A sobrinha da Helô
33 Seduzindo a sobrinha da Helô.
Helena olhou para celular, esperando que houvesse uma ligação dos chefes. Já era pouco mais de onze horas. Eles tinham tentado a tarde, mas ela estava com Tiago. Agora ela só fazia isso, estar com ele. “Eles estavam certos, ele me deixa frágil. Sai hoje e nem prestei atenção no caminho, se tinha alguém seguindo. E no barco eu nem atinei o perigo todo, nos expondo.”
Ela suspirou lembrando da tarde que teve com Tiago.
Se sentou a beira da cama, enrolada na toalha, olhando para o lado, para a camisola de algodão rosa. Helena passou as ultimas horas pensando nas ultimas semanas. Se perdeu totalmente do objetivo. Tião já devia estar muito bem preparado para dar a resposta para ela, como podia se arriscar assim? Mas voltar a luta era o mesmo que ter de largar Tiago. “Não vou levar ele junto comigo nisso. É perigoso. Mas como é que vou seguir sem ele?” Ergueu o olhar para cima e inspirou fundo.
Estava tentando não pensar no que aconteceu mais cedo. O ódio que sentiu vendo Aline perto dele. A ideia de que estava com ciúmes de Tiago não a agradava. Nunca sentira ciúmes antes, por que ia sentir agora, e dele? Esse namoro estava ficando mais sério do que ela pensava. Sem contar que não era mais segredo para ninguém, até Magnólia já tinha percebido. A prova era ela ter mandando Helena ir até o quarto de Tiago bem na hora que a outra estava lá.
Helena fechou as mãos em punho e as bateu sobre a cama, sentindo a raiva voltar. Se levantou e trocou a toalha pela camisola, respirando fundo, pensando em descer para comer algo e poder parar de pensar em toda a armação montada e no que teria de fazer dali para frente: definir o que tinha com Tiago para poder voltar ao plano inicial.
Saiu pela porta do quarto e olhou pelo corredor. Ninguém. Como não era meia-noite ou três da madrugada, ainda, Tiago possivelmente não apareceria na sala ou cozinha, era a melhor hora para evitar ele. Desceu para a cozinha, silenciosa, faminta.
Chegou na entrada e parou, prendendo a respiração. Ele estava lá na frente, sentado sobre a bancada, de costas para ela, no seu pijama curto, azul claro. Ela engoliu em seco pensando em se virar e sair sem ele perceber, mas Tiago logo olhou para trás, a notando ali.
Ele tinha a boca cheia de sorvete de chocolate, que estava tomando enquanto a esperava.
Engoliu o que tinha e pulou da bancada deixando o pote de lado para ir até ela, que olhava para os lados, pensando no que fazer. Quando ele estava perto ela entrou na cozinha indo para o outro lado, rodeando a bancada, buscando a geladeira. Ele respirou fundo notando ela desviar dele, e observou, com as mãos na cintura, ela fechar a porta da geladeira ao não encontrar nada que a agradasse.
— Se você quiser posso fazer algo para você. – ele se ofereceu, pensando se ela deixaria ele se aproximar dela.
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Helena apenas se encostou, de costas para a entrada, na bancada, e cruzou os braços, respirando fundo, apertando os lábios.
Ele expirou e largou os braços, seguindo os passos dela, indo parar de frente para Helena. Ela engoliu em seco, cabeça baixa. Ele a olhou e com a mão esquerda, colocou o cabelo dela para trás da orelha.
— Helena...- ele começou mas ela ergueu a mão direita.
— Nem precisa discurso. – ela abaixou as mãos as apoiando na bancada, erguendo o queixo, o encarando – Eu sei que você não tem nada a ver com o que aconteceu.
Ele respirou fundo notando que mesmo ela dizendo que ele não tem culpa, se mantinha distante. Colocou as mãos na bancada, ao lado das dela, e aproximou o corpo.
— Para, Tiago. – ela falou para a aproximação dele.
— Para você, Helena. – ele falou em tom suplicante, olhando dos olhos dela para os lábios – Eu não quero você assim, brava, distante de mim...
