Notas iniciais
Hello, my babys... Muito boa noite a vocês. Primeiramente quero agradecer a belíssima Adrieli, pela sua maravilhosa recomendação. Lá vai sua dedicatória: Muitas vezes o brilho do sol não desperta nem metade no que sua alma desperta. Sua gentileza e bondade reflete o quão especial você é. Posso não ver seus olhos, mas em suas palavras sinto sua grandeza e esplendor que poucos podem ver e os que conseguirem, sintam-se lisonjeados por tê-la por perto. Espero que tenha gostado e continue acompanhado a fic, assim como o restante. Segundo... Acho não dará para eu postar nesse final de semana. Feriado chegando, junto com a minha avó e suas conversas sobre tricô e croché kkk Então será noites no hospital, passeio com a vovó e com o cachorro maluco daqui de casa que é maior que eu (sério) e sequestrar o Chord (isso é só nos sonhos kkk) Aproveitem:

–San!- Quinn chamou quando acordou e não viu Santana na cama. Ela olhou o relógio na cômoda ao lado de sua cama e viu que ainda era muito cedo para a latina já ter ido trabalhar. Levantou-se, pegando em seguida seu hobby, pois estava muito frio, e caminhou até a sala a procura de sua esposa.

Ao chegar na sala, escutou um barulho vindo da cozinha e seguiu até lá encontrando Santana entretida com algo na pia. Aproximou-se de fininho a abraçando por trás:

–Oi amor- ela sussurrou no ouvido de Santana, que se assustou com o contato.

–Nossa Quinn... Você me assustou!

–Uhm... Assustada você- brincou, dando em seguida um leve beijo no pescoço de Santana a arrepiando, fazendo-a sorrir com isso.

–Não está muito cedo para a senhora está acordada?- Santana perguntou voltando ao que fazia.

–Eu ia perguntar isso a você também- olhou por cima do ombro de Santana, curiosa para ver o que ela fazia- O que está fazendo?

–Estava sem sono, então resolvi levantar logo. Aproveitei o tempo livre para dar uma olhada no microondas... Uma peça soltou e eu estou a colocando no lugar- explicou desparafusando o fundo do aparelho, depois retirando algo de lá.

–Menina prendada- Quinn brincou dando um beijo na bochecha de Santana, sentando-se em seguida ao balcão.

–Ajuda a aliviar a tensão- comentou analisando a peça em sua mão a procura de problemas- Quinn, me passa o alicate, por favor.

–Esse aqui?- perguntou apontando para um alicate de bico.

–Não... O universal.

–Qual desses? Eu não sei a diferença- disse confusa com os alicates em sua frente.

–O com a ponta mais larga- Santana explicou sorrindo. Quinn lhe entregou o alicate e ela continuou seu trabalho.

–Parece difícil- a loura comentou encarando Santana colocar um objeto quadrado que possuía alguns fios interligados dentro do fundo do microondas, e em seguida colocar a tampa e o parafusar depois.

–Mas não é... Só precisa ter jeito e memorizar onde cada coisa fica para depois colocá-la no mesmo lugar- disse dando os últimos acertos- Pronto... Agora é só ligar- desvirou o aparelho, plugou na tomada, e o mesmo ligou perfeitamente.

–Incrível- Quinn disse abraçando Santana pela cintura.

–Está com fome? Fiz omelete com bacon para nós.

–Adoro sua omelete com bacon- comemorou batendo palmas, Santana sorriu lhe dando um selinho.

Depois de comerem, ficaram assistindo televisão na sala. Santana estava deitada com a cabeça nas pernas de Quinn, enquanto ela lhe fazia um delicioso cafuné. As duas assistiam a um filme de comédia, mas apenas Quinn parecia prestar atenção.

–Ainda preocupada?- a loura perguntou percebendo a quietude de Santana.

–Mais ou menos... Apenas pensando- respondeu virando-se para olhar sua esposa.

–Ainda tem dúvidas se devemos fazer isso?- questionou preocupada.

–Não, meu amor. Só quero organizar minha cabeça. Não se preocupe- pediu inclinando-se para alcançar seu celular na mesinha de centro- Olha a hora... Tenho que tomar banho agora... Depois conversamos melhor sobre isso, ok?- Quinn consentiu, ganhando um selinho de Santana.

