A filha do reitor
4 Inesperado
Notas iniciais
Quando entrei em casa, minha mãe ainda lixava a unha e assistia tevê, parecia estar realmente se divertindo com seu programa. Subi as escadas correndo e liguei para Angela e Jessica, contei tudo que aconteceu, elas vibraram de felicidade, a final não era todo dia que alguém como Edward Cullen tirava o dia para passar na sua casa, e o melhor, sem nem um beijinho.
Fui dormir, ou pelo menos tentar, estava ansiosa demais pensando no que faríamos no dia seguinte, sei que não era certo da minha parte esperar tanto, mas eu simplesmente não conseguia controlar tudo que estava sentindo, eu estava feliz, sim, extremamente feliz pelo dia que passei com ele.
Acordei às sete da manhã, meus pais tinham acabado de sair, desci as escadas correndo, fiz tudo que era necessário, inclusive meu banho, fiquei assistindo tevê , almocei, escovei os dentes e fiquei fazendo hora, pouco tempo depois ouvi a campainha tocar, eu estava nervosa, será que era ele? Eu realmente esperava que sim. Corri para atender a campainha, quando abri o portão lá estava, Edward Cullen, bem na minha frente e sorrindo para mim, parecia um sonho. Por incrível que parecesse ele estava ainda mais lindo que qualquer outro dia anterior, blusa preta com manga três botões no peito, calça jeans justa, mas não colada, tênis preto e prata da nike e os cabelos mais desgrenhados que o normal.
— Oi. – Ele disse dando um sorriso torto irresistível.
— Oi. – Respondi timidamente.
— Sem tranças? – Ele perguntou ao olhar para o meu cabelo que estava em um rabo de cavalo.
— É, só hoje.
— Senti saudades de você. – Ele disse sem graça. O Edward conquistador me tirava do chão, mas esse Edward fofo, desarmado e sem jeito fazia meu coração pulsar ainda mais forte.
— É, eu também. – Eu disse mais confortável em admitir.
Ele sorriu e me abraçou.
— Vamos entrar? – Perguntei.
— Vamos. – Ele disse empolgado e nós entramos.
— O que você quer fazer? – Perguntei.
— Hoje tá sol, que tal cair na sua piscina?
— É uma boa ideia, mas você trouxe roupa?
— Ah é, tem isso.
— Eu posso te emprestar alguma roupa do meu pai.
— Não, do seu pai não. – Disse evidentemente contrariado com a sugestão.
— Então como você pretende entrar na piscina?
— Nu. – Disse como se fosse à coisa mais natural do mundo.
— O que? – Perguntei ainda descrente no que ele tinha acabado de dizer. – Você não pode entrar nu na piscina.
— Por que não?
— Porque não é certo eu tomar banho de piscina com um cara nu não tendo nenhum tipo de relação amorosa com ele.
— Não tem porque não quer. – Como ele tinha esse poder? Bastou ele falar isso para eu me arrepiar dos pés à cabeça. Foco Isabella, foco.
— Quando eu digo relação amorosa quero dizer uma relação de verdade e isso consiste em você passar mais que uma noite com a pessoa.
— Já é o segundo dia que venho aqui.
— Edward, desiste, não vou deixar você tomar banho pelado na minha piscina.
— OK, vou entrar de cueca então.
— Mas cueca fica transparente.
— Minha cueca é preta, não fica transparente.
— Tudo bem então.
Nós fomos até a piscina, e surpreendentemente ele passou a mão em volta da minha cintura durante o caminho, não o impedi, não tinha a mínima vontade de impedi-lo mesmo.
— Posso entrar? – Ele perguntou.
— Sim.
— Vamos então.
— Pode ir entrando, vou por o meu maiô.
— Maiô? – Perguntou com uma expressão confusa.
— É.
— Você não usa biquíni?
— Eu até tenho um, que ganhei de presente de dezesseis, mas nunca usei.
— Por quê?
— Porque não gosto.
— Ah, claro. – Disse irônico.
