Notas iniciais
Olá, pessoas!
Desculpem a minha demora!!
Eu tive uma ideia para outra fanfic e acabei me empolgando e escrevendo-a. Ainda não postei. Só vou postá-la quando terminar Abre-te, sésamo.
Enfim, boa leitura!
O.b.s: sinto que serei apedrejada nos comentários, tanto pela demora quanto pelo capítulo em si.

Quando acordei, estava em minha cama. Armin tinha me carregado até a cama? Ainda era muito cedo. A janela estava fechada, mas alguns raios de sol teimavam em invadir o quarto, deixando-o levemente iluminado. Sentei-me e vi Armin se trocando.

- Armin? – disse, esfregando o olho e reprimindo um bocejo. Ao ouvir minha voz, ele deu um pulo de susto, corou violentamente e vestiu a camisa do uniforme com muita rapidez. Até que o uniforme não era tão ruim. Era simples: uma camisa social branca, com o emblema da escola, o qual era o símbolo de asas, de um lado brancas e, do outro, azuis. Usava-se uma gravata vermelha e o casaco lembrava um terno.

- E-Eren! Já acordou?

- Sim. Ontem eu fui dormir muito cedo. – corei só de lembrar o que aconteceu no dia anterior. Da vergonha que passei. E o pior é que hoje também tem matemática. Como irei enfrentar Levi? E por que eu me importo com isso? Não é como se eu gostasse dele. Ele é o meu professor. “Então por que você ficou chorando por ele ontem?”, disse uma voz em minha cabeça, “por que você se importou se ele nunca mais iria olhar para você?”. Ora, porque as aulas de matemática seriam constrangedoras... Não é? “Mas até ontem você estava apaixonado”. Cale a boca! Os hormônios me fazem ficar excitado por causa de qualquer um que apareça na minha frente. Eu estava... Preocupado com a minha reputação, não é mesmo? Qualquer um no meu lugar teria a mesma reação, certo?

- Eren? Está tudo bem? Você está com uma cara estranha. – voltei ao presente.

- O quê? Ah, sim, estou bem. – forcei um sorriso. – Eu estou com fome.

- É claro, ontem você pulou mais uma refeição. Vista o uniforme e vamos ao refeitório.

Levantei-me e peguei a roupa do uniforme. Quando retirei a camisa, estava de frente para Armin, que corou. Eu nunca o tinha visto tão vermelho, e não estou exagerando. Virei-me de costas rapidamente, culpando-me por ter causado constrangimento a Armin. Eu só não estou acostumado a pessoas estarem afim de mim, então não sei como agir. Não quero dar esperanças a Armin. Ele é um bom amigo, porém, vejo-o somente desse modo.

Terminei de me trocar e junto com Armin, descemos até o refeitório. Quando chegamos lá, Sasha estava se embuchando de pão e, apesar disso, Connie estava olhando-a como se fosse uma deusa. Ela nem percebeu. Jean estava brincando com os cabelos de Marco, e ambos estavam rindo. Eu estou imaginando coisas ou eles realmente são... Namorados? Essa é a palavra certa para usar? Eu sempre desconfiei desses dois. Mas seria grosseria perguntar algo do gênero. Mikasa estava com um olhar perdido. Sentei-me à sua frente e Armin ficou ao meu lado. Quando ela me viu, levantou-se da mesa e pôs a mão em minha testa.

- Eren, está tudo bem? Ontem você não apareceu para jantar. Está com febre? Talvez eu devesse te levar à enfermaria. – quantas vezes eu preciso dizer que não sou mais criança?

- Mikasa, eu estou muito bem. Acabei dormindo cedo e, por isso, não vim jantar. Você não precisa se preocupar com nada. – ela não pareceu acreditar em mim, porém, não disse mais nada.

Logo após terminarmos de comer, fomos ao saguão, onde ouvimos os avisos, fizemos o gesto de respeito e fomos à primeira aula. Toda a manhã foi um tédio, até que chegou o último período: matemática. O sinal bateu e o meu coração parou. Fiquei me xingando mentalmente por isso. Afinal, ele é um professor. Conhece adolescentes melhor do que ninguém. É claro que ele iria compreender o meu probleminha.

