A maldição de Macária
7 Capítulo 7
Notas iniciais
bjs
Boa leitura
Ela estava com uma blusa larga e cumprida branca e só. Sem bermuda, sem calça só uma calcinha preta que dava para ver através da blusa branca. Nico percebeu mais uma coisa, nas suas coxas tinha muitas tatuagens de todos os tipos.
- Por que você esta sem calça? E por que você tem tatuagens? – Perguntou Nico.
Ela não ficou nenhum pouco vermelha parecia não ter vergonha de estar seminua na frente de Nico.
- Vim tomar um copo de água. E tenho uma tatuagem para cada pais que visito, você devia saber. Agora da licença que eu vou me vestir? – Ele tinha parado na frente dela.
- Por quê? Deixa eu me deleitar com essa imagem. – Ele olhava para ela de cima a baixo.
Ela rosnou o jogou na parede. Lavínia acabara de apunhalar uma empousa e ela virou pó. Nico olhou pela cozinha, que estava toda desarrumada pratos quebrados e tinha um armário aéreo no chão.
- O que houve aqui?
- Eu te chamei umas mil vezes. Como você não acordou?
- Sono pesado. Mas, o que houve aqui?
- Eu estava sentada e ela entrou me atirou naquele armário. – Ela apontou para o armário no chão. – Depois me chutou quando estava no chão então eu me levantei bati, bati, bati, bati nela e depois a apunhalei.
- Nossa! – Exclamou, mas não para a bagunça e para o que ela fez, mas sim para o corpo dela.
- Você perdeu esse direito a algumas semanas atrás. – Ela deu uma risada gutural e sai correndo na velocidade de vampira para seu quarto.
- As brabas são melhores!! – Gritou ele para o nada.
Ele ficou lá em baixo tentando arrumar um pouco da bagunça da cozinha. Vivi desceu com uma calça dessa vez. Ela usava uma calça jeans, uma blusa verde quartel sem mangas, e usava uma sapatinha preta. Nico assoviou.
- Você consegue se superar ate quando esta vestida.
- Cala boca! – Ela saiu do recinto e depois voltou com um monte de parafusos, uma coisa que parafusa os pregos.( eu me esqueci o nome disso.)
Ela colocou o armário em seu lugar rapidinho. Depois começou arrumar as coisas dentro dele.
- O que tem para o café? – Perguntou Nico ansioso.
- Eu vou para cidade arrumar o meu e você arruma o seu aqui. – Ela sorriu pensando no seu café da manha.
- Mas tem algo para comer aqui? – Perguntou ele abrindo a geladeira.
- Sim, com certeza. – Disse ela olhando para Nico com aquela cara de serial killer.
- Você me mataria? – Perguntou ele ofendido.
- Se estivesse com fome sim. – Ela respondeu saindo.
***
Ela chegou a Manhattan e começou a andar a procura da presa perfeita. Ela preferia garotos loiros da sua idade, mas não estava afim de escolher então avistou uma garota da sua idade com cabelos pretos e olhos pretos também ela foi ate a menina e falou:
- Oi quanto tempo.
A garota ficou confusa, pois nunca tinha visto Vivi antes, mas ela parou na frente da garota a olhou bem nos olhos e falou:
- Você não sentira dor, não fará som algum e me obedecerá.
A garota só assentiu. Lavínia levou a garota para um beco escuro. Ela deixou suas presas descerem, seus olhos ficaram vermelhos e ela cravou suas presas no pescoço da garota. Ela sugou ate sentir que estava satisfeita, mas o problema era... Ela nunca estava satisfeita. Mas, teve que parar não queria matar mais ninguém. Ela soltou a menina limpou o sangue no seu pescoço e a deixou a ir.
Ela entrou em uma cafeteria, sentou-se no fundo, pediu um café sem cafeína e então uma garota sentou-se na sua frente.
- Oi. – Disse ela sorrindo. – Sou a Giovanna.
- Oi Giovanna o que quer?
- Seu cheiro de morte encobre o meu de semideus.
A garota era alta, a pele morena clara, cabelos castanho-escuros ondulados até a cintura, um olho roxo e outro verde.
- Você é uma semideusa?
