Notas iniciais
Olá pessoal! Passando mesmo pra agradecer à Natália CullenRK pela linda recomendação e dizer o quanto fico feliz quando recebo uma :) Bom, hoje é só isso mesmo, espero que gostem e boa leitura...

Quando era de tarde Edward me levou ao trabalho em seu carro.

— Amor, cuida da Candy pra mim por favor. – Pedi

— Claro que cuido amor, mas hoje eu não vou ficar na nossa casa não tá? Vou pra dos meus pais. Vou levá-la comigo.

— Tudo bem, mas me promete que não vai colocá-la ao alcance do Peter e da Wendy?

— Claro que prometo.

— OK então.

— Olha, a partir de amanhã a senhorita vai começar a vir de carro pro emprego hein. – Edward disse sorrindo.

— Pode deixar.

— Bom trabalho e te amo.

— Obrigada e eu também te amo.

Dei um beijo nele e saí do carro. Fui até o emprego e passei o dia inteiro no trabalho sonhando em chegar na minha casa nova, pra fazer amor com o meu namorido e curtir a minha filhinha/animal de super estimação/cadela. Quando caiu a noite e já estava na hora de eu sair, a menina que trabalha depois de mim na lan house entrou agitada.

— Bella, vem ver! – Disse sorrindo.

— O que?

— Tem um camaro vermelho, lindo estacionado aqui fora, o dono também é uma delícia, vem, rápido.

— Isso não me interessa muito. Estou muito contente com o meu namorado e com o carro dele.

— Mas vem ver, rápido.

— Ah, tá bom. Espera só eu guardar as minhas coisas.

— Tá, mas vai rápido, antes que ele saia.

— OK.

Terminei de guardar minhas coisas na bolsa e saí junto à ela.

— Olha ali. – Disse tentando ser discreta. – Do outro lado da rua, olhando diretamente pra cá.

Comecei a gargalhar quando vi de quem se tratava. Era Edward encostado no camaro vermelho, de óculos escuros, ele estava uma perdição, mas de quem era aquele camaro?

— É o meu namorado. – Eu disse simplesmente.

— Tsc. Aí você caiu da cama e acordou né? – Disse sorrindo.

— Eu estou falando sério.

— Ele tá atravessando a rua.

E então Edward veio até nós e me deu um selinho.

— Vamos amor?

— Vamos sim. Edward, essa é a Lauren, ela trabalha aqui depois do meu expediente.

— Oi Lauren. – Disse Edward estendendo a mão para ela que estava de olhos arregalados.

— Oi Edward. – Disse apertando a mão dele e depois olhando para mim. – Seu namorado tem um camaro. Por que diabos você trabalha aqui?

— Porque o carro é dele, não meu. Eu não tenho nada.

— Na verdade ela tem um mini Cooper. – Disse Edward sorrindo.

— Que você deu. Eu ainda não o considero meu.

— Ai meu Deus. Bella e essa mania de “conquistar o que é meu”.

— Não é? – Disse Edward sorrindo.

— Bom, esse é o meu jeito. Agora eu estou indo, porque mal vejo a hora de chegar em casa e descansar.

— OK. Boa noite pra vocês.

— Boa noite. – Respondemos juntos.

Edward e eu fomos até o carro e eu entrei no carona e uau! Que carro confortável!

— Esse carro é seu? – Perguntei confusa.

— É.

— Você não me disse que tinha ganhado.

— Nem eu sabia que ia ganhar, meu pai comprou e disse que eu estava me tornando um cara mais responsável e já faz tempo que não me meto em confusão, por isso eu mereço esse carro.

— Pais normais levam o filho no cinema quando querem agradá-los, o seu compra um camaro. Agora eu vejo de onde você puxou todo esse seu exagero em presentes.

— Não nos culpe. É a nossa forma torta de demonstrar todo o nosso amor.

— OK então né? – Eu disse sorrindo.

— Quer dar uma voltinha?

— Ah, pode ser, mas já vou avisando que eu to sem grana, só recebo no final do mês.

— Sério mesmo que está me dizendo isso? Ainda que você fosse a mulher mais rica desse mundo, não ia deixar que pagasse, a final, sou eu quem está convidando.