Simplesmente o ignorei, subi e me vesti, passei protetor solar e desci, quando cheguei lá Edward já estava na piscina.
— Vem. – Ele disse me chamando com o dedo indicador.
Tirei o short, chinelo e óculos, mergulhei e levantei no fim da piscina, ele veio até mim e quando chegou ficou com o rosto bem próximo do meu e me roubou um selinho bem rápido, seus lábios não ficaram junto aos meus nem por dois segundos, mas foi o suficiente para eu perceber o quanto eles eram macios, ele estava brincando comigo e isso não era justo.
— Para com isso. – Sussurrei.
— O trato acabou ontem. – Ele disse colocando as mãos na minha cintura , se aproximando e encostando os lábios em minha orelha. Eu já estava perdendo toda a razão.
— Não faz isso. – Sussurrei quase indefesa.
— Me dê um bom motivo para eu parar.
Seus lábios deslizavam por minha orelha fazendo com que eu sentisse formigamentos e arrepios, mal conseguia ficar de pé de tão tonta que estava, parecia que meu corpo chamava pelo dele, odiava sentir aquilo, prometi a mim mesma que não ia me envolver com ele, mas mesmo assim não me culpava por me sentir daquela forma, era quase impossível resistir ao charme e a beleza de alguém como Edward Cullen, ele era simplesmente o homem mais lindo que já vi. Espera, o que eu estava fazendo? Eu estava me permitindo pensar nele de uma forma boa enquanto ele me seduzia, eu não podia fazer isso, não podia ceder.
— O que houve? – Ele perguntou me tirando do transe. – Está tão dispersa.
— Eu sei. – Fui me afastando devagar na esperança de que ele não percebesse.
— Por que está fugindo de mim? – Perguntou incomodado.
— Não estou fugindo, só acho que você deve me respeitar.
— Em que estou te desrespeitando? – Perguntou com o humor alterado.
— Eu não quero te beijar. – Nem eu mesma acreditava em minhas palavras.
— Por quê? – Perguntou perplexo, algo me diz que ele ainda não tinha ouvido isso de nenhuma garota que ele já paquerou.
— Porque eu não quero, respeita.
— Todas querem me beijar.
— Todas menos eu.
— Sério? – Ele fez cara de surpreso.
— Huhum. – Menti sem nem mesmo gaguejar.
— Tudo bem. – Ele disse com o orgulho visivelmente ferido. – Você é a primeira e a última.
— E posso saber o que te faz pensar que serei a última?
— Eu espero que seja.
— Você sabe que sempre tem alguém que não vai querer te beijar.
— Eu já encontrei esse alguém, você.
— Eu quero dizer alguém além de mim.
Minha mãe sempre esteve certa quando dizia que homens eram cegos e burros, eu mentia tão mal, como ele acreditou que eu não queria beijá-lo se era o que eu mais queria fazer? Mas para mim estava tudo bem, a final com isso ele não desconfiaria por minha atração por ele e pararia de insistir para ficar comigo.
— Eu acho que essa pessoa além de você não existe.
— Se você prefere pensar assim... – Eu disse sugestiva o que visivelmente o deixou irritado, era óbvio que eu estava adorando que ele pensasse que eu era imune ao seu charme.
— É, eu prefiro. – Respondeu seco.
— OK, não está mais aqui quem falou.
— Ótimo.
Dei as costas pra ele e fui mergulhar, levantei no fundo da piscina e ele veio atrás de mim, meu Deus, ele não desistia mesmo.
— O que você quer? – Perguntei cansada desses joguinhos, eu sabia onde isso ia dar se eu permitisse então melhor cortar o quanto antes. – De verdade. Por que está correndo atrás de mim?
— Eu? Correndo atrás de você? – Edward se fez de desentendido. – Por que você pensa assim?
— Porque você veio aqui em casa ontem, hoje de novo, parece que você está tentando se aproximar de mim, sendo que isso não faz o mínimo sentido, já que eu não sou o tipo de garota que você está acostumado a ficar.
