A sobrinha da Helô

39 No escritório com a Sobrinha da Helô.


Tiago olhou para Helena do seu lado, no carro, o rosto virado para ele. Apesar dos óculos escuros ele sabia que ela estava o observando.

— Sério, Tiago, para onde vamos?

— É surpresa. – ele manobrou para entrar no posto de gasolina da Salete – Antes eu vou ter que passar na empresa, pegar uns documentos.

— Ah, não! Vai ser viagem de trabalho? – ela resmungou.

Tiago tirou o cinto e se inclinou a beijando.

— Olha, confesso que pretendo te dar trabalho, mas não é do ruim não.

Ela mordeu o lábio e o puxou para mais um beijo.

— Daí? Completo? – bateu Robinson na janela dele.

— Sim! – Tiago se voltou para ele, sorrindo e liberando o tanque.

Ele então olhou ao redor para ver se não estava ali o tal Gustavo. Ainda tinha a cena dele com Helena, entalada na garganta. Em dias era a primeira vez que enchia o tanque de novo naquele posto. Então o cara surgiu, dos fundos da loja, brigando com a dona.

— Você acha mesmo que vou apoiar um absurdo desses? Você está perdendo o juízo, Gustavo. Isso é uma armadilha e você está indo de bom grado. – ela puxou ele pelo braço, que se soltou.

— É sempre, assim. Não tem confiança nenhuma em mim. Eu sei me cuidar. E preciso disso para limpar a minha barra. Você não entende?

— Limpar a sua barra, onde? Na lama? – Salete estava furiosa – Não mesmo. Se você for, pode esquecer de mim. De tudo!

Ela ergueu o queixo para ele, todos olhando e não entendendo nada.

— Muito bom, então! Me demito! Melhor para mim, fico livre de você e essa sua campanha chata que só te faz se afastar mais de quem você é mesmo!

Ela sentiu as palavras dele, as pálpebras tremendo.

— Vai! Sai daqui! – ela ergueu o dedo em riste para longe do estabelecimento.

— O que? – Gustavo ergueu o queixo para ela – Sem a minha despedida? Não mesmo! Coloca a música aí.

Alguém colocou a música e Gustavo buscou a mangueira. Tiago e Helena apenas observavam a cena.

Gustavo se molhou de cima a baixo, indo se apoiar no capô do carro de Tiago, de costas para eles e de frente para Salete, que o olhava indignada. Todo molhado ele tirou os suspensórios do macacão jeans de lado e puxou a regata, jogando na direção da ex-patroa. Se virou no carro e viu Helena. Sorriu. Tiago apertava os lábios até eles quase ficarem brancos, sem sangue. Olhando para Salete, que também já beirava a fúria, Gustavo abriu a porta e puxou Helena, que, surpresa, deu um gritinho.

Tiago respirou fundo e abriu a porta do carro saindo e olhando para o outro lado.

— Que palhaçada é essa aqui?

— Festa de despedida! – Gustavo gritou – Especial para a senhora encrenca!

Gustavo pegou as mãos de Helena que tentava fugir já vendo Tiago perdendo a cabeça, e as esfregou no próprio peito, e foi descendo. Salete veio como um furacão, Tiago deu a volta no carro, enquanto Helena abria a boca escandalizada.

— Tira a mão da Helena, infeliz! – Tiago chegou se metendo entre os dois e empurrando Gustavo.

— Que é? Vai encerar? Pode vir! Estou te devendo uma surra mesmo.

— Calma, Tiago. – Helena o segurou pelo ombro.

— Que? Quer que ele continue com o show? – Tiago se virou para ela furioso, fazendo Helena tirar os óculos e o encarar, séria.

— Chega! – Salete se colocou na frente de Tiago, que se virava para partir para cima do, já controlado por Robinson, Gustavo – Não vai ter mais show nenhum aqui. Robinson, leva o Gustavo lá para dentro. E você Tiago, pode ir. Fica por conta da casa.

