A proposta

6 Lola and the eagle


Notas iniciais
Voltei! gente, em primeiro lugar, eu tava bem indecisa quanto ao nome do cap, se voces não gostarem desse substituam por " I just wanna love!" hahahahah obrigada por todos os comentários ♥ eu quero agradecer a DiFabray que me recomendou uma musica maravilhosa, quando os sentimentos começarem a aparecer em ambas, eu vou usa-la! e pro pessoal que deve estar pensando " EU QUERO OS SENTIMENTOS, EU QUERO ELAS SE PEGANDO" calmeeem haahaha tudo tem um tempo, e no nosso caso, esse tempo vai ser rapido. —ignorem os erros. boa leitura!

O dia amanhece. Um dia frio e nublado. Aqueles dias perfeitos para deitar-se na cama e tomar um chocolate quente.

tritritri” o maldito celular de Regina acorda ambas.

— Emma, telefone. – Regina fala com uma voz roca. – Emma! – chama novamente. Sem respostas. A morena então começa a engatinhar pela cama em busca do telefone. Ato que não foi despercebido pela loira que observava tudo de olhos meio abertos. Regina pega o telefone que estava em cima da escrivaninha e o atende.

— Alô? Alô? Gold! Oh... Que surpresa. Alô? Não estou conseguindo te ouvir – Regina perambulava pelo quarto todo berrando em seu telefone.

— Caralho, Regina! Eu quero dormir! – Emma grita irritada.

— Está tudo bem aqui sim, Gold. Espere um segundo que já vou aí fora.

Mills coloca um robe cor vinho de desce as escadas.

— Gold, sinto muito por achar que eu o obriguei a ir na Oprah, mas isso é totalmente mentira. Claro que eu quero que você seja feliz. Gold, querido, vai dar tudo certo. – Regina calçava botas cinzas, ela sai de dentro da mansão da família de Emma e fica andando pelo enorme quintal. – Se você quiser eu posso cancelar com eles, sem problema. – ela só não contava que o fato de deixar a porta aberta causaria o fato de Lola sair para fora. – Mas é claro que eu estou te ouvindo. Eu adoro ouvir você, querido. – Lola anda em sua direção e late- Shiii! Fica quieta, cachorra. Senta! – Lola obedece o comando- Não, Gold! Não é para você ficar quieto não, calma. Olha... Eu acho que é um erro cancelar. Estou sendo direta com você. – Lola não parava de latir e seguir Regina.

A morena olha em direção a uma águia pousada em um galho e ao mesmo tempo Lola começa a latir novamente.

— Fica quietinha, cachorrinha. – Regina sussurra, mas a mesma não para.

Então Regina se lembra do que Eva disse. “Tomem cuidado para ela não sair, as águias podem leva-la”. O pássaro voa em direção à Lola e pega o pequeno animal em suas garras.

— Droga! – Regina fica desesperada e em um ato de puro impulso, ela joga seu iPhone na águia, que solta a cachorra, Lola cai perfeitamente em seus braços. A morena corria com o celular a Lola no colo, enquanto o maldito pássaro as seguia. Quando o mesmo as alcançou, Regina ergueu a mão que estava com seu celular e a águia o levou.

— Não! Não! Maldito! – praguejava- Leva a cachorra, ô, leva! – ergue Lola- Eu preciso desse telefone, por favor, leva ela! – Regina corria em direção da águia, que já estava bem afastada.

— Não são bonitinhos? Parece que Regina gostou mesmo da Lola. – vovô comentava com Mary, que juntas assistiam aquela cena entre risos.

— Hey, gente, vocês viram a... – Emma chega com uma caneca de chocolate quente com canela nas mãos mas para de falar quando vê Regina. Ela não pode evitar de dar um meio sorriso com a cena.

— Ela está brincando com a Lola, achamos que não tinha gostava dela. – Mary fala sorridente.

— Vá chamá-la, planejamos um dia todo para ela, ela precisa se arrumar. – vovô pede.

— Sim! Temos uma grande surpresa para ela!

Emma desce os pequenos degraus até chegar no quintal e se aproxima de Regina, que ainda estava com a cachorra no colo e gritando com a águia.

— Oi, o que você tá fazendo da sua vida? – Emma pergunta confusa.

— Ai meu Deus, sua vó estava completamente certa! A águia veio e tentou levar o cachorro, mas daí eu salvei o cachorro, ela voltou e pegou meu telefone. – Regina falava sem pausas.

— Você tá fumada? – debocha.

— Quê?! Não, né! Isso é sério. Ela pegou o meu celular e o Gold vai ligar naquele celular, me ajuda, pega de volta.

— Relaxa! Compramos outro com o mesmo número. Amanhã vamos à cidade e daí compramos, pronto.

— Tudo bem... – Regina respira fundo – Agora vá embora. – solta Lola, que late e vai correndo em direção à casa.

— Você precisa ir se arrumar. – Emma fala enquanto apreciava a paisagem.

— Por quê?

— Vai sair com a minha mãe e as garotas, boa sorte em segurar a marimba.

— Eu não quero ir! – falava emburrada.

— Quer sim, vai ser legal, essas coisas de menina, compras, maquiagem...

— E por que você não vai? Você é uma menina também!

— Porque digamos que eu sou uma menina-menino. Não gosto dessas coisas, você já é mais “não me toque”.

— Eu não sou assim! – fala brava.

— É sim. – ri. Emma a puxa pela cintura elas se abraçam. – Não poderíamos deixar elas pensarem que estamos brigando, lembra?

“Que pegada, hein!” Regina pensa.

— Me larga. – Regina fala irritada.

— Não... Assim está ótimo... – a loira passava sua mão pelas costas da morena.

— Não está.

— Agora está mais que ótimo... – ela leva suas mãos até a bunda da morena e aperta.

— Se você apertar novamente minha bunda, eu corto a sua mão enquanto dorme, ok? – fala secamente e elas se afastam.

— Tudo bem...

Elas caminharam até dentro da casa e Regina foi se arrumar para a surpresa.

--

— Queria falar comigo? – Emma pergunta ao seu pai, que estava jogando golfe diante de um lago.

— Bom... Me desculpe por não ser nem um pouco gentil ontem, foi um choque saber que você vai ser casar. – ele falava enquanto jogava.

— Não só ontem... Você sempre foi assim.

— Perdão? – David parecia não entender.

— Desde que eu me assumi você me trata assim, como se eu fosse uma aberração...

— Olha... – a interrompe.

— Deixa eu continuar! Por que você não é igual a mamãe? Igual a vovô? Me aceite do jeito que eu sou, caramba. Eu só quero amar, amar do meu jeito. Como isso pode ser um erro? Quer saber? Me deixa, só vem falar comigo quando essa sua mente de merda estiver aberta. Eu vou me casar e pronto, não tem nada que o senhor possa fazer para mudar. – Emma estava completamente aos prantos e gritando mais que deveria, o que fez Regina, que já estava arrumada na varanda, poder ouvir tudo.

As duas eram tão iguais. Historias tão ligadas. Será que essas histórias podiam se encontrar e formar uma nova história, dessa vez, uma feliz?

Notas finais
no proximo cap vai acontecer a surpresa, que eu acho que todo mundo já sabe qual é, mas TALVEZ, eu mude um pouquinho... hahahah espero que tenham gostado, bjors