Jacob


O veículo deixou o Upper East Side pouco depois das dez da noite.

Eu não tinha o hábito de acompanhar pessoalmente pessoas até em casa. Havia motoristas, seguranças e homens suficientemente bem pagos para cumprir esse tipo de tarefa sem que eu precisasse desperdiçar meu tempo atravessando Manhattan. Naquela noite, entretanto, a situação era diferente. Renesmee acabara de aceitar tornar-se minha esposa e, minutos antes, havia me contado por que fugira da Pensilvânia e o motivo real de ter voltado à minha casa.

Richard Coleman.

Ouvi toda a história sem interrompê-la. O emprego no Riverside Diner, os comentários que começaram pequenos, as aproximações que se tornaram cada vez mais invasivas, os avisos de Emma e, finalmente, a noite em que Coleman esperara até que Renesmee estivesse sozinha para tentar violentá-la. Ela me contou como o acertara na cabeça com o primeiro objeto pesado que conseguira alcançar e como fugira sem saber se o havia matado. Contou sobre a polícia, sobre a influência que ele possuía na região e sobre o medo de que ninguém acreditasse na palavra de uma órfã de vinte anos contra a de um empresário conhecido.

Depois veio a ligação.

Coleman encontrara Emma e ameaçara os filhos dela.

Renesmee não me pedira que matasse o homem.

Não me pedira vingança.

Seu terceiro pedido fora muito mais simples.

Proteja Emma e as crianças.

Eu concordara.

O restante discutiríamos depois.

Renesmee permaneceu em silêncio durante boa parte do trajeto até o Bronx. Sentada ao meu lado no banco traseiro, mantinha a bolsa sobre as pernas e observava as ruas pela janela. Ainda estava tensa, embora consideravelmente menos do que estivera no meu escritório. Em algum momento, provavelmente compreenderia que eu não fazia promessas por cortesia.

Quando dizia que alguém estava sob minha proteção, a questão deixava de ser discutível.

O veículo entrou em Mott Haven e reduziu a velocidade. Observei a região pela janela. Não precisava conhecer aquele bairro para perceber imediatamente quantos problemas de segurança o endereço apresentava. Ruas movimentadas, prédios antigos, entradas facilmente acessíveis e pessoas demais circulando para que qualquer desconhecido fosse notado rapidamente.

Meu olhar passou para Renesmee.

Ela vivera ali durante os últimos dias.

Sozinha.

Coleman já demonstrara capacidade de encontrar uma mulher na Pensilvânia apenas para obrigá-la a voltar. Não existia razão para presumir que demoraria muito a descobrir onde Renesmee estava em Nova York.

O carro parou diante do prédio.

Ela olhou para mim.

— É aqui.

— Eu sei.

Renesmee franziu discretamente a testa.

— Claro que sabe.

Ignorei o comentário.

— Às sete da manhã um carro virá buscá-la, senhorita Miller. Esteja pronta.

Ela assentiu.

— Estarei.

— Traga apenas seus objetos pessoais.

— Não tenho muito mais do que isso.

Eu sabia. Seu levantamento já me informara o suficiente sobre a situação financeira dela antes mesmo daquela noite.

Renesmee colocou a mão sobre a maçaneta, mas a detive antes que abrisse a porta.

— Senhorita Miller.

Ela se virou.

— Sim?

— Hoje mesmo começarei a cumprir o terceiro pedido do nosso acordo.

A mudança em seu semblante foi imediata.

A postura defensiva desapareceu por um instante, substituída por algo que eu não esperava ver tão cedo naquela mulher. Alívio. Não completo, porque ela ainda estava assustada demais para isso, mas suficiente para que seus olhos perdessem parte da tensão que carregavam desde que entrara no meu escritório.

— O senhor vai ajudar Emma?

— Eu disse que ajudaria.

— Eu sei, mas...