Tiago era segurando por Helena, e olhava para Gustavo querendo avançar sobre ele, o queixo erguido, olhos esbugalhados, narinas dilatadas.

— Vai, Tiago! O show já acabou.

Ele nem respondeu Salete. Se soltou de Helena e entrou no carro, ainda furioso, saindo e cantando o pneu. Helena entrara no carro rapidamente, colocando o cinto de segurança.

— Tiago, vai com calma. Você tá muito nervoso! – ela esperou uns minutos antes de começar a falar com ele.

— Eu estou bem calmo, pode deixar.

— Não parece.

Ele não respondeu.

— Você está me deixando nervosa.

— Ah, desculpa. Quer um banho frio para acalmar? Vai lá com o frentista, unir o útil ao agradável.

— Ai que merda! – ela bufou – Você não tá mesmo com ciúmes do cara, né? Não tá achando que eu tenho qualquer interesse nele, está?

Ele respirou fundo, ficando mudo uns segundos, então notando que já estava próximo da entrada da empresa.

— Não.

— Então o que é?

— Nada, Helena, nada! – ele cortou o assunto entrando na empresa e estacionando.

Ela o viu saindo sem ela, ainda bravo. Pensou em ficar ali mas já estava crescendo nela a raiva por ele estar com raiva. Ela saiu do carro, jogando os óculos ali, correndo até ele. Tiago apertou o passo.

— Para Tiago! – ela gritou para ele, enquanto passavam pelas máquinas, indo até a escada que dava para o escritório.

— Não enche, Helena.

— Seu... – ela resmungou baixo com a resposta dele, o seguindo até a sala, fechando a porta atrás deles – Você é um imbecil, Tiago! Um idiota! Pra que essa cena toda por conta de algo que nem fiz?

Tiago mexia na mesa dele, procurando a tal lista que ele deixara ali, fingindo não ouvir ela, os lábios apertados até formarem um bico.

— Olha para mim que eu tô falando contigo! – ela gritou para ele.

Tiago olhou para ela, colocando as mãos na cintura.

— Tô olhando.

— Que ódio! – ela falou se virando para trás, coçando a cabeça.

— Tá certo, Helena. Eu sei que você não fez nada. Que não gosta do cara. Não estou te acusando de nada.

— Mas tá bravo comigo!

— Não estou, não! – ele voltou a olhar sobre a mesa.

— Então tá! Quem está brava com você sou eu, agora. Me leva pra casa.

— Ah, mas... é brincadeira né? – ele se alterou, colocando a mão esquerda na cintura e gesticulando com a direita – Eu que tenho que ver você passando a mão no frentista...malhado – ele fechou a mão no ar – e você é quem fica com raiva? Me poupe, Helena.

— Eu não coloquei a mão em frentista sarado nenhum!

— Eu disse malhado! – ele a encarou, colocando o dedo indicador sobre a boca e depois apontando para a porta – E pode não ter colocado a mão, mas também não tirou.

— Meu Deus, Tiago! – ela enfiou as mãos nos cabelos – Você queria o que? O cara ...quer saber? Não tenho que te dar explicação, você tá vendo coisas onde não tem.

Ela se virou cruzando os braços, bufando.

— Tá certo então. – ele colocou a outra mão na cintura, olhando para baixo.

Helena revirou os olhos e se voltou novamente para ele, dando socos no ombro de Tiago.

— Seu cretino! Imbecil! Seu idiota! – ela esbravejava, o deixando surpreso, fazendo Tiago segurar os braços dela para não apanhar mais – Quem você acha que eu sou eim?

— Calma, Helena. – ele agora pediu – Eu já disse, não estou bravo contigo. Só tô com raiva.

— Com raiva de quê? – ela se soltou o encarando.

— Dele! De ver ele perto de você. – Tiago gesticulava com a mão direita no ar, sem olhar para ela – Não gosto nem de...

— Mas Tiago – ela se aproximou dele, tentando pegar o rosto dele com as mãos – o que importa ele perto de mim, se eu estou contigo?

