Notas iniciais
Boa noite... Devem estarem querendo meu figado, né? Foi mal... To atolada de coisas aqui e minha vida ta um saco, então, foda-se. Espero que curtam de verdade e não se esqueçam de dar uma passada nos comentários pra me dar uma luz. Obrigada aos que ainda estão por aqui. Bjocas... Feliz natal e mais ainda...FELIZ ANO NOVO. Que esse acerta na pitada de felicidade. Beijo no capô do fusca

–Hum, isso, Tana... Mais forte, vai... Mais, ahhh- a noite estava cada vez mais quente pras amantes na empresa Lopez. Quinn estava agora sentada no sofá, de modo que Santana, ajoelhada a sua frente, no chão, tivesse livre acesso entre suas pernas, e estas jaziam jogadas sobre os ombros morenos quentes. Santana investia contra o centro da outra com a língua em um ritmo que pairava entre o lento e o rápido, como se quisesse que a loira retardasse o quanto pudesse seu orgasmo. Já Quinn parecia ter pressa, impulsionava freneticamente os quadris contra os lábios carnudos da morena, que por fim fincava as unhas nas coxas alvas a fim de agora controlar a freqüência de suas reboladas.

–Você é deliciosa, loirinha!

–Pera, como sabe que eu sou loira?- Quinn indagou, perplexa.

–Você tem atitudes de loira... É muito fresca- a loira riu, dando um tapinha na cabeça de Santana, que acabou rindo também.

–Você é uma idiota mesmo.

–Só digo a verdade- Santana deu de ombros e Quinn tratou de empurrar a cabeça da morena para que terminasse seu trabalho gostoso em sua intimidade. Lopez soltou um suspiro falho ali, onde arrepiou por completo cada fiozinho de cabelo existente no corpo alvo de sua parceira. Juntou os lábios e chupou o montinho de nervos róseo, onde seus sentidos apurados podiam captar o centro pulsante à sua direção. Quinn soltou um gritinho e apressou seus quadris pra rebolarem mais rápido contra os lábios carnudos, já lambuzados de seu maravilhoso gosto sexual.

–Assim, Tana... Vai, ahhhh... Eu vou, ai cara...- quando sentiu que Quinn estava nas última pra ter seu orgasmo, Santana segurou com força os dois lados dos quadris da loira e o forçou contra sua lingua, que entrou o quanto pode na sua intimidade. Fabray chegou a se sentar pela intensidade que seu ápice lhe alcançou, onde grudou seus dedos aos cabelos escuros da outra e os puxou forte, ainda mais contra seu sexo encharcado de seu liquido precioso- UAU... Nossa, Tana, você... WOW... Quase acaba comigo- Quinn expôs ofegante, onde seus seios subiam e desciam em uma respiração descompassada.

–Na próxima vez eu chego lá e acabo com você- deu uma leve beliscada na cintura da loira e a mesma deu uma risadinha sapeca. A latina escorregou pelo corpo alvo e se moldou ao outro corpo num abraço tenro- Isso é insano!

–O que é insano?

–Isso entre a gente... Mal nos conhecemos.

–A culpa é toda sua. Não mandei vir atrás de mim.

–Sua chata... Sei que estava louquinha pra que eu fosse atrás de você. Não venha com essa.

–Ah, cale a boca, sua metida insuportável!- ambas ficaram sérias por um instante, até que Santana explodiu em gargalhadas, levando Quinn consigo- Maluca!

–Vem cá, me beija, Fabray!- quando Santana ia beijar a loira, a mesma teve um choque de realidade.

–Ai caramba! Meu pai!

–O que tem?- a latina indagou enquanto Quinn saia como um foguete do sofá e passou a se vestir com mais pressa ainda.

–Meu pai, Tana... Ele me trouxe aqui hoje pra me apresentar como novo membro da empresa. Vou trabalhar aqui também quando me formar, como sempre quis desde criança, semana que vem eu já começo a estagiar, então papai queria que eu já me interasse com os sócios daqui e a nova presidente, neta do senhor Emanuel.