— Não faço promessas para tranquilizar pessoas, Renesmee. Quando digo que vou resolver alguma coisa, significa que já comecei.

Ela me observou por alguns segundos.

— Obrigada.

— Agradeça quando sua amiga estiver segura.

Renesmee assentiu.

— Boa noite, senhor Black.

— Boa noite, senhorita Miller.

Ela abriu a porta e saiu.

Esperei.

Renesmee atravessou a calçada e entrou no prédio. A porta fechou atrás dela alguns segundos depois.

Só então peguei o telefone.

Embry atendeu quase imediatamente.

— Don.

Olhei para a entrada do prédio.

— Chapeuzinho está na casa da vovó.

Houve uma pequena pausa.

Embry conhecia o código.

— O perímetro está limpo. Nenhuma movimentação suspeita desde que chegamos.

— Quantos homens?

— Doze. Quatro no quarteirão, dois cobrindo os fundos, dois no prédio e quatro distribuídos nas ruas de acesso. Ninguém se aproxima sem ser identificado.

Doze.

Depois do que acontecera com Claire, aquele número já não me impressionava.

— Ela é prioridade esta noite. Ninguém dorme.

— Sim, Don.

— Se alguém que não pertence à rotina do prédio aparecer, quero saber antes que chegue à porta dela. Não intervenham sem necessidade. Renesmee não sabe que estão aí.

— Entendido.

— Amanhã, quando o carro chegar, dois veículos acompanham o trajeto até a mansão.

— Será feito.

Desliguei.

O motorista olhou para mim pelo retrovisor.

— Podemos ir, Don?

Guardei o telefone por alguns segundos, ainda olhando para o prédio.

— Sim.

O carro começou a se mover.

Eu já estava fazendo outra ligação.

Rachel atendeu depois de alguns toques.

— Jacob? Sabe que horas são?

— Sei.

— Então alguma coisa aconteceu.

— Preciso que vá à mansão cedo amanhã e ajude nossa mãe.

— Com o quê?

— A futura senhora Black entra na casa amanhã de manhã.

O silêncio do outro lado foi longo o suficiente para me divertir.

— Desculpe. A futura o quê?

— Você ouviu.

— Você vai se casar?

— Sim.

— Com Bree?

Minha expressão endureceu.

— Não.

— Então com quem?

— Renesmee Miller.

— Eu deveria saber quem é?

— Não.

Rachel permaneceu em silêncio novamente.

— Jacob, você não pode ligar depois das dez da noite, dizer que vai se casar amanhã com uma mulher que eu nunca ouvi mencionar e esperar que minha primeira pergunta seja sobre decoração.

— Não vamos nos casar amanhã. Ela vai se mudar amanhã.

— Isso melhora muito pouco a situação.

— Rachel.

Minha irmã suspirou.

— Está bem. O que precisa?

— Um quarto preparado para ela.

— Seu quarto?

— Não.

Pelo menos por enquanto.

— Prepare a suíte ao lado da minha. Quero tudo pronto antes das sete e meia.

— Certo.

— Ela chega apenas com objetos pessoais. Providencie roupas suficientes para as primeiras semanas. Dia, noite, compromissos formais, sapatos e tudo que for necessário.

— Você sabe o tamanho dela?

— Sarah sabe.

Rachel soltou uma pequena risada.

— Naturalmente nossa mãe sabe.

— Providencie também joias.

— Que tipo?

— Apropriadas à posição que ela ocupará. Nada excessivo no início.

— Você acabou de pedir um guarda-roupa inteiro, joias e uma suíte preparada antes do café da manhã e quer que eu evite excessos.

— Exatamente.

— Mais alguma ordem impossível?

— Quero alguém de confiança para ajudá-la.

Rachel ficou mais séria.

— Uma assistente?

— Alguém que conheça nossa rotina, saiba como funcionam os eventos, possa acompanhá-la nas primeiras semanas e tenha inteligência suficiente para perceber quando deve falar e quando deve manter a boca fechada.

