar comigo quando uma delas descobriu que eu era uma Lady. Mas.. eu não sei. Elas são um pouco chatas.

— Isso é um absurdo. Ninguém disse nada?

— A Lucy disse que já foi muito difícil ela conseguir ser aceita, então ela não ia reclamar.

— Bom, pois convide a Lucy e nós faremos uma festa para essas meninas todas se arrependerem de não terem sido legais com vocês. — Victoria correu e abraçou a Elisa.

— Você é a melhor boadrasta do mundo!

— Boadrasta? — Elisabeta achou divertido.

— Madrastas são más. — Ela deu de ombros. — Minha vida é engraçada.

— Por quê?- Elisabeta quis saber.

— Em toda história, a vida da mocinha piora quando a mãe morre ou some. E a madrasta é sempre má. Na minha foi ao contrário. — Elisabeta não soube o que responder.

— Eu amo você, Victoria. Não se esqueça nunca disso.

— E eu amo você, Elisa. Você é a melhor mãe que eu poderia escolher.

Victoria voltou para a sua leitura, e Elisabeta se pegou pensando naquilo. Estava casada com Darcy, era oficialmente madrasta de Victoria. A pequena a via como mãe e já que era um dia para ser honesta sobre seus sentimentos, ela a via como filha. Não fazia mais sentido receber por aquilo. Não poderia receber um salário para cuidar de sua pequena Vicky. Iria conversar com Darcy. Como não pagava aluguel, e basicamente não tinha gastos, poderia se dedicar ao seu livro, depois ela encontraria um emprego. Estava decido. Quando Darcy chegou para o almoço seu semblante estava ainda mais tenso que quando saiu e ele não estava prestando atenção no que Victoria tagarelava.

— Está tudo bem, Darcy? — Ela perguntou por fim.

— Ahn? — Ele levantou os olhos para ela. Darcy havia dormido muito mal, pois sua esposa tinha invadido seus sonhos. E ela claramente havia o rejeitado na noite anterior.

— Você parece cansado. Está tudo bem?

— Ah sim. Só muito trabalho na empresa.

— Tudo indo bem?

— Sim. Conseguimos no reestabelecer, apesar da crise, sem grandes perdas e agora temos um plano de expansão para a América. — Ele respondeu vagamente. Sabia que ela estava apenas sendo educada.

— Fico feliz. Mas acho que hoje eu deveria levar Victoria para o balé e você deveria tirar um cochilo. — Era um pecado, Elisabeta pensou, olhos tão bonitos sendo emoldurados por olheiras tão grandes.

— Creio que tenha razão. Obrigado, Elisa.

Elisabeta não entendeu a formalidade com a qual ele a estava respondendo, mas talvez fosse isso. Estava apenas cansado. Darcy se retirou para o quarto e Elisa seguiu com Victória para a aula de balé. Levou o livro que estava lendo e sentou-se na sala de espera enquanto sua pequena ia colocar as sapatilhas, longe das outras meninas. Suspirou. Gostaria de poder obrigar todas as meninas a serem legais com ela. Naquele momento, uma mulher muito elegante de pele negra, adentrou o local com uma garotinha de grandes olhos escuros.

— Lucy. — Elisabeta disse por reconhecimento. Mãe e filha se viraram para ela e a mais velha empertigou a coluna e assumiu uma feição dura.

— Pois não? Algum problema? — Elisabeta fechou o livro e se levantou.

— Não, nenhum. — Estendeu a mão. — Olá, eu sou Elisabeta Be.. Williamson. Madrasta de Victoria. — Ela apontou para a menina que encarava tudo através do vidro e acenou de volta. — Você deve ser a Lucy, certo? — A menina balançou afirmativamente a cabeça. — Victoria está planejando uma festa do pijama na nossa casa na próxima semana. Nada grande, só ela e outra amiga. E nós gostaríamos de saber se você gostaria de ir. Com sua permissão, é claro. — Ela se voltou para a mulher.

Os olhos da pequena Lucy se arregalaram e ela virou para a mãe:

— Posso, mamãe? Por favor!

— Vá para a aula. Depois nós conversamos. — A garota obedeceu e se juntou a uma animada Victoria, que falava sem parar sobre a festa e a sua amiga Emma.