— Aonde nós vamos?

— Aonde você quiser ir.

— Você está convidando, você decide.

— Ah Bella, deixa de bobeira, decide logo.

— Pode ser no shopping? A gente pega um cineminha, come uma pizza, um programinha bem casal mesmo.

— OK. Tá de bom tamanho pra mim.

Nós fomos ao shopping, assistimos a um filme do Tim Burton que eu estava louca pra ver – Como se existisse algum filme dele que eu não quisesse assistir. Depois da sessão, fomos à uma das pizzarias do shopping e pedimos uma grande metade de pepperone – minha favorita – e a outra metade de Marguerita – favorita de Edward.

Quando terminamos de jantar e falar sobre o filme, fomos para casa, nossa casa. Quando ele parou no estacionamento eu nem me movi, o carro era tão confortável que nem dava vontade de sair de dentro.

— Vamos? – Perguntou.

— Ah, vamos ficar mais um pouco.

— Tudo bem, a gente pode ficar. Eu nem estou com sono mesmo. – Disse enquanto desabotoava a camisa.

— Nem eu. – Eu disse o encarando com um olhar maldoso.

Edward reclinou o banco e desabotoou a calça jeans, porém sem tirá-la, apenas colocando o necessário para fora e começando a se masturbar. Eu estava de saia, o que facilitava muito o trabalho, apenas tirei a calcinha e os sapatos e já fui para cima dele assim que seu membro já estava em ponto de bala.

Assim que seu membro encostou em minha vagina eu senti um arrepio enorme por toda a espinha, isso era bom demais, rebolei para que me penetrasse por completo e ele já foi tratando de tirar a minha blusa e o sutiã para que pudesse acariciar meus seios.

— Cavalga amor. – Ele disse e eu imediatamente o obedeci, quicando em cima dele feito louca. – Isso, gostosa.

Edward levantou o corpo e trouxe seus lábios aos meus em um beijo delicioso e molhado, gemi contra sua boca e ele começou a beijar meu pescoço enquanto me estocava com força.

— É assim que você gosta? – Perguntou enquanto praticamente levantava os quadris do acento de tanta empolgação. – Hein?

— É, assim... Muito gostoso. – Eu disse arfante.

Edward e eu gozamos juntos e a sensação não poderia ser melhor. O momento não poderia ser melhor. No vidro do carro que estava completamente embaçado, nada se enxergava além da marca da minha mão. Foi então que nos vestimos e fomos para casa. Edward tinha comprado mais algumas coisas pra casa, na verdade muitas coisas, que já tinham chegado e que ele já até arrumou na casa. Nós tomamos um bom banho, depois eu brinquei um pouco com Candy e coloquei mais leite para ela, depois nós nos deitamos em nossa cama enorme, completamente nus e embaixo das cobertas por causa do ar condicionado.

— Edward. – Eu disse me lembrando de um assunto antigo, mas que mesmo assim eu queria falar.

— Oi?

— Você já foi preso?

— Já.

— Por quê?

— Por dirigir bêbado.

— Então você é réu primário?

— Não, meu pai limpou a minha ficha, mas por que quer saber?

— Por nada. O Jake me contou uma vez e eu esqueci de te perguntar, agora eu lembrei.

— Ah. Mas mudando de assunto, é uma pena que você trabalhe aos sábados e domingos.

— Por quê?

— Eu queria te levar numa sexta à noite pra viajar comigo e só voltar no domingo também à noite.

— Pra onde?

— Pro sítio do meu pai que fica aqui perto, ou na ilha dele, só que a ilha é bem mais longe.

— Seu pai tem uma ilha? – Perguntei impressionada.

— Tem.

— Onde?

— No Havaí. Lá é bem legal e deserto, eu fico imaginando a gente lá, namorando na areia, sem nos preocupar em ser vistos.

— Areia? Nus? Isso não vai dar certo.

Edward gargalhou.

— OK, vou fingir que não ouvi isso.

— E se entrar algum bixo?

— Vai entrar, a minha anaconda. – Disse gargalhando.

— Ridículo!

