Notas iniciais
Olá amores da minha vida, nesse cap. trago um POV Edward que me pediram nos reviews, mas alguns POV's alternativos dele em breve estaram disponiveis só para quem comentar, então já podem ir treinando e comentando desde já ;)
Realmente espero que gostem do cap. Enjoy!

P.O.V. EDWARD

Eu tinha acabado de tomar meu café da manhã, era quinta! Isso era um bom sinal, era hoje que Bella pagaria a aposta, eu estava tão ansioso, me sentia uma criança, Rosalie e Lauren falavam algo sobre salões de beleza , mas eu simplesmente não conseguia tirar os olhos daquela nerd do outro lado do refeitório, Isabella seria minha hoje e não havia nada que pudesse me impedir.

— Edward. – Chamou Emmet me tirando de meus pensamentos.

— Oi? – Perguntei.

— Tá tão disperso. – Ele disse completando.

— Deve estar pensando em mim. – Disse Lauren.

— Em você? – Perguntou Rosalie em um tom de desdém. – Mas é claro que ele está lembrando de semana passada quando transamos na picape.

— Respeita o seu irmão que está do seu lado. – Eu disse irritado, não suportava pessoas que não tinham respeito pelas outras.

— Desculpa.

— OK. – Respondi secamente e continuei olhando fixamente para Bella, não me importava que alguém pudesse perceber, quando eu queria algo, eu lutava por isso.

— Por que olha tanto pra essazinha? – Perguntou Lauren incomodada.

— Porque eu quero. – Respondi secamente.

— Sabe Lauren. – Rosalie disse num tom de voz mais alto que o normal, com certeza era pra eu escutar. – Eu definitivamente não sei o que uma menina feia, magrela, sem sal e que não sabe se vestir tem para atrair qualquer homem na face da terra que pode ter mulheres como nós.

Olhei para ela com o cenho franzido sem acreditar no que acabara de ouvir.

— Quer mesmo que eu diga? – Perguntei irritado.

— Sim.

— OK então, vou te dar uma lista: Caráter, personalidade, não abrir as pernas quando eu quero e às vezes até quando eu não quero, inteligência, e quanto a esse lance de beleza eu tenho que discordar, porque ela é muito bonita, mais do que vocês duas se querem saber.

Me levantei da mesa de café e percebi que Emmet e Jasper estavam atrás de mim.

— O que? – Perguntei quando eles me alcançaram.

— Quem pergunta é a gente. – Disse Emmet irritado. – O que foi aquela cena por causa da filha do crápula?

— Ela tem um nome sabia.

— Ah, qual é? Há alguns dias atrás você era o primeiro a chamá-la assim, mudou de ideia agora?

— Foco Edward, foco. – Disse Jasper.

Eles estavam certos, eu precisava de foco, senão ia colocar tudo no qual estávamos batalhando por água a baixo e isso não podia acontecer.

P.O.V. BELLA

Eu estava tomando café da manhã com as meninas e a cada trinta segundos olhava para a mesa dele disfarçadamente, em todas as vezes o pegava me encarando, em certo momento Edward se levantou e saiu irritado, Emmet e Jasper o seguiram, pouco tempo depois ele voltou contrariado e se sentou o mais longe possível de Rosalie e Lauren, acho que foi com elas que ele discutiu, mas isso não me importava muito.

Depois de algum tempo, quando todos terminaram de tomar seu café da manhã os grupos das peças se reuniram.

— Olá pessoal. – Disse o professor. – Ideias novas?

— Eu tenho. – Disse Edward.

— Fez o enredo?

— Sim.

— Então nos conte.