Ele estava na porta, como sempre, e deixou todos os estudantes entrarem. Sentei-me à carteira da frente, a contragosto, e esperei a aula começar. Levi estava diferente. Parecia mais frio. Nem por um momento olhou em minha face. Explicou o conteúdo, passou os exercícios e ficou tomando café. Eu tentei fazê-los. De fato, uma única aula extra me fez entender coisas importantes para o conteúdo de agora. Ele corrigiu as atividades e eu notei que o que eu errava era apenas descuido meu. O conteúdo eu estava entendendo bem. Percebi que Levi estava acompanhando de longe os meus acertos. A aula terminou, e todos saíram da sala. Acabei atrasando-me para guardar o material e, quando terminei de fazê-lo, notei que estava sozinho com Levi.

- Oy, Eren. – comecei a tremer e o meu rosto atingiu um tom rubro.

- S-Sim?

- Eu vi que você está acertando os exercícios. Você melhorou muito rápido, tenho que admitir. Vamos parar com as aulas de reforço. Você pode se virar. Eu ia lhe ensinar todo o conteúdo da oitava série novamente, mas você já pegou o jeito. Qualquer coisa você pode saciar as suas dúvidas comigo ou com o seu amigo Arlert. – aquilo foi um choque. Eu realmente não esperava ouvir aquilo. Não sei por que, mas uma parte de mim não gostou nada disso. Mas, quem sou eu para implorar mais aulas com ele? Eu devia é estar feliz, porque estaria livre daquele maníaco por limpeza. Por que eu não estava?

- Sim, senhor. – disse tão baixo que Levi mal pôde ouvir.

Depois do almoço, já que não teria mais nenhum compromisso à tarde, tentei dormir. Estava quase conseguindo, quando comecei a ouvir uns ruídos vindos do quarto ao lado. Eram batidas surdas, que ocorriam repetidamente.

- Que inferno! Eu não vou conseguir dormir desse jeito. Afinal, o que estão fazendo ali dentro?

- Hm... Ah... – foi quase impossível de ouvir.

- Armin, quem dorme no quarto ao lado? – ele corou. – Será que vou ter que ir lá reclamar do barulho? Além do mais, deve ser proibido fazer sexo na escola. – levantei-me.

- N-Não, Eren! Não vá lá! – ele segurou-me pelo braço.

-Por que não?

- Porque...

- Eu já volto. – desvencilhei-me de Armin e saí do quarto.

Bati à porta. Consegui ouvir melhor os gemidos, e notei que a voz era conhecida. Os barulhos cessaram e abriram a porta. Era Jean, que revelou estar enrolado em um lençol. Ele não estava nem um pouco feliz.

- O que você quer?

- Sabia que eu não consigo dormir com o barulho de vocês? – espiei para dentro para ver a sua companhia e Jean fechou ainda mais a porta, porém, não antes que eu visse um rosto com sardas. – M-Marco? – Jean desesperou-se.

- Cale a boca, seu imbecil! – seu rosto estava rubro de raiva e de constrangimento. – Sinto muito que eu esteja incomodando o seu sono, Bela Adormecida. Por que não vai dormir em outro lugar?

- Você não tem o direito de atrapalhar o descanso dos outros estudantes! Sabia que eu posso ir até a sala do senhor Smith e contar que eu não estava conseguindo dormir por causa de certos garotos? – eu sentia que ele iria explodir a qualquer momento. Ele me pegou pelo colarinho e me jogou sem muita delicadeza na parede, aproximou-se de mim. Ele mal percebeu quando o lençol caiu de seu corpo e ele ficou completamente nu.

- Ouse falar qualquer coisa sobre isso que eu...

- Ah... Jean? – tive que interrompê-lo.

- O que é, idiota?

- O... Seu... – indiquei o seu corpo com a cabeça. Estava constrangido demais para falar. Quando ele entendeu, achei que Jean iria ter um ataque cardíaco. Seu rosto ficou perigosamente vermelho. Ele rapidamente se cobriu com as mãos e ficou se encolhendo. Ele tentou pegar o lençol, porém, não conseguiu, porque eu o peguei primeiro. – Até mais, Cara de Cavalo. – voltei ao meu quarto, deixando um Jean totalmente envergonhado e furioso para trás. Consegui ouvir o barulho de uma porta fechando rapidamente ao lado e entrei vitorioso, ainda com o lençol em mãos.