— Posso cuidar disso.

— Não quero ninguém ligado aos Cullen.

— Entendi.

— E Rachel...

— Sim?

— Não a interrogue.

— Eu jamais faria isso.

Conhecia minha irmã. — Rachel.

Ela riu.

— Está bem. Prometo me comportar. Pelo menos até ela gostar de mim.

— Amanhã.

— Estarei lá.

Desliguei.

O carro já avançava em direção a Manhattan quando fiz a última ligação.

Paul atendeu imediatamente.

— Don.

— O jatinho está pronto?

— Abastecido e com tripulação aguardando. Embry disse que talvez precisássemos sair ainda esta noite.

— Precisamos.

— Qual o destino?

Olhei novamente pela janela. As luzes do Bronx passavam rapidamente pelo vidro enquanto eu pensava na mulher que acabara de deixar sob a vigilância de doze homens sem que ela sequer soubesse.

Renesmee acreditava que nosso acordo começaria na manhã seguinte, quando atravessasse os portões da minha casa com uma mala.

Estava enganada.

O acordo começara no instante em que eu aceitara suas condições.

— Allentown, Pensilvânia.

Paul ficou em silêncio apenas o tempo necessário para compreender que aquela não seria uma viagem social.

— Quando partimos?

— Assim que eu chegar ao aeroporto.

— Vou avisar a tripulação.

— E Paul, quero tudo o que existir sobre Richard Coleman antes de pousarmos. Empresas, propriedades, contas, processos, relações políticas, policiais que frequentam o estabelecimento dele e qualquer denúncia feita contra aquele homem nos últimos dez anos.

— Entendido.

— Descubra também onde estão Emma e os filhos.

— Mais alguma coisa?

— Sim. Ninguém toca em Coleman antes de eu decidir o que fazer com ele.

— Sim, Don.

Encerrei a ligação e guardei o telefone.

Eu havia prometido a Renesmee que protegeria a amiga.

Ela ainda não me conhecia o suficiente para compreender uma coisa muito simples sobre mim: eu não costumava resolver metade de um problema.




A manhã em Allentown estava cinzenta quando terminei a primeira xícara de café.

Eu havia dormido pouco mais de duas horas. Não era algo que me incomodasse. Ao longo dos anos, aprendera a funcionar com muito menos quando necessário, e aquela viagem não tinha sido feita para descanso. O jatinho pousara ainda de madrugada, e de lá seguimos diretamente para o hotel. Enquanto eu tomava banho e trocava de roupa, Paul e os homens haviam continuado o trabalho iniciado antes mesmo de sairmos de Nova York.

Escolhi uma mesa afastada no restaurante reservado do hotel. Àquela hora, havia poucos hóspedes. O café da manhã diante de mim permanecia praticamente intocado, com exceção do café preto que um funcionário já repusera duas vezes. Meu telefone estava ao lado da xícara. Havia uma mensagem de Sarah informando que William chegara bem à escola no dia anterior e outra, recebida naquela manhã, dizendo que Claire continuava furiosa e se recusara a tomar café.

Nada inesperado.

A terceira mensagem era de Rachel.

Tudo preparado. Sua futura esposa não vai poder reclamar nem das toalhas. E eu ainda quero uma explicação.

Ignorei a última parte.

Renesmee deveria estar acordando naquele momento, provavelmente organizando a pouca coisa que possuía para deixar o Bronx às sete. Não sabia que doze homens haviam passado a noite protegendo o prédio onde dormia. Também não sabia que eu estava a quase cento e cinquenta quilômetros de Nova York tratando pessoalmente do problema que a fizera voltar à minha casa.

Eu preferia assim.

O som de passos me fez levantar os olhos.

Paul entrou no restaurante acompanhado de um dos homens. Usava a mesma roupa escura da noite anterior e trazia um envelope nas mãos. Aproximou-se da mesa, dispensou o homem com um gesto e ocupou a cadeira à minha frente apenas depois que indiquei que podia fazê-lo.

