Notas iniciais
Voltei, eu nunca demoro muito,rs. Esse capítulo me deu dor de cabeça, no meio dele eu tive um bloqueio criativo, travei mesmo, pensei que ia parar a fanfic por aqui, mas ai vi uns videos no youtub, li algumas coisas e consegui. Espero que gostem.

Jane estava dormido na sua antiga cama, Angela entrou no quarto sem se anunciar e deitou junto da filha, ela se aproximou e beijou o rosto de Jane.

— Maura, eu estou dormindo_ Jane disse com uma voz preguiçosa e logo depois esboçando um sorriso. A morena virou e encontrou Angela, Jane colocou o travesseiro no rosto e reclamou.

— Mãe, o que está fazendo aqui?

— Eu estava vendo um vídeo no meu celular...

— Desde quando você sabe ver vídeos no celular?

Angela deu um tapa no braço de Jane.

— Au!

— Agora fique calada e escute, eu estava vendo esse vídeo_ Jane tirou o travesseiro e esfregou os olhos, depois olhou para o celular.

“Há uns seis meses, eu vim a um jantar aqui nesse restaurante, e conheci a Maura...” , Angela pausou o vídeo e olhou para filha.

— Jane, eu estou orgulhosa de você.

— Onde você conseguiu esse vídeo?_ A morena agora estava sentada na cama.

— No youtube, tem mil visualizações.

— A internet é maravilhosa_ Jane disse com um tom irônico_ Essas mil pessoas não tem nada melhor pra fazer não?

— Eu achei lindo, mudaria uma ou outra coisa, mas assim ficou incrível também.

Jane levantou da cama e foi saindo do quarto.

— Onde você vai?

— Tomar banho, eu preciso trabalhar.

— Eu vou ver de novo.

Angela se concentrou mais uma vez no celular e viu o vídeo sorrindo.

***

Jane chegou ao departamento estranhando os sorrisos que alguns dos seus colegas esboçavam ao ver a detetive.

— Hey Jane.

— Oi Cal, como vai com a sua esposa?

— Muito bem, inclusive estou pensando em fazer uma viagem com ela, vamos voltar ao lugar que nos conhecemos.

— É uma ótima ideia_ Jane disse sorrindo.

— Sim, obrigada.

— Obrigada por...?

— Pela ideia, eu me inspirei no seu pedido de namoro, tá na internet sabe.

— Sei..._ Jane sorriu e entrou no elevador.

Quando o elevador abriu a primeira pessoa que ela viu foi Frankie, ele estava com uma cara chateada.

— Temos um novo caso?

— Não.

— Então porque essa cara de quem chupou limão?

Frankie virou de lado olhando diretamente para o rosto da irmã.

— Eu e a Lucy estávamos no meu apartamento ontem_ Jane cruzou os braços, o tom de voz que Frankie estava usando sugeria que ele queria ter uma conversa séria com ela_ Lucy começou a falar sobre romantismo, ai ela viu um certo vídeo, de uma certa detetive, pedindo uma certa legista em namoro, depois ela me perguntou porque eu não era como essa detetive e tivemos uma discussão.

— Eu também não sei.

— Não sabe o que?_ Perguntou Frankie confuso.

— Porque você não é como essa detetive_ Jane riu da cara dele que riu também, quebrando o clima tenso_ Coloca velas no apartamento, uma música que vocês gostem ou que seja a música de vocês e pede pra mãe fazer um jantar. Você ama ela não é?

— Sim_ Frankie esboçou um sorriso bobo.

— Então basta dizer isso a ela.

Korsak se juntou a eles e Jane o encarou, estava chateado com o detetive.

— Então...Está saindo com a nossa mãe, o que aconteceu com a Kiki?

— Saindo com a Angela? É por isso que está estranha comigo esses dias?

Jane deu de ombros.

— Jane, ele não está saindo com a mãe, ela só estava ajudando o Korsak a comprar a aliança de casamento para a Kiki.

— Qual o problema em eu ser o seu padrasto?

Korsak riu e Jane o abraçou.

— Desculpe_ Jane disse ainda abraçada a ele_ Você é uma boa pessoa, mas ela é a minha mãe.

— E tem o direito de namorar.

—Eu sei.

Quando o abraço se desfez Korsak falou.

— Sua mãe me ajudou com o anel, será que você poderia me ajudar com o pedido de casamento?

— Então vai ser assim?_ Jane riu.

— Tem quase três mil visualizações Jane.

