Abracadabra!
8 Amizades
Notas iniciais
*Diário da Hinata*On*
Okaa-san, eu fiz um amigo. Eu não sei muito como descrever esse momento. Sai é o único que não me faz ser invisível na sala. Quando eu penso que estou no fundo do oceano de meus pensamentos, ele me joga uma rede e me puxa pra fora, prende-me na superfície do presente.
Rin Nohara talvez seja minha próxima amiga. Amanhã pretendo me desculpar com ela, nós faremos duplas na aula de educação física.
Otou-san continua sumido. Aquele telefonema dele só foi para elevar falsas esperanças.
É sempre difícil quando Hanabi pergunta por ele. Porém, a cada semana ela lembra menos dele. Questão de tempo até minha irmã ter o mesmo pensamento que eu em relação ao nosso pai. Quando ela entender que tipo de vida ele leva, tudo mudará.
Eu não exagero em falar que Hanabi sente mais falta do mágico que do nosso pai. Pois comparando o número de vezes que ela pergunta pelo Naruto e pelo Sr. Hyuuga, é uma certeza.
Eu menti para ela mãe, peço desculpa. Falei que Naruto viajou para outros lugares, lugares bem distantes para realizar os shows de mágica e Hanabi está ansiosa pelo retorno dele.
Naruto, hoje a caminho de meu lar, pensei tanto nele, a sensação boa que Sai me causou me fez pensar no otimismo do mágico.
*Diário da Hinata*Off*
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— Sai! — de braço direito erguido, Ino chamou se apressando na reta de andança do jovem pálido, parou na frente dele, analisando os negros esféricos. Os dois jaziam diante da entrada do prédio do colégio, e sem falarem nada se punham fora do caminho do fluxo de alunos que ainda saía. No gramado, a loira pegou no meio do antebraço do colega e o arrastou até achar um lugar pra sentar. — Hoje no intervalo eu tive que comer na sala de aula, falei para Karin que precisava terminar de ler a matéria. — Comentou revoltada, cruzando as pernas e encaretada fitando o rapaz. — Aonde você estava?
O Hino nada alterado em face ou expressão corporal interagiu:
— Busquei por privacidade para elaborar uma lista sobre Hinata.
— Você a chama assim agora? Até hoje de manhã ela era Hyuuga. — Virou o rosto, opostamente, à direção de Sai.
— Nos tornamos amigos poucos minutos atrás. — Esclareceu, recebendo a surpresa nada amigável da loira.
— Então era isso que conversava com ela perto do portão?
— Estava nos espiando?
Por curiosidade interrogou, mas seu jeito inexpressível causava confusão, sua pergunta podia ser entendida, como uma repreensão para quem não convivia muito tempo com ele.
— Todo mundo estava vendo vocês dois, eu não quis interromper. — Ino pusera uma mão na cintura e abanou a outra na direção dele. O mesmo gesto que se usava para enxotar. — E Não precisa se tornar amigo dela por causa de uma lista boba.
— Sabe da lista? — Mais curioso ele perguntou.
— Eu estava vendo, vi quando pegou o papel da mesa dela, então soube que ela votou em você, pois é o único que conversa com ela.
— Parece zangada.
— Não estou zangada, mas preocupada. — Suspirando, ergueu-se e bateu na saia, tirando a poeira do bumbum, depois pousou as mãos nos ombros de Sai. — Não lhe incomoda o fato dela ser... menos favorecida?
— Um amigo não pode levar em consideração a quantia de dinheiro que o outro possui, ou não será uma amizade saudável. Não compreendo por que se importa tanto com a situação financeira de Hinata, pensei que havia esquecido esse assunto. Que preocupação ela pode lhe causar?
— Você não compreende? Pode se tornar vítima dela. Pode estudar quantos livros quiser, mas eles não o revelarão as intenções de uma pessoa Sai. — Moveu as mãos ao rosto dele e apertou as bochechas. — Ela se aproveitará de ti, a situação dela é ruim e qualquer “amizade” que possa dar algo a ela como lanches, dinheiro emprestado, será bom.
— E-eu estou preparado, observei Hinata mesmo de longe. Ela não é esse tipo de pessoa Ino. E não preciso de sua preocupação. Depois de nossas últimas semanas, o que consta nos resultados é que sua relação com Karin é enganosa, você busca se interessar por coisas que ela gosta para terem o que conversar, mas isso é uma desculpa apenas para você ficar perto de Sasuke Uchiha.
A loira se afastou, as palavras do Hino foram ferinas para seus ouvidos e letais ao seu coração.
— Sai, como pode dizer isso?!
— Você deixa provado quando pensa que ninguém tá olhando, o modo como o observa por mais tempo. No fim, o que finda meus estudos a respeito do assunto é que sua amizade com Karin Uzumaki é movida por interesse. Isso a torna imprópria para acusar Hinata de ser interesseira.
