Notas iniciais
Maddine se opôs a decisão de seu pai e recusa a ideia de casamento, furioso ele a expulsa de casa e ela se encontra vagando sozinha pelas frias ruas de paris, até que um misterioso homem resolve "resgata-la".

O céu era de um azul quase escuro de mais, as primeiras estrelas da noite já eram visíveis e ainda haviam alguns tons de laranja no horizonte. Sentada em frente a antiga penteadeira de sua mãe, Maddine observava seu próprio reflexo no grande espelho emoldurado com bronze. Depois de lavar o rosto e passar um pouco de pó, as olheiras já não estavam mais lá, seu cabelo estava preso em um coque um tanto frouxo deixando alguns cachos escaparem, estava usando um vestido azul tão profundo quanto o céu ficaria esta noite. Houve uma leve batida na porta e logo em seguida ela pode ver o rosto redondo de Améllia.
— Srta. Maddine, seu pai esta a sua espera na sala de jantar.
— Eu já vou descer, obrigado, Améllia.
Ela se curvou levemente e logo desapareceu fechando a porta quando foi. Maddine estava nervosa, mais nervosa do que deveria; era seu aniversário de dezessete anos e seu pai havia interrompido uma viagem de negócios, e viajado de Nova Iorque até a França para vê-la, mas não por ela e sim por interesses particulares. Ela estava na idade de casar, e ele já havia arranjado um noivo para ela, um noivo rico e influente no mundo dos negócios; ele era inglês, Edward August Archer. Além de ser inglês, tinha 23 anos e já havia herdado a companhia ferroviária da família Archer, avaliada em mais de 3 milhões de libras, o sujeito era podre de rico, e esse era o interesse do Sr.Le'Blanc. Maddine já havia fugido do tópico "Casamento " muitas vezes, desde que tinha completado quinze anos, seu pai queria casa-la, mas ela sempre contornava o assunto pedindo-lhe para que esperasse ela ao menos se formar; desta vez ,porém, não haveria rodeios, ela já estava noiva e logo terminaria seus estudos. Não havia escapatória.
Levantando-se da cadeira de veludo vermelho, foi até a sacada de seu quarto, a noite chegara e o céu estava coberto de estrelas, contemplando-as pensou em sua mãe, ela sabia que sua mãe seria contra um casamento tão cedo, mas ela já não estava mais lá. Respirou fundo, e mentalmente pediu coragem a sua mãe, onde quer que ela estivesse.
Assim que chegou à sala de jantar, atraiu toda a atenção, a conversa e barulho de pouco tempo atrás sessou e todos a olhavam.
— Maddine, Finalmente minha filha! Estamos famintos e apenas esperando por você. — Seu pai exibia um sorriso sincero, ele estava de fato realmente feliz.
— Perdoe-me, papai, estava terminando de me arrumar.
Todos os convidados riram em uníssono e se não estivesse tão nervosa, ela teria corado por todo o rosto.
— Mas é claro que estava, afinal a Srta precisa manter a fama de bela dama, que por sinal é de fato, verdade. — Seguindo o som da voz, lá estava Edward Archer, sentado ao lado esquerdo da mesa, ele havia se levantado e agora caminhava na direção de Maddine, ela observou-o se aproximar — Srta. Le'Blanc — beijou sua mão direita, e olhou diretamente em seus olhos, ele tinha lindos olhos verdes um tanto profundos e misteriosos, ele trajava um terno de linho azul marinho, que "coincidentemente" combinava com o vestido que Maddine havia ganhado do pai, naquela manhã.- É um prazer finalmente conhece-la. Eu sou Edward Archer.- Ela o encarou de volta, e realmente agradeceu por não ser uma garota tola o suficiente para cair em seus galanteios baratos.
— O prazer é todo meu, afinal agora sei como é o rosto de meu noivo!- Ela retribuiu o sorriso e pode ver Edward ficar tenso. Seu pai se levantou no mesmo instante.