No dia seguinte eu fui trabalhar com o meu carro, quando entrei e senti aquele cheiro de novo abri um enorme sorriso, era o meu primeiro carro. Se alguém me dissesse há três meses atrás que quem me daria esse carro seria Edward Cullen, o aluno problemático da faculdade eu jamais acreditaria. E agora eu estava aqui, na garagem da casa que ele me deu e do carro novo que ele também me deu. Isso era completamente louco.

Fui para o meu trabalho e ao sair do carro ativei o alarme e entrei na lan house. O dia passou rápido, já que hoje eu estava tendo mais trabalho porque era dia de manutenção. No final do expediente Lauren veio para me render e eu saí da lan house, lá estava Edward novamente, só que dessa vez encostado no meu carro, eu sorri e fui até ele.

— Boa noite amor. – Ele disse sorrindo.

— Boa noite. – Eu disse dando um selinho em seus lábios.

— Eu vim a pé. Hoje quem dirige é você.

— Gostei disso. – Eu disse sorrindo. – Estou me sentindo tão independente.

- Você é independente.

— Vamos?

— Vamos.

— Pra casa?

— Você quem sabe.

— É melhor ir pra casa. Hoje a noite vai ferver. – Eu disse entrando no carro.

Edward se sentou no banco do carona com um sorriso sacana nos lábios e nós partimos rumo a nossa casa. O nosso ninho de amor. Estava tudo muito tranquilo até que quando dobrei uma esquina percebi um movimento no meio da rua que era deserta.

— O que é isso? – Perguntei já pensando em fazer a manobra pra voltar.

— Para o carro. – Ele disse imediatamente.

— Tá louco? A gente nem sabe o que é isso. E essa rua é muito deserta.

— São os seus pais e um cara.

Parei o carro e olhei bem, eram meus pais mesmo.

— O que estão fazendo? – Perguntei.

O homem tirou uma arma de dentro do bolso do casaco e apontou para o meu pai.

— Estão assaltando os seus pais. – Disse Edward.

— E agora? – Eu disse desesperada. – Vamos chamar a polícia.

— Melhor não, pode ser pior, acredite.

— O que faremos?

— Eu vou lá.

— Não! – Eu disse imediatamente e segurando seu braço. – De maneira alguma!

— Bella, são os seus pais.

— E você é o meu tudo. Você não vai, eu não vou deixar.

— Calma, só tem um cara. Vai ser fácil imobilizar.

— É uma pessoa armada. Você não vai rendê-lo.

— Confia em mim.

— Então eu vou com você.

— Não, você não vai.

— Se é tão seguro o quanto diz ser. Por que eu não posso ir também?

— Porque se for só eu existe uma grande possibilidade de ele não me ver, agora se você também for, essa possibilidade diminui bastante.

— Por favor não vai.

— Ele pode matar os seus pais e você não vai me deixar fazer nada?

Parei e pensei por uns instantes, se ele matasse os meus pais eu nunca conseguiria viver com a minha consciência e com a dor de duas perdas ao mesmo tempo, eu tinha que aceitar isso. Por mais que fosse arriscado. Então fui soltando minha mão do braço de Edward devagar.

— Edward. – Eu disse enquanto as lágrimas desciam por meu rosto. – Toma cuidado, por favor.

— Não chora. – Disse secando minhas lágrimas. – Olha só, se acontecer alguma coisa, qualquer coisa, você liga o carro e vai embora.

— Mas Edward... – Comecei a dizer.

— Amor, você tem que pensar em você mesma em primeiro lugar, esqueça os outros, inclusive eu.

— Não. – Eu disse enquanto as lágrimas desciam com mais intensidade. Por que aquilo estava me parecendo uma despedida? Eu não podia deixá-lo ir. – Não Edward, por favor, não vai, por favor! – Implorei.

Ele abriu a porta do carro e eu segurei sua camisa. Ele a puxou de minhas mãos e foi até lá.

— Nunca se esqueça do quanto eu te amo. – Ele disse fechando a porta e foi.

Meu coração apertou, eu sabia que não deveria ter deixado ele ir, mas agora nada me restava senão torcer para que tudo desse certo.

Edward foi por trás do ladrão e o imobilizou, o cara deixou a arma cair na mesma hora e suas mãos estavam presas por ele, eu comecei a procurar meu celular pra ligar pra polícia, mas parei no mesmo instante em que outro homem chegou por trás de Edward, apontou uma arma e atirou em suas costas, fazendo com que ele caísse.