— Eu não estou brava. – ela retrucou olhando ele nos olhos, enrugando a testa e fazendo bico.
— Está sim. – ele a olhou firme – E não tiro a razão. – ele levantou a mão direita e passou pelo rosto dela, suspirando – Te provocaram. Mas não... não foge de mim. Deixa eu ficar do teu lado, – ele colocou a mão na nuca dela, trazendo o rosto dela até as testas se encostarem enquanto ele suplicava a deixando com a respiração difícil – te dando apoio, carinho, ombro, braço, tudo. – ele sorriu para ela, que sorriu levemente – Mas não se isola, Helena. Você não está mais sozinha, agora você tem a mim.
Ele puxou o queixo dela com a mão esquerda, aproximando os lábios para beija-la, que respirou fundo e afastou o rosto.
— Tiago... – ela tinha a voz fraca e tentava manter o corpo o mais afastado possível dele – As coisas não são assim, simples, e podem ficar ainda mais complicadas.
— Por que? – ele afastou o rosto e voltou a colocar as mãos na bancada a rodeando.
— Por que? – ela o olhou arregalando os olhos – Por tudo! Por primeiramente eu não estar aqui a passeio, e para nos divertirmos. Eu tenho que me preparar para o que quer que Tião esteja preparando...
— E eu estou aqui contigo. – ele acrescentou firme a fazendo olhar séria para ele, o coração falhando uma batida para voltar a bater loucamente.
— E ainda tem a sua família. A sua avó me quer se possível a quilômetros de distancia dessa casa...
— Eu vou contigo. – ele respondeu novamente firme, Helena o olhando séria.
— E tem eu. Eu sou toda errada, e não posso te colocar nisso junto. Tô vivendo isso agora, mas não sei o que vou estar fazendo depois...
— Eu faço junto. – ele chegou o corpo ainda mais próximo dela, a fazendo sentir ele desde as coxas até o peito, o coração cada vez mais acelerado – Me entende, Helena, não tem mais eu sem você.
Ele passou as mãos para as costas dela, a segurando, aproximando os lábios, a vendo fechar os olhos e abrir a boca. Então Helena se alertou e o empurrou.
— Não, Tiago. – ela se virou de costas, para tentar resistir, já ofegante, Tiago bufando e jogando os braços do lado do corpo – Era isso que você dizia para as outras namoradas? Que não ia deixar elas?
Ele a olhou de rabo de olho, furioso. Ela usou de golpe baixo para afastar ele agora: os relacionamentos com Leticia e Isabela.
Com raiva, ele subiu a mão direita pelo pescoço dela, pegando o cabelo da nuca, a fazendo virar surpresa a cabeça por sobre o ombro esquerdo, enquanto ele aproximava o corpo por trás, a puxando com o braço direito pelo quadril, fazendo os joelhos dela falharem com os corpos encaixados. Tiago tinha a boca na altura do ouvido dela, ela sentindo a sua respiração.
— Pela ultima vez, Helena – ele falava com a voz grave no ouvido dela a fazendo fechar os olhos e engolir em seco, as mãos sobre a bancada, tentando se segurar – eu nunca tive com as outras o que tenho com você. Nem nunca senti o que sinto por você.
Ele então afastou o rosto e puxou pelos cabelos a nuca dela para o lado, para permitir um beijo, que Helena já pedia com a boca entreaberta, os olhos fechados. Ele a pressionava na bancada com o quadril, as mãos subindo pelo ventre dela, enquanto Helena subia as mãos para o alto, perdida, sentindo Tiago aprofundar o beijo, os dois puxando o ar, ela mordendo o lábio inferior dele.
Helena então se virou de frente, gemendo, o puxando pela nuca com as mãos, abrindo mais a boca, o obrigando a receber o beijo ávido dela, gemendo quando sentiu a perna direita dela entre as pernas dele, subindo. Ele então tirou as mãos da bancada, onde se apoiava enquanto Helena o puxava, e a puxou mais para ele com a mão esquerda, enquanto a direita subia a perna esquerda dela, e Tiago aproximava mais o corpo a fazendo sentir ele.