— Muito bem, querida, sente-se ao lado de Edward.- E lá estava o olhar de reprovação de seu pai, embora ele mantesse a postura, ela sabia que ele estava furioso.— Améllia, pode servir o jantar.
Assim que se sentou e o jantar foi servido, a tensão sumiu e o clima agradável de antes estava lá mais uma vez, todos conversavam e riam, e as mulheres presentes faziam perguntas a Maddine, em que escola estudava, em que ano estava, e ficaram espantadas quando ela disse que queria ir á Universidade, pois aos olhos delas aquilo não era normal. O Sr. Le'Blanc conversava com os outros homens presentes, mas não deixava de monitorar a filha, pois sabia que ela falava de mais.
— Srta. Le'Blanc, como se sente em relação ao casamento?- uma das senhoras a encarou, esperando sua resposta, e outros olhares se juntaram a ela, ansiosas por sua declaração. Era o momento perfeito.
— Bem, para ser sincera eu não estou nem um pouco feliz- Declarou, e agora té os senhores prestavam atenção, seu pai a censurou com o olhar. — Eu estou sendo forçada a casar com um homem que acabei de conhecer, e nem ao menos foi levada em consideração a minha opinião sobre tal contrato.- Todos a olhavam perplexos, sua tia Deborah Lewins estava á beira de um ataque, pois Maddine, estava sendo rude e desonrando o nome de sua família. Mas ela não se importava, em dezessete anos de sua vida, nunca haviam a perguntado o que ela queria fazer, era sempre seu pai que decidia o que ela iria ou não fazer.
— Contrato? Como assim? — A Sra.Chavelier, esposa do melhor amigo do Sr.Le'Blanc, parecia realmente espatada, a palavra "contrato" havia pegado todos de surpresa.
— O que ela quis dizer foi-
— O que quis dizer é que isso não passa de um contrato- interrompendo seu pai ela continuou — é apenas negocios entre meu pai e o dono de uma grande companhia; e eu? Bem, eu sou a garantia, claro. — Todos estavam calados, e a olhavam com desaprovação, ela viu o Sr. Archer, pai de Edward, olha-la com desprezo e se encaminhar para a saída. O clima agora estava realmente pesado, ela achou que todos iriam se retirar e que a noite acabaria ali, estava se preparando para encarar a ira de seu pai assim que todos saíssem. Foi quando algo realmente inesperado aconteceu, Edward atravessou o círculo semi-aberto e abriu seu sorriso mais encantador.
— A Srta.Le'Blanc esta coberta de razão, isso é de fato um contrato. Mas quem não faz contratos hoje em dia? — Agora todos o olhavam, até mesmo Maddine o encarava, o que ele pretendia fazer? — Contratos são necessários, todas as senhoras aqui presentes assinaram um contrato, creio eu. Quando se casaram o fizeram certo? — As mulheres se entre olharam, e acenaram levemente para Edward— Eu não nego que este casamento vá estreitar a relação entre as famílias Archer e Le'Blanc, principalmente nos negócios, mas não é apenas pelo casamento, nós já fazemos "contratos" há um bom tempo. Confio no Sr.Le'Blanc, ele é um profissional extremamente competente.- Ele pronunciava cada palavra com certeza, sem gaguejar, sem medo, ele era realmente um homem muito maduro para sua idade, e Maddine estava surpresa — Entre eu e a Srta. Le'Blanc, também haverá um contrato, não só o de casamento, mas futuramente o de amor, sem data de expiração e eu assinarei de bom grado, pois já...- Edward se virou diretamente para ela, e olhou em seus olhos, mesmo estando rodeada de pessoas que mal conhecia, pode sentir seu rosto queimar, ela havia corado pela primeira vez na noite. Não estava esperando por isso— ... já fui capturado por seus lindos olhos, e não quero abrir mão deles. — Ele sorriu para ela, era a segunda vez que fazia isso, ela estava quase sorrindo de volta, com sinceridade, quando ouviu sons de palmas. Estavam todos de pé aplaudindo Edward, ela olhou para seu pai, ele também aplaudia e parecia satisfeito, por enquanto.