— Bom dia, Don.

Ele colocou o envelope diante de mim.

— Bom dia.

Peguei-o.

Era mais espesso do que esperava.

— Encontraram Coleman?

— Encontramos.

Abri o envelope.

Fotografias, documentos, registros comerciais e algumas páginas com informações preliminares estavam organizados ali. A primeira fotografia mostrava Richard Coleman diante do Riverside Diner.

Quarenta e três anos.

A aparência comum de um homem que provavelmente passara tempo demais acreditando que sua posição naquela pequena estrutura local lhe dava poder suficiente para fazer o que desejasse.

— Onde ele está?

— Esperando pelo senhor.

Levantei os olhos.

— Voluntariamente?

Paul sorriu discretamente.

— Não exatamente.

Voltei à fotografia.

— Está ferido?

— Não. Segui sua ordem. Ninguém tocou nele.

— Ótimo.

Retirei outra folha.

O Riverside Diner não era o grande empreendimento que Coleman provavelmente gostava de fazer parecer. Havia sido herdado do pai, juntamente com dois imóveis comerciais e participação em uma pequena empresa de distribuição. Possuía dinheiro suficiente para ser relevante naquela cidade, mas não o bastante para compreender a diferença entre influência local e poder real.

Havia nomes anotados ao lado.

Um policial.

Um funcionário do tribunal do condado.

Um vereador.

Alguns empresários.

Pequenas relações construídas durante anos e provavelmente suficientes para convencer uma garota de vinte anos, sem família e sem dinheiro, de que a palavra dela jamais teria o mesmo peso que a dele.

Coleman cometera o erro comum de homens pequenos.

Confundira o tamanho do próprio mundo com o tamanho do mundo inteiro.

Fechei o envelope.

— E a amiga de Renesmee?

— Resolvido.

Minha atenção voltou imediatamente para Paul.

— Defina resolvido.

— Os homens entraram na casa pouco depois das cinco. Encontramos dois sujeitos de Coleman do lado de fora e outro acompanhando a rotina da família. Foram retirados sem chamar atenção. A mulher e as crianças estão bem. Assustadas, mas ninguém foi ferido.

— Emma sabe quem somos?

— Sabe apenas que fomos enviados para protegê-la a pedido de Renesmee. Não demos detalhes.

Assenti. — Melhor assim.

— Ela fez muitas perguntas.

— Imagino.

— Principalmente sobre Renesmee. Queria saber onde ela estava, se estava segura e por que homens que chegaram em três carros estavam dizendo que precisavam levá-la para Nova York imediatamente.

— E o que respondeu?

— Que Renesmee está segura e que explicará tudo pessoalmente quando puder.

Era suficiente. — Onde estão agora?

— No jatinho.

Olhei para o relógio. — Já decolaram?

— Há cerca de vinte minutos. Estão sendo levadas exatamente para onde o senhor pediu. O apartamento está pronto, a segurança já verificou o prédio e dois homens permanecerão com elas até receberem nova ordem.

— As crianças?

— As duas estão com Emma.

— Quero escola resolvida assim que ela decidir se ficará em Nova York. Não faça matrícula nem mude a vida das crianças sem conversar com a mãe primeiro.

Paul assentiu. — Já avisei aos homens.

— E emprego?

— Ainda não falei com ela.

— Não fale. Rachel cuidará disso quando Emma estiver instalada. Quero uma vaga legítima em uma das empresas, compatível com o que ela sabe fazer. Nada inventado apenas para colocar um salário na conta.

Paul me observou por um momento.

— A senhorita Miller pediu tudo isso?

Tomei o restante do café antes de responder.

— Ela pediu que eu protegesse a amiga e os filhos.

— E o senhor está trazendo os três para Nova York, dando apartamento, segurança e emprego.