— Qual a pegadinha? — A mulher perguntou a Elisa.

— Perdão?

— A pegadinha. Por que está convidando minha filha?

— Porque Victoria pediu. Ela disse que era a única garota do balé que não era má. — Ela encarou Elisabeta e depois suspirou, cansada e sentou-se na cadeira ao lado de onde Elisa havia sentado.

— Mary Anne Porter. — Estendeu a mão. — Desculpe, nós não temos encontrado mães amigáveis por aqui. E as crianças podem ser igualmente cruéis.

— Eu ouvi falar. — Elisabeta se sentou ao lado dela.

— Então, o que exatamente é uma festa do pijama?

***

Darcy foi acordado por uma barulho de móveis arrastados muito próximo a si. Ele levantou e ainda sonolento, percebeu que estava ocorrendo no quarto ao lado. Encontrou Marcus Wilson, o decorador do quarto de Victoria no quarto de Elisabeta.

— Ah, Lorde Williamson! Espero que não tenhamos acordado o senhor. Lady Williamson não se encontra, mas estamos retirando os móveis antigos para trocar o papel de parede. Os novos devem chegar no fim de semana.

— Claro. Mande a conta para o meu escritório. — Ele fez menção em sair mas o sr. Wilson respondeu.

— Ela havia me dito para endereçar as contas para cá. — E depois abaixou a voz. — Para o nome dela. — Darcy sorriu. Era a cara de Elisabeta.

— Pode mandar para cá, mas mande no meu nome, por favor.

Ele retornou ao seu quarto, pegou um livro que estava lendo e sentou-se no banco do jardim com ele. Precisava pensar na vida, nos negócios e parar de pensar na esposa.

Elisabeta e Victoria chegaram do balé e enquanto a pequena subiu para brincar com suas bonecas, Elisa se dirigiu a sala rosa para escrever. Estava numa parte muito particular de sua história. A mocinha desmancha o noivado arranjado para se tornar tripulante em navio. Mas em algum momento, o noivo, que nos primeiros planejamentos de Elisabeta, era para ser desprezível e totalmente fácil de se deixar para trás ganhou contornos… Diferentes. Sua indiferença se tornou timidez. Sua arrogância se tornou falta de traquejo social. Seus olhos se tornaram verde- mar. E agora Elisabeta estava tendo dificuldades em deixá-lo para trás. Ela suspirou e olhou pela janela e viu Darcy sentado no banco, olhando para o nada. Ele vestia um típico suéter de caxemira e ele nunca pareceu tanto um inglês.

— Ah Darcy, Darcy. O que você está fazendo comigo?

As lembranças do dia anterior ainda queimavam na mente e no corpo de Elisa. Ele havia deixado marcas pelo corpo dela, mas não que fosse necessário. Ela só precisava fechar os olhos… Resistir a Darcy na noite anterior foi a coisa mais difícil que já fizera. E ela entrou em combate consigo mesmo por fazê-lo. Afinal, qual era o problema? Eles eram casados, e ela era senhora de suas escolhas. Nunca havia se negado a nada. Por que então, se negar aquilo que mais queria? Sua cabeça deu tantas voltas, elaborou tantas teorias! Mas agora, olhando Darcy em seu suéter azul, sentado perto do jardim de tulipas, ela sabia a resposta. Estava inegável, irremediável e perdidamente apaixonada por ele. Não sabia quando começara. Ou como começara. Mas agora já estava no meio e não tinha como parar. Não tinha como voltar atrás. Então ela tinha duas escolhas. Poderia enfrentar aquele sentimento ou se render a ele. Quando Darcy fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, a fim de receber os raios de sol que entravam naquela tarde fria, Elisabeta entendeu que a escolha já havia sido tomada.