Edward começou a falar todo seu enredo, que propunha Cinderela como uma mulher de 36 anos, mãe solteira e faxineira, com uma filha rebelde de 16 e um filho de 13 um tanto afeminado, então aparece na cidade um milionário que dá um baile para arrumar uma namorada e convida todas as solteiras da cidade para ir e no dia do baile a chefe da Cinderela dá muito trabalho a ser feito e ela pensa que não poderá ir, e então a Fiona – sim, a do Shrek – aparece com um vestido e um par de sapatos lindos dizendo que queria doar aquele vestido que não dava mais nela para alguma mulher que quisesse ir ao baile e ficou sabendo de Cinderela, então foi pessoalmente levar para ela, Cinderela se arruma, pega um ônibus, que enguiça há poucos metros do baile e vai andando até lá, quando finalmente chega, o milionário que estava dançando com sua patroa para imediatamente e olha para a bela mulher que descia as escadas, e então ela tropeça e cai, o milionário corre para ajudá-la e quando ele a levanta os dois começam a dançar e se apaixonaram imediatamente. Cinderela deixa o brinco cair quando está indo embora. No dia seguinte ela vê cartazes pela cidade do príncipe procurando a dona do brinco, e Cinderela vai até o príncipe pela insistência de Fiona com seu brinco idêntico ao que o príncipe tinha em mãos, eles se beijam e vivem felizes para sempre.

— Uhul! Bravo! – Gritaram Rosalie e Lauren quando Edward terminou de contar a história com alguns detalhes que não mencionei, que confesso: eram pra lá de engraçados a mais.

— Sua história é boa Edward. – Disse o Professor Richard. – Vou ler o enredo que a Bella me mandou.

O professor começou a lê-la e as pessoas pareciam interessadas.

— Alguém além deles dois preparou mais alguma? – Perguntou o professor para a turma e ninguém se manifestou.

— Bom, — Continuou. – Vamos fazer uma votação para ver qual será a história. Quem vota na Bella?

Várias pessoas levantaram a mão, mas muitas também não, o professor contou, foram vinte e seis pessoas.

— Agora levante a mão quem prefere a do Edward. – Ele contou novamente. – Não acredito! Vinte e seis votos, temos um empate!

— E agora? – Perguntei.

— Pode ser por sorteio. – Disse Edward.

— Não, — Disse o professor. – pode ser juntando o melhor de cada história.

— Como assim? – Perguntei.

— Vou juntar as histórias e fazer uma só.

Não gostei da ideia, minha história junto à dele? Devia ser uma ou a outra.

— Eu não concordo. – Me manifestei. – Nossas ideias são boas pelas características que cada uma apresenta.

— Eu também penso assim. – Edward disse concordando.

— OK, vamos votar novamente então, quem prefere que eu junte o melhor de cada história?

Praticamente todos levantaram as mãos, apenas Emmet, Jasper, Lauren, Rosalie, Jéssica e Angela não levantaram, mas eles não contam porque são nossos amigos, então todos concordaram com o professor.

— Acho que nem preciso perguntar quem prefere sorteio né? – Perguntou olhando para mim e para Edward. – Vou elaborar as falas e a divisão dos fatos, no sábado eu trago para vocês.

— Professor, acho que não vou poder vir no sábado. – Eu disse.

— Por quê?

— Porque vou visitar minha irmã com o meu pai.

— Vocês vão que horas?

— Eu ainda não sei, vou falar com ele hoje, posso tentar convencê-lo de ir após a reunião.

— Faça isso, se você não conseguir eu guardo sua xerox. A propósito, pessoal, — Disse alto e olhando para todos. – vou imprimir o texto com todas as falas para cada um de vocês. Agora vocês estão dispensados, até sábado. Nós nos levantamos e saímos, Alice estava esperando lá fora, Angela, Jéssica e eu fomos até ela.

— Vamos à praia meninas? – Alice perguntou.

— Vocês podem ir na frente, vou falar com meu pai primeiro. – Eu disse.

— Mas você vai saber onde estamos? – Perguntou Jéssica.

— Eu acho vocês.

— Tudo bem então, estamos indo.

— Vamos te esperar lá. – Disse Angela. – Não deixa furo.

— Pode deixar.

Procurei meu pai e o encontrei tomando café com os professores.

— Papai. – Eu disse o interrompendo. – Posso falar com o senhor um instante?

— Claro.

Ele levantou da cadeira e veio até mim.

— O senhor está sabendo que Leah nos convidou para almoçar na casa dela no sábado?

— Sim.

— Nós vamos?