Ele afastou as mãos dela, olhando para os lados e suspirando.

— Eu sei. Mas ... se coloca no meu lugar. Um tipo, sarado, — ele enfatizou a definição dada por ela – perto de ti, que você já beijou e que, ao que tudo indica, é exatamente o seu tipo...

— Meu tipo? – ela se afastou enrugando o rosto, perguntando indignada.

— É! Você não gosta do tipo mau caráter, bandido, bombadão? Tá lá, ó!

Ele se recostou na mesa e cruzou os braços, emburrado.

— Tiago... – Helena o olhou e então fechou os olhos, respirando fundo e apertando as mãos – Você... – ela foi para a frente dele e começou a bater com o dedo indicador da mão direita no peito dele – Escuta aqui, playba, o cara pode ser o tipo que for, eu não estou com ele, eu estou com você! – Tiago a encarou, queixo erguido, que ele jogava para frente, a encarando – Eu namoro com você! Eu durmo com você e é com você que eu sonho, e é você que eu...

Antes de ela terminar de bater no peito dele e completar a frase, Tiago se ergueu indo até ela e a segurando pelos braços, o peito subindo e descendo rápido, o olhar fixo nos olhos dela, fazendo Helena estremecer.

Então, urgente, ele largou os braços dela e a puxou com a mão direita, pela nuca, enquanto o braço esquerdo a puxou pela cintura, Tiago se inclinando sobre ela para colar mais os corpos, gemendo, pressionando os lábios deles um contra o outro, puxando o ar, estremecendo, a raiva já dissipada pelas palavras dela.

Tiago abriu a boca e sorveu o lábio inferior dela, a respiração difícil, ele inclinou a cabeça para o lado esquerdo e a obrigou a abrir mais a boca, enfiando a língua e aprofundando o beijo. Ele voltou a sugar os lábios dela e inclinou o rosto agora para o outro lado, em nova investida, a fazendo gemer, os joelhos falhando, ela passou as mãos para os cabelos dele, o puxando e mordendo o lábio dele.

Tiago então a pegou pela cintura com o braço esquerdo a erguendo e girando no ar, abrindo rapidamente os olhos para ver ao redor e então senta-la a beirada da mesa. Pararam o beijo, a boca dos dois aberta, sem folego, os lábios se tocando, ele abriu as pernas dela para ele poder se encaixar ali, fazendo os dois gemer, quando ele a puxou com força para ele. Helena então puxou a cabeça dele para trás, pelos cabelos da nuca e se apossou da boca do namorado, enfiando a língua, com mais vontade dele, puxando o ar e sentindo ele descer a mão pelas costas, trazendo a regata dela para cima, encontrando um caminho para as mãos dele passearem na pele dela.

Helena se afastou, lábios vermelhos, sem folego, as mãos agora no rosto dele, que tinha a boca levemente aberta, seguindo a dela, os olhos semicerrados.

— Você sabe, não é, Tiago? – a voz dela saiu grave.

— O que? – ele perguntou, a voz falhando, sem ar.

— Que você é o meu único tipo. – ele subiu os olhos dos lábios dela para os olhos de Helena, daquele jeito intenso a fazendo engolir em seco – Pra mim só tem você, Tiago. Eu só penso em você. – ela fechou os olhos beijando os lábios dele, subindo para o rosto – Eu penso mais em você do que em mim.

