Notas iniciais
Oi gente! Amanhecer tá perto! To suuuuuuuuuper empolgada e vcs? Pena que eu não vou poder ver na estréia, vou estar viajando =/ Enfim, falando nisso já deixo avisado que não vou poder postar nem sexta e talvez nem terça, porque eu vou viajar, mas se eu não postar terça que vem, quarta posto sem falta, enfim, bom feriado pra vocês e boa sessão!

— Será que alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui? – Meu pai perguntou.

— Nada. – Respondi.

— Estou esperando Isabella.

— Pai, a Lauren e a Rosalie me bateram hoje mais cedo, porque não aceitaram o meu namoro com o Edward, a gente foi na polícia e demos parte delas que já devem até estar presas.

— Nossa. – Disse meu pai impressionado. – Mas agora me diz, o que o Cullen de cueca, com uma faca e um tomate na minha cozinha tem a ver com isso?

— Ele veio ficar comigo, porque eu estou machucada e veio fazer uma janta pra mim.

— De cueca? – Perguntou furioso.

— Er... Sim. – Eu disse sem graça.

— Fora da minha casa! – Ele gritou olhando para Edward.

— Charlie! – Disse minha mãe o repreendendo. – Onde estão seus modos?

— Meus modos? – Perguntou gritando. – Onde anda o SEU bom senso? Você chega em casa, vê o cara que transa com a sua filha andando de cueca pela cozinha e tá tudo bem?

— Hei, do jeito que você fala parece muito pervertido. – Disse Edward.

— E é. – Disse meu pai. – Saia da minha casa AGORA!

— Tudo bem, vou só pegar a minha roupa lá em cima.

— Lá em cima?

— É.

— Onde?

— Pai, você... – Tentei interrompê-lo.

— No quarto da Bella. – Disse Edward o encarando, assim ele não ia conseguir a benção do meu pai nunca.

— Olha só isso Reneé, defende mesmo. Tá vendo? Eles estavam no quarto, você sabe muito bem o que estavam fazendo não sabe?

— Até parece que você nunca foi jovem Charlie, pelo amor de Deus, lembra na casa da minha avó que...

— Nem pense em continuar. – Disse ainda mais irritado e minha mãe apenas sorriu. – Você está rindo porque não vê a gravidade disso.

— Que gravidade? – Edward perguntou.

— Se ela engravidar você vai arcar com as consequências? Acho que não né? Como ninguém vai dar trabalho a uma mulher grávida, nem é difícil adivinhar quem vai sustentá-la.

— Olha só, eu nunca abandonaria mulher alguma que estivesse esperando um filho meu, ainda mais se essa mulher for a que eu amo, e além do mais a gente se previne.

— Me poupe dos detalhes, por favor. Agora fora daqui.

— Eu vou buscar minhas roupas.

— De jeito nenhum, você vai direto pra fora.

— Mas...

— Pensasse nisso antes de sair de cueca pela minha casa.

— Eu vou pra casa da minha mãe.

— E daí? Ela já te deu muito banho quando era pequeno, tenho certeza que ela não vai se importar de te ver assim, agora cai fora.

— Eu pego a roupa dele. – Eu disse.

— Não, ele vai do jeito que está.

— Pai...

— Se você for buscar a roupa dele quem vai sair dessa casa apenas com a roupa do corpo é você, já deixo avisado.

— Tudo bem Bella, eu não preciso disso não. – Disse Edward.

— Mas você vai sair na rua desse jeito?

— Eu to de carro.

— Tudo bem, tchau então.

— Tchau. – Ele disse.

Ignorando todos a nossa volta Edward veio até mim e me deu um selinho saindo em seguida. Meu pai me olhava com um ar de reprovação e em seguida foi acompanhá-lo até o portão. Minha mãe veio até mim e acariciou levemente meu rosto, olhando para meus hematomas com lágrimas nos olhos.

— Como alguém pode fazer isso com uma mulher tão boa quanto você?

— As pessoas são más mamãe.

— Eu sei meu amor. – Ela me abraçou e acariciou meus cabelos enquanto eu fechava os olhos.

— Agora me conte a verdade. – Disse meu pai furioso entrando na cozinha.

Minha mãe parou de me abraçar e nós olhamos para ele.