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Santana passou a manhã toda de um canto a outro de Nova York, tendo que visitar alguns prédios para a nova franquia que ela e Russel montariam. No seu carro de volta ao trabalho recebeu uma ligação:

–O que foi, Puck?

–San... Preciso de sua ajuda- ele pediu e pela sua voz, parecia agoniado.

–Algum problema com a Britt?- perguntou encostando seu carro para poder falar livremente ao celular.

–Não... Com ela está tudo tranquilo. Me refiro a números infinitos que pousaram na minha sala e estão me deixando maluco.

–Explica, cabeção- pediu confusa com o que ele dizia.

–Contabilidade. Isso é coisa do bicho do mal. Preciso que olhe uns papéis para mim.

–Poxa, Puck. Eu estou cansada. Cadê o contador que eu indiquei a você?

–Pediu demissão. Disse que queria um aumento e eu neguei. Não vou dar aumento para um cara que passa o dia todo sentado- explicou sentando-se em uma poltrona na sua sala.

–Tudo bem... Passo aí depois do trabalho, mas você vai me pagar uma cerveja depois.

–Até dez, mas venha- pediu desligando em seguida.

Santana fez o que disse a Puck. Depois de encerrar seu trabalho, seguiu para a academia de seu irmão nomeada de ‘’Believe’’. Ela entrou no local e encontrou Puck parado de frente a um vidro que dava para uma sala. Ele estava concentrado em algo e ela foi ver do que se tratava. Brittany ensaiava algo dentro da sala e Santana entendeu o porquê da concentração de seu irmão. A loura dançava de forma leve e apaixonada, não parecia uma coreografia ensaiada, mas algo que vinha no momento e direto do coração.

–Não é que ela tem talento?- Santana comentou próxima a Puck, mas o mesmo não se moveu.

–Ela é simplesmente demais- disse admirado e vidrado no que a loura fazia.

–Cuidado para não escorregar na baba- provocou fazendo careta.

–Não estou babando... Só admirando- Puck se defendeu ainda sem encarar sua irmã.

–Pois trate de admirar mais tarde, quero olhar logo esses papéis para poder ir para casa- pediu impaciente e Puck lhe acompanhou.

–E a cerveja?

–Outro dia nós tomamos, agora só quero um banho demorado e os braços da minha esposa- respondeu sentando-se a mesa- São esses?- perguntou apontando para um amontoado de papéis em cima da mesa- Me espanta seu senso de organização- ironizou com a zona em que se encontrava no local.

–Fazer o que?- disse dando de ombros- Você e Quinn estão bem?

–Melhores- respondeu concentrada aos papéis- Conversamos e nos entendemos.

–Ela esqueceu aquele papo de ter um filho?

–Decidimos isso.

–E o que deu?- Puck perguntou curioso e preocupado.

–Decidimos em ter a criança- ela disse e ele a encarou em silêncio espantado.

–Vai fazer isso por que vocês querem ou por que ela quer?

–Como assim?- Santana ficou curiosa pela reação de Puck.

–Você sempre faz o que a Quinn quer. É capaz de dar seu rim a um cachorro se ela pedir.

–Mas é claro que eu quero, Puck. Só me assustei com a revelação- explicou encarando Puck.

–Tem certeza?

–Mais que tudo na minha vida, meu irmão- respondeu firme e Puck ficou pensativo:

–Você sabe que isso é de extrema importância, não é?- perguntou sério e com o cenho franzido.

–Sei... Tive que passar horas martelando isso para chegar a essa conclusão- concluiu. Ele a olhou, analisando cada ponto do rosto de sua irmã:

–Tudo bem... Saiba que estou com você para qualquer coisa.

–Isso eu sei mais ainda... Agora bate aqui- ela estendeu a mão e ele bateu. Os dois ficaram em silêncio. Santana voltou sua atenção aos papéis e Puck ficou a olhando fazer isso e de repente começou a sorrir- O que foi, Puck? Enlouqueceu?

–Nada... Só imaginando você mãe... Pobre dessa criança- brincou e Santana o atirou uma caneta.

–Idiota.

–Já pensou? Outro moleque correndo pela casa dos nossos pais deixando a Lupi doida?- Puck comentou com um sorriso sapeca.

–Acha que vai ser menino?- perguntou maravilhada imaginado como seria ter mais uma criança pela casa dos Fabray Lopez.

