A filha do reitor
40 Rumo à Holanda!
Notas iniciais
Therose pela magnífica recomendação! E explicar que ontem não postei porque fui me inscrever pra um curso que vou fazer e fiquei praticamente o dia todo na rua, cheguei à noite e não deu tempo de escrever. Bom é isso. Boa leitura!
Assim que toda a festa do casamento terminou, já eram quatro da manhã. Edward e eu fomos para a nossa casa, eu bebi socialmente e estava um pouco alta, mas ele entornou e já estava pra lá de bêbado, ele não costumava beber frequentemente, só em ocasiões especiais mesmo, mas quando parava pra beber, sai de baixo! Ao chegarmos em casa eu fui direto ao banheiro, demorei um ano para tirar o vestido e finalmente consegui tomar o meu banho, só que quando cheguei no quarto, lá estava Edward, completamente nu, atravessado na cama e cheirando a cerveja. OK. Era para ser a nossa noite de núpcias, mas eu definitivamente não ia dormir com ele cheirando a álcool, fora a quantidade de presentes de casamento que estavam espalhados pelo quarto, eu nunca em toda a minha vida tinha ganhado tanto presente! Nem mesmo nos meus quinze anos! Acho que era porque não era uma festa apenas minha, era minha e de Edward. E eram presentes de mais variados tamanhos, desde bem pequenos até aqueles enormes que consistiam em eletrodomésticos que nós já tínhamos, mas mesmo assim, é sempre bom dar uma renovada na mobilha.
Fui para o quarto de hóspedes e ao acordar na manhã seguinte Edward ainda dormia, não iria chamá-lo afinal só iríamos embarcar para a Holanda à tarde, então que ele dormisse bastante para ter disposição total durante a noite.
— Bom dia minha esposa. – Disse Edward chegando na sala onde eu brincava com Candy.
— Bom dia meu marido dorminhoco. – Eu disse sorrindo.
— Que horas são?
— Quase uma da tarde. – Eu disse enquanto olhava no meu relógio de pulso.
— Nossa, passei um pouco da conta né?
— Um pouco? Você mal conseguia se manter em pé. – Eu disse sorrindo.
— Você me perdoa? – Perguntou com o cenho franzido.
— Pelo que? – Perguntei confusa.
— Por não ter te servido como seu marido quando chegamos.
— Ah Edward, por favor, nós temos a vida inteira pra fazer isso. Ontem foi o nosso casamento, uma festa, você tinha mais é que beber mesmo, eu também bebi. Não precisa se desculpar, hoje, quando chegarmos na Holanda, estreamos o nosso casamento.
— Que bom que não ficou chateada. – Ele disse aliviado.
— Vamos no restaurante da rua ao lado pra almoçar? – Perguntei. – Estou com fome.
— Eu também. Deixa só eu por uma roupa.
— Eu também vou.
Nós subimos, trocamos de roupa e fomos ao restaurante que frequentávamos de vez em quando que ficava perto de casa, não era sofisticado nem nada disso, mas tinha uma ótima comida caseira.
Assim que terminamos já estava quase na hora de irmos para o aeroporto. Esme e Carlisle já haviam chego em nossa casa. Edward ficou com eles enquanto eu fui tomar o meu banho e me arrumar para irmos. Estava muito frio aqui, na Holanda então! Me agasalhei muito bem, colocando o sobre tudo preto no braço pra quando esfriasse ainda mais e desci. Na sala não estavam apenas Edward e seus mais, mas também Alice e Jake, meu pai e minha mãe, todos conversando empolgadamente na sala, inclusive meus pais e os pais de Edward, o que me deixou feliz, pras famílias ficarem completas mesmo só faltou a minha irmã, mas ela morava longe e teve até que sair cedo do meu casamento ontem pra não ir tão tarde para casa. Todos eles pareceram aprovar meu visual, porque me olhavam com admiração.
— Oi gente. – Eu disse timidamente enquanto me enroscava no braço de Edward, que me abraçou de lado.
— Oi Bella. – Todos responderam juntos.
— Amor, vai tomar o seu banho e se vestir. – Eu disse a Edward. – Separei a sua roupa e está em cima da cama.
— OK. – Ele respondeu. – Daqui a pouco eu desço pessoal.