–O que, você ira conhecê-la?

–Sim, eu vou. Por que o espanto?- Santana engoliu em seco aquilo. Seria um problema Quinn descobrir que havia acabado de transar, ou pior, aceitado o pedido de namoro da dona da empresa que ela sempre sonhou em trabalhar? Aquela noite poderia sair totalmente fora dos eixos- Santana?

–Hum, oi? Disse alguma coisa?

–Você ficou estranha de repente. Está se sentindo mal?

–Vamos embora!

–Oi? Embora? Pra onde, sua maluca?

–Não sei... Vamos viajar. Podemos pegar um avião agora e já adiantar nossas férias, sei lá... Já foi a Bora Bora?- Quinn soltou uma gargalhada engraçada e abraçou Santana.

–Deus como você é bobona!- depositou vários beijinhos pelo rosto moreno, deixando um enfim no pescoço- Você é um doce... Toda apaixonada... Mas, meu bem... Eu preciso estabelecer esses contatos agora, OK? Antes de te conhecer eu já tinha meus sonhos, então, espero que desça comigo até onde estão aqueles bandos de velhos caretas, onde eu te apresentarei a meu pai, que nos apresentara aos mais importantes daqui. Assim você também pode conseguir algo aqui e possamos trabalhar juntas. Não seria um máximo, hum?

–É... Seria ótimo.

–Então, amor? Não faça essa cara... Vamos lá... Prometo depois ir pra onde você quiser, só para a gente continuar com nossa brincadeirinha do sofá, ta?- deixou outro beijinho nos lábios da namorada e voltou a se vestir. Santana ficou parada no mesmo lugar... Apática, já prevendo o que poderia acontecer lá embaixo. Sem falar que seu avô deveria estar uma fera pelo seu sumiço- Hey!- Quinn estralou os dedos e Santana se assustou, voltando a si- Quer ajuda pra se vestir?

–Não... Obrigada. Só diga em que direção está minha roupa, porque tenho quase certeza de que a atirei pela janela na hora do desespero.

–Não foi, besta... Está atrás do sofá- a loira pegou as roupas, e mesmo por insistência de Santana pelo contrário, acabou por ajudá-la a se vestir. Desceram quase com Fabray arrastando a latina, que lutava o quanto podia pra não chegar até o grande salão, o que agora deixava a loira desconfiada.

Assim que adentraram o salão, os passos de Santana ficaram cada vez mais pesados. Seus lábios estavam selados em um semblante temeroso ... Ela podia sentir o sangue correr forte por suas veias... Mais ainda agora quando Quinn lhe expôs.

–Ali está papai, Tana... Vem, Deixe-me apresentá-los.

–Quinn, não... — nem pôde lutar contra, a outra já havia lhe arrastado com tudo salão à dentro.

“Deus do céu... Que o pai dela não me conheça". Santana torcia em seu intimo de pensamentos temerosos.

–Papai!- o senhor alto e loiro tanto quando Quinn, aparentando uns 42 ou 43 anos, se virou, suspirando aliviado por ver a filha ali, bem.

–Lucy, minha filha. Por onde andou?

–Eu meio que me perdi quando procurava o banheiro, papai- disse Quinn, mentindo, enquanto era abraçada pelo pai. De longe Santana captava o que podia com sua audição aguçada, rezando pra todos os santos que conhecia para que o pai de Quinn não a reconhecesse- E estava com a Tana.

–Tana?

–Sim, pai... Ela estuda na mesma faculdade que eu. Espera, vou apresentá-los. Meu bem, venha cá.

–Jesús!- a latina murmurou, sentindo Quinn alcançar seu braço e lhe puxar até onde seu pai estava-.

–Esse é meu pai, Russel Fabray... Pai, essa é a Tana...- Russel estendeu a mão, porém Santana continuou ali, parada, com o olhar inquieto, o que fez o homem ficar intrigado, lançando um olhar de igual altura pra filha, que revirou os olhos lembrando-se do grande fator de Santana- Eu sempre dou mancada. Aqui, gatinha- a loira então pegou a mão de Santana e aproximou da de seu pai- Ela é... Bem, é...

