Notas iniciais
Olha eu aqui com a minha primeira long genteeeee! *todospula*
Bom, é um primeiro cap curtinho só pra vcs se situarem sobre o que vai acontecer mais ou menos na estória. Fic toda narrada pelo Bill. Talvez alguns Pov's do Tom.
Galera eu tenho uma boa explicação para a falta de uma capa decente: Criatividade! O.o kkk Ai sério, ainda tenho que pensar em como vai ser, mas queria postar logo entao decidi que ia só com uma fotinha mesmo u.u (sugestões estao com tudo hein ;) kkkk)
Espero mesmo que vocês gostem, minha primeira experiência com uma long postada e na real: #medogalera kkk
Aiih deixo agora vcs lerem e a gente se vê nas notinhas finais. (:
Enjoy *-*

Daniel e eu estávamos sentados em duas cadeiras próximas a piscina dos jardins da minha casa conversando como de costume, desde que chegamos da escola. Por diversas vezes ficava difícil manter a concentração no que estávamos falando devido a, palhaçada eu diria, que podia ser ouvida vinda do quintal ao lado.

- Eu to perdendo a pouca paciência que estou lutando pra ter... Esses meninos são infernais! – comecei a dizer erguendo o tronco da cadeira, sem mais me importar se estava ou não cortando o papo do Daniel sobre o “menino mais feio da sala”.

Parecendo meramente constrangido, ele olhou para o chão, o que me deixou totalmente no “aé”, e disse:

- Ah Bill, eles são assim mesmo... Você sabe que eles sempre fazem essas coisas na escola. – começou a olhar para os dedos das mãos.

- Nunca vi uma bexiga cheia de água ser arremessada na cara de ninguém lá. – falei já sem paciência. Aquele meu vizinho tinha o dom de me deixar assim.

Na verdade eu nem podia dizer que o conhecia, mesmo que morássemos na mesma rua e claramente em casas vizinhas. As únicas coisas que eu sabia daquele ser era que ele estudava, pro meu desagrado, na mesma escola que eu, e pior ainda, tinha alguns tempos comigo e com o Daniel. Também sabia que ele morava com o pai dele, que se chamava Gordon, somente porque este sempre dava um jeito de “flertar” com a minha mãe, Simone. Fora isso, nada mais. É. Nem seu nome eu sabia. E também não me importava nem um pouco em saber.

Assim que terminei a minha frase, uma das malditas, diga-se de passagem, bexigas de água atingiu em cheio meu gramado, limpo, verde e bem cuidado.

- Filho da puta! – xinguei revoltado.

- Bill! – Daniel me olhou meio pasmo. Tá, eu não era mesmo que falar palavrão.

- O quê? Esses ogros resolvem acabar como MEU quintal e eu tenho que sorrir?

Recostei-me novamente na cadeira em que estava procurando ignorar os gritos e risadas daqueles tapados ao lado. Olhei pro Daniel.

- Mudando drasticamente o foco da nossa conversa... – pensei bem como abordar o assunto. Resolvi ser direto. — Quando é que você vai criar coragem e me contar de quem você tá gostando afinal?!

Notei que ele se conteve para não arregalar os olhos surpreso. Arqueei uma sobrancelha sem me deixar levar pela cara de espanto.

-... – ainda assim ele nada falou.

- Daniel não vem não com essa cara de quem mal sabe do que eu to falando, porque você sabe muito bem.

- Ai Bill é difícil, você não ia entender... – ele meio que choramingou pra mim. Mas afinal que tipo de monstro ele achava que eu era pra “não entender”?

Cruzei os braços e repeti exatamente a pergunta que me veio à mente:

- Mas afinal que tipo de monstro você acha que eu sou pra não entender?

Daniel tampou o rosto com ambas as mãos.

Antes que eu pudesse pensar em continuar questionando-o, outra bexiga de água atingiu bruscamente o meu quintal, dessa vez muito próxima do local onde estávamos sentados, fazendo água voar não só em nós dois, como no meu IPhone, que estava em cima de uma mesinha, ao lado das cadeiras, como em um livro que o Daniel tinha me emprestado, que também repousava ali.