Love me like you do – Ellie Goulding

Ela encerrou a declaração, liberando o sentimento preso no peito, indo morder o lábio superior dele, fazendo Tiago fechar os olhos, sorrindo, se inclinando e se apossando de novo dos lábios dela, inspirando fundo, sentindo como que se estivesse vibrando em cada nervo, a sensação de que tudo ao redor sumiu e só tem ela ali nos braços dele. Ele soltou o ar, subindo as mãos pelas costas dela, segurando a sua nuca pelos cabelos que ele puxou, se afastando, a observando com a boca aberta, as pernas indo envolver ele pela cintura e o trazendo para ela, Tiago a puxou de novo, beijando ávido enquanto levava a mão esquerda por baixo da regata dela, indo até os seios, apertando, Helena puxando a sua jaqueta marrom e começando a puxar sua camisa, arrancando os botões. Pararam o beijo, as bocas ainda se tocando, tomando ar enquanto ele terminava de tirar a jaqueta e camisa e ela puxava o cinto da calça, com dedos nervosos. Tiago puxou a regata dela por cima da cabeça de Helena, que levantou os braços e voltou a descer a mão para a calça dele, se inclinando até os lábios encostarem no peito dele, que ela começou a beijar, abrindo a braguilha da calça, dentro da qual ela desceu a mão, o fazendo gemer.

Tiago tinha urgência, a puxou da mesa, Helena ficando em pé na frente dele, enquanto ele abria o fecho do sutiã dela, o jogando para o lado. Helena descendo então a boca pelo peito dele, até o ventre, parando logo abaixo do umbigo, beijando e passando a língua, fazendo ele engolir em seco quando ela puxou a cueca, que ele ajudou a desvestir, a puxando então pelos ombros para cima, e a beijando ávido, a obrigando a abrir a boca e inclinar a cabeça para a direita, a mão direita dele sobre o seio esquerdo dela, apertando. Ele começou a descer os lábios pelo pescoço, beijando, sugando, inspirando fundo, tentando recuperar o ar, com o coração acelerado, Tiago foi até o seio esquerdo dela. Segurando Helena pela cintura, sem tirar os lábios da pele dela, ele a elevou até a mesa, levando a mão direita até sua nuca onde a puxou pelo cabelo, a segurando com o braço esquerdo pela cintura, ele sorvia o seio dela sôfrego, a fazendo prender o ar sentindo a língua quente e molhada dele passando pela pele dela, ele mordiscando a base do seio e depois subindo para o bico, voltando a cobri-lo com a boca e língua, sugando. Ela gemia a cada nova investida, fechando as pernas ao redor do quadril dele e arqueando o corpo, sentindo ele cada vez mais excitado.

Tiago então foi ao seio direito, o sorvendo, trocando a mão na nuca dela, para liberar a mão direita até o seio esquerdo, apertando, sentindo ela estremecer, e então descendo a essa mão pelo ventre dela até o short de Helena, que ele abriu e invadiu com os dedos, fazendo Helena gemer ainda mais alto com a onda de prazer que causou, ela indo se apoiar com as mãos para trás, arqueando mais o corpo, permitindo que ele a explorasse melhor. Ele mordiscou o seio dela e então desceu os lábios para o seu ventre, usando as duas mãos para puxar o short e a meia dela, tirando impaciente os coturnos e jogando para o lado. Ele subiu os lábios pela parte interna da coxa esquerda de Helena, beijando e dando leves mordidas, até a alcançar entre as pernas, onde beijou sobre a calcinha, sentindo ela já pronta, erguendo a perna esquerda dela sobre o ombro direito dele, deu mais alguns beijo, passando o nariz, a explorando com os dedos da mão direita, e então puxou a veste com os dentes e as mãos, observando por Helena, que sorria e arfava.