— Você não sabe de nada, não importa o quanto leia os livros, nunca entenderá as coisas vendo com seus olhos de robô! Pensei que fosse meu amigo! Quando vai largar de ver as pessoas como instrumentos de seus estudos patéticos?!
A Yamanaka correu quase chorando, porém engoliu o choro e deixou que a raiva a dominasse.
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*Diário da Hinata*On*
Milagrosamente, Hayate me deu dois meses de graça no condomínio, okaa-san, mesmo depois da invasão de Mizuke e capangas. Fiquei feliz e sem saber como ser grata.
Não posso ficar parada por conseguir esse prazo estendido, tenho que procurar novo trabalho. Não posso crer que o afastamento de Mizuke será eterno, e se um dia ele reaparecer quero ter o dinheiro guardado pra ele.
As coisas estão melhorando aos pouquinhos desde a ajuda do mágico.
Naruto, eu sinto muito por ele, fui cruel, eu sei, ele foi espancado para me defender e me despedi de um modo terrível, o beijo na testa foi insuficiente para amenizar a situação.
Porém fazer o certo nem sempre traz uma sensação boa. Ele tem que aprender a viver de verdade, sair da bolha mágica que é o mundo dele. Se eu tivesse sido boazinha, Naruto poderia ter esperança em participar da minha vida. Ele mostrou interesse em mim e eu não posso abrir brecha.
*Diário da Hinata*Off*
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~14: 46h
A porta mal foi aberta e a Hyuuga menor correu pelo cômodo super animada.
— Yokosoooo manaaaaa! — Desejou boas vindas, pulando no colo da irmã
As alças da bolsa da colegial deslizaram até o antebraço.
— Como foi seu dia? — Hinata mesmo de corpo e mente em cansaço, sustentava a menina por algum tempo no colo.
— Muito bom! Uma colega minha não quis comer o bolinho que a avó fez por que está de dieta. — Passou a língua no beiço inferior dando a pista de onde foi parar o bolinho.
— Uau, uma criança de dieta... — Punha a menina no chão antes de sentar e retirar a sapatilha direita, massageou o pé, sentindo uma bolha no dedão. — Ainda bem que você nem sonha com isso, está muito magra.
— Dieta é pra modelos e pessoas obesas. — A caçula comentou rindo um tantinho e reparou nas pernas desnudas da colegial. — Ôôôô mana, por que não usa mais a meia-calça? — colocou os braços na frente do corpo, apertando as mãos. — Não gostou dos reparos? Fui eu quem costurou quando você dormia.
— Eu agradeço muito por isso, Hanabi-chan. — Fingiu que conhecia a verdade naquele momento. — Mas a primavera está se aproximando e o tempo não está tão frio quanto antes.
— Obaaa, significa que tem feriado chegando, estou ansiosa. — Feliz, Hanabi abriu a bolsa da irmã e retirando a garrafinha de água, levou-a para congelar antes mesmo da mais velha pedir. — O mágico deu notícias mana?
— Lie, ele ainda deve estar fazendo show em outro Estado. — Não a encarou ao respondê-la.
— Se eu soubesse que ele viajaria, teria me despedido. — Hanabi afirmou um pouco triste, fazendo a irmã se sentir horrível por mentir. — Ele terá que fazer mágicas melhores quando voltar a nos ver.
A menor cheia de esperança saiu saltitando pelo cômodo.
“A esperança dela não morre.”
Refletiu a mais velha, que momentos posteriores, de banho tomado, resolveu sair.
— Escute Hanabi-chan, vou para uma entrevista de emprego. — Avisou, vendo a menina ocupada com o dever de casa.
— De novo? Hayate nos deu muitos dias sem precisar pagar.
— Eu sei, mas não posso ficar um dia sem procurar um trabalho, quanto antes melhor. Comporte-se.
Deu um beijo apertado na bochecha da caçula e saiu confiante, aguentando a culpa que feria seu coração.
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*Diário da Hinata*On*
Eu consegui, okaa-san, ganhei uma vaga em uma casa de chá. 1200yen! A dona, Tsunade Senju é uma mulher de temperamento difícil, entretanto, nada que me fez desistir do trabalho. Meu turno será das 18: 00h as 22: 00h.
Estou pensando se será um problema minha irmã ficar sozinha durante a noite.
*Diário da Hinata*Off*
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~03/03/2010
~Quarta-feira
~11: 30h
Na aula de educação física, Rin e Hinata sentavam de pernas abertas, uniam seus pés e se davam as mãos.
Alternadamente, uma puxava a outra. Outras duplas distribuíam-se pela área livre, ao lado do campo de corrida.