— Você realmente não é, mas eu não sei explicar, eu gosto de você, e o fato de você não se rastejar aos meus pés como as outras garotas me atrai muito.
— Às vezes eu fico pensando se o que te atrai muito é isso ou o fato de eu ser filha de quem sou. – Disse sincera.
— Como é? – A fisionomia de Edward mudou da água para o vinho, ele fechou a cara na mesma hora, o que me surpreendeu. – Você pensa isso?
— Talvez, tudo é possível. – Disse indiferente.
— Eu não acredito, que tipo de pessoa você pensa que eu sou? – Perguntou ofendido.
— Edward, as pessoas são capazes de coisas que você nem imagina, ou imagina, sei lá.
— Então quer dizer que esse tempo todo você estava desconfiada de mim? – Perguntou incrédulo.
— Eu não te conheço nem há uma semana, como você quer que eu confie plenamente em você?
- Talvez você tenha razão em não confiar em mim, mas pensa bem, por que eu ficaria com você por causa do seu pai?
— Não sei, talvez você pense que eu tenho acesso as provas ou algo do gênero.
— Eu não preciso disso, por mais que eu repita, eu não sou expulso, pra ser sincero eu gosto da faculdade, porque quanto mais eu enrolo para não terminar a faculdade mais eu ganho nas custas do meu pai sem precisar trabalhar, mas sinceramente, depois dessa acho que é até melhor eu ir embora.
— Não Edward, fica. – Eu disse realmente arrependida do meu comentário que gerou toda aquela chateação.
— Não, vou embora, o clima não está muito legal.
— Edward, é sério, não quis dizer aquilo, me perdoe. – E não queria que ele fosse embora, mesmo sabendo que nós veríamos de qualquer jeito na segunda.
— Tudo bem Bella, mas eu quero ir embora depois disso.
— Nesse caso, não precisa mais ficar, pode ir. – Eu já tinha pedido desculpas, mas ele ainda estava com raiva, não havia nada que pudesse fazer além disso.
Ele saiu da piscina e eu fui logo depois, pegou suas roupas do chão e foi até o banheiro.
— Usei a toalha que estava aqui, tudo bem? – Disse após sair.
— Sim.
Antes que ele saísse, corri até o portão e entrei em sua frente.
— Eu me expressei mal, foi uma brincadeira. – Eu disse tentando convencê-lo de que eu estava arrependida do que disse.
— Você se expressou mal ou foi uma brincadeira? Decida-se. – Disse seco.
— Só sei de uma forma ou de outra não foi sério o que eu disse.
— Jura? – Ele ironizou. – Porque você até continuou o assunto depois de ter puxado pela primeira vez. Bella, é melhor e mais fácil você assumir que fez juízo errado de mim logo.
— OK, eu assumo.
— Agora sim, nós progredimos, amanhã a gente se fala, estou indo.
— Tudo bem. – Eu disse saindo de sua frente, se ele queria tanto ir embora e continuar brigado, assim seria, já confessei meu erro, pedi desculpas, agora não podia fazer mais nada.
Ele saiu do meu portão e entrou em seu carro, depois olhou no fundo dos meus olhos.
— Até amanhã. – Ele disse.
- Até.