— Sobre o que? – Perguntei.

— Foi ele quem te bateu?

— Claro que não, o Edward me trata como uma rainha.

— Por que essas meninas fizeram isso?

— Acho que por ciúmes do Edward, elas mandaram eu me afastar dele, eu disse que não o faria, então elas me bateram.

— Será que vale à pena? – Perguntou. – Já parou pra pensar nisso Isabella? O Edward vale mesmo tudo que você está passando? Onde ele estava quando elas te bateram?

— Eu sempre vou embora com você, então ele foi pra casa, elas me bateram quando fui pegar o táxi. E sim, tudo isso vale à pena por ele.

— E se elas tentarem de novo?

— Elas estão presas.

— Posso te garantir como até amanhã já estarão soltas.

— Mesmo assim, não acho que vão tentar me bater novamente.

— Mas e se...

— Chega, você não vai me convencer. – Garanti.

[...]

No outro dia levantei com muita preguiça como sempre, mas hoje ela era maior, já que os machucados mal deixavam eu me mexer, parecia que tudo estava doendo mais agora. Coloquei a roupa de Edward em minha bolsa, me arrumei e depois de devidamente pronta desci para tomar café da manhã e fui direto para a cozinha, preparei meu sanduíche natural e um copo de suco de laranja, tomei e depois fui até meus pais que estavam à mesa.

— Bom dia. – Eu disse.

— Bom dia. – Responderam juntos.

— Demorou pra descer querida. – Disse minha mãe sorrindo docemente para mim. – Toma o seu café.

— Já tomei na cozinha.

— Por quê?

— Eu já disse que o clima aqui tá muito pesado, não gosto de comer em ambientes assim, passo até mal.

Meu pai bufou.

— Você não suporta mais a gente não é? Só aquele playboyzinho, dependente do papai que te interessa agora.

— Tá vendo porque não quero comer aqui? Você fica esperando a primeira oportunidade pra atacar ao Edward e a mim. E não é a mamãe que eu não estou mais suportando, até mesmo porque ela não fica se intrometendo nas minhas escolhas, já tenho 18 anos e tenho que ficar ouvindo o que devo fazer a cada cinco minutos, isso é insuportável.

— Não importa se você tem 18 ou 38 anos, enquanto estiver na minha casa, comendo da minha comida, usando do meu dinheiro, vai ser menor de idade e ouvir o que deve fazer, é o mínimo pra quem não contribui com nada nessa casa.

— Charlie! – Disse minha mãe furiosa. – Não admito que fale assim com a nossa filha.

— Por que Reneé? Ela não faz nada mesmo. Eu nunca falei nada disso pra ela, porque não tive motivos, mas é a verdade, na hora de me questionar e bater de frente comigo por um homem que não contribui em nada na vida dela a não ser em sexo ela é a primeira, agora pra agradecer a quem dá comida, roupa lavada, um teto e bancou os estudos dela a vida inteira ela não pode, muito pelo contrário, desde que esse homem entrou na vida dela, ela não me dirigiu mais nenhuma palavra de afeto.

— E você? Me dirigiu alguma? – Perguntei irritada. – Sinceramente pai? Não mereço ouvir nada disso, é humilhação demais pra mim. Achei que o senhor fazia tudo isso apenas pelo prazer de me ter aqui, mas se o lance é me dar um lar em troca da minha vida vou começar a procurar um emprego e sair da sua casa, pode deixar. – Garanti.

— Pare com isso Isabella. – Disse meu pai.

— Depois de tudo que você me disse? Impossível. Vou pra faculdade. – Eu disse virando às costas e caminhando em direção à porta.

— Não vai me esperar? – Perguntou.

— Não, está insuportável passar o tempo que seja com você. Eu não aguento mais isso.

— Você quem sabe, mas se for a pé, não vai chegar a tempo.

— Não importa.

— Filha, eu te levo. – Disse minha mãe.

— Tem certeza mãe?

— Tenho. Vamos logo, antes que o seu pai fale mais besteiras.

— Besteiras? Vocês estão contra mim, só pode... – Disse indignado.

— Ah Charlie, me poupe. – Disse Reneé. – O seu problema é que você nunca assume seus erros, sempre quer estar certo em tudo e isso é extremamente irritante.