— Sim, eu tinha esquecido de falar com você sobre isso, me perdoe.

— Não, tudo bem. Mas que horas nós vamos?

— Depois do café-da-manhã, umas dez horas, dá tempo de chegar para o almoço.

— É que vai ter uma reunião da peça depois do café.

— É, eu sei, temos que sair daqui até dez e meia, se for antes disso dá pra você ir à reunião.

— Acho que dá sim. Vou encontrar minhas amigas agora papai.

— Vai lá filha, e divirta-se por nós dois.

— OK.

Fui até as meninas na praia, andei um pouco até encontrá-las, tirei minha saída de praia, passei o protetor solar, o protetor labial, esperei uns minutinhos e depois fui para o mar com as meninas. Na hora do almoço fomos ao refeitório comer, como sempre fazíamos, depois voltamos, eu retoquei o protetor e continuei me divertindo com elas.

Quando chegou a noite fui para meu quarto e tomei um longo banho para tirar todo sal e areia do corpo e dos cabelos, coloquei meu pijama, as pantufas e fiz as tranças, geralmente ficava com eles soltos quando estava no quarto, mas Edward viria hoje e meus cabelos não ficavam muito bonitos quando soltos. Comi o cachorro quente que comprei no refeitório, escovei os dentes duas vezes, porque algo me dizia que eu iria precisar de um bom hálito pra pagar a aposta, fiquei assistindo tevê deitada na cama enquanto esperava por Edward, então ouvi alguém batendo em minha janela, corri até lá e era ele, eu o ajudei a entrar e rapidamente ele se sentou em minha cama, me sentei ao seu lado e ele virou seu corpo em minha direção, estava tão cheiroso, estávamos distantes, mas eu conseguia sentir seu perfume forte e másculo.

— E aí? Preparada para pagar o que deve? – Ele perguntou.

— Acho que sim. – Eu disse com um pouco de medo. – O que você vai querer?

— Um beijo, um não, vários. Quero que você me beije a noite toda.

— Menos mal, pensei que seria algo pior. – Eu disse aliviada.

— Posso tornar bem pior se você achar que estou pedindo pouco.

— Não, já está de bom tamanho.

— Ótimo.

Ele tirou o chinelo, virei meu corpo totalmente de frente para o dele, ele chegou mais perto, colocou as duas mãos em meu rosto carinhosamente, mas antes mesmo que pudéssemos nos aproximar alguém bateu à porta. Edward rolou os olhos e se afastou.

— Quem é? – Gritei.

— É o seu pai. – Gritou a voz do lado de fora. – Abra a porta.

— Pra que pai? – Perguntei com o coração pulsando fortemente. – Vou dormir agora.

— Bella, abre a porta por favor, vou ter que pedir de novo?

Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus! Se acalme Bella, se acalme, qualquer coisa foi o Edward quem te forçou, você não fez nada, – ainda – você nunca nem mesmo o beijou. – ainda.

— Se esconde. – Sussurrei para Edward.

— Onde? – Ele sussurrou de volta.

— No... – Olhei imediatamente para o guarda-roupa e para a cama.

— No guarda-roupa ou embaixo da cama.

— Não, não mesmo.

— Por favor.

— Bella! – Gritou meu pai. – Por que está demorando tanto?

— Já estou indo. – Respondi a ele.

— Vou me esconder no banheiro. – Edward sussurrou.

— Tá bom, mas se você vir que alguém vai entrar, corre para o box.

— OK.

Ele foi para o banheiro e fechou a porta, fui até a porta do quarto e abri para meu pai, e para a minha surpresa ele estava acompanhado de uma garota que aparentava ter uns quinze anos.

— Quem é essa? – Perguntei tentando ser o mais simpática possível. Acho que não tive muito sucesso já que estava revoltada por ser interrompida na hora que ia beijar o cara mais lindo da faculdade, aliás, o cara mais lindo que eu já vi! – Perdão, quem é você? – Olhei para ela, e tentei ser mais amável, afinal a menina não tinha culpa.

— Ela se chama Silvia Mayers. – Meu pai a apresentou. – É irmã de Elisabeth Mayers de letras.

