A year Lost

2 Frio da Alma +18


Notas iniciais
Boa leitura

—Você poderia apenas lança uma bola de fogo ali — diz Branca debochadora

—Assim não teria graça ( eles em fim voltam para o castelo e agora com uma nova inimiga)

Uma das servas estava se jogando em Robin

—Onde devo arruma Sr.

—Oque esperar de um ladrão

Regina se virou e sem olhar diretamente para Robin e tomou rapidamente o rumo dos portões. Robin apressadamente apontou o caminho do quarto para serva e correu atrás de Regina que já estava subindo na carruagem quando ele a alcançou.

— Espera, Regina, não vá embora assim! – Pediu Robin.

Regina o olhou enraivecida e subiu na carruagem. Robin não desistiu e subiu atrás dela.

— Desça, Regina! Quero falar com você! – Pediu Robin.

— Não vou descer. Não tenho interesse em voltar a olhar para sua cara – Abriu a pequena porta da carruagem – Alceu, vamos para aquele lugar(onde ela se encontrava com Daniel -Alceu atendeu a ordem e arrancou com a carruagem.

— Você devia descer, vai fazer essa desfeita com a serva? – Regina não podia conter sua irritação.

— Não me interessa nada com ela, eu quero falar com você!

— Falar o quê? – Ela disse com os olhos brilhando de raiva

— Isso!

Exclamou Robin antes de agarrá-la em um beijo de tirar o fôlego dentro da carruagem. Invadiu vorazmente a boca dela deixando clara que intenções tinha com aquele beijo libidinoso. Regina se surpreendeu e acabou correspondendo ao beijo, se deixando levar pela paixão que Robin havia despertado nela. Robin diminuiu a intensidade do beijo lentamente desfrutando do gosto da boca de Regina, sentindo seu calor e como ela foi se acalmando.

— Por que você fez isso? – ela perguntou já mais calma. – O que você quer falar comigo?

ele ñ disse nada Voltou a beijá-la comprimindo seu corpo contra as paredes da carruagem e subindo a mão por baixo de suas saias. Regina se sentia zonza pelo balanço da carruagem e pelo atrevimento de Robin que beijava devorando sua boca, subindo por seu rosto envolvendo em carícias suas bochechas subindo até que chegou bem perto de seu ouvido e disse:
—Eu a desejo Majestade

Regina se arrepiou de cima abaixo com suas palavras e seu olhar malicioso. Seu corpo parecia agir por conta própria quando se tratava de Robin, estremeceu de desejo. Ele seguiu acariciando sua coxa e beijando-a abrasador. Ao sentir suas carícias sobre sua pele Regina se sentia inflamar e que não podia controlar seus instintos.

— Você está louco! Pare com isso! – Ela o empurrou ofegante.

— Isso é realmente o que você quer? – ele perguntou fitando-a firmemente nos olhos. – Seu corpo, seus beijos dizem o contrário. – voltou a beijá-la ardentemente.

Regina sentia perder-se no vazio. Queria se entregar, mas ao mesmo tempo receava confiar num ladrão e sair machucada. Ele não era de confiança e isso ela tinha que recordar sempre!

— Robin, sexo não vai resolver os problemas que nós temos eu te odeio e isso não vai mudar. – ela disse com os olhos fechados entre um beijo e outro que ele lhe roubava. Roubava não, ela não só consentia como correspondia.

— Você tem razão. – ele disse sem parar de beijá-la. – Mas... Por que não? – indagou olhando-a súplice. – Eu quero, você quer.

— Nós podemos nos machucar com esse jogo, Ladrão. – advertiu Regina sem poder deixar de beijá-lo.

— Não é um jogo. E nós não vamos nos machucar. Eu não vou te magoar Eu prometo.

Disse essas palavras roçando seus lábios nos dela que ardiam por beijá-lo mais e mais.

— Eu não quero acreditar nas promessas de um Ladrão . – ela disse sincera baixando o rosto.

Ele a beijou na bochecha, carinhoso e levantou seu queixo afável. Tanta ternura confundiam-na e deixavam Regina estremecida.

— Então viva o momento. Vamos viver esse momento. Não temos nada a perder. não sabe como fantasio com isso, como sonho em te fazer minha aqui, em te levar ao céu.

Regina sorriu tímida baixando os olhos. Ele entendeu que, com esse seu gesto ela não se negava e envolveu seu corpo entre seus braços e sua boca com seus lábios beijando-a ávida e vorazmente. Regina se sentia sem fôlego, o coração disparado, que as pernas não a obedeciam. Abraçou-o e se entregou totalmente no beijo e nas carícias. Ele subiu novamente as mãos por debaixo de suas saias e delicadamente tirou suas roupas íntimas. Quando seu dedo abscindiu por sua feminilidade úmida ela soltou um gemido abafado. Ele sorriu e seguiu beijando-a e dando-lhe prazer com seu dedo. Regina se descontrolava a cada movimento dele, as pernas não a obedeciam e pareciam ter vida própria. Debatiam-se, cruzavam-se uma contra a outra, impactavam-se com o braço de Robin que estava entre elas. Com suas mãos ela agarrava o pescoço de Robin como que refugiando-se dos espasmos provocados pela estimulação de Robin . Ele beijava-a no pescoço e brincava com a língua em sua orelha fazendo-a sentir amada dos pés à cabeça e esquecer-se de todo o demais.

Algo em sua mente dizia que aquilo não estava certo, que ela não devia fazer amor com um ladrão com tantas mágoas e dúvidas de seu passado mas, havia certos momentos em que o desejo falava mais alto ele era tão sedutor ela não podia resistir às carícias. Porque, à despeito das dores e mágoas, ela era mulher e toda mulher precisa ser amada e desde Graham a mesma não sabia oque era ser tocado por um homem Robin seguia dando-lhe prazer intensamente e Regina soltou-se dele e comprimiu seu corpo contra a parede da carruagem, sem poder controlar. Segurava-se com as mãos abertas, tentando comprimir os gemidos o quanto podia para que não fossem ouvidos por Alceu, mas. às vezes não podia quando os dedos de Robin tocavam-lhe em um ponto mais sensível. Quando deu por si havia estalado de prazer a atingido o orgasmo ali na carruagem. Respirava ofegantemente quando Robin deu lhe um beijo libidinoso introduzindo a língua em sua boca e recebendo a dela enquanto ela recuperava-se dos espasmos do orgasmo. Ela acariciou sua ereção agitada e ele fez menção de sentá-la em seu colo de frente para ele para penetrá-la quando ela foi acometida por um pensamento que encheu-lhe de tensão.

— Não! Isso não! – recusou-se.

— Você não quer ser completamente minha. Garanto que eu posso te dar prazer muito mais intensamente entrando em você... – Robin queimava de desejo por ela, queria possuí-la completamente e sentir sua suavidade e incandescência consigo dentro dela.

— Eu não posso. Estou no meu período... Eu posso ficar grávida não seria bom uma rainha grávida de um ladrão