A noite passou, e logo após o brilhante discurso de Edward, aos poucos os convidados foram partindo, e logo chegou a vez dele ir embora, era o unico que restara.
— Foi uma noite muito agradável, Srta.Le'Blanc, espero poder vê-la novamente em breve.- Colocou seu casaco, e piscou para ela. — Boa noite, Maddine.
Ele saiu em direção á porta da frente, e sumiu na escuridão da noite, Améllia fechou a porta.
— Boa noite, Edward... — Disse em um sussurro.
— O que disse, Srta?
— Nada importante Améllia, só...
— Maddine, me encontre na biblioteca, agora.- Seu pai, havia saído de seu escritório, e parecia furioso, ela levaria uma bronca das grandes.
— Sim, papai, já estou á caminho.
Ela seguiu seu caminho para a grande bibioteca da casa, e assim que entrou se arrependeu. Seu pai estava ouvindo música italiana, e ele só o fazia quando estava realmente furioso, pois a música o lembrava de seu pai cantando para ele quando ainda era apenas um menino e isso o acalmava.
— Você tem noção do estrago que poderia ter causado hoje? — Ele a encarou por um instante, seus olhos estavam carregados de desgosto, ela estava sentada bem a sua frente mas tudo que queria era se enfiar em um buraco e de lá não mais sair. — Se não fosse pelo Sr.Edward, estaria tudo arruinado, por sua culpa! Você viu como o pai dele saiu? Isso é péssimo para mim e para os negócios, ele é um homem muito influente, poderia facilmente acabar com a minha carreira. — Ele passou a mão pelos cabelos com alguns fios grisalhos — Será que você não consegue ver o quanto isso é importante? — Ele havia sentado novamente e agora a observava, esperando por uma resposta.
— Pai, o senhor já pensou no quanto isso é importante para mim? Nem se deu ao trabalho de me perguntar se eu era à favor ou contra. Isso é um desrespeito! Se mamãe estivesse aqui -
— Mas sua mãe não esta aqui!! Ela esta morta! Morta! Pare de pesar nela como alguém que ainda habita este mundo! Você já é praticamente uma adulta, comece a agir como uma! — Seus olhos estavam vermelhos e suas mãos tremiam, estava prester a colapsar — Você não quer se casar minha filha? Ter filhos? Formar sua própria família? Por Deus Maddine, você quer morrer imaculada? Desse jeito vai se tornar uma virgem santa nunca tocada por um homem!
— Não preciso me casar para isso, aliás, mesmo que não me case, não morrerei virgem portanto não me tornarei santa, não mais. — Seu pai estava imóvel, seus olhos arregalados e seu rosto estava quase pálido, Maddine pensou com ela mesma "Por essa ele não esperava... "
— Esta querendo dizer que não é mais virgem? Você se entregou a um homem? É isso mesmo? — A furia em seu olhar havia passado, agora ela podia ver um misto de indgnação, desprezo e até mesmo nojo. Dizer que fez o que ela disse ter feito era um ultraje, uma mulher deveria se entregar apenas a seu marido.
— Exatamente, não sou mais virgem, dormi com um homem, e você disse á Edward que eu era "pura " certo? — Ele não respondeu, apenas continuou a encara-la — Então me desculpe pai, mas não posso cumprir com seu acordo, ele disse que eu deveria ser virgem, e eu não sou mais então, nada de casamento.- Recuperando a compostura ele disse, as palavras que mais a machucaram desde a notícia que sua mãe morrera.
— Saia desta casa, agora. A partir de hoje você não é mais minha filha, vou deserda-la. Não quero mais ouvir notícias suas, e se alguém perguntar, Você não me conhece. — A sua expressão era séria, ele estava falando sério, muito sério
— Espere pai, isso é sério?