Na mesma hora eu abri a porta do carro e corri em direção a eles com meu coração na boca e as lágrimas descendo desenfreadamente.

— Edward! – Gritei com todo o fôlego em meus pulmões. – Não!

Os ladrões entraram no carro de meu pai e saíram correndo, meus pais ajoelharam perto de Edward e eu fiz o mesmo, só que na direção de sua cabeça.

— Edward. – Eu disse desesperada tocando seu rosto. – Fale comigo, por favor meu amor, fale comigo.

— Bella. – Disse sem muitas forças pra isso. – Chama uma ambulância.

— Mãe. – Eu disse em prantos. – Chama a ambulância, pelo amor de Deus.

Minha mãe pegou o celular e começou a ligar e eu abaixei o abraçando forte, sentindo seu sangue molhar meus dedos que tocavam suas costas. Ele não podia morrer, não antes de mim, eu desaprendi a viver sem ele e agora isso era simplesmente impossível.

— Edward. – Disse meu pai. – Como está se sentindo?

— Já estive melhor.

— Você vai ficar bem. É um rapaz forte e jovem, vai sair dessa.

— Deus te ouça.

— E vai ouvir. – Eu disse entre soluços.

— A ambulância chegou! – Disse minha mãe menos de dois minutos depois.

Os enfermeiros saíram com a maca, colocaram Edward sobre ela, depois o levaram para dentro da ambulância.

— Só podem vir mais duas pessoas. – Disse o enfermeiro.

— Mãe, pai, a chave do meu carro está na ignição, sigam a ambulância, ou vão para casa, não sei.

— Nós estamos logo atrás de vocês. – Disse o meu pai.

Eu entrei na ambulância e os enfermeiros fecharam a porta, e depois vieram para fazer os procedimentos com Edward, enquanto eu segurava sua mão.

— Diz que não vai me deixar. – Eu disse em desespero.

— Não vou te deixar.

— Eu te amo. – Eu disse. – E você foi a melhor pessoa que já entrou na minha vida, nunca se esqueça disso.

— Eu também te amo e vou amar para sempre.

Ao chegar no hospital acompanhei Edward até a sala de cirurgia e eu não pude entrar, sentei em um dos bancos para esperar, meus pais já estavam lá e eu coloquei as duas mãos na cabeça e comecei a chorar ainda mais do que já estava chorando, foi então que senti braços acolhedores ao meu redor, minha mãe. Eu a abracei com força enquanto deixava as lágrimas caírem com cada vez mais força.

— Ele vai ficar bem meu amor, ele vai ficar bem. – Ela disse. – Agora o que você acha de ligar pra família dele pra avisar?

— Pode ser.

Peguei meu celular que estava no bolso e liguei para a casa dos pais dele.

— Alô. – Disse uma voz masculina, com certeza era Carlisle.

— Carlisle?

— Pois não?

— Sou eu, a Bella.

— Ah, oi Bella, sua voz está estranha. Aconteceu alguma coisa?

— Aconteceu.

— O que?

— Eu estou no hospital e o Edward também. Vocês precisam vir pra cá.

— O que aconteceu com ele? – Perguntou visivelmente desesperado.

— Ele levou um tiro nas costas, mas já está sendo atendido.

— Em qual hospital vocês estão?

Dei as instruções a Carlisle e depois voltei a chorar feito uma louca com minha mãe me acolhendo.

— Fique calma meu anjo. – Ela disse. – Vai ficar tudo bem.

— Ai mãe, ele não pode ir embora. Logo agora que estava dando tudo tão certo, estávamos nos dando tão bem e praticamente morando juntos. A minha vida estava perfeita demais pra ser minha.

— Calma amor. Eu tenho certeza que ele vai ficar bem e que vocês vão ser muito felizes. Apenas tenha paciência.

Pouco tempo depois Alice e Carlisle chegaram juntos e cumprimentaram meus pais, estavam todos tão tocados pela situação que o clima nem ficou tenso por tê-los no mesmo ambiente.

— Onde está a Esme? – Perguntei a Alice.

