A year Lost
3 Ganhar tua confiança (+18)
Notas iniciais
Regina foi junto a Robin até o local onde ela e Daniel se encontravam ela procurou sua macieira mas não estava lá
— Ela não veio conosco — Diz Regina olhando para os lados
— Quem não veio? -Pergunta Robin olhando para onde ela olhava
—Não lhe interessa eu não sei para que veio eu não pedi sua Ajuda em nada vá embora
— Eu queria falar sobre oque aconteceu a pouco tempo, Regina
— Ladrão, oque aconteceu foi um erro eu não deveria ter permitido
— Não negue que não lhe agradou eu senti você vibrar em meus braços
— Eu sou uma mulher toda mulher precisa de Sexo, eu estava carente apenas isso eu nunca deixaria me levar de maneira com alguém como você e repugnante. eu quero que fique o mais longe possível de mim — Ela sai em direção a caruagem — É obrigada por salvar minha vida, como eu vi agora pouco você já recebeu sua recompensa, mandarei aquela criada para seu quarto a noite -Ela entra na carruagem Voltando para o castelo ela sentia uma dor no seu coração e não entendia o porque quando ela chegou depois de ter pedido para Alceu dar voltas e voltas pelo reino ele dá de cara com Robin e passa rapidamente por ele chorrando, ela não podia olhar em seus olhos depois de tudo que lhe disse. ele corre atrás dela até seu aposento. que já estava com a porta fechada
Forçando seu corpo contra a porta de seu quarto Regina chorava apoiando a cabeça na porta. Sentia que sua resistência se esvaía e toda sua força escorrer pelos dedos. A dor a estava consumindo, não podia mais suportar, sentia que ia sucumbir à ela. Em sua mente, a voz imponente de Robin ecoava _ Meu amor, abra. Por favor! – Robin insistia. nesse mesmo momento Branca e David saem de seu quarto que era no mesmo corredor.
“Meu amor?” Por que ele a chamava assim depois da atitude tão hostil que ela havia tido com ele ao falar sobre o que passaram juntos? Seria verdade que a amava?
— Regina, eu não vou embora até você abrir. – Robin era persistente.
— Vai embora Robin, eu me sinto mal por tudo que disse e não posso olhar para você agora – Repetia Regina baixinho tentando controlar as lágrimas.
— Eu não vou sair daqui até você abri Regina, por favor!
Regina em fim Abriu a porta e caminhou até o meio do quarto Robin entrou, olhou-a emocionado. Ela virou-se para ele e, entre soluços, pediu:
— Fale. O que você quer?
— Eu não sei o que dizer. – Robin disse quase sendo acometido pelas lágrimas.
— Ah, Robin... Eu... Eu não aguento mais! Não aguento mais!
Disse Regina lançando-se nos braços de Robin que a amparou como que sustendo a seu bem mais precioso. Acariciava seus cabelos enquanto ela segurava-se firme em seu abraço, sentindo-se segura em seu afago, nos braços de Robin . Ele afastou o rosto dela com as duas mãos então ela disse:
— Perdoa-me. Perdoa-me eu não queria dizer aquilo eu não sei oque estou sentindo eu não posso esconder que me atrai mas eu tenho medo de Amar Robin de me entregar a alguém e me machucar eu não sei amar verdadeiramente eu não quero te fazer sofre.
Robin a olhava tomado pela emoção. Não conseguiu responder nada. Durante alguns segundos os dois se olharam descortinando as emoções um do outro através de seus olhos até que se lançaram em um beijo dramático. Se encerraram naquele beijo com exasperação e o gosto da boca deles se misturava ao sabor das lágrimas de Regina que banhavam seu rosto incessantemente. Logo Robin a comprimiu contra si pela cintura com a mão direita e com a mão esquerda seguia segurando sua cabeça que girava no ritmo da voracidade do desejo dos dois. Os lábios de Regina se condensavam com os de Robin que invadia sua boca com sua língua e encontrava uma receptividade na boca da Regina ditada pela paixão que não deixava nenhum dos dois livres. Lentamente os dois foram deixando de beijar-se, mas não se soltaram por sentir a necessidade do calor do corpo um do outro.
