Notas iniciais
Leiam as notas finais.

Naquele dia Edward foi para casa assim que me deixou no trabalho e à noite disse que não poderia vir porque Esme e Carlisle resolveram ter uma noite de casal, e Jake não poderia se encontrar com Alice porque estava em uma viagem de negócios e ela não queria dormir em casa sozinha, então Edward me chamou para ir para a casa dele, mas eu sabia que se fosse Alice ficaria sozinha de qualquer forma, por isso recusei. Que lindo, se Edward e eu já não estávamos lá nas melhores condições imagine agora com ele tendo que passar um dia longe. Tomei um longo e demorado banho, jantei, escovei os dentes e depois me deitei, as lágrimas meio que involuntariamente começaram a cair, eu sabia que estraguei tudo a partir do momento em que fiquei insistindo para ele trocar de curso. Ele era o mesmo comigo, mas eu não estava conseguindo ser a mesma com ele, doía toda vez que eu lembrava de suas palavras, mas o problema maior nem era esse, mas sim ele não querer mudar pra biologia, porque eu tinha a mais plena certeza que ele detestava direito e isso o faria uma pessoa triste no futuro. Isso me preocupava tanto.

No dia seguinte quando eu já estava praticamente pronta, Edward veio me buscar em casa e me abraçou tão forte assim que abri a porta que naquele momento era como se todas as minhas dúvidas e inseguranças tivessem ficado de lado.

— Bom dia meu amor. – Disse sorrindo.

— Bom dia amor.

— Vamos pra faculdade?

— Vamos, deixa só eu calçar os meus sapatos.

— OK.

Entrei e os calcei rapidamente, peguei minha bolsa e nós saímos e quando chegamos lá, pra minha infelicidade Lauren tinha saído da prisão, ela ficou quase dois meses. É, os pais dela levaram bem a sério o lance de “dar uma lição”. E o melhor foi durante a aula, ela e Rosalie não paravam de encarar ao Edward e a mim com aquela cara de quem comeu e não gostou. Quando a aula terminou nós comemos em um restaurante perto da faculdade, não chegava aos pés do da mãe dele, mas era bem legal também. Depois do almoço fomos para a minha casa, eu tomei banho, a gente ficou assistindo um pouco de TV e conversando até dar a hora de eu ir para o meu trabalho, então Edward me levou. Quando era de noite ele me buscou e nós voltamos para a minha casa.

— Tenho uma notícia pra te dar. – Ele disse assim que entramos no quarto.

— O que? – Perguntei preocupada. Pela sua expressão não parecia boa coisa.

— Eu falei com o meu pai sobre passar pra biologia.

— Sério?! – Perguntei empolgada. – E aí? O que ele falou?

— Ele disse que se eu fosse era pra esquecer que tinha um pai e que era pra eu sair de casa.

— O Carlisle disse isso? – Perguntei impressionada.

— Sim, e a minha mãe não foi contra. A Alice foi, mas não era o suficiente.

— E agora?

— Estou sem lugar pra viver, sem dinheiro, sem nada Bella.

— Amor, você pode morar aqui. Eu compro a comida e pago as contas, quando você arranjar um emprego você ajuda nas despesas, eu estou contigo, tá bom? O importante é que você vai seguir a carreira dos seus sonhos. Isso é incrível! – Eu disse empolgada apesar de tudo.

Foi então que Edward começou a rir, não apenas a rir, mas gargalhar, bem alto, enquanto eu apenas o encarava confusa.

— OK. Qual é a graça? – Perguntei séria.

— Era brincadeira. Eu falei com o meu pai sim, mas foi completamente diferente do que eu estava esperando que fosse. Ele apenas me perguntou se era isso mesmo que eu queria, eu disse que sim, então ele disse que eu podia mudar de curso, disse que ano que vem me matricularia lá, mas sabe o que eu disse?

— O que?

— Que eu não queria que ele me matriculasse, que eu ia passar por mérito meu.

— Ah não. – Eu disse imensamente feliz. – Você está falando sério mesmo ou é tudo um sonho?

— Estou falando sério!

— Ai meu amor, estou tão, mas tão orgulhosa de você! – Eu disse com os olhos repletos de lágrimas e ele abriu um grande sorriso.