— Está a caminho. Ela estava no trabalho.

Esme chegou pouco tempo depois, cumprimentou a todos e ficou abraçada a Carlisle enquanto chorava e ele a abraçava. Agora quem estava me envolvendo em braços ternos era Alice, que apesar de estar arrasada, tentava se manter forte para me acudir, ela definitivamente era uma boa amiga.

Esperamos por mais uma hora, até que o médico finalmente apareceu.

— Bom, por muito pouco ele não ficou paraplégico, mas ele está bem.

— Fora de perigo? – Perguntei.

— Sim. Só que ele vai ter que ficar aqui por mais duas semanas.

— Por quê?

— Ele estava bem quando chegou, prova disso é que ele ficou durante todo o processo de remoção da bala acordado, nós só demos uma anestesia local e ele ficou numa boa, até conversando com a gente ele estava, riu e tudo. O problema todo era aquela bala, ela é o tipo que mata a pessoa lentamente, ela vai percorrendo o corpo e danificando por dentro, e ela ficou durante algum tempo dentro dele, mesmo com o atendimento sendo rápido, por isso ele tem que ficar em observação durante essas duas semanas, pra ver se está tudo bem mesmo ou se vamos ter que tomar algum outro procedimento.

— Tudo bem. – Disse Carlisle. – Ele fica.

— Depois dessas duas semanas ele vai poder voltar pra casa numa boa? – Esme perguntou.

— Sim, vai estar 100%

Nós fizemos mais algumas perguntas e o médico respondeu a todas pacientemente. Agora já estava tudo bem mesmo e logo eles iam deixar que visitássemos Edward, mas percebi que meus pais estavam cansados, então avisei à família de Edward que iria deixá-los em casa e logo voltaria, eles assentiram e eu os levei. Estávamos em silêncio, até que minha mãe o quebrou.

— Que bom que ficou tudo bem meu amor. – Disse ela. – Eu te disse que ele ficaria numa boa.

— Graças a Deus mamãe. Eu estou tão aliviada.

— Eu também, mas agora me diz, como conseguiu esse carro? Porque você disse pra pegarmos o “Seu carro”.

— Sim, é meu mesmo. O Edward me deu.

— Uau. Ele te deu um carro? Que lindo filha! – Disse orgulhosa.

— E uma casa também. – Eu disse sorrindo.

— Nossa Bella. Uma casa é algo grande, mas ele te deu tudo isso ou comprou e te deixou usufruir?

— Ele me deu tudo, tá no meu nome. Se bem que a casa é meio que nossa, porque ele passa mais tempo lá comigo, do que na casa dos pais. A gente tem até uma cadelinha! Ela é linda. – Eu disse sorrindo.

— Caramba. – Disse sorrindo. – É legal ver como o relacionamento de vocês está amadurecendo.

— O nosso relacionamento sempre foi assim. Pena que nem todo mundo enxerga o tamanho do nosso amor. – Eu disse jogando uma indireta bem direta para meu pai que permaneceu calado.

Quando chegamos minha mãe se despediu de mim e me pediu desculpas por ter causado tudo aquilo, mas é claro que eu disse que ela não teve culpa, o que realmente não teve, então ela saiu e foi para casa.

— Bella. – Disse meu pai antes de sair do carro.

— O que? – Perguntei olhando para ele.

— Eu acho que julguei mal o Edward. Agradeça a ele por tudo, e peça desculpas por tudo que eu fiz por mim. Garanto que a partir de hoje, não vou mais incomodá-los e arrisco dizer até que vocês tem minha benção.

Eu olhei para ele e abri um grande sorriso.

— Jura? – Perguntei. – Eu te amo papai! Muito obrigada por isso.

— OK, mas não o traga aqui em casa ainda e nem me espere na casa de vocês. Eu ainda tenho que me adaptar a isso. Só seja feliz minha menina. – Disse sorrindo.

Meu pai beijou minha bochecha e por saiu do carro. Eu o conhecia como a palma de minha mão, pra meu pai dar o braço a torcer e dizer aquelas coisas, é porque ele realmente estava de boa com o nosso relacionamento. Fui com o carro rumo ao hospital, praticamente saltitando de alegria.