O professor Maito Gai moveu-se empolgado entre os jovens, ele seguia exclamando palavras de motivação.
A Nohara, sofridamente, em seu exercício de alongamento, verbalizava:
— Sinto por ontem. Eu não gosto de responder as grosserias dos nossos colegas, você vê que são um bando de moleques.
A Hyuuga surpreendida pela iniciativa de Rin, não quis perder a oportunidade de se entender com ela.
“Vamos lá Hinata, diga o que ensaiou!”
Entre seus gemidos de dor, causados pelo exercício, verbalizou-a:
— E-eu não deveria sair daquele jeito, eu nem procurei você antes de ir embora. Ai...
A Nohara gostou da resposta breve e sem muito acanho da Hyuuga.
Acreditava que Hinata estivesse facilmente comunicativa naquela manhã.
— Vamos esquecer isso, escute meu conselho: É melhor não mostrar que tá doendo, se o professor perceber ficará no nosso pé. — Espiou o educador de costas pra elas não muito longe dali.
— Alunos, vejam o exemplo do Lee, ele tem um físico excepcional! Façam como ele, cada movimento com empolgação! Tornem o exercício o prazer! — os olhos escuros do professor brilharam.
— Como isso pode ser prazeroso? — Kiba se revoltava, ainda mais por seu par ser Lee, o mais motivado se exercitar, sentia que sua coluna quebraria a qualquer puxada forte do sobrancelhudo.
— Confie no Gai sensei, se concentre bem e verá o prazer que é se alongar!!! — Lee divertido comentou. — Quando pratico exercícios até meu corpo doer todo eu entendo os masoquistas, eles merecem mais espaço na nossa sociedade!
— QUE BOSTA VOCÊ ESTÁ FALANDO, MASOQUISTA NÃO TEM NADA COM ISSO! — Kiba se estressou achando aquele papo totalmente maluco.
— Agora você entende o que tenho que aguentar?! — gritou Tenten, estando longe deles, e fez uma galera rir.
— Não riam queridos alunos! Tentem compreender os exercícios como o Lee.
— Muito obrigado Gai sensei!!!
— Não incentiva professor! — Tenten reclamou.
— Eles não são pai e filho, só possuem uma admiração incrível um pelo outro. — Rin adivinhou o que se passava na cabeça da Hyuuga quem muito olhava para os dois seres de grossas sobrancelhas e cabelos em corte tigela. — Ai! — sentiu a parte superior do corpo doer na última puxada de Hinata.
— Gomenasai. Quer parar um pouco Nohara-san? O professor não está nos olhando.
— Nohara-san? Dispenso, pode começar a me chamar de Rin ou eu não respondo.
— Rin-san?
— É, melhorou.
As duas sorriram.
Um minuto e retornaram a se alongar, pois o professor voltou a andar perto delas e quando passou ao lado das mesmas lançou um sorriso acompanhado do gesto de “legal” usando o polegar direito.
Com o educador longe, Rin elogiou a perolada:
— Você está um amor com o cabelo preso Hinata.
— Arigatou... e-eu pensei em cortá-lo, mas…
— Eu voto no “mas”. Se há uma coisa que engrandece sua beleza são os seus cabelos. Eu queria ter paciência pra cuidar de cabelos longos, por enquanto, só consigo manter os meus curtos. — As duas deixaram de se puxar, não eram as únicas que encerravam o exercício, quando o professor não estava olhando. — Sabe que depois que você colocou seu uniforme de educação física conquistou alguns admiradores? — sorriu atrevida, movendo seus olhos maliciosos para o lado esquerdo.
A Hyuuga seguiu a atenção dos castanhos rotundos de Rin, localizando uma dupla de caras, os quais disfarçaram quando perceberam os olhares delas.
— Não é só o seu rosto que é lindo Hinata. — A Nohara analisou o físico marcado pela camisa branca, o volume dos seios deu o que falar na turma e a forma arredondada dos quadris ressaltada pelo short terminado acima dos joelhos era outro detalhe indispensável na admiração que a Hyuuga despertou entre os colegas.
A face de Hinata esquentou. De cabeça baixa, constrangida, perguntou-a:
— Eles são da nossa sala? Não lembro de tê-los visto...
— Lie, eles não são da 3-K. São da turma 4-K. Duas turmas se juntam a cada aula de educação física.
Para confirmar, Hinata estudou visualmente as outras duplas e descobriu novos rostos.
A Nohara achando engraçada a surpresa de Hinata, perguntou-a:
— Como não notou a diferença na quantidade de alunos?
— Eu evito ficar olhando diretamente pras pessoas. — Respondeu, abaixando as feições novamente. — Não gravei todos os rostos da turma 3-K.
— Cabeça baixa, nada de contato visual... essas pequenas atitudes colaboram para as pessoas pensarem que você é cega. Não acha que devia melhorar seu comportamento?
