A liberdade em um olhar

6 Kitty... Encrenca ou diversão?


Notas iniciais
Gente, a sexta temporada de glee ta tão boa. Casamento Brittana perfeito e agora a notícia que a Naya ta buchudinha... Saindo arco-íris da boca kkk Próximo capítulo aí, galera. Desculpa a demora.

–Brittany? Hey, vadia, olha pra cá.

–O que... Kitty?

–Claro. Achou que fosse quem? Paris Hilton?

–Não, ela é vadia, mas nem tanto quanto você- Kitty riu, levantando o dedo do meio para a amiga.

–Se não estivesse tão longe, eu te daria um tapa, sua ordinária.

–Vê se pára de gritar, maluca. Se alguém pega você aqui, vai presa- Brittany alertou, olhando para os lados a procura de algum segurança pelo jardim. Eles eram enormes e amedrontadores- Espere aí, eu vou descer- Kitty assentiu, aguardando a loira ali mesmo. Brittany pegou um robe e saiu correndo em disparada pelos corredores da casa, quase se perdendo no processo até achar a cozinha. Saiu pela porta, dando a volta até encontrar Kitty sentada a uma pedra com cara de tédio.

–Hey, Pierce!- a loira menor gritou, com a mão levantada indicando que estava ali.

–Shiii, idiota. Aqui é lotado de guardas armados até os dentes- repreendeu amiga, se aproximando.

–Ui, que meda!- Kitty caçoou levantando as mãos- Eles são tão bons que entrei pela garagem facinho quando um saiu.

–Você é doida mesmo- Brittany balançou a cabeça negativamente- O que faz aqui?

–Essa era a pergunta que eu iria fazer a você- as duas passaram a andar pelo enorme jardim, sentando-se em um banco de pedra mais afastado- Vamos lá, abra esse bico e me conte tudo, sua vadia.

–Mamãe.

–Vish, sua velha lá zicou contigo pelo o que aconteceu na festa do Puckerman, não foi?

–Pois é- Brittany suspirou profundamente relembrando de tudo, inclusive da raiva que estava de Puck.

–Mas isso não é motivo pra sua mãe te expulsar de casa.

–Ela não expulsou. Estou aqui pra estudar e trabalhar, já que fui expulsa foi do Mckinley.

–Culpa da Marley, aquela desastrada. Foi cair na piscina e agora você que paga o pato- Kitty rolou os olhos, cruzando os braços.

–Pára, Kitty. Não foi nada culpa da Marley. Os garotos que a importunaram e derrubaram ela na piscina. Tivemos sorte de que ela somente levou alguns pontos na cabeça. Vai que ela morresse? Aí sim eu estaria ferrada.

–Mesmo assim ainda não vejo motivos de sua mãe te mandar pra essa prisão- a loira ajeitou os cabelos- Falando nisso... De quem é esse lugar? Que eu saiba você não tem parentes ricos.

–É da patroa de minha avó. Sou agora babá do filho dela, Charlie. Vou trabalhar enquanto estudo- Kitty encarou Brittany como se procurasse um resquício de piada naquilo, mas como não encontrou, sua testa foi se enrugando até não aguentar mais e cair na gargalhada.

–Babá? Não acredito- ela se descontrolava rindo, fazendo Brittany fechar a cara- A maior vadia de Lima sendo babá. Pobre dessa criança.

–Vá se ferrar, Kitty!- a loira disse brava, cruzando os braços- Não é por opção, tá?

–É pelo o quê então? Por acaso está sendo obrigada ou algo parecido?- Brittany abaixou o olhar- É isso, Britt? Porque se for, eu dou um jeito de te tirar daqui. Não vou deixar que você seja humilhada ou...

–Hey, relaxa... É complicado.

–Como assim? Me explica isso.

–É melhor deixar isso pra lá, Kitty- a outra franziu o cenho.