–Sou cega, senhor. Quinn ainda está aprendendo a aceitar que mesmo sem enxergar, posso ser uma advogada melhor que ela- Russel e Quinn riram enquanto a latina fazia uma careta brincalhona.

–Gostei de você, tem um aperto firme. Sinal de que é confiável.

–Não, não confie em mim. Eu uso meias coloridas e não se deve confiar em pessoas que fazem isso usando roupa social.

–Santana quando está nervosa tende a falar demais, papai- a loira se colocou ao lado da namorada, segurando em seus ombros como conforto, deixando um beijo carinhoso em sua bochecha.

–Gostei dela... É engraçada.

–Obrigada, senhor.

–Pode me chamar de Russel-Russel entortou a cabeça quando algo lhe veio a mente sobre a latina a sua frente- Espera... Você me é familiar. Como chama mesmo?- a alma da latina gelou agora.

–B-Bem, é...

–Seu nome é Santa...

–SANTANA MARIA LOPEZ!- a voz irada de Susan soou mais atrás, interrompendo a explicação de Quinn, que parou pasma ao ouvir o sobrenome da latina, e esta cerrou os dentes numa careta visível de “me ferrei nesse exato momento". Nesse momento ela agradeceu a Deus por não enxergar e se deparar com a expressão de decepção de Quinn, que continuava calada apenas observando o semblante culpado da outra.

–Quinn, eu...

–Santana!!! Você está surda? Faz horas que grito por você!- Susan puxou-a pelo braço e saiu levando a futura advogada até o palanque onde estava o seu avô, que aparentava muita preocupação pelo sumiço da neta, deixando Quinn lá, sem nenhuma reação- Aqui está ela, Manu. Essa mocinha inconsequente que anda merecendo umas chineladas por seus atos.

–Você está bem, filha?

–Estou, vovô. Eu só...

–Não precisa se explicar. Venha cá- Manu puxou a neta pra um abraço acalentador e preocupado- Depois conversamos sobre isso. Agora vamos ao nosso compromisso, ta?- Santana concordou com um gesto de cabeça conformado e com a ajuda do avô, subiu no palanque. Manu limpou a garganta- Hum, desculpem pelo transtorno, minha neta teve que se ausentar por problemas pessoais, mas aqui está. Então, agora, com o poder a mim investido há seculos nessa empresa, como a múmia que já sou... -todos no recinto riram, menos Quinn que encarava aquilo tudo com um olhar machucado...enojado- Eu vus apresento sua futura presidente, minha sucessora de total confiança e prestigio... Santana Lopez, minha querida neta- nesse instante o salão explodiu em aplausos na direção da latina. Seu avô era a própria pintura perfeita de orgulho pela neta... Porém a mesma não acompanhava essa felicidade.

–Obrigada a todos presentes pelo carinho. Aproveitem a festa- foi a única coisa que sua gargante lhe permitiu dizer depois de vários segundos em silêncio. Mais aplausos foram ouvidos e ela foi se desvecilhando de cada pessoa que se aproximava para parabenizá-la- Vovô, por favor... Em que direção está o senhor Fabray com a filha?

–Vá reto, em uns sete metros você segue seu ombro esquerdo. Algum problema?

–Não, vovô- respirou fundo e esticou sua bengala em um estralo- Pelo menos é o que eu espero- Santana andou a passos pesados até os Fabray, onde cada um lhe encarava de uma forma... Russel, com admiração e Quinn... Bem, Quinn...

–Meus parabéns, Santana... Sabia que já havia lhe visto. A grande neta promissora do inigualável Manu Lopez. Deixe-me apertar sua mão mais uma vez.

–Claro, senhor!- Santana esticou a mao que Russel pegou animado. A jovem acompanhou o cheiro do perfume delicado de sua loira e seguiu até ela. Russel estava entusiasmado em saber que a filha estava se envolvendo com alguém como a herdeira dos Lopez e sorria ao ver as duas encurtando distâncias. Quinn apenas olhava Santana de uma maneira tao seria, que teria assustado a outra se pudesse vê-la assim. A latina resolveu se pronunciar- Quinn, eu...

