A proposta
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Narração por Percy J.
Nesse momento da minha vida não posso me considera um cara de sorte. Estou morrendo de cansaço depois de ter saído de um plantam medico de 24 horas sendo que três horas tive que fica em pé fazendo uma cirurgia. Sim sou um cirurgião no hospital universitário de NY.
Tenho o prazo de uma semana pra arranja uma acompanhante pra leva comigo pra casa dos meus pais, eles vivem dizendo que já estou ficando velho e que querem netos o mias rápido possível. Como arranjar uma garota até o feriado de Natal? E como fazê-la aceitar ir comigo conhecer meus pais e passar o Natal e o Ano Novo com eles? Quer dizer, uma semana não é o suficiente para poder se apaixonar por alguém. Eu até tinha uma namorada a uns cinco dias atrás eu estava preste a pedi-la em casamento, mas como disse a cinco dias atrás quando cheguei do hospital e fui pro quarto vi a aliança de namoro em cima da cama junto com um bilhete.
“Desculpa Perseu, mas nosso namoro não está dando certo. Você está muito ocupado pra mim com seu trabalho e eu preciso de uma pessoa que esteja ali sempre que precisar. Espero que encontre alguém...
Deus... Rachel D.”
Como pude ser burro, criar a ilusão que Rachel era a garota certa pra mim. Que com ela eu poderia pensa em um futuro. Era sempre assim, mas eu achava que com a Rachel seria diferente, quer dizer, ficamos juntos por seis meses! Não foi como o resto, como as outras... Ela parecia empolgada com a ideia de passar os feriados de fim de ano com os meus pais, conhecer minha família. Como eu já tinha avisado aos meus pais que levaria uma namorada não dava pra chega lá sem uma. Quando eu saia pra conhecer alguma garota o que era raramente, pois meu trabalho me deixava 24 horas em alerta, nos saiamos e quando estávamos nos quarto ou cinto encontro elas sempre terminavam dizendo que precisa de alguém que tenha tempo para ela e toda a baboseira de mulher carente.
Cheguei em casa e me joguei na cama, estava extremamente cansado e sem nenhuma ideia de como resolver me problema. No dia seguinte às oito e meia da manhã estava seguindo para o trabalho, mas não sem passa no Starbucks pra toma meu café da manha. Assim que cheguei ao hospital já tinha uma cirurgia pra fazer nada muito grave apenas teria que retira uma bala do braço de uma mulher que foi vitima de um assalto. Eu já tinha feito operações como aquela diversas vezes, e deu tudo certo como sempre. Assim que terminei a operação fui até minha sala troca de roupa e dar uma rodada pelo hospital pra vê se encontrava alguma enfermeira ou medica pra me acompanha. Durante o caminho encontro o enfermeiro Will Solace.
–Dr. Jackson sua paciente de ferimento a bala já está no quarto 220, não temos nenhuma informação sobre ela para ligamos pra família pra avisa sobre seu estado.
–Vamos ter que espera ela acorda, não vai demora muito. Antes de ir embora vou passa pelo quarto dela pra vê se está tudo bem.
–Ok, tenha um bom dia doutor...
–Pra você também Solace. –Continuei minha procura e nada. A maioria das medicas já eram casada e com filhos e ou outro resto era lésbicas que namoravam as enfermeiras. Então não tinha muitas opções. Segui pro quarto da paciente baleada e ela estava dormindo, ela e uma moça muito bonita principalmente com esses cabelos loiros e o corpo perfeito aos meus olhos, não tinha percebi antes porque ela estava com a mascara de oxigênio e eu estava concentrando em fazer meu trabalho, me aproximei dela e a ideia louca veio a minha mente. Porque não? O maximo que ela pode dizer e não, isso mesmo que vocês estão pensando. Vou convida ela pra ser minha acompanhante, nunca contei pra Rachel, mas eu tenho uma queda por loiras. Não sei quanto tempo se passou enquanto eu ficava sentado, velando o sono daquela desconhecida, mas sei que peguei no sono. Não havia dormido muito tempo na noite passada, e aquelas poltronas eram bem macias e confortáveis. Ouvi um gemido e ao abrir meus olhos, vi que os olhos cinza mais bonitos da minha vida, uma mistura de cinza e azul, eles me observavam com curiosidade.
– Olá...! -Ela disse, me olhando com curiosidade. –Quem é você?
– Sou o Dr. Jackson. –Me levantei e estendi a mão para ela.
– Sou Annabeth Chase. –Ela tentou erguer o braço e novamente deu um gemido. –O que houve comigo, Doutor? -Ela olhou para seu braço e o viu enrolado com bandagem, por baixo tinham alguns pontos necessários para fechar o corte que ficou ao retirarmos a bala e voltou a olhar para mim em seguida.
–Bem, pelo que sabemos você estava em um assalto e levou um tiro, não se lembra? -Olhei para ela com curiosidade.
–Oh sim... -Ela fechou os olhos e se recostou na cama, parecendo se lembrar da cena, seu corpo estremeceu e ela abriu os olhos, fixando seu olhar em mim.
–Você quer que o hospital chame algum familiar? -Cocei minha nuca. –Sua bolsa foi roubada no assalto e não tivemos como chamar ninguém, mas se me passar um número de telefone e nome eu pos...
–Não... -Ela suspirou e virou a cabeça. -Não tenho ninguém para chamar, mas obrigada mesmo assim.
–Está bem. Você terá alta depois de amanhã. Eu... -Uma ideia me veio na cabeça. – Você tem quem venha buscá-la?
–Não! -Ela me olhou. –Será que pode parar de insistir? Sou só eu.
–Sinto muito! -Respondi, mas na realidade, não sentia tanto assim... Quer dizer, isso era mais um motivo pra eu conseguir o que eu queria. Talvez nem precisasse pagar. Sorri ante a ideia e voltei a falar com ela. -Vai passar o natal sozinha, senhorita Chase?
–Porque o interesse, doutor...?
–Sinto muito. –Suspirei, me sentindo estranho com aquela resposta. -É que, em minha opinião, ninguém deve passar o natal sozinho.
–Ah, então o senhor costuma dar festinhas de natal para os pacientes do hospital? -Ela sorriu, debochando de mim –Que generosidade a sua! Seus pacientes devem amá-lo, não é mesmo?
–Não, não... -Eu cocei a nuca e respirei fundo. –Escuta, sei que fui intrometido, desculpa.
–Que bom que percebeu. -Ela fechou os olhos. –Vá embora, por favor!
–Mas...
–Eu pedi, por favor! Não é educação suficiente para você? -Ela me olhou, nervosa. -Sai daqui... AGORA...! -Ela quase gritando.
Eu não pude fazer absolutamente nada, a não ser obedecer. Mas eu não iria desistir. Quer dizer, ela é linda, e eu não vou desistir até conseguir que ela vá comigo conhecer meus pais. E ela vai...
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