Abracei Edward firmemente e cruzei minhas pernas ao redor de seu corpo e o beijei com paixão.

— Senti falta dessa sua intensidade. – Disse sorrindo.

— Ah é? Pois então você vai ver do que mais sentiu falta. – Eu disse o puxando para dentro.

Edward mal entrou no quarto e eu já fui tirando sua roupa. Eu estava tão feliz, mas tão feliz que podia soltar fogos de artifício em pleno mês de abril. Quando Edward já estava completamente nu, o empurrei para a cama e tirei toda a minha roupa, ele massageava seu pênis enquanto eu me despia e era algo muito interessante de se ver, quando terminei, deitei em cima dele e comecei a beijá-lo ferozmente, depois fui descendo e descendo até chegar lá, e quando cheguei comecei a chupá-lo sem a mínima cerimônia, colocando tudo na boca até o final, fazendo com que ele gemesse como nunca.

— Isso, engole tudo. – Murmurou com a voz embriagada de tesão.

Quando tirei da boca fez um barulho engraçado de como quando você está chupando um pirulito com muita empolgação e Edward sorriu. Voltei a chupá-lo e ele ficou sob os cotovelo para olhar para mim e eu não parava de fazer contato visual enquanto segurava sua base e engolia todo seu comprimento, depois o segurei e comecei a chupar seus testículos e mordê-los levemente.

— Chega. – Disse com a voz apressada. – Senão eu não vou me segurar.

— Então vamos agora.

— Vamos.

Sentei em seu membro enormemente delicioso de uma vez só e comecei a cavalgar sem me importar nem um pouco em parecer meiga ou como meus seios que mesmo pequenos estavam balançando loucamente naquela hora. Edward também não pareceu se importar muito, porque uma de suas mãos estava em minha cintura e a outra em um de meus seios o apertando e acariciando. Depois de terminar a nossa foda mais do que gostosa que me proporcionou um orgasmo maravilhoso deitei com a cabeça sobre o peito de Edward.

— Eu fiz isso por você. – Ele disse. – Por nós, pelo nosso futuro, nossos filhos, mas principalmente por você.

— Eu te amo. – Eu disse sorrindo. – Mas esse não é o motivo certo, claro que pouco importa isso, o que conta é o resultado e você vai ser muito feliz com esse resultado. Agora, mudando de assunto, você disse “Filhos”? Por que o plural?

— Filhos. Eu quero mais de um.

— Posso saber quantos o senhor quer?

— Três, no mínimo. Eu amo crianças.

— Eu também, mas só quero ter um.

— Por que amor? A gente tem que ter um time de futebol pra cuidar da gente quando estivermos velhinhos.

— Não, enlouqueceu? Eu quero ter um só, porque a minha atenção e o meu amor vão ser só dele.

— É, mas se ele não valer nada a gente não vai ter outro pra compensar.

— Dois então, e não se fala mais nisso. Até mesmo porque se eu tiver um monte de filhos meu corpo vai pro espaço.

— Ah é? Não sabia que você era assim tão fútil.

— A questão não é essa. Toda mulher tem que ter nem que seja um pouquinho de vaidade né? Até mesmo porque quero ver eu estar lá toda largada você ainda me querer.

— Mas é claro que eu vou te querer. O que sinto por você vai muito além do físico meu amor. – Disse sorrindo. – Até mesmo porque eu odeio física, sou muito mais química, a nossa química!

— Nossa, que cantada horrível! – Eu disse colocando a mão no rosto.

— Essa eu só uso com as mais inteligentes.

— Ah é? – Perguntei gargalhando.

— Eu amo o som da sua risada. – Disse em um tom admirado. – Acho até que é o som que eu mais amo nesse mundo.

— Ai amor. Você é tão perfeito. – Eu disse olhando para seu rosto e o beijando em seguida.

— Eu sei. – Disse depois do beijo e eu o bati fracamente o fazendo sorrir. – Mas mudando de assunto, você vai me ajudar com o vestibular? Porque eu sou meio burro, você sabe.

— Não sei de nada disso. Você só é esforçado. Tem capacidade de passar em primeiro pro que quiser, mas querer muito e lutar por isso.

— Então você acha que eu tenho chances de passar assim, logo de cara?

— Claro que tem, e você vai passar, ou eu não me chamo Isabella Swan.