PÁH

O som de um tapa seco ecoou pelo salão. Santana levou a mão a face enquanto Quinn derramava algumas lágrimas com seu queixo tremendo.

–Mas o que...

–Sua vadia cafajeste... Era só diversão pra você, não era?

–O que? Claro que não...

–Pelo visto conseguiu o que queria... Eu tenho nojo de você- passou por Santana, dando um encontrão nela e saiu em disparada.

–Me-Me desculpe por isso, Santana- Russel se desculpou e saiu correndo atrás da filha, deixando a latina no mesmo lugar, com a mão no rosto, sem entender nada, mas já de coração partido.

Fim do Flashback

~*~

Aquilo era um sonho ou Santana realmente tinha uma adolescente alcoolizada e visivelmente assanhada encima dela depois de tê-la dito certas grosserias? Não... Aquilo só poderia ser um sonho mesmo.

–Ah... Sua boca é macia- Brittany expôs arrastada depois de ter parado pra pegar um ar durante o beijo ousado que trocava com Santana naquela enorme cama de seu quarto, que se assemelhava ao da nobreza.

–Bri-Brittany, eu...

–Shii... Aqui- Santana tentou argumentar, mas Brittany agora sentou em seu colo e a fez sentar também, voltando a beija-la com toda a sensualidade bêbada que possuía no momento. Pegou as mãos morenas e forçou pra que elas ficassem nas coxas alvas, insinuando para que logo fosse apertadas. A latina sabia que aquilo era errado, mas não conseguia até aquele momento lutar contra. Ela podia não enxergar, no entanto tinha a sensação de que Brittany era uma garota provocante, seu perfume mostrava isso, mas e agora, com ela sobre si, Santana pode ter a certeza que a loira era, falando a grosso modo, muito gostosa. Levando em conta o gritante fato de que a morena estava há um bom tempo sem quaisquer envolvimento íntimo, ela agora estava em um sério problema com a adolescente alcoolizada de corpo sinuoso tão entregue a si nesse momento- Humm...

Brittany gemeu, quando já se sentindo às alturas erradas do calor emanado pelo amasso quente, Santana deslizou as unhas pela curva de suas costas por debaixo da blusa vulgar que trajava, levando-a assim a arrepiar até os pelos invisíveis dos joelhos.

Santana não queria admitir mas já sentira atração pela loira... Desde o primeiro momento que mantiveram contato... Ela não sabia, mas algo na adolescente lhe chamou muita atenção, tanta, que a maioria de seus pensamentos estavam voltados a outra. Agora, com tal atitude da loira de praticamente se jogar nos seus braços, todo seu ser estava desajuizado.

No momento que sentiu a loira se afastar um pouco de si e forçar algo pra cima, deduziu que naquele instante aquilo iria para um caminho que ela poderia logo se arrepender. Brittany havia deslizado a blusa por seu corpo e agora tinha o busto coberto apenas por um sutiã rosa com uma fitinha branca entre os dois bojos. Brittany pegou as duas mãos de Santana e as repousou sobre os seios cobertos.

–Sente?- fez que Santana os apertasse, soltando um gemidinho- São macios, não?

–Senhor!- Santana gemeu sofrida e mais uma vez teve seus lábios tomados por uma Brittany totalmente alcoolizada e sem nenhum pudor. As mãos da loira foram deslizando pelo abdômen moreno, sentindo ali sua definição, o que muito mexeu com sua imaginação. E conforme ia subindo, aproveitava assim para levantar a blusa de pijama que a latina usava. Assim que a barriga de Santana ficou à mostra, Brittany passou a apertar os seios caramelados enquanto distribuía beijinhos por seu abdômen. A latina gemeu e gemeu mais ainda quando a loira lambeu do pé da barriga até quase atingir seus seios e, nesse momento, Santana Lopez percebeu que a coisa ficaria feia- Não!