Ao entrar em casa me bateu uma grande tristeza, eu achava que depois daquela briga ele nunca mais falaria comigo, o que me deixou angustiada, eu queria ser amiga dele, era uma pena. Fui até o banheiro do meu quarto enrolada no meu roupão branco com corações rosa, tomei um banho e lavei o cabelo, coloquei um short velho e uma camiseta surrada, liguei o ar condicionado, o mac e fiquei navegando pela internet, involuntariamente meus dedos digitaram “Governador estadual Carlisle Cullen ao lado de seu filho Edward Cullen”, pesquisei isso nas imagens e nos vídeos do google, passei o dia inteiro vendo fotos dele com seu pai, sua mãe Esme e sua irmã Alice. Edward tinha uma família muito bonita, seu pai era um homem alto, com cabelos loiros, pele bronzeada e super sarado, Esme tinha cabelos castanhos, era alta, magra e elegante, parecia uma rainha, Alice era a única baixa da família, mas mesmo assim nem tanto, ela devia ser da minha altura, tinha os cabelos castanhos e curtos, picotados nas pontas, tão bonitos que davam a qualquer garota, ao contrário da mãe ela tinha um corpo mais volumoso, com belas curvas ao estilo violão, assim como Rosalie e Lauren, mas ao contrário delas, Alice não era vulgar, sabia usar as roupas certas para valorizar seu corpo na medida certa, porém mesmo todos os três sendo muito bonitos, nenhum deles chegava aos pés de Edward, ele se superava a cada foto, não havia nem uma sequer em que ele não saísse incrivelmente lindo, eu não acreditaria se me dissessem que um homem daquele estava dando mole para uma garota feito eu, a gente não tem nada a ver, me sinto horrorosa quando estou perto dele. Eu estava bem até ver uma foto dele com sua irmã na praia, ele estava de sunga vermelha e óculos escuros, aquilo já era demais para o meu coração, me lembrei de ter visto seu corpo tão exposto na piscina hoje mais cedo, era um verdadeiro paraíso, não resisti e salvei a foto, cortei Alice, deixando apenas ele na imagem e imprimi. Guardei a foto em meu pequeno baú de segredos, onde deixava coisas só minhas que ninguém podia ver, ele tinha até chave e eu o guardava em baixo da minha cama, ninguém além de mim sabia de sua existência, quando me dei conta já eram mais de seis horas da noite, meu pai e minha mãe chegaram.
— Oi Filha. – Eles disseram juntos.
— O que houve? Vocês não iam chegar lá pras oito ou nove da noite?
— Sim, mas eu resolvi as coisas mais rápido do que pensei e fui buscar sua mãe no trabalho, mas é aí? Animada para o passeio?
— Sim.
— Eu também estou muito empolgado.
— Posso saber por quê?
— Essa resposta eu também estou interessada em saber. – Minha mãe disse.
— Porque Alice Cullen e Jacob Black vão estar lá.
— Alice Cullen? – Perguntei confusa, será que era a mesma Alice que era irmã de Edward? Mas o que ela faria lá? E por que meu pai ficaria feliz com isso?
— É a irmã de Edward Cullen. – Meu pai disse.
— Eu sei. – Respondi.
— E daí... – Continuou minha mãe.
— Ela vai cuidar do irmão.
— Ele não é nenhum bebê, não vai permitir que ela o trate feito um. – Eu disse.
— É, mas ela tem os pés no chão, é responsável e um amor de pessoa, todos gostam dela, ele a admira e respeita muito, tenho certeza que nunca faria nada para magoá-la.
— Será que ele vai segurar a onda?
— Provavelmente sim, ela odeia quando ele apronta.
— Ela estudou na universidade que estou estudando?
— Sim, mas ela fez arquitetura e passou sem a ajuda do pai, prestou vestibular como qualquer outra pessoa.
— Caramba, que legal, acho que vou gostar dela. – Eu disse empolgada.
— Com certeza vai, ela é um anjo de menina, é o completo oposto do irmão, o orgulho da família. Começou a faculdade aos dezessete anos e terminou aos vinte e um, fez uma especialização e terminou aos vinte e três, uma semana após ela terminar recebi a notícia de que ela já estava empregada, e muito bem empregada, hoje ela mora com a mãe, não por necessidade, mas por opção, ajuda a pagar as contas, tem um carro do ano que comprou com o próprio dinheiro, ajuda a resolver os problemas do irmão, é um exemplo de filha, assim como você e a sua irmã, mas infelizmente o governador não teve a sorte que eu tive de ter os dois filhos brilhantes.
A raiva que meu pai sentia de Edward já estava começando a me irritar, não gostava quando se referia a ele como “desgosto” e “ovelha negra da família”.