–Fala, Brittany. O que está acontecendo com você?- suspirou para falar. Brittany explicou tudo para Kitty, sem deixar nenhum detalhe, por menor que fosse, e sua amiga fazia caras e bocas a cada informação- Caraca, Britt, que barra, hein!

–Pois é.

–Mas, sei lá, apesar de tudo, achei egoísmo da parte de sua mãe em te mandar para um lugar estranho, com uma mulher estranha, para servir de empregada dela. Seu lugar é ao lado da dona Rose, principalmente agora que ela vai... Bem, você sabe- Brittany só se sentia mais fragilizada cada vez que recordava dessa parte da história- Vem comigo.

–O que?

–Vem comigo. Estou na casa de um cara que conheci hoje pela manhã em Lima. Ele nos leva de volta e você tenta fazer sua mãe mudar de ideia em te deixar ficar.

–Kitty, sua maluca, como você vem pra Nova York com um cara que conheceu hoje de manhã? Tem merda nessa cabeça ou quê?- repreendeu a amiga, que somente riu daquilo- Vai que ele é um estuprador?

–Larga a mão de ser paranoica, doida. Mark é do bem- Brittany rolou os olhos- Então, vem ou não comigo? Podemos ir agora e ainda dá tempo de uma festinha na casa de um amigo de Mark no Bronx.

–Não dá, minha avó surtaria.

–Se elas não ligam para o que você sente, poderia também você não se importar com o que elas pensam- disse como se fosse a coisa mais natural do universo.

–Se bem que seria uma bela vingança, não é?

–Uma perfeita vingança- Kitty concordou, sorrindo danada- Bom, vamos ou não? Daqui a pouco o Mark vem me buscar... Ou a nós duas. Vem, vai ser divertido- a loira mais alta parecia pensar- Olha, você pode não voltar pra Lima com a gente, mas pelo menos vai na festa. Sem você não terá graça.

–Mas como vamos sair daqui?

–Tudo com a Kitty aqui a possível, gostosura- sorriu sapeca, pegando a outra loira pelo braço.

Conseguiram sair sem que os guardas notassem, pelo mesmo lugar que Kitty entrou. Dançaram, beberam, Brittany acabou ficando com um dos amigos de Mark e às quatro da manhã retornaram para a mansão Lopez.

–Hey, sua vadia. Maior gato aquele cara que você estava agarrada. Como ele se chama?

–Eu sei lá- Brittany respondeu e as duas caírem na gargalhada logo em seguida. Ambas com o teor alcoólico daqueles, entraram pela brechinha que Britt deixou apenas encostada para quando voltasse- Shhii, Kitty, vão nos pegar.

–Aí o azar será seu porque eu já fui- abraçou a amiga, quase caindo no processo- Boa sorte no inferno aí.

–Obrigada, eu vou precisar. Valeu por me divertir essa noite, estava realmente precisando.

–Que é isso, é um prazer ajudar vadias como você- Brittany chutou a amiga, que saiu gargalhando. Fechou a passagem, passando a andar cautelosamente pelo jardim e por dentro de casa de uma forma que não acabasse alarmando a casa inteira se trombasse em algo. Quando no quarto, nem se deu o trabalho de tirar as roupas, se jogando divertidamente na cama macia e fofa.

–É... Boa noite pra mim.

//////////////////////////////

–Brittany!- Susan batia pela enésima vez na porta do quarto da neta, que parecia ter falecido ali dentro, pois ruído algum se escutava ali- Brittany Susan Pierce... Abra logo essa porta.

–Com trinta e cinco bilhões de demônios... Estão martelando minha cabeça- a loira reclamava, colocando o travesseiro na cabeça para se proteger dos barulhos das batidas na porta.

–BRITTANY!

–Já vou, pombas!- gritou, se arrependendo logo em seguida pela intensa dor de cabeça que aquilo causou. Abriu a porta do jeito que estava, toda descabelada e com olheiras horríveis- Que foi?