***
— David você viu aquilo? — Diz Branca pasma por tudo que tinha ouvido e presenciado
— Eu estou tão surpreso quanto você
— Eles se amam, a Regina é o Robin estão apaixonados
— Como Regina disse os opostos se atraem
— Uma Ladrão e uma Rainha Isso é meio Complicado, mas estou feliz quem sabe deminua a dor de perder o Henry
— Quem sabe
***
Segurando-a ainda pela cintura Robin olhou para Regina totalmente embevecido pela paixão. Naquele instante, pouco importavam as mágoas e as palavras que haviam sido desferidas entre eles, só o amor e o desejo que ele sentia ao olhá-la nos olhos: tão linda, tão sua, tão ao alcance. Regina permaneceu olhando-o sem conseguir dizer uma palavra e soltou-se dele. Virou-se de costas para ele e, sem fita-lo disse como que ditando uma ordem à um criado:
— Tire meu vestido!
Robin se aproximou incrédulo. Não queria que ela sentisse que ele a via como uma meretriz, como havia dado a entender pela manhã, mas não havia nada no mundo que quisesse mais do que fazer amor com ela.
— Regina eu não quero que você...
— Não diga nada, Robin. Faça o que eu disse!
Robin obedeceu e começou a desfazer os amarrilhos do vestido apressado. Tinha medo de que ela recuasse, desistisse ou voltasse a dizer que não sentia nada ao estar com ele. Mas, naquele momento, diante da oportunidade de fazer sua à mulher que amava com adoração não levou em conta nada disso. Em poucos segundos o vestido estava no chão e Regina portava apenas alguma roupa interior.
— Eu posso te pedir uma coisa? – indagou Robin olhando-a hipnotizado.
— O quê? – Regina se mostrou solícita.
— Solte os cabelos. Eu amo seus cabelos soltos. – disse Robin enquanto acariciava seu queixo levemente.
Regina atendeu ao pedido de Robin e, para ele foi como uma representação teatral exclusiva aquela cena. Quando Regina retirou o grampo que sustentava os cabelos e eles caíram pelos ombros Robin vibrou através do brilho nos olhos e de um sorriso nos lábios. Depois de tirar suas roupas, levou Regina para a cama e deitou-a delicadamente. Com um olhar romântico olhava seu corpo sem acreditar que ela era dele.
— Você é uma obra de arte! – disse galante. – A personificação da perfeição esculpida pela divindade. Quero que você seja minha.
— Eu sou tua, Robin. Inteiramente tua.
Robin entrelaçou suas duas mãos com as dela segurando seus braços acima da cabeça e envolveu sua boca em mais um beijo apaixonado. Regina se entregou ao beijo e já sentia seu corpo inflamar de desejo por ter sobre ele o calor do corpo de Robin. Era maravilhosa a sensação de ser beijada com desejo pelo homem que amava, . As dores que corroíam seu peito minutos antes e se materializaram em tantas lágrimas, pareciam haver se aniquilado ao sentir-se amada por Robin. Sem deixar de beijar seu rosto e sua boca Robin soltou suas mãos e começou a estimular os seios de Regina, acariciando e envolvendo os completamente em suas mãos. Quando ele se detinha nos mamilos, Regina sentia um estremecimento provocado por descargas de prazer que aquele contato produzia. Para extravasar toda aquela satisfação que essas carícias lhe produziam, Regina apertava o braço de Robin que desfrutava de sentir suas unhas cravando-se sobre sua pele.
Regina sentia as carícias provocadas pelas mãos de Robin de olhos fechados e se desesperava querendo que elas não acabassem, que fossem mais intensas. Robin desceu a mão até sua feminilidade e percebeu que ela estava muito excitada. Regina gemia baixinho entregue às sensações do amor. Robin, deitado a seu lado disse quase num sussurro com os lábios colados em sua orelha:
— Eu te amo! Te amo...