— Não conheço a Elizabeth, mas prazer em te conhecer. – Estendi minha mão e ela apertou.

— Filha, será que ela pode dormir aqui hoje?

— Por quê? Ela está sem quarto? – Perguntei.

— Por hoje sim, ela vai ficar até domingo com a irmã, mas só chegou hoje à noite, nós ainda não providenciamos um quarto para ela, amanhã já vai estar hospedada.

— Tudo bem. – Tentei disfarçar meu desanimo. – Seja bem vinda.

A menina entrou no quarto com uma mala nas mãos e uma mochila nas costas.

— Seja gentil com a menina meu amor. – Papai disse ao meu ouvido e depois se afastou. – Espero que se divirtam.

— Pode deixar. – Eu disse para as duas coisas que ele falou.

Ele se foi e fechei a porta.

— Vou ir ao banheiro. – Ela disse.

— Não! – Gritei e ela arregalou os olhos como quem questiona se fez algo de errado. – Quer dizer, você pode ir, mas eu preciso ajeitar umas coisinhas antes, me perdoe por gritar, não tive essa intenção, você vai tomar banho?

— Não, só vou escovar os dentes.

— OK, só um instantinho. – Corri até o banheiro, mandei Edward ficar no box e depois saí. – Pode ir.

Ela foi até o banheiro, escovou os dentes de porta aberta mesmo, depois saiu.

— Anjinho. – Eu a chamei carinhosamente. – Você se importa de fechar a porta?

— Não. – Ela disse enquanto fechava.

— Obrigada. – Eu disse e depois mudei de assunto. – E então Zoey, qual é a sua idade?

— Eu tenho quatorze anos. E você?

— Dezoito.

— Ter dezoito anos deve ser muito legal, minha irmã tem dezessete.

— Na minha opinião quatorze e dezoito é a mesma coisa, a única diferença é que com quatorze eu estava no nono ano e agora com dezoito estou na faculdade.

— Mas com quatorze você não devia ser tão bonita quanto é hoje.

— Ah, obrigada! Na verdade eu não mudei muito, cresci alguns centímetros, meus seios também cresceram um pouco, bem pouco mesmo, tinha espinhas no rosto e usava aparelho dental.

— E isso é porque você não mudou muito. – Ela disse irônica e nós sorrimos.

— Tem razão, eu mudei bastante fisicamente, é que cada dia nós mudamos um pouco, só não percebemos.

— É, você tem razão.

Arrumei uma cama para ela no chão, ela se deitou e nós dormimos. No dia seguinte eu levantei oito e meia da manhã e fui ver Edward, ele estava dormindo sentado no boxe. Ajoelhei em sua direção.

— Edward. – Sussurrei ao seu ouvido. – Acorde.

Ele abriu os olhos devagar e sorriu para mim.

— Bom dia. – Ele disse.

— Bom dia. – Respondi. – Vamos tomar café-da-manhã?

— Vamos, cadê a menina?

— Eu vou descer com ela e você desce depois.

— Tá bom.

— Vou tomar banho, mas você não pode sair ou ela vai te ver.

— Já estou começando a gostar da história.

— Não Edward, você não pode espiar é sério.

— Vou tentar.

— Vai tentar não, não vai espiar, promete?

— Hum. – Ele disse fazendo cara de sacrifício.

— Edward.

— Tá, prometo.

Saí do banheiro, peguei minha roupa bem quentinha, pois o dia amanheceu chuvoso e frio, entrei no banheiro, a coloquei num gancho que ficava ao lado do boxe, olhei para Edward sentado.

— Vai, senta ali fora. – Eu disse.

— Tá bom.

Ele levantou e se sentou no chão, ao lado da pia, fechei a cortina do boxe, desfiz minhas tranças, tirei meu pijama, depois minhas peças íntimas, liguei o chuveiro e entrei debaixo d’água, quando eu olhava para a cortina, conseguia ver a sombra de Edward sentado no chão, peguei minhas roupas recém usadas e coloquei no pequeno cesto de roupa suja que ficava dentro do boxe mesmo, me ensaboei, depois passei xampu e condicionador em meus cabelos e me enxaguei, desliguei o chuveiro, me sequei com a toalha que eu pendurei no boxe, só tinha me esquecido de pegar o cetim.