–Eu... Minha nossa senhora, o que aconteceu com você, menina?- Susan indagou assustada encarando a neta.

–Eu morri, vó. Agora me deixa voltar pro meu caixão- empurrou a porta para fechá-la, mas sua avó a interrompeu.

–Você bebeu, Brittany?

–Bebi, dona Susan. Veneno, conhece? Mas que pena que não deu certo, pois estou aqui escutando a senhora bater a essa hora na porta do meu quarto como uma matraca com cólicas, quando eu queria estar dormindo eternamente- Susan suspirou frustrada.

–Não muda mesmo, né?

Tanto faz, eu quero dormir agora. Será que é possível?- indicou para a avó saísse e esta continuou ali- Vó!

–Não, você vai entrar naquele banheiro, Brittany Susan Pierce, e vai tomar um banho gelado e demorado até tirar essa cara de ressaca. Te espero lá embaixo, pois Charlie já acordou faz tempo e tive que fazer o seu trabalho já que a senhorita estava em seu sono de beleza- Brittany rolou os olhos pela ironia da avó- Vamos, agora!

–Inferno!- a loira saiu praguejando até o banheiro e ficou por lá quase meia hora. Desceu a contragosto até a sala de jantar, se deparando com a avó já tirando a mesa do café- Cadê o moleque?

–Primeiramente não o chame assim, ele tem nome- repreendeu fazendo Brittany lhe imitar apenas mexendo os lábios- E depois, Santana está com ele em sua sala de jogos. Daqui a pouco ela sai pra trabalhar, então tome logo seu café pra cuidar de Charlie.

–Sim, senhora- passou pela avó com um semblante de desgosto, indo tomar café na cozinha. Minutos depois Santana entrou ali também e foi até a geladeira. Brittany chegou a prender a respiração para que a latina não a notasse ali.

–Bom dia, Brittany!- é... Não deu muito certo.

–Bom dia!- a latina abriu a geladeira e passou a procurar alguma coisa- Hum, quer ajuda aí?

–Não, obrigada- tirou de lá um frasco de suco e o destampou para beber um gole. Brittany franziu o cenho. ‘’Como ela consegue fazer essas coisas?’’ pensou- Noite difícil?

–Mhm, o quê?- saiu de seus pensamentos, encarando a latina.

–Perguntei se a noite foi difícil.

–Não, por que?

–Nada, só ouvi seus passos pelos corredores. Estava perdida?- Brittany engoliu seco, temendo ser pega pela escapada.

–N-Não, hum, eu só desci pra tomar água. Casa grande, então às vezes me confundo- Santana riu, fazendo a loira ir se aliviando.

–É, bem grande mesmo. Papai se orgulhava de tudo aqui e minha mãe achava exagerado- a loira concordou- Bom, fico feliz por não ter se perdido. Sua amiga também não, apesar do extenso jardim.

–Pois é, Kitty sempre foi boa nessas entradas triunfais... Hey, espera- arregalou os olhos, encarando Santana bestificada- Como...

–Eu sei de tudo que acontece aqui, minha cara. Nunca me subestime- sentou-se de frente a ela- E a propósito, ela só entrou porque eu deixei. Meus seguranças são todos ex militares, os melhores, então acho que duas adolescentes não entrariam e sairiam sem que eles notassem. Foi apenas um teste, Brittany, e fico desapontada com você por ter falhado e ido com sua amiga para uma festa em um bairro tão perigoso quanto o Bronx. Mandei dois de meus melhores homens para cuidar de sua segurança até retornar pra casa- e os olhos da loira continuavam arregalados e agora a boca estava escancarada pela a surpresa macabra.

–Ai, droga...Me desculpe, Santana, mas...