- Eren? O que aconteceu? – dei um sorriso torto.

- Digamos que alguém não ficou nada feliz em ser descoberto.

Depois desse dia, Jean não parou mais de me lançar olhares mortais. Mas valeu a pena. Eu também recebia provocações de sua parte, e é claro que eu não deixava barato. Um dia, acabamos brigando feio e o diretor Smith nos deu uma detenção.

Apesar de tudo, esse último mês foi o pior do ano. Eu estava realmente mal em matemática, e nem sei por quê. Antes de as aulas extras acabarem, eu estava muito bem. Armin até me ajuda, porém, não é a mesma coisa. Tivemos duas provas de matemática, e os resultados não foram nada bons: 3,6 e 2,3. Armin ficou realmente preocupado. Disse para eu procurar Levi e pedir para continuar as aulas. Mas ele diria não. Afinal, ele tem as suas coisas para fazer, e eu acabaria atrapalhando.

E os problemas não foram só esses. Eu estou realmente gostando de Levi. Vê-lo três vezes por semana não é suficiente. Eu fico incrivelmente feliz quando o vejo e, quando o período acaba, o meu ânimo também se vai. Eu não fico com vontade de fazer nada, e aquele baixinho não sai da minha cabeça. Já perdi a conta de quantas vezes acordei no meio da noite, após um sonho erótico com ele, e tive que me aliviar. Agora, cada vez que o vejo o meu coração dispara, e sinto o meu rosto incrivelmente corado. Eu não sei se ele não percebe ou se ignora.

Hoje, segunda-feira, os dois primeiros períodos são matemática. Quando acordei, meu coração imediatamente disparou. Arrumei-me da melhor maneira possível e chequei o meu uniforme duas vezes. Estava impecável. Fiquei um tempão arrumando o cabelo. Não sabia como Levi gostaria de vê-lo. Escolhi o perfume com calma, optando no final por um não muito forte nem muito doce, mas que era muito bom.

A aula foi como todas as outras: Levi estava irresistível, com aqueles olhos lindos e aquela típica expressão de indiferença. E, como sempre, não olhava para mim nem por um segundo. Aquilo era ruim. Eu queria provar os seus lábios novamente, sentir o seu cheiro irresistível, queria ver aquele sorriso torto e malicioso que eu vi somente duas vezes antes. Queria que fosse meu. Quando bateu o sinal, eu decidi que precisava falar com ele.

- Senhor Levi? – droga! Já senti o meu rosto corar.

- O quê? – ele parou de guardar o material e prestou atenção em mim.

- E-Eu não estou indo bem em matemática. Acho que é porque não estou mais tendo aulas de reforço. O senhor não poderia voltar a me ensinar às tardes? – disse, olhando para o chão.

- Hum... Eu não sei... Eu tenho estado muito ocupado ultimamente. Talvez se você me ajudasse com algumas tarefas...

- Sim, senhor.

- Começamos hoje às duas horas, então. Até depois.

- Até depois, senhor.

- Ah, e... Eren? – eu ia saindo da sala. Virei-me para ver o que ele queria. – Tente controlar as suas ereções. – senti o meu rosto queimar. Saí correndo da sua sala. Mal pude ouvir um risinho.

O resto da manhã eu não pude deixar de pensar no que ele me disse. Foi tão constrangedor! E tenho a leve impressão de que a tarde será tensa.

Às duas horas da tarde, saí do meu dormitório e fui para a sala de Levi. Bati à porta. Ele atendeu, e sentei-me no lugar de sempre. Havia uma xícara de café para mim ao lado da sua. Levi não disse nada que não fosse sobre o conteúdo, exceto quando era para me criticar e reclamar de minha caligrafia, que, “apesar de ter melhorado muito, ainda era muito feia e sem capricho”. Eu me vi hipnotizado pelos seus olhos umas duas vezes, mas aquilo já era normal. Levi simplesmente ignorava. Quando a aula terminou, ele disse:

- Muito bem, agora você vai me ajudar a colocar essa sala de aula e ordem. – alcançou-me um espanador. – já que você não serve para esfregar o chão, tente pelo menos tirar o pó de maneira eficiente.