Já Darcy havia desistido de tentar bloquear a esposa dos seus pensamentos. Elisabeta Benedito (agora Williamson! Ele se corrigiu) era um furacão. Ela invadiu sua casa, sua vida, sua mente. E se ele fosse tentar fazer uma rima, seu coração. Ele desejou ser extrovertido. Desejou ter aproveitado a faculdade como seus colegas e ter aprendido a conquistar uma mulher. Desejou não ter sido tanto um bom menino. Queria poder arrebatar Elisabeta. Deixá-la tão sem chão quanto ela o deixava. Cogitou pedir conselhos a Charles, mas o que ele diria? Como eu posso conquistar minha esposa? Não teria como sem expor os termos de seu casamento. E havia aquela voz ( que se assemelhava e muito a voz de Brianna) em sua cabeça, dizendo que ele jamais seria capaz de tê-la. Que ela jamais o amaria.

— Está muito frio. Você vai pegar uma gripe. — A voz de Elisabeta o despertou dos seus devaneios. Ela estava enrolada no xale que Victoria fez, e Deus, ainda bem que a filha possuía talentos musicais, pois era o xale mais feio do mundo. Ela lhe entregou uma caneca de café quente.

— Olá Elisa. O sr. Wilson veio mais cedo e levou todos os móveis do seu quarto. Disse que os novos chegarão no fim de semana e amanhã o papel de parede será trocado.

— Certo. Obrigada. — Os dois ficaram em silêncio e Darcy olhava para frente, sem encará-la. — Darcy, nós precisamos conversar.

— Por que isso nunca soa bem? — Ele deu uma risada seca. — Parece que eu vou levar uma bronca.

— Não vai. — Ela suspirou. — Mas eu preciso ser honesta com você. — E ele se virou para ela. O coração de Elisabeta fez aquele negócio engraçado de novo. Como se parasse e reiniciasse.

— Sim?

— Sobre ontem.

— Ah. — Ele limpou a garganta. — Eu peço desculpas. Eu… passei de todos os limites, eu sei. Perdi o controle. Perdão, não irá acontecer novamente.

— Se eu bem me lembro, quem começou fui eu. — Elisabeta sorriu e Darcy continuava levemente vermelho. Poderia ele ser mais adorável? — Entretanto eu sinto que cruzei mais de uma linha.

— Como assim? — Ele se virou para ela.

— Bom, eu cruzei a linha física entre a gente.

— Você deu um pequeno passo, eu a avancei completamente.

— Eu queria que você avançasse. Não me interrompa! — Ela falou, mas seu tom era quase divertido. — A verdade é que, se eu for completamente honesta, e isto é algo que eu gosto de pensar sobre mim mesma, só uma coisa me impediu de que eu dissesse sim para você, ontem a noite.

— E o que seria? — Darcy estava curioso. Elisabeta estava dizendo que os avanços dele tinham sido desejados por ela? Seu coração começou a bater tão rápido que conseguia ouvir o sangue em seus ouvidos.

— Bom, talvez eu esteja gostando de você. Um pouco. — Foi a vez dela desviar o olhar. Para as flores. Darcy pegou sua mão.

— Um pouco?

— De leve. Nada demais. — Ela evitou olhar para ele. Considerava-se uma mulher corajosa, mas tudo tinha limites.

— Elisa.

— Hum.

— Olha para mim. — Ele trouxe o queixo dela em sua direção. — Eu gosto de você. Um pouco mais que um pouco. — Ele abriu um sorriso que fez ela exalar. Os dois ficaram se encarando por um tempo.

— E agora? — Ela perguntou.

— E agora o que?

— Como se namora quando já se está casado?

— Vamos ter que descobrir. Mas acho que podemos começar assim.

Darcy inclinou a cabeça e vagarosamente encostou os lábios nos de Elisa. O beijo, ao contrário de todos os outros que eles deram até ali, foi suave, gentil e lento. O tipo de beijo que normalmente se dá pela primeira vez em alguém que você está apaixonado. O tipo de beijo que casais dão quando tem certeza que possuem todo o tempo do mundo.

Pela janela do seu quarto, Victoria assistia seus pais se beijarem no jardim. Ela sorriu e abraçou sua boneca favorita.

— Puxa vida! As coisas finalmente estão dando certo para mim!

Notas finais
VCS QUEREM ROMANCE? VCS QUEREM CLICHÊ? VCS QUEREM RAIOS DE SOL E BORBOLETAS? Diabéticas, não leiam o próximo capítulo.