–Não vou te punir por isso e nem por nada, minha cara, então não peça desculpas a mim e sim a sua avó que deposita toda e inteiramente sua confiança a você- a loira voltou o olhar para suas mãos sobre a mesa- Quem nos pune somos nós mesmos, com as consequências de nossos atos, então isso é com você. Só que devo intervir se isso pôr meu filho em perigo- Brittany voltou a fitá-la- Não impedirei de ver seus amigos ou até mesmo de recebê-los em minha casa, no entanto pra tudo há uma regra e a minha é de que tem horário pra isso. Foi perigoso e inconsequente de sua parte sair aquele horário. Não se preocupe, não contarei a Susan, só espero que tome isso como exemplo, porque se eu não tivesse intervido, sua amiga poderia estar presa, Deus me livre ferida ou morta.

–Oh, céus... Isso não voltará acontecer, Santana- ela estava prestes a explodir de vergonha pelo ‘’sermão’’ que estava tomando da latina.

–Espero que não, minha cara- sorriu levemente para Brittany, se levantando- Sairei agora para o trabalho. Qualquer coisa dona Susan a auxiliará. Ela é meu coração por aqui.

–Tudo bem- assentiu, voltando a seu copo de café.

–Até mais, Brittany.

–Até- Santana saiu da cozinha a passos leves e um semblante tão tranquilo que nem parecia que acabara de ter uma conversa daquele tipo com a loira. Já esta, sentia arder o ser pela raiva de ter sido chamada a atenção- Droga, uma simples saída já é motivo para me açoitarem. Que merda!- jogou as coisas a sua frente na mesa no chão, estraçalhando copo, prato e espalhando restos de seu café da manhã pela cozinha. Susan apareceu segundos depois, assombrada pelo barulho que isso havia feito.

–Meu Deus, filha, o que foi isso?

–Nada, vó. Eu tropecei- mentiu Brittany, passando a juntar os cacos pelo o chão da cozinha.

–Não mexe nisso, filha, irá se cortar. Deixa que eu limpo, vá cuidar de Charlie, tá?- sua neta não disse nada, passando por ela toda emburrada. Susan sabia com toda certeza de que aquilo não tinha sido um acidente e sim um acesso de fúria dela- Santo Deus, por que eu sinto que vai dar alguma coisa errada? Não, por favor, que seja apenas paranoia.

////////////////////////

Brittany andava a passos raivosos até a sala, ouvindo as vozes de Santana e Char mais a frente. Ambos riam muito, o que a deixou mais irritada. Sua ressaca estava daquelas e se unia a chata conversa que teve com a patroa, com a raiva de estar em um lugar que não quer e ser privada a suas antigas coisas em Lima, não podendo sequer sair com a amiga sem tomar um sermão tão ‘’alegrezinho’’ da parte de Santana. Toda aquela revolta ia cada vez mais apossando de sua existência.

–Britt? Tudo bem?- escutou Charlie perguntar se aproximando- Está tão séria... – analisou as feições da loira por completo, fazendo uma careta de desaprovação- E com um semblante horrível de sono. Está doente, Britt Britt?

–Não, só não dormi direito noite passada e fiquei com dor de cabeça, Charlie. Coisas de menina, não sabe?

–Hum... Quer remédio? Mamãe San tem um monte no quarto- ele ofereceu, preocupado com a loira, que apenas sorriu negando com a cabeça.

–O que tenho no quarto Brittany não pode tomar, filho. São especiais, lembra? Só pra mamãe- Char fez um ‘’ah’’ lembrando-se. Brittany franziu o cenho sem entender tal coisa.

‘’Que raios de remédios especiais é esse? Pra hemorroida?’’ a loira pensou, rindo só pra ela.

–Eu sou especial também, mamãe?- Charlie perguntou com os olhões vidrados na latina, que fez um sinal para que ele fosse até ela para pegá-lo no colo.

–Claro que é, garotão. Mais que a todos no mundo- beijou demoradamente a bochecha do filho, que abraçou sua nuca.