Regina envolvida por seus estímulos e submersa no prazer que sua mão pegada à sua feminilidade não se deu conta quando lhe respondeu:
— Eu também te amo,Robin. Te amo muito
Robin sentiu seu coração sair do peito ao ouvi-la dizer que o amava. Talvez não fosse verdade, talvez ela tenha dito no calor do prazer, mas ainda assim era maravilhoso. Deitou-se sobre ela embebendo seu mamilo com a boca fazendo com que o desejo e o anseio de Regina por ser dele aumentassem e chegassem ao nível em que ela se sentia descomedida. Ela arqueava seu corpo e gemia deixando Robin satisfeito pelo prazer que proporcionava a ela. Ele ajeitou-se sobre o corpo dela afastando suas coxas e começando a penetrá-la levemente fazendo com que Regina perdesse o controle de seu corpo:
— Você quer, meu amor? Quer ser minha?
— Me faça sua, Robin! Eu sou tua! – exigia Regina.
Enquanto Robin precipitava seus movimentos cada vez mais contra seus quadris, desceu sua cabeça sobre o rosto dela para beijá-la dando leves toques sobre sua pele inflamando ainda mais seu desejo. Regina envolveu seu pescoço com os braços enquanto ele seguia penetrando-a aumentando o ritmo provocando fortes gemidos em Regina e alterando a respiração de Robin. Com suas mãos ela agarrava-se nas costas dele apertando e afligindo a pele de Robin com suas unhas. Com a intensificação do ritmo, os dois estavam muito próximos do orgasmo quando Regina se soltou do pescoço dele como que procurando um lugar para refugiar-se. De repente Regina sentiu-se cair no vazio sem equilíbrio e gritou ao atingir o orgasmo junto dele.
Antes que Regina recuperasse todo o controle de seu corpo Robin, que também estava exausto, puxou-a para junto de si e a estreitou junto a si e a agarrou tão forte que deixou Regina surpresa.
— Por que você está me abraçando tão forte? – indagou surpresa
— Desculpe, eu estou te machucando? – Robin se deu conta que a comprimia muito.
— Não, só não consigo me mexer. – Ela disse sorrindo.
— É que eu não quero que você saia nunca de junto de mim. Quero que esse momento seja eterno. – Robin, por mais que tentasse, não conseguia evitar mostrar-se sensível junto dela.
— Eu não vou a lugar algum. Estou aqui, junto de você, não? – ela disse tocada pela insegurança dele.
— E, dessa vez, sem uma única gota de ofensas. –Robin não conseguia superar o desprezo de Regina horas antes.
— Foi bobagem ter dito àquilo. Esqueça! – pediu Regina aninhando-se no peito dele e abraçando-o sem olhar para seu rosto.
— Me fustigou muito. – Confessou Robin.
— Eu sei. – admitiu Regina – Não foi minha intenção. É que estou muito confusa. – Poucas vezes Regina conseguia ser tão sincera, sobretudo, com ele.
— Não consegue confiar em mim? – ele levantou seu queixo com o indicador.
— Não completamente.
Regina admitiu baixando novamente a cabeça e abraçando-o sentindo-se segura nos braços dele. Temia não conseguir ser sincera se estivesse olhando seu rosto. E temia muitas outras coisas ao olhar em seus olhos. Eles exerciam um magnetismo sobre ela que faziam-na perder o prumo e Regina não gostava de sentir-se dependente e subordinada nem sequer de seus próprios sentimentos. E era exatamente assim que ela se sentia quando olhava nos olhos de Robin.
— Tudo que eu te peço é uma oportunidade, meu amor. – Disse Robin fechando os olhos e perdendo-se no aroma dos cabelos negros de Regina que tanto o seduziam. – Uma oportunidade de te demonstrar que eu posso ser digno da sua confiança.
Regina não respondeu. Fechou os olhos e suspirou agarrada ao torso de Robin com a perna esquerda sobre as pernas dele. Como responder algo para o qual ela não tinha uma conclusão. Ao dizer que estava confusa, havia sido totalmente sincera, desconhecia seus próprios sentimentos. Ao mesmo tempo que seu corpo vibrava com as carícias de Robin e seu coração disparava com suas palavras de amor, o medo não a deixava estar completamente entregue, confiar outra vez No amor e ver seu coração sendo arranca é quem sabe dessa vez fosse por ela.