- MAS QUE PORRA VIU! – me levantei.

Se a intenção deles era me irritar... Fizeram um bom trabalho!

- Bill aonde você vai? – Daniel se levantou junto comigo e começou a me seguir enquanto eu atravessava a piscina raivoso e me direcionava ao meu portão.

Nem me liguei que estava sendo acompanhado por ele, somente adentrei a casa vizinha, que estava com o portão aberto, facilitando muito o meu acesso, e parei em frente à piscina dele.

- Eu posso saber qual é o problema de vocês três!? – falava gesticulando o máximo possível, aquilo me dava à impressão de... fúria!

Os três direcionaram o olhar pra mim e deixaram, por um breve momento, de lado o atual passatempo.

- E aê vizinho! – “A” besta foi o primeiro a falar fazendo um sinal amigável com as mãos. Revirei os olhos impaciente com o “cumprimento de compadres” dele. Ignorei por completo essa frase. O que fez ele se aproximar com os dois amigos. Um loiro de óculos e um castanho de cabelos compridos, ambos, imagino, da mesma escola que a gente – Que você manda?

- Mando vocês pararem de jogar essas BEXIGAS NA MINHA CASA! – fiz questão de alterar o tom de voz nas últimas quatro palavras pra ver se entrava mesmo no ouvido deles. Afinal é muita petulância desse menino né.

Ele olhou para os amigos dele meio que dando risada. É ele não levou nem um pouco a sério. Se aproximou mais alguns passos.

- Por que, tá tão divertido... – colocou as mãos nos bolsos do casaco anormalmente grande que ele usava.

Eu senti realmente uma ironia no ar? É eu senti, e eu detesto ironias que não são feitas por mim! Notei o Daniel, que até então, pra mim, não se fazia presente, se encolher ao meu lado.

- Se está tão divertido porque você não experimenta molhar o chão da sua casa? – falei sério olhando diretamente em seus olhos, o que não foi necessariamente uma boa idéia, porque ele sequer desviou. Belos olhos. Hum??

- Isso sim não seria nada engraçado... – continuou com um sorrisinho ainda mais irônico. Aspirei todo o ar presente ali no momento, e me surpreendi que todos eles não desmaiaram no chão por falta de oxigênio.

Arqueei a sobrancelha direita pronto pra mandar ele então enfiar aquela água e bexigas em outro lugar quando senti o toque do Daniel apreensivo no meu braço.

- Bill, vamos embora daqui... – ele falou baixo esperando que somente eu ouvisse o apelo. O que obviamente não funcionou e chamou a atenção do meu vizinho pra ele.

- Oi Daniel. – este falou animadamente. Olhei pra ele confuso. Por que é que aquele menino sabia o seu nome? E por que estava sorrindo de forma maléfica pro Daniel?

Senti-o engolindo em seco com o cumprimento.

- O... Oi Tom... – Tá legal, agora eu to confuso. Como ele sabe o nome do MEU vizinho? – Ahn... Bill... Vamos... – deu uma leve puxada na manga da minha blusa.

Ainda dei uma olhada meio desconfiada para os dois, sabendo que tinha perdido alguma parte dessa historia, mas que logo, logo seria desvendada por mim, e resolvi ir embora mesmo. Tinha coisas mais importantes a serem descobertas agora.

Antes de me virar por completo olhei para o recém descoberto, Tom e disse:

- Espero que essa conversa não seja mais necessária.

Ele somente riu e meio que bateu continência dando uma piscadinha marota. Obviamente tirando uma com a minha cara né.

Argh. Ele me dá náuseas.

Notas finais
Aiiiiiin é isso gente. *OO*
Deu pra captar algumas coisas que não foram ditas né hehehe.
No proximo cap, o que vcs captaram ou nao vai ser explicado (: kkkkk
O cap.2 seria junto com o 1, mas eu resolvi separar pra... dar um charme vai >.< AUSHAU'
Well, aguardo os comentários de vocês, caso vcs queiram que eu continue (:
Beijo beijo amores *-*