— Hum, senti firmeza. – Disse sorrindo.

— Mas nós vamos passar 95% do tempo juntos estudando, senão você não passa, é um trabalho que exige muita dedicação.

— E os outros 5%? – Perguntou em um tom malicioso.

— Aí a gente estuda mais um pouco, mas a reprodução humana. – Eu disse sorrindo.

— Hum, gostei desse assunto. Bem que a gente podia começar a introdução agora. O que você acha?

— Acho uma ótima ideia.

Edward e eu reiniciamos nossas atividades sexuais, éramos insaciáveis quando o assunto era sexo.

No dia seguinte Edward me levou para a faculdade, mas ele não foi, já que agora não era mais um aluno de direito. Me sentei ao lado das meninas e nossa, era bem mais fácil prestar atenção na aula quando ele não estava, chegava ser engraçado.

No final da aula Emmet e Jasper vieram me perguntar o motivo de Edward não ter vindo e eu expliquei tudo. Quando saí lá estava ele, na porta, encostado em seu carro conversando com outros três caras. Cheguei timidamente perto dele que logo me puxou para um selinho.

— Oi amor. Como foi a aula?

— Não foi a mesma sem você.

— Esses são uns amigos, de letras, jornalismo e geologia. Gente, essa é a minha namorada, Bella.

— Muito prazer em conhecê-los. – Eu disse.

— Prazer. – Responderam.

— Galera, deu a minha hora. – Disse Edward. – Vou levá-la em casa. Até mais.

— Até.

Entrei no carro e Edward também, nós fomos rapidamente para casa, ele foi todo o percurso com a mão em minha coxa.

— Por que chegou mais cedo? – Perguntei quando chegamos em minha casa.

— Porque não tinha nada pra fazer em casa.

— Eu duvido muito, com uma casa maravilhosa daquela.

— Eu nadei um pouco, mas estava muito entediado.

— Vou tomar um banho. Quer vir?

— Essa eu passo. Estou muito cansado. Nadei pra caramba hoje. Bati meu próprio Record de braçadas.

— Tem certeza que não vai vir? Vai se arrepender hein.

— Vou é? – Perguntou em um tom malicioso.

— Bom, eu tenho que estar no trabalho duas horas, agora é uma, não tenho nada para fazer nesse período de tempo. – Eu disse desabotoando a camisa dele. – Vamos?

— Hum... – Disse pensativo, mas já na minha. – Não sei, tenta me convencer.

— Está calor, eu estou toda molhadinha por você. Vai mesmo deixar que eu fique no banheiro me masturbando enquanto você aqui, só ouvindo os meus gemidos? – Os olhos de Edward se intensificaram e ele começou a respirar pela boca, uau, eu estava mesmo brincando com ele. – Você quem sabe.

Entrei no banheiro, deixando-o sozinho na sala, agora a decisão estava em suas mãos, eu não menti em nenhuma palavra, eu realmente estava com um desejo enorme nele, agora era ver se ele vinha. Tirei minha blusa, meu sutiã e antes mesmo de tirar qualquer outra peça de roupa ele entrou no banheiro na velocidade da luz e me puxou contra seu corpo, me beijando ferozmente e me levando ao boxe do banheiro, eu liguei o chuveiro e a água morna começou a molhar nossos corpos, Edward tirou todas as nossas roupas já molhadas jogando no canto do boxe e voltou a me beijar, seu membro já estava ereto e em ponto de bala, então ele segurou minhas coxas, me levantando, cruzei minhas pernas atrás dele que foi me descendo lentamente fazendo com que seu pau me completasse gradativamente, quando chegou até o final, ele colocou as mãos em minha bunda e ia me erguendo e abaixando, causando um movimento de vai e vem delicioso, e assim nós ficamos, completamente conectados e apaixonados pela sensação que tudo aquilo estava nos proporcionando, eu não ia mentir, era a mulher mais completa desse mundo naquele momento.

Notas finais
Gostaram do capítulo? Mereço comentários/recomendações?
P.S.: COMECEI UMA NOVA FIC, O NOME É "O COWBOY". SEGUE O LINK PRA QUEM QUISER DAR UMA OLHADINHA.
http://fanfiction.com.br/historia/313782/O_Cowboy