Ele se ergueu e a puxou para ele, pela cintura, com o braço esquerdo, a boca dele indo até o lóbulo da orelha esquerda dela, mordendo enquanto ele a pegava pelas nádegas e aproximava o corpo dele, e, trazendo o rosto, encostando a testa dele na testa dela, primeiro olhando para baixo e então se mirando, intensos, as bocas abertas, as respirações ofegantes, ela sentiu ele a penetrando, a puxando pelas nádegas para ele, enquanto os dois fechavam os olhos e começavam a gemer, com Tiago mordendo o maxilar dela, começando movimentos longos e lentos, fazendo ela o sentir vindo e indo, sentindo a respiração dele no seu pescoço, ouvindo os gemidos de prazer dele a fazendo sorrir antes de abrir a boca gemendo mais quando ele a veio com mais força, e outra vez, e mais rápidas, Helena já se apoiando nos cotovelos, para trás, arqueando o corpo, Tiago a segurando pelo quadril e se movimentando, mais rápido e mais forte. Tiago então a puxou com o braço esquerdo pela cintura, e, olhando para a mesa, com a mão direita jogou o que tinha atrás dela para fora, empurrando. Ele fechou os olhos sentindo Helena aproximar a boca dela do lóbulo da orelha direita dele e morder, o fazendo estremecer, Tiago num impulso empurrou tudo com força e a deitou na mesa, já puxando as coxas dela a erguendo, para traze-la mais para ele, o quadril quase para fora da mesa, quando o monitor caiu no chão, ao lado direito dele, os assustando.

— Já era.

Tiago só olhou o monitor e voltou para Helena, que trazia as mãos para o pescoço dele, o puxando, então, depois de outro susto com a faísca do computador dando curto, ele, inclinado sobre ela, que o segurava pelo pescoço, começou a se mexer dentro dela, devagar, primeiro para os lados, a fazendo seguir o movimento do quadril dele, e então vindo e indo, aumentando a velocidade, movimentos longos, rápidos e fortes, Helena o largando, a mão indo até os próprios cabelos a boca aberta gemendo alto, e se contorcendo de prazer, ouvindo ele gemendo junto, aumentando os movimentos.

Tiago arfava, se deitou sobre o corpo sobre ela, mantendo os movimentos, a beijando, gemendo com a boca aberta no queixo dela, a mesa se mexendo com eles. Então ele passou as mãos pelas costas dela a arrastando mais para cima da mesa. Ele subiu e olhou o pouco espaço, impaciente, chutou o que tinha de material a sua esquerda, no chão, inclusive o telefone, enquanto Helena empurrava o que tinha do outro lado, com as mãos. Ele a arrastou para o lado direito, a deitando no lado mais comprido da mesa, se deitou sobre ela, a obrigando a abrir as pernas e o envolver pelo quadril. A beijando, ele passou os braços pelas costas dela, indo enterrar os dedos no cabelo da nuca dela, que puxou a obrigando a jogar a cabeça para trás, enquanto ele descia os lábios pelo pescoço dela e se encaixava novamente nela, mexendo o quadril, urgente, fazendo Helena apertar mais as pernas pelo quadril dele, se segurando ali enquanto ele começava movimentos de cima para baixo. Ele pousou a testa no ombro dela e levou as mãos até as nádegas dela, as segurando enquanto imprimia movimentos mais rápidos e fortes, voltando a segura-la pela nuca, levando os lábios até os lábios dela, as bocas abertas, os dois gemendo um para o outro enquanto os movimentos vinham mais fortes e rápidos. Helena sentiu seu ápice chegando e passou os braços pelos ombros de Tiago, se erguendo e contorcendo o corpo, a boca no ouvido dele, gemendo e pedindo mais.

— Tiago – ela sussurrou, olhos fechados, o fazendo estremecer, aumentando a velocidade – vai...vai, meu amor, vai.

Tiago sorriu e aumentou os movimentos com força, beijando o ombro esquerdo dela, Helena o segurando pela cabeça agora, gritando, ele urrando sentindo o ápice chegando, os movimentos mais curtos, fortes e rápidos. Ele então sentiu ela se contorcer quando alcançou o ápice junto com ele, que parou sobre ela, soltando o ar, os lábios sobre o seio esquerdo, indo suga-lo, apertando os olhos enquanto sentia o prazer dar lugar a letargia.

Ele ergueu a cabeça e a admirou. Helena ainda tinha as mãos nos próprios cabelos e a boca aberta, os olhos fechados, sentindo os espasmos de prazer pelo corpo deixando a sua boca seca, as pernas dormentes, escorregando pelas pernas dele. Ele sorriu e a beijou, largando o corpo sobre ela, cansado.