— Vocês não percebem! – Disse irritado. – Desde que esse moleque entrou nas nossas vidas nada nunca mais foi o mesmo. Nossa família está desmoronando, mas ainda dá tempo de concertarmos tudo, basta a Isabella tirá-lo da cabeça.

— Não Charlie, você quem não percebe que quem está destruindo a nossa família é você mesmo com essas suas exigências em cima da vida da Bella. Você não gosta do Edward? Paciência, quem está namorando com ele é a nossa filha, ela tem que gostar, não você, além do mais você nem dá uma chance pro garoto.

— Você sabe os meus motivos. – Disse olhando intensamente para minha mãe como se eles dividissem um segredo.

— Charlie, o Edward NÃO é o Carlisle, pelo amor de Deus, enfia isso na sua cabeça.

— Por quê? – Perguntei. – Me contem, qual é o problema de vocês com os Cullen, eu quero saber.

— Bom, eu superei, não tenho problema com eles, só não quero nem o Carlisle ou a Esme muito perto de mim, quanto ao Edward e a Alice, não tenho problema algum com nenhum dos dois, muito pelo contrário, eu até simpatizo, são ótimas pessoas. – Disse minha mãe. – Agora o seu pai...

— Isabella, essa é uma história que realmente não vale à pena saber.

— Eu insisto.

— Filha, vamos embora, eu tenho que trabalhar daqui a pouco. – Disse minha mãe me interrompendo.

— Tudo bem, mas vocês não podem fugir dessa conversa por muito tempo. – Eu disse saindo.

Minha mãe veio logo após e nós entramos em seu carro indo rumo à universidade.

— Mãe, por favor, me conta o que rolou entre vocês e os pais do Edward.

— Pra que você quer saber?

— Pra tentar entender o motivo de todo esse ódio do papai pelo Edward, eu fico aqui entre a cruz e a espada perdidinha com tudo isso.

— Tudo bem, vou te contar, mas não agora, porque estou atrasada pro trabalho, mas hoje a noite eu vou ao seu quarto e te conto, eu juro.

— Tudo bem.

— Filha, vou marcar um horário na sua ginecologista pra você tá bom, sei que não é a época de você visitá-la, mas agora que você tem uma vida sexual ativa, precisa se prevenir de maneiras ainda mais seguras que apenas a camisinha, além do fato de que sem camisinha é bem melhor. – Disse piscando e eu sorri. – Eu sei que você vai querer experimentar, então é melhor tomar seus remedinhos pra não ter surpresa depois.

— É, eu tava mesmo querendo sabe... – Eu estava vermelha e tinha plena consciência disso. – fazer sem.

— Não precisa ficar com vergonha, você é mulher, tem desejo como todas as outras.

— Eu sei, mas não consigo não ficar. – Eu disse sem graça. – Tenho vergonha de falar sobre isso até com ele.

— Você é um amorzinho mesmo. – Disse minha mãe encantada. – Mas mudando de assunto, filha, eu sabia que você estava bem com um cara lindo feito o Edward, mas eu não imaginava que fosse tanto, que corpo é aquele? Ele parece um modelo da Calvin Klein de cueca, você parou bem mesmo hein espertinha. – Disse sorrindo.

— O corpo dele é... Delicioso! – Eu disse suspirando. – Na cama então...

— Sem detalhes sobre isso, você é minha filha, eu realmente não quero saber do desempenho sexual do seu namorado. – Ela disse sorrindo.

— Eu não ia entrar em detalhes. – Garanti.

Ao chegar na escola me despedi de minha mãe e entrei. Logo vi Jéssica e Angela sentadas no banco, eu queria mesmo falar com elas, por o papo em dia, então sorri e fui até lá.

— Bella o que houve? – Jéssica perguntou parecendo realmente preocupada, foi então que me lembrei das malditas cicatrizes. – Por que está tão machucada?

— A Rosalie e a Lauren me bateram ontem. – Eu disse.

— Por quê?! – Agora quem perguntou foi Angela.

— Ciúmes do Edward.

— Que horror.

— Mas não ficou assim não, denunciei as duas na polícia ontem, mesmo sabendo que já devem até estar soltas.

— Mas ao menos agora elas vão pensar duas vezes antes de tentar qualquer outra coisa. – Disse Jéssica.