Jane ignorou eles e se concentrou nas fotos que o irmão estava olhando quando ela chegou.

— Essas são as fotos do suicídio coletivo?

— Sim, os membros decidiram fazer a mesma tatuagem.

— Quando eu era jovem pensei em fazer uma tatuagem, mas a mulher que eu namorava me ameaçou, “a tatuagem ou eu”_ Disse Korsak.

— E você escolheu ela_ Jane falou olhando para o detetive.

—Bem... Tem certas coisas que eu podia fazer com ela que não podia fazer com uma tatuagem.

— Não quero mais falar sobre isso.

***

Maura entrou no necrotério para fazer a autopsia dos corpos e encontrou Lisa chorando, parecia que a mulher estava vendo algo no celular.

— Lisa, você está bem? Quer um lencinho?

— É tão lindo!

Maura se posicionou atrás do ombro da assistente para ver o que fazia a mulher chorar, era o pedido de namoro que Jane fez para ela na noite anterior.

— Isso explica todos os sorrisos quando cheguei ao departamento essa manhã.

— Isso prova..._ Lisa falava entre soluços_ Que os brutos também amam.

— Jane não é bruta, você só não a conhece bem, Jane se preocupa com as outras pessoas, como aquele garotinho que viu a mãe ser assassinada, a Jane ficou com ele até a assistente social leva-lo, ela distraiu ele, o garoto adorou ela, ou uma vez quando estávamos correndo no parque e ela recuperou a bolsa de uma velhinha das mãos de um bandido, ou quando o sorvete de uma menininha caiu no chão e ela estava chorando, mas a mãe não tinha mais dinheiro e a Jane comprou outro sorvete para ela...

— E eu nem sabia que você era lésbica, quer dizer, eu desconfiei quando vi vocês flertando algumas vezes...Ela é boa de cama?

Maura ficou surpresa com a pergunta e resolveu mudar de assunto.

— Lisa, pegue a bandeja para mim, vou começar a autopsia.

— Eu não direi a ninguém Doutora Isles.

Maura colocou as mãos na cintura e olhou sério para a assistente, como nunca havia feito.

— Ok, vou pegar a bandeja.

Eu não posso dizer o que eu ainda não sei_ Pensou Maura .

***

— Uma vez o Frankie entrou em casa com o braço cheio de tatuagens, aquelas de chiclete, a mãe fez ele lavar, esfregou tanto que ficou vermelho, esse menino chorou por horas.

Korsak ria tanto que ficou sem ar.

Frankie ignorou os dois_ A Lucy tem uma.

— É claro que tem_ Disse Jane usando do sarcasmo_ Podemos saber onde?

— Três estrelas na virilha.

— Eu tenho uma.

— É claro que tem_ Disse Jane usando novamente do sarcasmo, quando ela virou para ver quem havia falado, viu Maura sorrindo.

— Espera, você tem uma tatuagem?_ Perguntou Frankie.

— Sim_ Maura trocou olhares com Jane, a legista queria muito beijar a morena e agradecer pela noite, mas ela não podia fazer isso ali, com certeza Cavanaugh já havia visto o vídeo e elas seriam chamadas para o escritório dele, então não poderiam dar mais motivos.

— Maura, eu gostaria de falar com você.

— Vamos até a minha sala.

Maura entrou na sua sala e Jane entrou em seguida fechando a porta.

— Todos estão falando sobre um vídeo que fizeram ontem no restaurante_ Maura e Jane falaram ao mesmo temo, mudando uma ou outra palavra. As duas riram.

Jane se aproximou de Maura e passou as mãos pela cintura da loira puxando-a para si. As duas se beijam, um beijo demorado, quando acaba ambas estão arfando.

— Quer dizer que você tem uma tatuagem_ Jane beija o pescoço de Maura e mordisca a orelha da legista.

— Eu queria chamar a atenção dos meus pais.

— E o que é?

— Uma coruja, fica nas minhas costas. Sabia que a coruja é o símbolo da sabedoria?

— Passei a amar corujas .Posso ver?

— Depois, agora eu tenho uma ótima noticia. A exposição será hoje.

Jane fez cara de tédio.

— Você disse que iria comigo Jane e..._ Maura deu um selinho na morena_ Eu disse que depois podemos fazer o que você quisesse.

Jane esboçou um sorriso malicioso, elas se beijaram novamente, dessa vez um beijo erótico, Jane estava com a mão na nuca de Maura, elas foram interrompidas quando alguém bateu na porta.