— Edward. – Eu o chamei.

— Oi?

— Pega uma caixinha que está em cima do armário do banheiro pra mim por favor.

Vi a sombra dele que se levantou

— Uma caixinha branca com um laço rosa em cima?

— Sim. Agora abre e pega duas fitas rosa bebê.

— Tá. Nossa, tem muita fita aqui.

— Eu sei, pega o pente também.

Ele me entregou pelo canto da cortina, fiz minhas tranças, vesti meu sutiã, minha blusa e minha calcinha, mas agora eu tinha um problema, o boxe estava molhado e eu ia molhar a barra da calça se a vestisse ali.

— Edward. – Eu o chamei novamente.

— Oi?

— Vira de costas, porque vou ter que sair e vestir minha calça aí pra não molhar a barra dela.

— Você está de calcinha?

— Sim.

— Então para de besteira, quando você vai à praia de biquíni você está de calcinha e um monte de gente que você nem conhece te vê desse jeito.

— Mas é diferente.

— Por quê? Sua calcinha é transparente?

— Claro que não.

— Tá furada?

— Nem vou responder.

— Então, para de besteira.

— Tá bom.

Eu saí timidamente do boxe, colocando minha calça na frente de minhas intimidades e Edward sorriu para mim, ele estava reparando lá, senti meu rosto queimando, eu devia estar vermelha.

— Hello Kitty, que meigo! – Ele disse em referencia a minha calcinha.

— Para de reparar.

— Ah, desculpa, sou homem, não dá pra resistir.

Vesti minha calça o mais rápido que pude para me esconder de seus olhares que me fuzilavam, depois de vestida, coloquei meu cardigã e guardei as fitas que estava usando anteriormente na caixinha, depois saí, deixando Edward lá, sozinho, mas voltei pouco tempo depois, já que tinha esquecido de escovar os dentes, saí do banheiro e acordei Zoey delicadamente.

— Zoey. – Sussurrei. – Acorde anjinho.

— Bom dia. – Ela disse ao acordar.

— Bom dia, vamos descer, sua irmã deve estar esperando.

— Posso tomar um banho rápido.

— Claro, mas você pode fazer um favorzinho pra mim antes?

— Qual?

— Pega um cafezinho na cozinha aqui em baixo?

— Sim, vou arrumar a cama primeiro.

— Não, pode deixar que eu arrumo.

— Mas...

— Eu insisto.

— Tudo bem.

Ela saiu e eu fechei a porta.

— Edward, vem aqui.

Ele veio até mim em pouco tempo.

— Ela foi buscar o café, você tem que pular a janela.

— Por que não posso sair pela porta?

— Ninguém pode te ver saindo do meu quarto, e se contam pro meu pai?

— Ah, tá bom.

Ele escalou a janela e depois foi até a casa dos estudantes, eu arrumei a cama e Zoey chegou com o café e foi para o banheiro, fui até a janela e joguei o líquido, eu odiava café, depois ela saiu do banho e nós descemos, fomos até o refeitório, vi Edward lá, que sorriu torto para mim assim que me viu, mordi os lábios e pisquei para ele timidamente que piscou de volta. Elisabeth, a irmã de Zoey, nos encontrou.

— Obrigada por cuidar dela essa noite.

— De nada. – Ela não fazia ideia do quanto à estadia de sua irmã estraga prazeres tinha me prejudicado.

Por mais que eu soubesse que sequer cogitar querer Edward era extremamente errado isso não me impedia, eu já não estava mais em um estágio de completa negação, não queria ficar com ele, nem enfrentar nada por ele, só o queria uma noite e nada mais, acalmem-se, não pensem besteira, eu queria apenas beijá-lo, assumidamente essa era uma das coisas que eu tinha que fazer antes de morrer.

Notas finais
E aí? Gostaram do Ed defendendo a Bella *-* E quanto a esse lance de "foco". Qual é a opinião de vocês? Me digam!