–A Britt Britt também?- a loira sorriu aberto pelo apelido dado por Char. Só seu pai a chamava assim, mas de maneira impressionante o garoto a chamar assim não incomodava nada.

–Claro- virou-se na direção dela, como se pudesse além de enxergá-la fisicamente, ver também sua alma- Mais do que ela quer admitir.

‘’Quem ela pensa que é pra falar algo assim de mim? Deus, essa mulher é assustadora! Ah vai se catar, senhorita ‘’sou cega, mas encantadora’’. Brittany olhava Santana com desdém, cruzando os braços.

–Pois bem, estou indo. Se comporte, viu, senhor Charlie?

–Eu prometo mamãe.

–De mindinho?

–De mindinho e um beijinho na ponta do nariz- ele delicadamente deu um selinho na ponta do nariz da mãe, que a fez sorrir.

–Tchau, meu amor. Chego cedo hoje- deu mais um abraço no filho e o colocou no chão- Tenha um bom dia, Brittany.

–Você também- a loira sequer olhou para a patroa, tendo a atenção nas unhas da mão.

Santana saiu dali segundos depois, sendo recebido por um alegre Ryder que lhe levou para a empresa sem demora. Enquanto isso, na sala da casa, Char fitava Brittany com a testa franzida sem obter nenhum retorno de olhar ou palavras dela. Tombou a cabeça pro lado confuso, quebrando aquele silêncio chato que ficou ali.

–Por que?

–Por que o que, Charlie?- a loira tinha a cara de tédio, analisando ainda as unhas bem cortadas e pintadas de rosa.

–Por que você é tão carrancuda?- ela o olhou agora- Parece que anda sempre chateada com alguma coisa.

–A vida é um porre, pequenino. Não queira crescer.

–Eu hein! Você é tão negativa!- o pequeno torceu os lábios, passando a mão por sua franja loira- Precisa se divertir mais.

–Ainda bem que alguém aqui concorda comigo- levantou os braços de forma exagerada- Eu preciso de festas, sair com gente da minha idade para beber e comemorar minha juventude e...

–Deus do céu! Estou achando que falamos de diferentes tipos de diversões- ponderou coçando o queixo pensativo enquanto Brittany monologava sobre seus passatempos preferidos- Brittany!- cortou a lista interminável da loira.

–O que?- Brittany parou, ficando ereta na cadeira entortando o maxilar em confusão.

Deixa, vou te mostrar o que é diversão- sorriu animado para ela, pegando sua mão e saindo correndo pelos corredores da casa até a piscina.

Brittany não queria, mas com o passar dos minutos estava achando tudo maravilhoso naquela brincadeira com Char na piscina. Ele ficava no lado mais raso enquanto ela o acompanhava da parte funda, só que mais perto dele. Brittany não queria admitir, mas o garoto era sim uma ótima companhia. Era engraçado, sabia conversar e mais ainda... Não a julgava como as outras pessoas. Susan chegou logo depois, ficando parada mais atrás vendo o quão Brittany parecia mais relaxada ali naquele momento com o loirinho. Chegava a gargalhar das argumentações de Charlie que ela julgava tão sábio que chegava a ser hilário.

–Viu, Britt Britt... Isso sim que é diversão. E tem um detalhe.

–Qual, Char?- a loira perguntou, escorando-se na beirada da piscina para o encarar.

–Isso te faz rir e engrandece sua beleza. Não deixa você com uma cara sórdida de surra de toalha molhada- ela riu- O que achou?

–Que você é um moleque maneiro- ofereceu o punho para que ele batesse. Alegremente Char repetiu o gesto, dando pulinhos na água.

–Você também- ele sentou-se ao seu lado- Podemos fazer isso depois de suas aulas.

–Droga... Eu tinha me esquecido disso- deitou a cabeça na mão de uma forma sofrida- Oh inferno de vida!

Notas finais
Gente... Brittany só complica, né? kkkk Mas tamo indo. Um grande beijo a todos.