Helena respirou fundo e parou o beijo, se afastando, sem ar. Olhou para os lados. Estavam na cozinha, era perigoso alguém chegar. Tiago arfava, a boca entreaberta e a língua esperando outro beijo, olhando os lábios dela.
— Você nunca está satisfeito, não? – ela perguntou sorrindo, tentando normalizar a respiração, ainda sentindo o corpo dele a pressionando.
— Não de você... – ele falou grave, soltando o ar, enquanto descia os lábios para beijar ela na curva do pescoço, a puxando de novo.
— Aqui não, Tiago, pode chegar alguém. — ela o lembrou.
— Ah é... – ele se afastou do pescoço dela, puxando o ar e olhando ao redor, pensando em algum lugar.
— Vamos pro teu quarto. – ela já estava animada, sorria enquanto mordia os lábios, descendo as mãos para os ombros dele e depois para o peito.
— Melhor não.
Ela parou o olhando séria.
— Por que não?
Tiago prendeu a respiração. Ela não sabia que Aline estava de volta em casa, mas pelo visto estava captando no rosto dele a verdade, e voltava a ficar furiosa.
— Ela tá de volta? – ela perguntou cruzando os braços.
— Contra todo mundo, principalmente eu, minha vó buscou ela e a trancou no quarto dela. – Helena puxou o ar e fechou os olhos – Mas amanhã cedo ela some. Juro. – ele falava abaixando a cabeça, a olhando temeroso.
— Então tá. – ela abriu os olhos mas ainda não o olhou nos olhos, baixou as mãos para se apoiar na bancada.
— Certeza? – ele a olhou desconfiado.
— Sim. Amanhã mesmo ela não vai estar mais aqui. – Helena erguia o queixo olhando para a esquerda, comprimindo os lábios e formando um bico.
— Exato. Daí nada mais vai nos atrapalhar. – ele tentou se aconchegar nela, mas Helena colocou as mãos no peito dele, o afastando.
— Até a sua avó encontrar outra coisa para nos infernizar.
— Não, Helena... – ele baixou a cabeça desolado, ela estava brava de novo – Eu não vou deixar a minha avó nos perturbar. – ele ergueu a cabeça e puxou o rosto dela para ele, pelo queixo, suspirando – Ela vai ter que aceitar nós dois juntos.
Helena o olhou descrente. Respirou fundo.
— Tá. – ela respondeu.
Tiago sentia a mão dela ainda sobre o peito dele, o repelindo.
— Estamos bem, agora? – ele perguntou erguendo as sobrancelhas para ela, com um sorriso tímido.
— Não estávamos mal.
— Certo. – ele olhou para o lado balançando a cabeça para cima e para baixo – Então podemos ir em outro lugar? – ele olhou para ela, esperançoso.
Ela respirou fundo, sentindo ele chegar mais perto de novo, tentando resistir.
— Podeeemos. – ela respondeu sem olhar para ele – Depois que Aline sair dessa casa, nós podemos.
— Ah não. – ele se largou vencido, jogando a cabeça para frente, encostando a testa no peito de Helena e se apoiando com as mãos na bancada, os olhos fechados – Não me castiga por causa da minha vó.
— Não estou te castigando. Só não consigo me sentir tranquila nessa casa com esse verme rastejando por aí.
Tiago escutou a resposta e abriu os olhos, apertando os lábios, soltando o ar. Então observou a visão dele. O corpo dela. Teve uma ideia e deu um meio sorriso, erguendo a cabeça.
— Está certo. – ele concordou com ela, soltando o ar e a pegando com as mãos pelo rosto – Mas antes de irmos, posso te dar um beijo de boa noite?
Ela o olhou desconfiado. “Se ele acha que vai me dobrar com um beijo, está enganado!”.
— É claro. – ela falou apoiando as mãos na bancada, perto das dele.
Helena observou Tiago aproximar os lábios e então descer eles para o seu pescoço, puxando o ar, indo então para o peito, as mãos dele agora segurando a cintura dela e descendo junto com o rosto dele, que tinha os olhos fechados, sentindo o calor do corpo dela, e a boca entreaberta.