–Tenho certeza, futura mamãe- respondeu pegando duas cervejas na geladeira- Vamos brindar ao futuro mini Santana- disse entregando a cerveja a Santana, que sorriu com a animação de seu irmão- Ao futuro dessa criança. Que nos traga muita felicidade e vergonha na cara.

–Você é doido, mas torço para que dê certo- comentou e Puck bateu sua cerveja na dela.

–Vai dar... Você vai ver que dará.

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Depois de sair da academia de Puck, Santana foi direto para seu apartamento. Sorriu ao ver sua esposa sentada no sofá com um punhado de papéis com recortes de roupas e modelos desenhados aos montes.

–Chegou mais tarde hoje- Quinn comentou levantando para cumprimentar Santana com um selinho.

–O doido do seu irmão me fez ir à academia dele o ajudar com umas contas- ela explicou sentando-se no sofá.

–Quer água, amor?

–Um pouco, por favor- Quinn foi à cozinha pegar a água de Santana, enquanto a latina tirava seus sapatos e os colocava ao lado do sofá.

–Toma- a loura entregou o copo a Santana, que o pegou e aproveitou para puxar sua esposa para seu sentar-se no seu colo.

–Como foi seu dia?

–Corrido, mas estou dando conta- respondeu passando seus braços pela nuca de Santana- Estamos lançando uma nova coleção de biquínis para o verão. Ro e eu estamos super animadas.

–Fico feliz que esteja se dando bem com a Ro- comentou acariciando os cabelos de Quinn- Adoro te ver assim.

–É graças a você.

–Não, é graças a você e seu talento. Ro me disse que só contratava se você tivesse potencial. Então... Viu que você é perfeita quanto a isso.

–Obrigada, amor- disse dando um beijo em Santana. Ela puxou a nuca da loura para intensificar o beijo. Era calmo e carinhoso, apenas aproveitando uma a outra- San... Uma amiga me indicou uma ótima clínica de fertilização- disse encerrando o beijo.

–Foi?- passou a língua por seus lábios ainda com o gosto dos de Quinn.

–Ela é muito disputada, então tomei a liberdade de marcar logo uma hora com a doutora.

–Mas já?- perguntou com a sobrancelha arqueada.

– Se eu não marcasse agora, só teria vagas para o ano que vem e eu não quero esperar tanto. Fiz mal?- mordeu os lábios ansiosa pela resposta de Santana.

–Não, tudo bem. É pra quando?

–Daqui a uma semana. A fofa da Ro já me deu um mês de folga para me concentrar apenas nisso- comentou animada.

–Nossa... Quanta informação- Santana disse passando as mãos pelos cabelos.

– Você quer adiar? Acho que ainda dá tempo de cancelar a consulta- Quinn perguntou acariciando a mão de Santana na sua.

–Não... É melhor resolvermos logo... Quanto mais cedo melhor- a loura sorriu dando um beijo demorado em Santana.

–Obrigada, amor- abraçou Santana com o maior dos sorrisos- Amo você, muito, muito, muito, muito, muito mesmo- a latina apenas sorriu acariciando o rosto de sua esposa.

–Também, meu amor.

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O dia da consulta chegou. Quinn estava inquieta na sala de espera da clínica com Santana. A latina estava da mesma forma, mas se continha fazendo transparecer muita calma.

–Vai fazer um buraco no chão de tanto que bate os pés- Santana brincou e Quinn encostou sua cabeça em seu ombro.

–Estou nervosa. Muito mesmo- disse pegando as mãos de Santana.

–Vai dar tudo certo, meu amor- tentou acalmar sua esposa.

–Tomara, San...

–Senhoras Quinn e Santana Fabray Lopez?- a secretária chamou.

–Somos nós- Santana disse levantando-se.

–A doutora Morrison lhes aguarda em sua sala.

–Tudo bem, obrigada- agradeceu a secretária, depois se virou para Quinn- Vamos?- a loura fitou Santana receosa.

–Vamos- pegou a mão de sua esposa e seguiram para a sala onde a doutora as aguardava.

–Bom dia, senhoras- disse simpática a doutora.

–Bom dia- disseram juntas.

–O que mandam?- perguntou animada indicando para elas sentarem.

–Queremos ter um bebê- Quinn respondeu convicta.