Por conta da cor de seus orbes, a azulada se habituava a ouvir "Por um momento, pensei que fosse cega", "Cuidado filho, não vai esbarrar na moça, pois ela tem deficiência visual.", "Precisa de ajuda para atravessar?"
— E-eu estou bem. Não me importo que as pessoas pensem isso de mim... afinal, quem conviverá comigo saberá que enxergo bem.
— É mas...
— Sai, como representante você deve ser um exemplo tão bom quanto o Lee! Vamos lá: 1,2 e 3!
O professor se abaixou e empurrou as costas do Hino, ajudando-o a manter o exercício, o pálido rapaz suava exageradamente e em sua camisa duas grandes poças marcavam as regiões axilares.
— Professor, vamos mudar de exercício, não quero mais tocar nele. — Pedia Sasame quem formava dupla com Sai.
Hinata elevou a cabeça, buscando avistar seu amigo e quando o encontrou, ele jazia quase inconsciente, fazendo careta de esforço, fechando bastante as pálpebras.
Rin virou a cabeça para trás e riu junto com outros colegas da cena.
Livrando-se do ataque de riso, a Nohara, voltou-se à Hyuuga:
— Vocês dois se tornaram amigos, não foi? Umas garotas da nossa sala fofocaram hoje cedo.
— Mesmo?
— Hai, falaram que ele lhe entregou uma carta de amor, que havia se declarado para você e que até terminou com a Ino, mas eu sabia que era um mal entendido, pois Sai nunca faria algo assim, ele é péssimo com romance, ele tem um lance esquisito de se aproximar das pessoas obedecendo instruções de livros.
“Carta de amor? A lista que ele fez sobre mim…”
Hinata se recordava de umas garotas cochichando ao passarem perto dos dois.
— E-eu não sabia que ele namorava Ino Yamanaka. É por isso que ela não fala comigo? Nas poucas vezes em que a olhei foi esquisito…parecia séria unicamente para mim.
— Calma, é outro mal entendido, muita gente pensa que os dois namoravam por que eram vistos vezes demais juntos. Quanto a Ino... ela é minha amiga, costuma demorar em se acostumar com pessoas novas. Ela só precisa de um tempo...
A Nohara evitou encarar uma possível crise na relação das duas.
A loira se distanciava desde que Rin começara a conversar com Sakura.
Torcia Rin para que fosse uma fase passageira da Yamanaka.
Ino bem longe das duas formava dupla com Deidara.
Os dois expressavam-se irritados.
Depois dos exercícios de alongamento, o professor Gai fez todos correrem, foi uma tortura que a Hyuuga suportou recebendo o apoio de Rin.
No momento para descansar, Hinata bebeu água e depois sentou debaixo de uma árvore enquanto esperava Rin retornar do banheiro.
Ofegante, observava o campo, feliz por ganhar uma amiga, flagrou-se almejando que a Nohara a considerasse uma amizade especial.
Longe da irmã, afundava-se em carência de companhia e enchia-se da vontade de se incluir em um circulo social.
“Não parece eu mesma…”
Agora que experimentou um pouco do que é ter amigos, quer mais.
“Mesmo que seja temporário…”
Alçou o olhar ao céu e uma distinta nuvem a lembrou o formato de uma cartola.
Longo suspiro.
O mágico queria ser uma agradável companhia para ela.
“Gomenasai Naruto, eu preciso de pessoas por perto, mas pessoas que possuem os pés no chão e a mente na realidade”
Se ao menos ele levasse as coisas a sério, Hinata não seria contra a presença dele em sua vida.
“Que você esteja bem...”
Abraçou as pernas, pensando se o loiro se curou da visão fantasiosa sobre o mundo.
Ele não retornou a aparecer, então existia esperança, de que enfim, ele compreendesse que ela não o queria por perto.
Mas...
Se ele não fosse mais o homem que acredita em magia, ela não teria nada contra a presença dele. Poderia ajudá-lo a se reerguer, ela não tinha muito o que oferecer além de orientações.
“Minha irmã…”
Hanabi sentia tanta falta. Será que ela gostaria dele se Naruto não fosse mais a pessoa sonhadora de antes?
Ao mesmo tempo, a colegial receava visitar a colina e ver que o loiro continuava o mesmo.
Se chegasse lá começaria tudo de novo. Ele lhe perguntaria sobre magia, estaria certo de que ela o queria próximo e a perseguiria...
O velho no parque chegava à memória de Hinata.
“Eu posso perguntar pra ele como Naruto está...”
Tinha certeza que o velho o conhecia, afinal foi ele quem a avisou do mágico e falara dele com experiência.
Os dois deviam ser próximos.
“Será rápido, eu não terei que subir a colina...não irei demorar”
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