E é claro que nem assim ele me deixava em paz. A cada cinco minutos dizia: “Eren, você esqueceu esse cantinho!”. E acabei levando uns cascudos por “responder ao superior”. Fora isso, a limpeza foi tranquila. Observei como ele era rápido e gracioso para limpar o chão. Ele é tão lindo. Peguei-me observando-o e pensando como seria bom tê-lo em meus braços, aquele corpo pequeno era muito fofo! E aqueles olhos. Ah, aqueles olhos são, sem dúvida, a sua melhor qualidade. Uma imensidão levemente azulada, capaz de enlouquecer qualquer um.

- Tem alguma coisa na minha cara? – ele estava me encarando. E, novamente, a cor vermelha toma conta de meu rosto.

- O-O quê?

- Você fica olhando para mim constantemente. Pensei que tivesse alguma sujeira em meu rosto. – ele se aproximava.

- D-Desculpe, eu não quis... Não tem nada... Eu só... – ele esboçou um sorriso torto. Aquele sorriso torto. Eu recuei, até que me encostei à parede atrás de mim. Ele apoiou a sua mão direita na superfície da parede próxima à minha cabeça. Nossos rostos estavam próximos demais.

- Pirralho, responda-me: por que motivo você fica olhando para mim como se eu fosse um pedaço de carne? E por que você estava me espiando no banheiro aquele dia? E aquela ereção?

- E-Eu... – nunca me senti tão humilhado.

- Você acha que eu sou idiota? Que eu não percebo? Diga-me, Jaeger, você sente alguma atração por mim? – ele podia sentir o calor que vinha do meu rosto. – Olhe para mim. – ele levantou o meu queixo.

- Eu... Eu gosto do senhor. – eu mal pude ouvir a minha própria voz. Eu pude ver um mínimo brilho em seus olhos, mas acho que foi só o reflexo da luz.

- Como assim, “gosto do senhor”? Em que sentido? – aquele idiota estava me fazendo explicar só para me torturar!

- Eu sinto atração por você! – tentei sair correndo, mas ele me manteve ali, segurando os meus braços acima de minha cabeça. Ele me olhava assim como um leão via a sua presa. Eu não sabia o que ele ia fazer, até que Levi selou os nossos lábios em um beijo faminto, coberto por desejo, desesperado. Minhas pernas amoleceram. Nunca senti algo tão bom. Sua língua adentrou a minha boca, pedindo passagem, e, é claro, eu permiti. Nossos lábios se moviam em uma sincronia perfeita. Quando Levi viu que eu não sairia dali, soltou os meus braços, que foram imediatamente para o seu corpo, uma em sua cintura, trazendo-o para mais perto, e a outra em seus cabelos, brincando com eles. Eu sentia que podia ficar desse jeito para sempre. Mas Levi não concordou com isso.

Ele rompeu o beijo e foi para o meu pescoço, arrancando suspiros meus. Aquele era, definitivamente, o meu ponto fraco. Ao começar a dar leve mordidas naquela região, eu mal podia conter os gemidos. Mordi o meu lábio inferior com força para conter os sons. As suas mãos passeavam pelo meu corpo, e uma delas adentrou a minha camisa e ficou brincando com um dos mamilos. Eu mal consegui conter um grito, cheio de luxúria e prazer. Ele retirou a minha camisa e rodeou um mamilo com a língua, enquanto brincava com o outro, fazendo-me delirar.

Levi fazia uma trilha de beijos do meu pescoço até o cós da calça, levantando-se para voltar a me beijar e brincando com o meu cinto, até retirá-lo calmamente. Sua boca era deliciosa. A melhor coisa que eu já provara. E nesse momento ele resolveu me torturar ainda mais: passou a mão de leve no tecido que cobria a minha ereção nada discreta, e disse:

- Veja só quem está de pau duro! Adolescentes são tão “apressadinhos”. – ele riu do próprio comentário, deixando-me sem graça. Apertou o meu pênis com força, ainda por cima da calça, arrancando altos gemidos meus. Ele cobriu a minha boca. – Quieto, pirralho. Quer que sejamos pegos?