— Doutora Isles, quero vê-la na minha sala em cinco minutos.

— Não se preocupe_ Jane disse no ouvido de Maura_ Acha que ele vai demitir a legista mais competente e gostosa de Boston?

As palavras de Jane causaram um arrepio em Maura.

— Melhor irmos, eu sei que ele deve estar me procurando_ Disse a detetive.

Jane saiu da sala do chefe sorrindo, enquanto Maura parecia estar nervosa.

— Eu posso pegar você na casa da Angela, por volta das nove?

— Tudo bem_ Maura sorriu para Jane e ia saindo quando a detetive puxou ela pelo braço e trouxe a loira para si, beijando-a em seguida_ Jane!

— Não tem ninguém por aqui.

Maura se aproxima de Jane e beija o canta da boca dela, saindo logo em seguida.

***

Jane senta em uma mesa do café da delegacia e espera sua mãe trazer o seu pedido, Angela coloca o prato na mesa e senta na cadeira vaga.

— Vocês irão a exposição do Van Gogh? Eu li sobre essa exposição a semana toda, já imagino um grande salão, com todos os quadros, garçons servindo Champanhe ...

— Quer ir no meu lugar?

— Jane! Você irá com a Maura, poderá conhecer os amigos dela.

— Maura não tem amigos, só a Verônica o Frankie e o Korsak_ Jane colocou os cotovelos na mesa e apoiou a cabeça nas mãos.

— O que foi?

— Eu não gosto de frequentar lugares assim, você sabe, um grande salão, garçons servindo Champanhe ... Pessoas metidas, gente chata e música clássica_ Jane levantou a cabeça sorrindo e olhou para Angela_ Será que se eu ficar doente, ou escorregar no banheiro ...

— Jane Clementine Rizzoli! Você vai a essa exposição, e eu comprarei uma roupa para você.

— Claro, é como dizem, uma vez no inferno abrace o capeta.

— Eu não sei o que isso quer dizer, mas te encontro em casa logo após o meu expediente, você ficará linda!

— É, porque agora eu sou feia né.

Angela saiu ignorando o sarcasmo da filha.

A noite chegou e Jane estava quase pronta, bastava procurar sua sandália, acontece que ela ainda não havia organizado suas coisas na casa da mãe, assim como também não fazia no seu apartamento. Ela encontra a sandália, coloca no pé e se olha mais uma vez no espelho, Jane sabia que ultimamente não estava no seu normal, ela sempre andou mais largada, mas quando saia com a Maura a morena sentia vontade de estar linda, de agradar a namorada, até em uma exposição de arte ela aceitou ir , tudo por Maura. Jane estava vestindo um vestido branco colado e um blazer preto por cima, a morena vê a mãe através do espelho, Angela sorria ao ver o quão à filha estava bonita.

Alguém toca a campainha e Jane vê se não está esquecendo nada, depois desce as escadas e vai até a porta.

— Jane eu preciso falar com você_ Diz Angela séria.

— Mãe, já tivemos essa conversa há anos lembra? “ Jane não volte tarde, eu não sei como deve ser com as meninas, mas acho que elas também tem as mãos bobas, não beba nada que tenha álcool, eu estou falando sério e não faça nada de que possa se arrepender”_ Jane riu e Angela acertou um tapa no braço dela que esfregou a área.

— Au! Isso dói.

— Eu não me preocupo com você e sim com a Maura, eu gosto dela, por tanto vá com calma, respeite o tempo dela, você sabe o que estou falando.

— Ok, eu vou abrir a porta agora, antes de termos novamente essa conversa.

Jane abriu a porta e viu o lindo sorriso de Maura, um enorme sorriso lindo, que era só seu, Jane estava de boca aberta, quase babando, Maura estava com um vestido preto com rendas brancas em forma de flor, e uma fita preta que contornava sua cintura demarcando a área, as duas ficaram se olhando por um bom tempo até que Angela falou.

— Estão lindas, são lindas, mas se não se apressarem vão chegar atrasadas, por tanto Jane Rizzoli para fora da minha casa agora!_ Angela empurrou Jane para fora e fechou a porta logo em seguida, depois abriu novamente_ Até mais Maura.

— Até mais Angela.