— O que você tá fazendo, Tiago? – ela perguntou engolindo em seco quando sentiu as mãos dele nas nádegas, então descendo pelas coxas, as afastando.
Ela se apoiava na bancada com as mãos, observando ele colocar o joelho direito no chão e alcançar com os lábios o final da camisola dela, que ele subiu. Tiago subiu as mãos, que estavam quase nos joelhos dela, pelas pernas a fazendo afasta-las. Ele passou então a beijar a perna esquerda dela desde o joelho e subindo devagar pela parte interna da coxa. Então ele ergueu a cabeça e a olhou malicioso.
— Vou dar meu beijo de boa noite.
Helena mordeu o lábio inferior vendo parte do rosto dele sumir por baixo da camisola e sentir o beijo dele, enquanto ele puxava o ar, ela prendia a respiração sentindo a carícia.
A voz não saía para mandar ele parar.
Tiago subira agora as mãos para as nádegas dela, que ele segurava firme enquanto dava novos beijos, fazendo Helena sentir a respiração voltando, mas difícil, prendendo a língua entre os lábios enquanto ele começava outros movimentos sobre a calcinha dela.
Tiago percebeu que ela já estava reagindo, e então puxou com os dedos a calcinha dela para o chão, devagar, erguendo o olhar para ela, antes de voltar a sumir sob a camisola de Helena. Ele se aproximou carinhoso, beijando, fazendo então Helena jogar a cabeça para trás, com os olhos fechados, soltando um gemido, quando ele aproximou a ponta da língua quente e molhada, fazendo movimentos delicados, a testando, Helena sentindo a respiração cada vez mais difícil. Tiago então se afastou e a olhou, Helena se alertou e voltou a cabeça para baixo, o olhando desorientada pela pausa nas carícias. Ele sorriu, pegou a perna esquerda dela, ergueu levemente e passou pelo ombro direito dele, subindo então as mãos pelas pernas dela até puxa-la pelas nádegas e começar caricias mais profundas, a explorando, fazendo Helena morder o lábio para não ser ouvida, sentindo a excitação do perigo da situação, com os dois ali no meio da cozinha podendo ser pegos, enquanto Tiago se dedicava em fazer ela sentir mais e mais sensações com os movimentos das línguas. Ele procurava um ponto. Afastou um pouco a cabeça e usou os dedos, a explorando, achando o que queria, a fazendo então não conter um grito, tímido, quando ele, sorrindo, aproximou de novo os lábios e a língua.
Helena não sentia mais as pernas, e as mãos agora subiam para os cabelos, os puxando, sentindo uma nova onda de prazer que a fazia arquear o corpo, enquanto segurava os gemidos. Tiago, devoto, oura acelerava ou demorava os movimentos a cada resposta de gemidos e dela. Ora os lábios, ora a ponta da língua, ora a língua inteira, dedicado a cada gemido. Helena não conseguia mais se conter. Desceu a mão direita até o cabelo dele, onde enterrou os dedos e o segurou, sentindo nova onda de prazer, jogando a cabeça para trás, soltando outro grito, mais alto quando ele fez um movimento mais profundo com a lingua.
— Tiago. – ela puxou a cabeça dele para olha-la, ainda a segurando com as mãos, os olhos mostrando a excitação – Vem.
Ele sorriu. Começou a se erguer passando o rosto pelo corpo dela, beijando a camisola, enquanto Helena puxava a camisa dele para tira-la.
Em pé, ele seguiu com o olhar Helena se abaixando e tirando o calção dele, e então se erguer com as mãos possessivas, o acariciando e excitando. Tiago soltou a respiração, e puxou a alça esquerda da camisola de Helena, revelando o seio, rijo que ele pegou com a mão direita.