Aquela situação em que estávamos contribuía para que eu ficasse ainda mais louco. O perigo era, de fato, muito excitante. Levi finalmente abriu o zíper de minha calça, baixando-a até os pés, porém, mantendo a cueca. Ele começou a lamber o meu pênis, ainda coberto pelo tecido fino.

- Ah, Levi... – Soltei uma forte exclamação quando ele retirou a cueca e começou a me masturbar. – Ah... N-Não... É constrangedor...

Levi passou a lamber a minha glande. Era delicioso. Coloquei minha mão direita em seus cabelos e apertei de leve, incentivando-o a começar a sugar o meu membro. Ele, porém, queria me ver sofrer.

- O que você quer, Eren?

- Hm... Ah... Você sabe... Não me faça dizer...

- Se você quiser, vai ter que pedir. – que maligno! Ele não vê que eu estou morrendo de vergonha?

- Ngh... Me c-chupe... Por favor... Acabe logo com isso... – apertei ainda mais os seus cabelos.

Ele obedeceu. E, Deus, ele fazia um sexo oral maravilhoso! Os movimentos de vai e vem eram calmos, porém não menos deliciosos. Os meus gemidos estavam mais altos do que nunca, e temi que fôssemos ouvidos, entretanto, nada aconteceu. Seus movimentos estavam cada vez mais rápidos, e o que ele não conseguia pôr na boca, masturbava com a mão. Ele ora brincava com os testículos, ora voltava a chupar, até que a velocidade ficou muito rápida. Tão rápida que eu sentia que atingiria o meu ápice a qualquer instante.

- Levi, eu vou... – ao ouvir isso, a velocidade aumentou mais ainda, se é que isso era possível. Cheguei ao meu orgasmo e senti espasmos pelo meu corpo. Achei que levaria um xingão por gozar em sua boca, porém, Levi nada disse.

Ele estava muito erótico, com um fio de esperma escorrendo no canto da boca. Ele me olhava com uma expressão muito tentadora. Lambeu o esperma e eu o agarrei para mais um beijo, apaixonado e carinhoso, e fui retribuído intensamente. Eu comecei a retirar o seu terno, quando ouço batidas na porta:

- Levi? Sou eu. Tenho que falar com você. – nós demos um pulo. Era a voz do diretor Irvin Smith.

- Já estou indo! Espere um pouco!

Vesti-me na velocidade da luz. Levi ajudou-me com o cabelo e, quando eu estava razoavelmente apresentável, ele abriu a porta.

- Que demora. Eu não tenho o dia todo. – seu olhar parou em mim. Ele olhou para Levi de maneira indagadora.

- Ah, o senhor Jaeger está tendo aulas de reforço. Falando nisso, já está na hora de ir, não é mesmo?

- Sim, estou indo, senhor!

Saí de sua sala apressadamente, mas parei quando eles começaram a falar. Escondi-me e escutei a conversa:

- O que pensa que está fazendo com o garoto, Levi? Não minta pra mim, eu escutei os sons. – droga. Estou ferrado. – Nós somos amigos há muito tempo. Eu não quero ter que te despedir. Você entende que isso é pedofilia? Isso pode gerar um escândalo imenso e a escola pode ter que fechar.

- Ah, dê um tempo, Irvin. Eu só estava me divertindo um pouco com aquele garoto. E não é como se ele tivesse sido forçado. – ah, claro. Quem foi que tentou me impedir de fugir? – Se o pirralho está afim de mim, por que não satisfazer as suas necessidades? Um ajuda o outro.

- Se eu souber que você ainda está se encontrando com esse menino, eu terei que te despedir, Levi. Estou falando sério.

- Vá se foder, Irvin. Você sabe que foi só para me divertir um pouco.

Não aguentei ouvir o resto da conversa. Fui diretamente para o meu quarto e não saí de lá pelo resto do dia.

Notas finais
Esse foi, sem dúvidas, o pior dos capítulos. Desculpe. Tentarei fazer melhor no próximo. E esse início de lemon ficou uma porcaria. É o primeiro que eu escrevo na vida, então peguem leve, por favor. Obrigada por terem lido essa droga de capítulo. Eu ficaria muito feliz se comentassem tudo o que eu posso melhorar.
Até o próximo capítulo.
Kissus!!