Maura se aproximou de Jane segurou o rosto da morena com as duas mãos e as duas se beijaram, as línguas tão acostumadas que já não pediam mais passagem, Jane beijou a mão de Maura que estava em seu rosto e olhou novamente para a loira que mordia o lábio louca de desejo, se pudessem elas ficariam ali mesmo, se beijando na porta da casa.

— Precisamos ir ou ela abre essa porta.

Maura riu, ambas entraram no carro e colocam o cinto de segurança.

— Sabia que ela gosta mais de você do que de mim?

— Jane, isso não é verdade.

— Estou falando sério_ Maura vira-se para Jane e rouba um beijo da morena.

As duas chegam a exposição, exibem os ingressos e entram, como Jane imaginou aquele não era um ambiente que agrada a morena, não pelo lugar, onde enormes telas com as obras do artista eram exibidas, as luzes eram reguladas para que o ambiente não ficasse tão claro dando um ar de mistério, o lugar era agradável, mas ela tinha certeza que não gostaria das pessoas, as cicatrizes nas suas mãos começaram a coçar, um garçom passou por elas e Jane pegou duas taças de Champanhe.

— Obrigada Jane.

— Sinto muito Maura, mas eu preciso dessas duas taças para não surtar.

— Jane...Venha, tem algumas pessoas das fundações que eu ajudo.

Jane foi apresentada a algumas pessoas, ela sorria tentava trocar algumas palavras, mas sua vontade era correr dali, sumir, por fim as duas estavam sós, olhando para o quadro A Noite Estrelada.

— Esse é um dos quadros dele que eu mais admiro-Disse Jane olhando para o quadro.

— É o meu preferido também, acho que as pessoas que tem a vida conturbada acabam se tornando os melhores artistas, eles conseguem externar os sentimentos e passar para suas obras. É lindo!

— Sim, muito linda!

Maura virou-se para Jane e a morena não olhava mais para o quadro e sim para ela.

— Eu preciso ir ao banheiro, me espera aqui?

— Sim_ Jane riu, mas quando Maura deu as costas ela se sentiu perdida ali.

Uma mulher se aproximou, ela estava com uma taça de champanhe na mão, bem vestida, com ar arrogante e nariz empinado.

— Você é a mulher que veio com a Maura não é? Eu não conheço a Maura muito bem, ela sempre foi muito exótica, a única coisa interessante nela é o gosto pela moda, ela se veste muito bem. Então agora a Maura anda experimentando outras coisas_ A mulher contorna Jane olhando todo o corpo da morena, o que deixa Jane mais desconfortável do que já estava_ Isso passa, é curiosidade de menina rica, aproveite enquanto dura querida, eu vi o vídeo de vocês naquele restaurante, não sei como a Maura tem coragem de frequentar um lugar assim, eu também sei que você é detetive não é isso? Escutei alguém comentar, deve estar adorando namorar alguém com dinheiro como a Maura, me diz ela te paga pelo sexo?

— Não, porque eu não sou uma prostituta e você não pode dizer coisas que não sabe sobre mim ou a Maura ou a nossa relação, como você disse você não a conhece, mas já que estamos supondo coisas e eu sou a detetive aqui, posso dizer que você me parece uma mulher frustrada, com muito dinheiro e sem ninguém que te dê um orgasmo, ou talvez você é quem tenha que pagar por isso.

A mulher riu, o que deixou Jane com mais raiva ainda, se Maura não voltasse logo com certeza ela não ia conseguir se controlar. Jane pegou uma taça de vinho tinto e segurou na mão. A mulher invadiu o seu espaço pessoal e empurrou o ombro da detetive com o dedo.

— Sua presença me incomoda desde que você entrou aqui.

— Não se preocupe, eu já estou indo embora, só uma dúvida, quanto custou esse vestido?

— Trinta mil, porque está pensando em comprar um?

— Não, estou pensando em estragar um.

Jane jogou o vinho que estava na taça no vestido da mulher e saiu dali, sem esperar por Maura. Alguns minutos depois Maura viu uma mulher tentando se limpar perto de onde ela deixou Jane.

— Você viu uma mulher que estava aqui? Ela veio comigo.

— Claro que vi, ela estragou o meu vestido e foi embora.

Maura correu para fora do lugar e viu Jane andando, ela correu e alcançou a morena, puxando o braço dela e a fazendo parar .

— Jane, o que houve?

— Maura eu sinto muito, mas não gosto de ambientes como esse, não me agrada a presença dessas pessoas, porque elas não se agradam com a minha, me olham torto como se eu não devesse estar ali.