— Dê-me a honra de uma única oportunidade e eu prometo que não vou te defraudar, Regina. Eu prometo! – insistiu Robin.
— Por favor,Robin, não me faça promessas. – pediu Regina ressentida
— Você não vai me dar uma resposta? – indagou aflito
— Não agora. Não ainda. Eu não posso. – novamente o respondeu com absoluta sinceridade e ainda sem conseguir olhá-lo. – Eu me entreguei. Fiz amor com você, creio que isso...
— É que você disse... – as palavras de Regina na discussão da manhã ainda ecoavam na mente de Robin.
— Eu sei o que eu disse, não repita porque eu me envergonho. – Pela primeira vez levantou o rosto para olhá-lo por sua própria vontade. – Eu disse aquilo movida pelo orgulho, pelo ressentimento... O que você tem que saber é que... Não era verdade, não é o que eu sinto.
Robin não pôde conter o sorriso e voltou a comprimí-la forte em seus braços.
— E o que você tem que saber é que eu tampouco quero que você Seja como uma qualquer. Tampouco quero que você esteja comigo por que salvei sua vida Quero que você esteja comigo porque eu te amo, só a você e você é a única mulher que eu quero. A única mulher que existe para mim é você. – declarou-se Robin apaixonado.
— E eu sou tua, Robin. Tua! e não quero aquela criada perto de você se não arranco seu coração é transformo em pó – disse Regina com os olhos Furvilhando de ciumes
Essas palavras, ditas por Regina eram também uma declaração, a que ela conseguia fazer naquele momento que seu coração ainda estava dolorido e cheio de feridas que não haviam cicatrizado. Não havia dúvidas que ela amava a Robin, entretanto, a dor e o sofrimento, em muitos momentos, eram maiores que aquele amor, ela não podia evitar.
Robin acariciou o rosto de Regina e a beijou terno. Primeiro lentamente desfrutando do contato dos lábios, de sentir a respiração dela em sua pele, seu gosto viciante que lhe provocava a libido e lhe enchia de vontade de mais. Logo o beijo se tornou mais cálido, ele invadiu sua boca com sua língua e encontrou-se com a língua dela apreciando ao máximo cada instante daquele contato. Regina novamente sentiu-se flutuar embebida da sensação de ser amada e desejada por Robin, o Homem com quem novamente estava descobrindo o amor
Não podiam deixar de beijar-se, suas bocas se ansiavam na mesma proporção em que seus corpos se derretiam naquele contato. Regina arrepiava-se e, procurava, com suas mãos dar carícias a Robin tateando carinhosamente todo o seu corpo, deixando-o fascinado. Em cada beijo, em cada contato ele incitava o corpo dela a permanecer junto dele. Aninhava-a em seus braços e acariciava sua pele nua unida à dele numa troca de calor que fazia com que os dois se confundissem em um só. Claramente Robin e Regina desejavam voltar a estar juntos, mas Regina lentamente deixou de beijá-lo e, olhando-o enternecida saiu da cama. Robin se assustou:
— Onde é que você pensa que vai? – ele indagou amedrontado.
— Vou ao toucador, preparar um banho, só isso. – Respondeu Regina sorrindo do temor que ele sentia.
— Eu vou com você! – determinou Robin.
— Robin, é só um banho! – Regina sorriu enquanto vestia o robe.
— Não quero ficar longe de você um minuto sequer. – Ele disse vestindo o robe e segurando-a pela mão. – Não vou me afastar de você nunca mais.