Coloquei a xícara sobre o pires.

— Coleman já demonstrou que sabe onde eles moram, onde as crianças estudam e como usar a rotina deles para ameaçá-los. Retirar Emma da casa por dois dias e devolvê-la depois seria adiar o problema, não resolvê-lo.

— Entendido.

Peguei novamente o envelope.

— O que encontrou sobre a acusação de Renesmee?

Paul ficou mais sério.

— Coleman foi hospitalizado com traumatismo craniano e recebeu pontos. Disse à polícia que Renesmee o atacou durante uma discussão sobre dinheiro e fugiu levando parte do caixa.

Minha expressão endureceu.

— Ela mencionou dinheiro roubado?

— Não.

— Porque não roubou.

— Também chegamos a essa conclusão. O problema é que o caixa realmente apresentou diferença naquela noite.

Aquilo me interessou.

— Quanto?

Paul disse o valor.

Pequeno demais para justificar tudo aquilo. Grande o suficiente para ser acrescentado a uma acusação.

— Conveniente.

— Bastante. Estamos verificando os registros bancários e quem fechou o caixa. Há mais.

Esperei.

— Duas antigas funcionárias.

— O que têm?

— Uma trabalhou para Coleman quatro anos atrás e outra, há pouco mais de um ano. As duas saíram abruptamente. Uma registrou reclamação informal por comportamento inadequado, mas não levou adiante. A outra nunca denunciou. Nossos homens estão tentando localizá-las.

Apoiei as mãos sobre a mesa.

Renesmee me contara que Coleman começara com comentários, olhares e toques que sempre podiam ser apresentados como acidentes. Um padrão daquele tipo raramente começava com uma única mulher.

— Encontre as duas. Não ofereça dinheiro por depoimento e não diga o que queremos ouvir. Quero a verdade. Se houver mensagens, testemunhas, registros ou qualquer coisa que confirme um padrão, nossos advogados recebem tudo.

— Certo.

— E as câmeras do restaurante?

— Coleman disse à polícia que o sistema estava desligado naquela noite.

Soltei uma pequena respiração pelo nariz.

— Naturalmente.

— Estamos verificando estabelecimentos próximos. Há uma farmácia do outro lado da rua com câmera externa e um estacionamento a menos de cinquenta metros. Se Renesmee saiu no horário que disse, talvez consigamos confirmar pelo menos o estado em que ela deixou o restaurante.

Isso seria útil.

Eu não precisava fabricar inocência para Renesmee.

Precisava apenas impedir que Coleman comprasse a verdade.

Levantei-me e abotoei o paletó.

Paul também se levantou.

— Mais alguma coisa antes de sairmos?

Olhei para a fotografia de Coleman sobre a mesa.

Naquela mesma manhã, Renesmee entraria em minha casa para começar uma vida que provavelmente ainda não compreendia. Havia negociado comigo tentando parecer mais segura do que realmente estava e, no final, entregara a única coisa que verdadeiramente queria em troca de aceitar meu acordo: a segurança de outra mulher e de duas crianças.

Eu havia aceitado.

Agora cumpriria minha parte.

Guardei a fotografia dentro do envelope e o entreguei a Paul.

— Está na hora de conversar com o senhor Coleman.

Paul pegou o envelope.

— O carro está esperando.

Caminhei em direção à saída do restaurante.

— Espero que ele tenha aproveitado a noite para pensar.

— Ele perguntou várias vezes quem mandou buscá-lo.

— E disseram?

— Não.

Assenti.

— Melhor.

Entramos no corredor do hotel, e Paul caminhou ao meu lado enquanto dois homens da segurança se posicionavam alguns passos atrás.

Coleman passara os últimos dias convencido de que estava perseguindo uma órfã assustada que não tinha dinheiro, família ou alguém suficientemente poderoso para protegê-la.

Ainda não sabia que essa parte havia mudado.

Eu faria questão de explicar pessoalmente.