A filha do reitor

45 Profissão: Papais!


Notas iniciais
Oi meus amores! Eu queria agradecer às leitoras que me alertaram sobre o erro do cap passado, quanto a Bella já ter relações no mesmo dia do parto, coisa que eu pensava que podia, já que as minhas tias sempre diziam o quão maravilhoso é um parto normal por não ter que esperar para ter relações, então achei que não precisaria pesquisar isso, só que depois do aviso de algumas de vocês eu pesquisei direitinho e vi que de fato, os médicos recomendam que se espere até quarenta dias. Já concertei tudinho lá no cap anterior, me perdoem pelo erro. E boa leitura para todas!

No meu primeiro dia de alta do hospital, tudo que eu mais queria era ir pra casa e curtir o meu marido e os meus filhos, mas é claro que meus pais queriam um pouco de atenção, além deles quererem conhecer o netinho também. Amanhã era a vez da família de Edward, nós jantaríamos lá também. Edward e eu colocamos Renesmee e Robert no bebê conforto no banco de trás do carro e fomos para a casa de minha mãe. Assim que chegamos, Edward tirou o carrinho da mala e colocou Robert lá, depois pegou Nessie no colo e nós entramos.

— Olá meu amor. – Disse minha mãe me abraçando.

— Oi mãe. – Eu disse retribuindo.

— Olha a netinha linda da vó! – Disse abraçando Nessie. – Cadê meu beijinho?

Nessie deu um beijo estalado em sua bochecha e em seguida minha mãe foi paparicar Robert que estava tranquilo dentro do carrinho, apenas olhando o que acontecia ao redor. Meu pai, minha irmã e meu cunhado também ficaram paparicando o mais novo membro da família, enquanto Nessie brincava com Riley, o filho de minha irmã. Na hora da janta, Nessie e Riley se sentaram em uma cadeira maior, para que pudessem comer junto com a gente à mesa, enquanto Robert estava ao meu lado, dentro de seu carrinho. Ao terminarmos o jantar, comemos a sobremesa enquanto conversávamos sobre qualquer assunto aleatório. Robert parecia estar com sono, mas não conseguiu pregar os olhinhos, já que passava de mãos em mãos.

No dia seguinte foi basicamente a mesma coisa, jantamos com a família de Edward, Nessie se divertia com sua priminha Geanne, enquanto Robert era paparicado por todos ao redor.

Quando chegamos estávamos cansados, mas não o suficiente para apagar o fogo que estávamos sentindo. Edward e eu em questão de segundos já estávamos sem roupa e ele começou a beijar todo o meu corpo, lentamente, passando bem devagar por cada lugarzinho de minha pele, quando finalmente chegou lá, ele começou a chupar meu clitóris intensamente, enquanto eu gemia alto, então ele me penetrou com um dedo, me provocando e torturando lentamente, pra piorar a situação, ele penetrou mais um, dando leves estocadas, que aos poucos foram ficando intensas e profundas. Eu rebolava os quadris contra seus dedos e ele parecia gostar tanto quanto eu de toda a situação. Não demorei muito para gozar em sua mão e ele sentiu que eu já estava pronta, em questão de segundos, seu pau já estava em mim, e isso bastou para que eu soltasse um gemido alto. Edward começou a estocar lentamente, aumentando a velocidade aos poucos, até o ritmo ficar frenético e ele praticamente me levava a loucura.

— Você gosta assim? – Perguntou com a voz embargada de prazer. – Hum?

— Gosto. – Murmurei ofegante. – Gosto demais.

Ele me beijava enquanto sentíamos o orgasmo nos atingir com força total. Era simplesmente maravilhoso ficar desse jeito com ele, com toda essa paz e amor, e bota amor nisso!

Depois da nossa sessão deliciosa de sexo gostoso, fomos dormir. Só que fomos acordados pelos gritos de Renesmee.

— Mamãe, papai! – Ela gritava e batia à porta de acesso ao segundo andar, que nós trancávamos todas as noites para que ela não nos escutasse enquanto estivéssemos... Ocupados.

— Edward. – O chamei desesperada ao ouvi-la gritar. – Acorda.

— O que? – Perguntou sonolento.

— Mamãe, papai. – Nessie gritou.

Edward levantou correndo, vestiu a primeira samba canção que encontrou pela frente e saiu, eu peguei uma camisola qualquer e vesti também, indo desesperada atrás dele. Ele abriu o portão e se abaixou na direção de Nessie.

— O que houve? – Perguntou nervoso.

— Nada. – Respondeu meio assustada com a nossa reação.

— Aconteceu alguma coisa com o seu irmão? – Perguntei.

— Não.

— Então por que estava gritando?

— Porque vocês estavam dormindo muito.

— Eu não acredito nisso. – Disse Edward exaltado. – Você está de brincadeira, não é? Preocupou eu e a sua mãe com tanta gritaria só porque achou que estávamos dormindo demais. Nunca mais faça isso, entendeu? Só nos acorde quando algo acontecer. Se estamos dormindo é porque estamos cansados. Muito feio isso. – Disse irritado.