- Filha de Hécate. – Ela olhou para Lavínia de um jeito estranho. – Você está apaixonada... Não isso não é uma simples paixão, isso é amor!
Lavínia ficou com a cara de WTF para a garota. A garota olhou para garçonete pediu ovo mexido com calda de caramelo. Éca!!!
- Ok. Vamos começar com as perguntas. Como sabe quem eu sou? Como você leu meus... Meus... Meus.
- Sentimentos, filhos de Hécate fazem isso. E sobre a primeira pergunta... – Ela passou a mão na própria boca para indicar que a de Vivi estava suja.
Vivi passou a mão na boca e viu que os cantos estavam sujos de sangue. A garçonete trouxe o pedido estranho de Giovanna enquanto Vivi limpava a boca.
- Amo essa sobremesa. – Disse ela enchendo a boca.
- Não é uma sobremesa.
- É o que todos dizem, mas eu não me importo.
- Você não devia estar no acampamento? – Perguntou Lavínia pensando no perigo que Giovanna corria em ficar sozinha vagando pela cidade.
- Sempre temos que esfriar a cabeça. Agora, sobre seus sentimentos. Por que esta tão confusa?
Vivi não era de se abrir, mas sentiu uma grande afeição pela garota louca na sua frente então começou falar.
- É que eu gosto dele realmente, mas prometi a mim mesma esquecer ele. Mas, o problema é que eu não consigo, mas eu acho ele não gosta de mim. – Disse ela muito triste.
- Por que você acha isso? – Perguntou quase lambendo o prato.
- É que ele beijou uma garota quando estávamos namorando e quando ele foi se explicar me chamou de monstro e essas coisas que chamam os vampiros quando estão hostilizados.
- Às vezes achamos que vemos coisas que não estão. Por exemplo tenho certeza que vi hoje um coelhinho cor de rosa voador carnívoro. – Disse ela pedindo seu segundo prato de ovo mexido com calda de caramelo. – Mas, provavelmente não estava lá. Deve ser a mesma coisa com você.
- Está me chamando de louca? – Perguntou Vivi levantando uma das sobrancelhas.
- Não. De cega. – Disse dando uma risadinha. – E sobre o que ele falou. Pode ser que ele tenha falado, mas não quer dizer que ele sinta.
Ela lambeu sua colher e voltou a falar.
- Agora preciso de sua ajuda. Tem um monstro ali no balcão. Está vendo? – Vivi olhou discretamente e viu um ciclope mal humorado. – Ele ficou confuso depois que perdeu meu cheiro, mas quando você sair de perto de mim ele vai sentir meu cheiro. Você pode me ajudar?
- Claro, venha. – Lavínia deixou o dinheiro em cima da mesa.
Elas andaram lado a lado para que o monstro ainda ficasse confuso, mas parece que não deu muito certo por que elas passaram ele se virou e jogou as duas na porta de vidro quebrando ela. Todos saíram gritando da cafeteria.
- Corra! – Gritou Lavínia para Giovanna e a menina fez o que ela pediu.
- Sabe, eu odeio monstros. – Disse Giovanna correndo para longe. – E ah! Foi um prazer conhecer você.
Vivi não teve tempo de responder por que estava ocupada dando um chute no joelho do ciclope. Ele bambeou, mas não caiu. Pegou ela pelas pernas e a sacudia ela como se fosse uma boneca de pano. Ela cravou a adaga na mão dele que a soltou soltando um urro. Vivi não perdeu tempo e enterrou a adaga na barriga dele que se transformou em pó dourado.
***
Quando ela chegou na casa do seu pai, quer dizer dela a luz da frente piscou duas vezes. Ela entrou e viu Nico rindo do seriado na TV. Eram meio dia. Ela nem deu oi para ele foi logo tomar banho e dessa vez a água não lhe deu um conforto. Ela voltou lá para baixo usando um shorts preto e uma blusa branca.
Na cozinha ela lavou louça para ver se conseguia pensar melhor. Isso é estranho, mas ela sempre fazia isso para pensar melhor quando não sabia que era uma semideusa.
Ela ouviu Nico chegando.
- Eai como foi seu café da manha?
Fale com o autor