Ela se virou e continuou andando.

— Onde você vai?

— Pegar um táxi.

Nesse momento começou a chover, uma chuva forte.

— Não, você vai comigo, Jane, nós viemos juntas e vamos voltar juntas, ainda mais com essa chuva_ Maura se aproximou de Jane_ Ei, a partir de agora, só iremos a lugares onde nós duas possamos nos divertir_ Jane relaxou e sorriu_ É verdade que você jogou vinho no vestido dela?

Jane assentiu com a cabeça, e as duas gargalharam, ali na chuva se molhando, mas nenhuma das duas parecia ligar e ainda trocaram beijos apaixonados antes de entrar no carro.

***

Elas chegaram à casa de Maura, Jane entrou e as duas se beijaram mais algumas vezes.

— Jane, antes de você ir, um brinquedo do TJ ficou no quarto de hospedes, pode levar?

— Claro_ As duas subiram, Jane já estava indo para o quarto de hospedes, quando Maura puxou ela pelo braço.

— Aonde você vai?

— Pegar o brinquedo do TJ.

— Jane, não tem nenhum brinquedo, eu só estava criando algo para que você pudesse ficar mais um tempo aqui, durma aqui...Comigo.

— Tipo, só dormir ou..._ Jane disse sorrindo.

Sia — Chandelier

Maura se aproximou e retirou o blazer de Jane, a morena a ajudou e em pouco tempo estava livre da peça e do seu vestido, as duas se beijaram, Jane passou as mãos pelas costas de Maura e abriu o vestido da loira, se livrando dele em pouco tempo, enquanto trocavam beijos e Jane distribuía vários pelo pescoço de Maura, elas entraram no quarto e Jane fechou a porta com o pé, logo em seguida Maura deitou na cama e Jane ficou sobre ela, a detetive tocava o seio de Maura por cima do sutiã, enquanto a loira arfava, Jane se livrou do sutiã de Maura e abocanhou um dos seios, enquanto estimulava o outro com a mão, os toques de Jane eram para Maura como choques elétricos, a morena beijou novamente a boca de Maura, e desceu pelo abdômen dela distribuindo beijos, sempre mantendo o contato visual, Jane mordeu a coxa de Maura de leve e tocou sua calcinha depois olhou para Maura pedindo uma permissão, para retira-la, Maura assentiu com a cabeça e a morena se livrou da última peça que lhe impedia de ter Maura para si, a loira abriu um pouco mais as pernas e Jane estimulou a intimidade dela com a língua, Maura estava bastante molhada e arqueava os quadris de encontro a boca da morena, Jane a penetrou com dois dedos e começou o movimento de vai e vem, Maura passou os braços por Jane e arranhava as costas da detetive enquanto gemia, os gemidos de Maura deixavam Jane ainda mais louca de desejo, enquanto penetrava Maura com os dedos Jane mordiscava os seios da loira e ganhava mais algumas marcas de unha, Maura teve o primeiro orgasmo daquela noite e Jane abafou seu gemido com um beijo, depois retirou seus dedos da loira e levou-os a boca, beijando Maura logo em seguida, as duas deitaram de lado, uma de frente para outra, Jane beijava o rosto de Maura e tirava alguns fios de cabelo do rosto dela, o sorriso que a loira exibia no rosto, era o mais lindo que a detetive já viu, a respiração de Maura estava voltando ao normal, ela passou as mãos pelas costas de Jane e retirou o sutiã da morena atirando para um canto qualquer do quarto, depois beijou o pescoço de Jane e falou em seu ouvido.

— Sua vez_ Essas palavras fizeram a detetive se arrepiar.

Enquanto elas estavam no quarto alguém abre a porta da casa de Maura e entra.

— Maura! _ Ela vai até o quarto da loira, mas para na porta vendo roupas molhadas espalhadas pelo chão, ela encosta o ouvido na porta e ouvi gemidos_ Melhor eu voltar amanhã_ Verônica sorri_ Finalmente Maura está se permitindo experimentar a vida e pelos gemidos, a noite vai ser longa.

Verônica sai da casa da legista e fecha a porta.

Notas finais
Tenho duas coisas a dizer: 1ª- Eu nem sei o nome dessa mulher na exposição, mas achei ela nojenta. 2ª- A cena de sexo talvez não tenha ficado tão boa, tenho problemas em detalhar essas cenas, mas creio que ao longo da ff isso vai melhorar, sei lá, me digam suas opiniões flores.