— Perdão papai. – Disse Nessie chorando.

Ela se virou e desceu as escadas. Encarei Edward com um olhar acusatório e reprovador, depois comecei a descer atrás dela.

— Espera anjinho, a mamãe vai com você. – Eu disse.

Eu a peguei no colo e ela me abraçou, encaixando o rostinho em meu pescoço enquanto chorava. Eu a levei para seu quartinho e me sentei em sua cama, com ela no colo, enquanto secava as lágrimas que caiam por sua bochecha.

— Tudo bem amorzinho. – Eu disse. – Seu pai já não deve estar mais bravo.

— Eu acho que está sim. – Respondeu. – Ele pareceu furioso. Você acha que ele não me ama mais?

— Mas é claro que ele te ama, você é a pessoa mais importante no mundo pra ele, nunca duvide disso.

— Mas ele estava tão bravo.

— Foi só naquela hora, já deve até ter passado. Ele só ficou assustado, porque pensou que você tinha se machucado ou alguma coisa assim, coisa de pai.

— Eu entendo. – Disse docemente.

— Promete que não vai ficar chateada com ele?

— Prometo.

— O que acha de panquecas para o café da manhã? – Perguntei sorrindo, já que sabia que era o que ela mais gostava.

— Eu quero! – Disse dando um enorme e lindo sorriso para mim.

— Então vai lá chamar o papai, vou esperar vocês na cozinha.

— Tá bom.

Comecei a pegar os ingredientes na geladeira e em pouco tempo Edward já estava na cozinha, sorrindo e com Nessie no colo que também sorria. Nós comemos as panquecas assim que terminei de fazer, e pouco tempo depois de eu terminar de comer a minha, Robert começou a chorar, então corri para o seu quarto, e o peguei do berço.

— Bom dia meu amor. – Robert colocou a mão em minha blusa e começou a puxar. – Já quer mamar?

Tirei um seio para fora e coloquei na direção de sua boca, rapidamente ele começou a mamar, com os olhinhos fechados e uma das mãozinhas sobre meu seio.

Depois que o amamentei, fui para a sala com ele no colo. Edward e Nessie estavam assistindo TV e de repente o programa tocou na palavra virgindade, e é claro, isso acabou em Renesmee com dúvidas que não deveria ter.

— O que é virgindade? – Perguntou.

— Algum dia você vai saber. – Respondi.

— Não, quero saber agora.

— Eu já disse que agora não, e assunto encerrado. – Eu disse.

— Mas você tem que prometer pro papai que nunca perderá a sua. – Disse Edward.

— Tudo bem, eu prometo. – Ela disse.

— Não prometa o que não vai cumprir. – Eu disse. – Quero que prometa que só vai perder com alguém que realmente ame.

— Mas eu não estou entendendo nada. – Ela disse confusa. – O que é virgindade?

— Eu já disse que não é hora de você saber.

— Mas ela não deve perder a dela nunca. – Edward disse imediatamente. – Homem não presta, digo por experiência própria.

— Ah é? – Perguntei com uma sobrancelha erguida. – Então quer dizer que você não presta.

— Agora eu presto, mas só foi porque você apareceu na minha vida, senão eu nunca prestaria.

— Mas quem te garante que ela também não vai aparecer na vida de alguém e fazer esse alguém prestar?

— Mas antes dele se apaixonar, imagina o que ele não vai ficar pensando ou até mesmo falando sobre a nossa filha.

— Não importa o que ele pensa ou fala, importa o que ele fez. Se não fizer nada, não tem problema algum.

— Não quero nenhum marmanjo tendo pensamentos impróprios com a minha filhinha.

— Hoje ela é uma filhinha, amanhã será apenas uma filha pra você e uma mulher para os outros homens, aceita Edward. Essa é a lei da vida.

— Caramba, vocês estão me confundindo tanto. Do que estão falando? – Perguntou com as mãozinhas na cabeça.

— Nada demais meu amor. Vamos arrumar as coisas para passearmos. O que acham? – Perguntei.

— Pra onde?

— Podemos ir passar o fim de semana na casa de praia.

— É, por mim tá tudo bem.

— Eu adoro ir na casa de praia! – Disse Nessie empolgada.

Nós subimos e arrumamos as coisas para o passeio. Em pouco tempo já estávamos no carro, rumo à casa de praia. Assim que chegamos fomos para casa nos trocar, a casa ficava já na areia da praia mesmo, então bastava que saíssemos para curtirmos o dia. Edward colocou o guarda sol na areia e eu fiquei deitada na canga ao lado de Robert, que mesmo estando na sombra, estava encharcado de protetor solar. Nessie estava no mesmo estado, mas essa não estava embaixo do guarda sol, mas sim correndo na beira do mar, enquanto Edward estava mais no fundo e de olho nela ao mesmo tempo. Depois que ele voltou, foi a minha vez de ir tomar um banho enquanto ele olhava Robert, e assim foi o nosso fim de semana. Regado à sol e mar.