— Filha, você não me perguntou sobre o outro. – Ele continuou.
— Que outro?
— Jacob Black.
— Ah sim, você disse que ele era um dos motivos para estar empolgado para a viagem.
— Isso. – Ele disse esperando que eu me interessasse em saber quem era o tal carinha.
— O que tem ele?
— Ele vai ser seu namorado.
— O que?! – Será que eu tinha ouvido direito?
— Isso mesmo, ele é um bom rapaz, educado e bem sucedido, é ideal para você.
— Pai, eu não acredito nisso, o senhor quer que eu namore um cara que eu nem conheço? – Perguntei perplexa.
— Mas vai conhecer.
— E se eu não gostar dele?
— Você vai aprender que o amor vem com o tempo.
— Claro que não, o amor é um sentimento que vem naturalmente, não à força. – Eu disse irritada.
— Mas algumas pessoas dão sorte, a sua irmã por exemplo. – Minha mãe falou.
— Quem? – Perguntei espantada.
— Sua irmã.
— Ai meu Deus! O Sam é arranjado?!
— Sim.
— Eu não acredito!
— É. – Disse meu pai. – Você não quer seguir os passos da sua irmã e brilhar? Então. Essa é a sua chance.
— Eu não preciso de nenhum homem com grana posso ter meu brilho próprio.
— Mas seu brilho ficará muito mais forte se você se unir ao Jacob.
— Sei. – Disse debochando.
— Dê ao menos mais uma chance a ele, pelo seu futuro. – Minha mãe disse.
— Tudo bem, nós vamos nos conhecer primeiro. – Eu disse sem um pingo de vontade, mas o que custava? Se o sujeito fosse muito repugnante eu poderia dizer não.
— Ótimo. – Disse meu pai.
— Mas ele é o que? Tem quantos anos?
— Ele é advogado assim como você vai ser, vocês já tem algo em comum, e detalhe, ele é o advogado mais requisitado do estado.
— Nossa. Ele é tudo isso? Mas quantos anos ele tem?
— Esse é o problema.
— Ai não, ele é um velho nojento. – Disse desesperada.
— Não filha, ele é onze anos mais velho que você.
— Vinte e nove anos!
— É. – Disse como se não houvesse nenhum motivo para meu espanto.
— Não podia ser alguém mais novinho não?
— Filha, ele é rico, educado, respeitador, tem bom caráter, é o par ideal.
— Eu só quero ver como ele é, espero não me decepcionar.
— Você não vai filha. – Disse minha mãe.
— Mãe, você sabia disso? Já até o conhece?
— Nós estamos fazendo o melhor para você, Bella.
— Será?
Subi correndo até meu quarto, deitei na cama e comecei a pensar em tudo que estava acontecendo, por que eles achavam que podiam fazer isso? Não era justo querer escolher até mesmo com quem eu devo sair. Eu me sentia mal, era como se eu estivesse sendo vendida, na verdade era um pouco pior que isso, porque eu não estava ganhando nem um centavo por isso, ser tão boa quanto Leah estava me saindo caro, não que eu quisesse ser melhor que ela, mas não queria ficar por baixo, sair de filha perdedora, isso eu não aceitava, se eu tivesse que namorar esse tal de Jacob Black pra conseguir a admiração dos meus pais, eu o faria, mas por que as coisas tinham que ser tão difíceis? Porque esse cara não podia ser Edward? Calma Isabella, calma, talvez seja como ele, ou ao menos parecido, eu lutava contra as lágrimas que teimavam em descer desenfreadamente, depois de tanto tempo chorando acabei pegando no sono. Era estranho, mas eu estava me sentindo mal não por ter que sair com esse Jacob, mas por saber que isso significava um fim definitivo para qualquer chance que eu pudesse ter com Edward. Eu estava confusa e não sabia mais o que pensar, isso tudo era definitivamente inesperado.
Notas finais
P.S.: Muito obrigada aos leitores que vieram pela MP que mandei e estão acompanhando, sejam muito bem vindos =)
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