–Mas já? Parecem tão novas.

–Somos casadas há um ano e queremos ter mais cedo, sobra mais tempo para aproveitar nosso filhote- Santana sorriu com o comentário de sua esposa.

–Querem mesmo isso? É algo muito especial- a doutora perguntou encarando o casal a sua frente. Santana olhou para Quinn e a loura pegou suas mãos lhe transmitindo segurança com o toque.

–Sim, nós desejamos essa criança e já a amamos mesmo sem existir ainda.

–Muito bem, então vamos nos preparar- Morrison disse animada pegando alguns folhetos- Quem vai carregar a criança?

–Sou eu, doutora- Quinn disse sorrindo.

–Ok... Quero que faça esses exames o mais rápido que puder. Você também, Santana. Como seu óvulo será implantado em Quinn, também terá que passar pelos exames. Só que diferentes- explicou entregando os papéis às duas.

–Quanta coisa- Santana comentou admirada coma quantidade de exames que teriam que fazer.

–E são só os iniciais. Depois que os fizerem e vermos os resultados, começaremos com os procedimentos da fertilização- assinou algumas coisas e digitou algo no computador- Quando terminarmos é só aguardarmos a vinda do pequeno.

–Mal posso esperar- Quinn disse acariciando sua barriga imaginando seu bebê nela.

–Demora muito, doutora?- a latina perguntou guardando os papéis.

–Não vou mentir. Muitas vezes demora um tempinho, mas se fizerem o que eu pedi, estarão logo logo gravidinhas- Santana sorriu e Quinn se agarrou ao seu braço.

–Vamos começar então.

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Passaram-se quase um mês e as duas já haviam terminado o tratamento. Quinn já havia sido inseminada e só aguardava o resultado. Santana fazia Quinn seguir a risca o que a doutora as recomendou.

–Quinn, desce já daí... Vai se machucar, amor- Santana pediu pegando Quinn no colo de onde estava. A loura tentava pegar um livro em um compartimento em cima do armário- Já disse que se quiser alguma coisa é só me pedir.

–Larga de ser boba, Santana. Eu posso muito bem fazer isso- Quinn a repreende tentando descer do colo da latina.

–Você lembra o que a doutora disse? SEM ESFORÇOS FÍSICOS e CUIDADO COM QUEDAS OU IMPACTOS- argumentou segurando Quinn pela cintura.

–Claro que me lembro, mas não é preciso exagero, amor. Vai dar tudo certo, ok?- Quinn perguntou beijando Santana- Que tal nós namorarmos um pouco? Por causa dessa correria, há semanas não fazemos amor- propôs, colocando suas mãos por dentro da blusa de Santana, arranhando seu abdômen, depois investindo nos beijos.

–Será que pode?- a latina perguntou receosa.

–Acho que não há restrição quanto a fazer sua esposinha feliz com sexo- disse maliciosa, mordendo o lóbulo da orelha de Santana, que gemeu quando ela fez isso. A latina deitou sua esposa cuidadosamente no sofá e tirou sua própria blusa, Quinn mordeu o canto dos lábios com a visão de Santana apenas de sutiã. A loura virou-se ficando por cima, desabotoando a calça de Santana e tomando seus lábios com fome e desejo. As mãos de Santana já subiam pelas coxas de Quinn, quando de repente a loura sai correndo com a mão na boca para o banheiro. Santana corre logo atrás para ver o que tinha acontecido:

–Amor, tudo bem?- perguntou entrando no banheiro. Quinn estava de joelhos de frente ao vaso.

–Estou tonta, Santana- a loura disse e sua esposa a amparou ficando de joelhos atrás dela, acariciando suas costas enquanto ela vomitava.

–Acho melhor levar você para o hospital- comentou preocupada com o estado de Quinn. Depois que ela parou de vomitar, Santana a pegou no colo a levando para o carro. Depois partiram para o hospital.

Quinn foi atendida e aguardava juntamente com Santana o médico com o resultado dos exames. O doutor entra no quarto e as duas o encaram ansiosas.

–Então, doutor. O que minha esposa tem?

Notas finais
E aí? Me contem o que acharam? Gostaram? Será que dará certo para as duas? Precisa de um namorado (a)? Trago pessoa amada em três dias (se morar na sua cidade kk) Maluquices a parte... Até a próxima. Beijo.