— Não me chame de pai, sua insolente, mulher burra, não me ouviu? Saia desta casa imediatamente, você não tem direito a nada! Nada! Você desonra o nome dessa família, suma daqui! Não volte mais!
Ele estava gritando, e sem perceber Maddine já havia saído da biblioteca, estava atravessando a porta e pode ouvir Améllia gritando por ela, mas não era capaz de parar. As lágrimas lavavam seu rosto e o vento frio da noite em Paris as secava quase instantaneamente. Maddine correu por muito tempo, até que suas pernas não mais suportavam correr, parando em uma esquina qualquer, deu-se conta de que estava perdida, quase não saia de casa e conhecia apenas o caminho até seu colégio. Sem vontade de procurar o caminho de volta, sentou-se em um canto no chão, e voltou seu olhar para o céu, a noite agora parecia mais escura do que há algumas horas. Já passava das onze horas e as ruas estavam quase totalmente vazias, exceto por alguns bêbados e outros mendingos. Ela ainda chorava, e sentia frio, estava apenas com um vestidode festa que não poderia salva-la da noite fria do outono. Olhou para o canal e pensou em morte, seria uma boa alternativa...
— Srta? Precisa de ajuda? Esta perdida? — Olhando para cima Maddine encontrou um par de olhos azuis escuro, em um belo rosto emoldurado por um cabelo escuro. O homem a sua frente vestia belas roupas e não estava bêbado, por tanto era alguém de bem, ou pelo menos ela esperava que fosse.
— Estou bem, não se preocupe comigo, Sr.
Ele a observou por um instante, estava olhando fixamente para seu rosto.
— Desculpe-me, mas não posso deixar uma jovem dama sozinha nesse bairro, é extremamente perigoso. Permita-me leva-la para casa.
Sem perceber, a palavra casa fez seu coração doer e suas lágrimas voltarem a cair.
— E-eu, não tenho casa... — Estava soluçando, logo ela que não chorava desdo enterro de sua amada mãe, cinco anos atrás.
— Bem, Então deixe-me leva-la a onde pertence. Onde é o seu lugar, Srta? — Este homem, não a estava julgando, ele carregava um olhar sincero, e parecia de fato preocupado com ela.
— Não pertenço a luga nenhum, fui expulsa de casa pelo meu próprio pai, não tenho para onde voltar. — Sentiu sua garganta doer, toda vez que chorava muito sentia demasiada dor nela. O homem apenas permaneceu parado, olhando para o céu, era quase como se estivesse refletindo sobre o sentido da vida.
— Então venha comigo, Srta.
— Ir com você? Para onde? E, por que eu iria? — Maddine levantou-se, e o homem arqueou ambas as sobrancelhas.
— Você teria um lugar melhor para ir? Conhece Alguém aqui? — Vendo a confusão no olhos da garota ele sabia que certamente ela não sabia nem onde estava. — Você ao menos sabe aonde se encontra agora, Srta?
Encarando-o por um momento, ela pensava no que diria. Droga, ele era realmente bonito! E alto...
— Não, não sei. Mas não posso simplesmente sair com um estranho, não sei nem seu nome!
Ele riu, e aquilo quase a fez esquecer dos problemas que tinha, e não era pouca coisa.
— Sou Bernard Clark, é um prazer conhece-la, Srta.?
— Maddine... Maddine de Le'Blanc, é um prazer, eu acho.
Ele riu novamente, e estendeu sua mão para ela, sem pensar ela o aceitou e deixou ele a conduzir por um caminho um tanto escuro. Logo após atravesar uma ponte mais iluminada, ele parou em frente a uma bela carruagem, abriu-a e subiu.
— Vamos Srta. Le'Blanc, suba. — Estendeu uma mão enluvada para ela, já não sentia mais frio pois vestia o grande casaco do Sr.Clark. Olhou para o outro lado da ponte, e pode ver a Torre Eiffel ao longe, ela não tinha mais um lugar e também perdera sua mãe. Olhando para o homem que acabara de conhecer, pensou que aquela era de longe a decisão mais incerta que tomaria, mas mesmo assim, de alguma forma sentia que podia confiar nele. Pegou sua mão novamente, subiu na carruagem e o Sr. Clark ordenou que o cocheiro partisse, ela o ouviu dizer "Vamos para casa " e em seguida eles já estavam em movimento. Encostou-se no sofá confortável do veículo, e flagrou Sr. Clark a observando.