Edward subiu e eu me sentei no sofá, começando a conversar com todos, que queriam saber se eu estava empolgada, se estava disposta depois da noitada de ontem, a cara de pau da Alice teve coragem de me perguntar até se já consumamos o casamento!
— Mas e aí Bella? Já consumou o casório hoje? – Perguntou num tom malicioso.
— Alice! – Eu disse envergonhada, enquanto todos riam.
— Ah Bella, não seja piegas. – Alice disse insistindo. – Como se todos aqui não soubessem o que é isso.
— Mesmo assim, mas se quer tanto saber a resposta é não, não consumamos o casamento... Ainda! – Eu disse sugestiva fazendo todos rirem.
— Vai aproveitar quando estiver na Holanda né? – Minha mãe perguntou.
— Sim, estamos esperando chegar lá, porque vocês sabem né? Aquele clima, aproxima as pessoas.
— Verdade. – Disse Carlisle. – Você vai amar a Holanda. O Edward já foi lá umas cinco vezes, ele gosta muito e conhece os melhores lugares, tenho certeza que vai levá-la para conhecer todos.
— Vai ser incrível. – Concordei. – Estou muito ansiosa.
Continuamos conversando e em menos de vinte minutos depois Edward já desceu perfeitamente arrumado, com a roupa que eu havia separado para ele.
— Amor, leva as malas pro carro, por favor. – Eu disse.
— Nós te ajudamos. – Disse Carlisle enquanto meu pai e Jake também levantavam.
— Alice, você se importa de vir aqui pela manhã e à noite para dar ração e água aos animais? – Perguntei.
— Claro que não, posso vir aqui antes e depois do trabalho.
— Perfeito. – Eu disse sorrindo.
— Aqui as chaves. – Eu disse a entregando. – Tem uma do portão, outra da porta e outra da dispensa que é onde ficam as rações. Todas estão em potes com o nome cada espécie, é só você encher a tigela de todos.
— Beleza. – Ela disse pegando as chaves.
— Mas olha, os dois cachorros iguais, dogo argentinos mordem.
— Os filhotes do Peter e da Wendy?
— Eles mesmo.
— Mas como vou fazer para alimentá-los então?
— Eles vão ficar presos e eu vou deixar a Candy solta. Candy, vem com a mamãe. – Chamei e ela veio correndo. – Essa é a Candy, ela é mansa e muito obediente, você coloca a comida dos dois e deixa perto deles, só que em uma distância que eles não te mordam, aí diz pra ela levar a tigela até eles. Só não enche até a boca de ração e água pra eles senão quando ela for levar vai derrubar.
— Ela vai me obedecer? – Perguntou com os olhos arregalados.
— Sim. O Edward a ensinou a fazer isso.
— Ele e essa conexão inexplicável com os animais. – Ela disse sorrindo.
— Pois é. – Concordei.
— Pronto Bella. – Disse Jake entrando na sala. – Já colocamos todas as malas no carro e o Edward está esperando por você.
Me levantei e todas fomos até o carro. Alice que estava com as chaves trancou tudo e fomos todos ao aeroporto. Edward e eu fomos no carro de Alice e Jake que era bem grande e cabiam todas as nossas malas, na verdade todas as minhas né? Porque Edward só estava levando uma, enquanto eu tinha cinco.
Quando chegamos ao aeroporto fizemos o check-in e esperamos um pouco até finalmente podemos embarcar, o vôo era sem escalas então à noite já estaríamos na Holanda curtindo a nossa linda lua de mel.
Fomos a viagem inteira de mãos dadas, Edward parecia empolgado e eu também estava, ele já havia viajado para a Holanda, mas eu não, era a primeira vez e pelo que eu via na TV era um lugar espetacular e eu mal via a hora de chegar. Mas não demoramos muito e ainda ganhamos tempo! Porque quando saímos de lá eram cinco horas da tarde, agora eram duas da manhã em Amsterdam. Não, a viagem não foi tão longa assim, na verdade foram apenas quatro horas, só que tem todo aquele lance de fuso horário e Amsterdam são cinco horas na frente de Nova Iorque. Assim que saímos do avião sentimos a mudança de clima, em Nova Iorque estava frio, mas aqui estava um verdadeiro congelador, vesti meu sobre tudo imediatamente e Edward sua jaqueta. Pegamos nossas malas e pegamos um táxi até a casa barco que Edward alugou para passarmos a semana. A casa ficava em um lindo canal e perto do polêmico Vondelpark (n/a: Parque onde as pessoas podem fazer sexo ao ar livre.66’). Não que eu pretendesse fazer qualquer coisa inapropriada por lá, mas duvido que Edward não tenha pensado nisso. Assim que entramos ficamos bem felizes por perceber que era exatamente como mostrava na internet.