Ele então se afastou, os dois sorrindo, ela voltou a apoiar as mãos na bancada e ele aproximou o corpo, subindo as pernas dela, a penetrando, ambos prendendo a respiração enquanto os corpos se encaixavam, ele mexendo o quadril, descendo a boca para o ombro dela, a sentindo. Então aproximou o corpo até abraça-la, a puxando para si, que o abraçou pelo pescoço com os braços e o cercou pelo quadril com os pés, sentindo ele começar movimentos mais longos, ainda demorados, soltando o ar e gemendo com ela, os lábios presos no ombro esquerdo dela. Ele afastou o rosto, a pressionou na bancada para ter apoio e olhou para baixo, aumentando os movimentos com o quadril. Voltou o olhar sobre ela que agora erguia a cabeça para trás, os olhos fechados. Tiago mordeu o lábio e olhou para o seio esquerdo. Parou e a puxou mais para o lado na bancada. Ela o olhou desorientada, e então viu Tiago liberar a mão direita, a segurando pelo braço esquerdo na sua cintura, para poder enfiar a mão no pote de sorvete, pegando uma boa porção e o colocando, quase derretido, sobre os seio esquerdo dela, a fazendo arrepiar com a sensação do gelado e depois dos lábios dele descendo ali e lambendo e sugando o sorvete, enquanto ele voltava a segura-la pelas coxas, e aumentar os movimentos, apoiando o quanto podia o corpo dela na bancada. Ela então tirou a outra alça e viu Tiago fazer o mesmo ritual e colocar sorvete no outro seio, passando a sorve-lo, enquanto retomava movimentos com o quadril, subindo a boca lambuzada de sorvete até o pescoço dela, com Helena jogando a cabeça para trás, segurando ele pelos cabelos, a boca aberta, ele mordeu o queixo dela e se afastou da bancada, indo para um espaço mais aberto para fazer movimentos mais profundos, enquanto Helena começava os próprios movimentos com o quadril.
Ele olhou ao redor alerta, com a sensação de ter ouvido algo. Mas não viu nada. Helena mantendo os movimentos, pedindo mais. Ele notou atrás deles a geladeira e passou a língua pelo lábio inferior, se virando e indo até lá, onde jogou Helena, que controlava os gemidos.
Tiago então passou os braços por baixo das pernas dela, segurando as coxas dela com os antebraços para ter mais força, erguendo levemente os joelhos de Helena, a apoiando com as costas na geladeira, ele começou movimentos mais fortes e rápidos. Helena o segurava pelo ombro enfiando as unhas mais forte na pele dele a cada novo movimento profundo, os olhos fechados e a cabeça de lado, sentindo as ondas de prazer aumentando com os movimentos dele, o ápice chegando não conseguindo mais segurar os gemidos. Ela abriu a boca e começou a gemer alto, Tiago a observava e aumentava o movimento, sorrindo. Sentindo que o ápice também se aproximava, ele jogou a cabeça para frente, encostando-a entre os seios dela, se segurando ali e acelerando os movimentos, vindo e indo, longos e fortes, a geladeira se movendo.
Já sem se segurar ela gemeu alto quando finalmente chegou o ápice pare ela e em seguida para ele, que se conteve menos e gritou, soltando o ar e aproximando o corpo dele no dela, relaxando os braços, Helena sentindo os espasmos de prazer pelo corpo, o cabelo prendendo no pescoço pelo suor, a boca ainda aberta e olhos fechados, provando cada sensação que a faziam sorrir.
Ele foi largando as pernas dela, sentindo os espasmos serem substituídos por aquela sensação morna e feliz que vinha da boca do estomago. A manteve pressionada na geladeira, Helena mal conseguia se segurar nas pernas. Ele manteve as mãos nas nádegas dela e subiu os lábios pelo pescoço de Helena, beijando, sentindo um pouco do gosto do sorvete de chocolate que ficara ali. Ela voltava a si.
— Tiago. – ela puxou o rosto dele com as mãos, a encarando, e então jogou os olhos pela cozinha, vendo o que aprontaram e o risco que correram – Você é louco.
Ele sorriu, os olhos pequenos, cansado. Respirou fundo e mordeu o lábio, subindo a mão esquerda para afastar o cabelo dela para trás da orelha.
— Por você. – eles sorriram e Tiago passou a mão para a nuca dela a puxando para um beijo carinhoso, puxando o ar.
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