— O que houve? Por quê fica me olhando?
Ele sorriu de leve.
— Apenas pensando, sabe, você subiu em meu veículo mas sabe apenas meu nome, não tem ideia de onde esteja nem pra onde esta indo, e ainda assim me parece tão calma. Achei que se arrependeria no momento que que partíssemos. — Maddine conseguiu rir, ele estava certo.
— Você também sabe apenas meu nome, mas bem, que mal uma dama indefesa poderia lhe causar não é mesmo? Um homem alto e forte como você, não tem por quê temer. Mas eu poderia ser uma assassina e cá estou eu, em sua carruagem. — Ela estava realmente satisfeita com sua própria resposta, e desse vez ele não riu. Seus olhos se estreitaram e ele chegou mais perto dela, estavam agora há apenas alguns centímetros de se tocarem, e Maddine pôde sentir seu coração acelerar. Mas que diabos é isso? —Huum, você é de fato muito interessante Srta, mas uma assassina não ficaria nervosa com algo como isso — Apontou o pequeno espaço entre eles, ele estava tão perto que ela pode sentir seu alito, cheirava a licor de cereja, que por alguma ironia era o seu favorito. — E mesmo que seja, morrerei feliz pelas belas mãos de uma jovem tão encantadora. — E lá estava o sorriso, ele havia ganhado, cada parte do corpo de Maddine estava tensa, ela havia se esquecido de tudo e agora estava nervosa, e provavelmente corada.
—Tem conhecimento de que esta flertando com uma garota de dezessete anos? — Ela sentou-se mais ereta e esperou pela resposta do homem brincalhão.
— Estou ciente de que flertei com uma bela jovem, e que isso a fez parar de chorar. — Colocou uma mecha do cabelo de Maddine, atrás da orelha. — Também estou ciente de que ela é mil vezes mais formosa quando não chora.
Maddine corou, e dessa vez pode sentir seu rosto queimar. Sr. Clark riu e olhou para fora. — Chegamos, Srta. Le'Blanc.
Ele desceu e a ajudou a fazer o mesmo, logo a sua frente, havia um belo gramado muito bem cuidado, e em seguida uma enorme casa no estilo inglês, ela não pode acreditar quando viu, era uma bela residência. Aquele homem era sem dúvida um nobre ou pelo menos Alguém muito importante. Três empregadas se aproximaram, e os comprimentaram.
— Boa noite, seja Bem-vinda Srta.
— Obrigada.- Maddine sorriu para elas e elas devolveram a gentileza.
— Boa noite, e bem-vindo de volta Conde Clark.
— Obrigado. Preparem um quarto para a Srta. Le'Blanc e providenciem tudo wue ela precise.
— Sim, senhor.
Espere, "Conde Clark" ? Conde? Ele é um conde?
— Sim, eu sou. — Ah, eu disse em voz alta...— Não se espante, embora não pareça, eu sou um nobre inglês. E hoje você é minha convidada de honra.- Abrindo seu sorriso encantador, ele começou a andar em direção á casa, e antes de segui-lo Maddine olhou ao redor e pode ver o mar, havia também um farol ali perto.
Conde... Ele afinal era um conde inglês.
Conde Clark...
Maddine Clark soa bem também, ela pensou. Rindo, Maddine seguiu o conde em direção á casa, e aquela era a noite que mudaria toda a sua vida.

Notas finais
Aí esta o primeiro capítulo!
Tentarei postar um capítulo por semana, e caso tenha algum atraso não creio que irá passar de três dias.
Espero que tenham gostado, e se houver algo que queiram dizer comentem.
Até a próxima!