Regina sorriu por gostar das palavras que escutou e agarrou sua mão, carinhosa caminhando até o toucador. Robin observava encantado, sentado no sofá que decorava o luxuoso toucador do quarto como Regina preparava o banho. Tudo o que ela fazia era com uma leveza, algo tão único, tão divino que o faziam não querer deixar de admirá-la nunca. Regina encheu a banheira com água fria e logo a temperou com água quente que estava sobre a cômoda em uma vasilha de prata. Com o pé sentiu a temperatura da água. Sem nenhum pudor tirou o robe ficando completamente nua. Virou o rosto para Robin que a admirava embasbacado do sofá, quase não piscava assistindo ao espetáculo que a visão de Regina lhe proporcionava.
— Você não vem? – disse entrando na banheira sedutoramente. – Não sabe como eu estou louca por um banho. – disse sorrindo com os olhos brilhando.
Robin levantou-se em um impulso e tirou seu robe entrando na banheira e ficando de frente para Regina. Arregalava seus olhos descrente de que tanta beleza fosse real, ao ver Reginaa enchendo uma vasilha com a água e fechando os olhos enquanto ela escorria por sua pele sedosa.
— Você é linda! Linda não, divina!
Regina se divertia com o modo como Robin olhava para ela e seguia seu banho lançando olhares sedutores para Robin. Ele levantou-se entrou na banheira por trás dela e começou a acariciar sua pele com as duas mãos envolvendo seus seios deixando-a cheia de desejo, embevecida.
— Deixe-me te ajudar com o banho. – ele dizia sussurrando em seu ouvido.
Regina sentiu a pulsação de sua ereção sobre suas nádegas e deitou sua cabeça sobre o ombro de Robin que a beijou vorazmente apreciando o gosto de seu rosto molhado pela água do banho sem deixar de acariciar seus seios estimulando seus mamilos com o dedo indicador. Já inebriada pelas carícias do Ladrão, sentir sua ereção tocando-a e por beijos tão cálidos, Regina se levantou e sentou-se sobre Robin que ajeitou seu membro e iniciou a penetração de sua Rainha cheio de ânsias de estar dentro dela por todo o tempo.
Regina subia e descia levada pelo desejo enquanto seus cabelos que tanto fascinavam Robin dançavam no ar molhados e levados pelo movimento do corpo dela que gemia sem pensar se alguém podia ou não ouvir. Aos poucos ela se acostumou com a maravilhosa sensação de ter o membro do Homem invadindo as paredes de sua feminilidade aflita por mais e mais daquela sensação desesperantemente esplêndida. Robin a segurava pela cintura ajudando-a com os movimentos de prazer e maravilhado pelo balanço de seus cabelos e as expressões de prazer no seu rosto além dos intensos gemidos de prazer que provocava na Mulher. Às vezes algumas mexas de cabelo ficavam pegadas ao rosto de Regina por estar molhadas e ele sentia que estava vivendo dentro de uma realidade fora de série tamanha a beleza que contemplava.
A série de gemidos intensos dos dois foi interrompida por batidas fortes e aflitas na porta do quarto de Regina surpreendendo-os muito próximos do orgasmo. Regina parou de movimentar-se sobre o membro de Robinassustada com as batidas.
— O que será? – indagou Regina, surpresa, ofegante saindo da banheira enxugando-se rapidamente com a toalha e vestindo novamente o robe.
— Se for a Criada deixe-a entrar vamos fazer algo diferente -Regina joga uma vasilha que acerta na cabeça dele
— Espere! – Disse Regina sorrindo dando-lhe um curto beijo na boca e, maliciosamente, passando a mão pela sua masculinidade ouriçada. – Eu vou abrir.
— Quem é? -Diz Regina meio que furiosa por atrapalhar aquele delicioso momento
— Sou eu Gina Branca abra Por favor! -Diz Branca Apreensiva
— Oque houve Neve? por toda essa Euforia — Abre a porta e Branca entra Olhando Robin apenas de Roupão ela lha para Regina que tinha suas bochechas Coradas
— Ok, — Fala tentando se livrar do pensamento de Robin e Regina juntos
— Sua irmã Verde está no salão — Regina corre para o toucador e veste um tipo de vertido leve e corre até o salão deixando Branca lá com Robin
— Vista-se Robin depois vocês continuam oque estavam fazendo
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