— Ai amor, aqui é tão perfeito. – Eu disse suspirando.
— É o nosso ninho de amor por uma semana. – Ele disse enquanto me abraçava por trás.
— É sim. – Respondi sorrindo. – Você vai dormir hoje? – Perguntei o encarando.
— Não, agora eu vou cumprir com o meu dever de marido. – Disse atacando meus lábios em seguida.
Edward me pegou no colo como manda a tradição e me levou até o quarto me colocando sobre a cama macia. Edward me beijou ferozmente e em seguida ficou na ponta da cama, tirando peça por peça de sua roupa, até ficar completamente nu. Eu ainda estava com toda a roupa, coloquei o pé em seu peitoral e ele tirou minha bota e minha meia, beijando meu pé ternamente em seguida. Tirou minha outra bota e aos poucos o resto da roupa, até que eu ficasse apenas de lingerie, que pelos seus olhos dava pra perceber que o agradava.
— Vem, me faz sua esposa. – Eu disse o chamando.
Edward imediatamente abaixou e começou a beijar minha boca e foi descendo lentamente até meu pescoço dando leves chupões e mordidas. Suas mãos passeavam por meu corpo e desabotoaram meu sutiã, rapidamente ele tirou, revelando meus seios que já estavam ouriçados esperando por ele. Edward beliscou o bico levemente e em seguida caiu de boca, dando leves mordidas ocasionalmente, me levando à loucura, ele voltou a trilhar beijos gostosos pelo meu corpo, mas parou quando estava prestes a chegar lá, colocou as mãos nas laterais de minha calcinha e a tirou lentamente, em seguida começou a massagear meu clitóris.
- Sempre tão molhada pra mim. – Ele disse com a voz rouca.
Ele me penetrou com um dedo e abaixou, beijando minha intimidade com fervor e muita sede, como quem estivesse ansioso para aquele momento, eu realmente estava, mas aquilo estava sendo diferente, era como se fosse a primeira vez que fazíamos amor, de qualquer forma não deixava de ser, era a minha primeira vez com ele como senhora Cullen, como sua esposa e eu não podia mentir, estava amando esse novo rótulo.
O ritmo dos dedos de Edward estava frenético e eu só conseguia imaginar que ao invés dos dedos era seu pau que me preenchia completamente, minha imaginação estava voando tão longe que eu até gozei em seus dedos, gemendo alto.
— Já? Acho que está tão empolgada quanto eu. – Ele disse sorrindo.
— Você só não pode gozar agora. – Eu disse sorrindo.
— Então vamos logo.
Edward abriu minhas pernas e ficou ajoelhado entre elas, ergueu meus quadris e me penetrou lentamente, arrancando altos gemidos de mim.
— Caralho. – Murmurei.
— Você gosta? – Perguntou enquanto começava a se mover dentro de mim.
— Muito. – Eu disse ofegante.
Edward foi mais rapidamente e em pouco tempo o movimento já estava frenético e eu não conseguia parar de gemer, além de já ter gozado novamente.
— Agora fica de quatro pra mim vai. – Ele sussurrou com a voz em êxtase de tanto prazer.
O obedeci prontamente e em um piscar de olhos Edward já havia me penetrado e eu gritava seu nome sem pudor enquanto ele batia em meu traseiro e me penetrava com força.
— Gostosa demais. – Ele murmurou com a voz em puro desejo.
Nosso desejo era cada vez maior e o único som que podia ser ouvido eram os gemidos da cama, misturado com os nossos e o de nossas peles se chocando com força. Em pouco tempo ele já estava quase em seu ápice e eu no meu novamente.
— Vem amor, goza comigo vai. – Ele disse e eu o fiz.
Gozamos juntos unindo o resultado de nosso sexo, em seguida caímos na cama, lado a lado, ofegantes e suados. O clima era de quinze graus a baixo de zero, mas aqui dentro agora, passava dos quarenta graus, esse homem era um verdadeiro paraíso, o meu marido.
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