— Ih. – Disse Angela. – Elas já estão soltas mesmo, a Rosalie tá vindo na nossa direção.

Olhei para trás e lá vinha ela, com uma raiva evidente no olhar.

— E aí Bella? – Perguntou enquanto chegava ao meu lado. – Será que valeu mesmo à pena fazer aquela denuncia?

— Não faço nada em vão.

— No fundo realmente não foi, a Lauren vai passar um tempinho lá, porque os pais dela querem que ela tire alguma lição disso.

— Isso vai ser bom pra ela, seria pra você também.

— Meus pais disseram que se eu for presa novamente não pagarão a fiança.

— E estão certos.

— Então eu não vou fazer nada contra você, até mesmo porque eu fiz isso por ansiedade mesmo, a final tenho certeza que não vai demorar muito pro Edward perceber que você não é mulher pra ele.

— Ah é? Mas era de mim que ele estava cuidando ontem à noite, foi pra mim que ele cozinhou porque eu estava machucada. Ele já fez isso por você? Nem precisa responder, porque eu já sei que não, agora vê se me deixa em paz garota.

Ela me olhou de cara feia e saiu.

— Bom, de alguma coisa valeu né? – Disse Jéssica quando Rosalie ganhou distância.

— Ainda bem. – Respondi.

— Mas e você e o Edward? Estão namorando firme mesmo?

— Sim. – Eu disse sorrindo.

— Cara, que legal! Mas e o seu pai? Aprovou?

— Ainda não.

— Bella, ele chegou. – Disse Angela e eu olhei para trás e vi o conversível preto sendo estacionado – Para de olhar.

— Por quê?

— Pra ver o que ele vai fazer.

— Que besteira.

— Faz isso Bella.

— Tá bom.

Olhei para elas novamente.

— E então Bella. – Disse Angela forjando um assunto. – Minha mãe mandou eu ficar em casa o dia inteiro pra cuidar do meu irmão, mas eu disse que não, a final o garoto já tem 11 anos de idade, eu queria sair com... – Angela parou de falar e olhou para algo atrás de mim, provavelmente era Edward. – Esqueci o que estava falando.

— Sobre sua mãe não te deixar sair de casa para cuidar do seu irmão. – Eu disse.

Senti uma respiração em meu pescoço e depois lábios quentes encostando nele, provavelmente era Edward, e constatei isso ao olhar e vê-lo.

— Oi amor. – Ele disse.

— Oi. – Respondi beijando sua bochecha.

— Por que está fria?

— Não estou fria, só tímida.

— Tímida? – Perguntou e em seguida me deu um selinho.

— Edward. – Disse Jasper um pouco longe de nós. – Vem cá, quero falar com você.

— Já vou. – Ele respondeu. – Amor, vou ali falar com o Jasper e já volto. A não ser que eu esteja atrapalhando o assunto da mãe e do irmão da Angela. – Ele disse olhando para ela.

— Não. – Disse Angela sem graça. – Pode voltar, sem problema.

Edward sorriu, levantou e foi falar com Jasper, quando criou uma distância maior, elas olharam para mim e sorriram.

— Ele te chamou de amor. – Disse Angela. – Que fofo!

— Ele sempre me chama assim desde que começamos o namoro.

— Ele está gamadinho em você. – Disse Jéssica sorrindo. – Mas conta, ele falou com o seu pai?

— Falou.

— E aí?

— Você não estava na sala onde estávamos antes e depois da peça?

— Não.

— Eu também não. – Disse Angela.

— Pensei que todos estavam lá.

— Mas por quê? O que houve?

— O meu pai entrou na sala e deu um soco no Edward porque percebeu que estávamos juntos.

— Nossa. – Disse Jéssica.

— Ah é, agora que estou me lembrando, me falaram algo assim. – Disse Angela.

— Quem? – Perguntei na intenção de zoá-la. – O Jasper?

Nós três sorrimos.

— Não. – Ela disse enquanto gargalhávamos. – Eu nem me lembro quem foi, eu e o Jasper nem nos falamos direito, a gente só se pega mesmo.

A gente gargalhou ainda mais.