–Hum?- Santana deu um freio em tudo, jogando o corpo da loira pro lado e ficou por cima da mesma, entre suas pernas- Ah ta, então você gosta de ficar por cima né? Tudo bem, assim também pode ser gostoso. Bem safado- a loira disse embargada, conseguindo roubar um beijo fundo de Santana, porém a mesma se soltou e saiu da cama.

–Saia da minha cama, por favor.

–Não vai dizer que não gostou?- provocou com uma voz sinuosa, acariciando o colchão confortavelmente caro da latina- Hein?

–Esse é o problema, eu ter gostado. Vamos, você não está em si.

–Prefiro ficar aqui e continuar.

–Vamos descer e você tomará um café amargo e depois um banho pra curar essa bebedeira.

–Prefiro transar gostoso contigo.

–Quer que eu chame Susan?

–Já estou descendo- Brittany se apressou em sair da cama, caindo de joelhos no chão assim que desceu, passando a dar gargalhadas disso. Santana balançou a cabeça negativamente pras atitudes da outra e a seguiu até chegar na porta do seu quarto- Você tem um beijo gostoso.

–E você 17 anos.

–Não tenho culpa de ter nascido depois de você.

–Mas eu tenho por me deixar levar por alguém tão mimado e inconseqüente.

–Eu odeio você! Sua riquinha besta! Presta nem pra curtir o momento. Se não quer... Não fala mal,porra- a loira andava de mal jeito, sem muito equilíbrio e quase cai de novo. Quando foi bater em Santana, com as duas mãos em seus ombros, quase cai com a latina e tudo, porém a outra foi mais rápida e a segurou. Brittany então desmaiou e Santana não teve outra alternativa se não pegá-la no colo.

–Dios! Essa garota é uma confusão mesmo- ela fez força e manteve a loira ali. Santana pensou em chamar Susan, porém ficou preocupada em como ficaria sua amiga ao ver a neta naquele estado- É, acho que sou mais louca que ela.

A latina seguiu cuidadosamente até o quarto de Brittany com ela ainda em seu colo. Pra sua sorte, memorizou bem o caminho... estava mais difícil se localizar com a loira naquele estado, pois sempre andava auxiliada por sua bengala, mas graças a Deus conseguiu chegar com êxito a seu destino. Andou devagar pelo quarto até localizar a cama da adolescente a lá a depositou com cuidado. Tateou atrás do lençou e a cobriu. Quando foi deixá-la, parou... Seus olhos sem vida estavam na direção de Brittany e, mesmo sem poder enxergá-la, eles focaram-na. Como Santana queria poder vê-la dormir agora... Deveria se assemelhar a o sono de um anjo. Aproximou sua mão do rosto alvo e o acariciou.

–Por que você tem que ser tão nova e problemática, hum? É tão linda!- suspirou decepcionada- Tão jovem... Tem tudo pela frente... O que faço com você?- Brittany soltou um gemidinho e se virou.

–Chata!- murmurou em seu sono e Santana não soube se aquilo foi inconsciente ou ela realmente havia lhe ouvido em seus lamentos, soltando uma risadinha por isso.

–Você realmente é um problema, sabia? Um belo e delicado problema. Espero que acorde o quanto antes pra o que está fazendo consigo. Seria um desperdício se perder dessa forma quando se é tão especial- deslizou sua mão até o braço gelado da outra até os cabelos excepcionalmente loiros e de ótimo aroma de Brittany, onde a latina se aproximou e puxou o quanto pode para dentro de suas narinas, deixando escapar um suspiro encantador- Um anjo.

Um sorriso encantado escapou de seus lábios. Santana então se levantou e abandonou a cama da outra... Se inclinou até o ouvido dela e sussurou:

–Boa noite, Britt!- deixou um beijo na bochecha da adolescente e saiu, com cuidado para não acordá-la. Mal sabia ela que Brittany no segundo que saiu, abriu os olhos, sorriu com ternura e murmurou tocando com as pontas dos dedos onde Santana havia depositado o seu beijo de boa noite.

–Boa noite, San!- então fechou os olhos e se ninou pra voltar a dormir- Sua chata de galocha.