— O papo aqui está muito interessante pelo que estou vendo. – Disse Edward sentando atrás de mim. Elas ficaram sem graça e ele percebeu. – O que meninas? Toda vez que eu falo com vocês agem dessa forma. Parece que tem medo de mim. Qual o problema? – Perguntou sorrindo.

— Não é medo. – Disse Jéssica. – É que você intimida. Além de ser super popular e falado na faculdade inteira e até fora dela, é como estar perto de uma celebridade.

— Agora eu entendo porque as meninas tímidas me olham dessa forma. – Disse sorrindo.

— Pois é. – Disse Angela.

— Amor, vou sentar com os meninos na aula tá bom? – Perguntou.

— Sim, mas passa o intervalo comigo?

— Passo.

— Então tá, mas presta atenção na aula, é sério.

— Pode deixar. – Disse piscando.

Edward sentou atrás de Emmet e Jasper, até que Rosalie chegou na sala e sentou ao seu lado, ele levantou e puxou sua carteira para o mais longe possível dela, mas ainda perto de seus amigos, ela voltou a puxar sua carteira para perto dele, mas Edward disse algo para ela que a fez levantar e ir se sentar longe, ele olhou para mim e mandou um beijo, sorri docemente e mandei outro.

Na hora do intervalo nós ficamos juntos e no final enquanto todos saíam da sala, eu fiquei arrumando meus cadernos e Edward me abraçou por trás.

— Quem é? – Perguntei me fazendo de desentendida.

— O lobo mau.

— Lobo mau é?

— Sim.

Ele beijou meu pescoço enquanto eu sorria feito uma idiota.

— Isabella, vamos para casa. – Disse meu pai furioso entrando na sala. – E você, fique longe dela.

— Que saco! – Disse Edward se afastando e gritando. – Qual é o problema hein? O que eu tenho a ver com os atos do meu pai?

— Eu sinceramente ainda não sei porque você ainda insiste.

— Porque eu amo a sua filha, eu é que não sei porque você ainda insiste em proibir.

— Me poupe disso, por favor. Vamos Isabella, tenho que almoçar e voltar o quanto antes.

— Eu vou a pé.

— Vai ficar com essas besteiras.

— Eu vou a pé, você querendo ou não. – Eu disse.

— Você quem sabe, mas ainda acho idiotice.

— Quer que eu te leve? – Edward perguntou.

— Quero. – Respondi imediatamente.

— Isabella, não se atreva. – Disse meu pai.

— Vamos Edward. – Eu disse segurando a mão de Edward e saindo.

Fomos até seu carro e ele me deixou em casa rapidamente, trocamos um beijo gostoso.

— Vai vir hoje?

— Huhum, daqui a duas horas to aqui. Tenho que resolver um lance na faculdade e tal.

— Vou te esperar.

Subi até meu quarto, e coloquei uma roupa confortável para não me machucar ainda mais, almocei, escovei os dentes e fiquei na internet, quando olhei no relógio já eram quatro e meia e Edward não apareceu nem ligou, fiquei preocupada, mas não totalmente, pois sabia que ele ia resolver alguma coisa na faculdade, pode ter demorado mais do que ele esperava.

Fui até a cozinha, comi alguma coisa e depois fiquei assistindo TV, até que seis da noite meu celular tocou.

— Alô. – Eu disse ao atender.

— Alô Bella.

— Sim, quem é?

— É a Alice.

— Ah, oi Alice. O que houve?

— O Edward tá na sua casa?

— Não. Por quê?

— Porque ele saiu cedo pra ir e minha mãe pediu para ligar pra você, porque ela está com um mal pressentimento.

— Ele não apareceu aqui. – Eu disse gaguejando de preocupação. – Se ele chegar me avisa.

— Tá, se ele aparecer aí liga pra esse número.

— Tudo bem.

Encerrei a chamada e deitei na minha cama abraçando minhas pernas de nervoso.

— Notícia urgente. – Disse a repórter na televisão. – O filho do governador estadual Carlisle Cullen sofreu um acidente de moto hoje cedo. Ele foi encaminhado às pressas ao hospital mais próximo, seu estado é grave, voltaremos com mais notícias no jornal das oito.

— Não! – Gritei. – Ele não!

Notas finais
E aí gente? O que acharam? Triste esse final né? Mas antes que me perguntem, não, ele não vai morrer, o que posso dizer é que esse acidente não foi sem querer...