Notas iniciais
Gente, essa e a primeira Fanfic que escrevo, espero que eu melhore conforme vou escrevendo a história e também espero que gostem do que eu escrevi *U*

Oi, meu nome é Dean Evan, tenho 17 anos, sou filho de Atena e como todo semideus tenho TDAH e déficit de atenção, já faz um ano desde que o mundo quase acabou por causa de uma certa Cara de terra. Para vocês me conhecerem melhor vou contar um pouco da minha vida:

Nasci e cresci no Texas porque meu pai, Sander Evan estava dando suas aulas de biologia lá para alunos de intercâmbio, moramos em uma casa alugada por uns 4 anos. Desde pequeno perguntava a ele onde estava a mamãe, ele sempre dizia:

–Sumiu em um incêndio- e ele nunca dizia mais nada.

Assim que nos mudamos para Budapeste, na Hungria, por causa de um pedido para diretor em uma universidade, meu pai conheceu Priscila, o maior exemplo de madrasta malvada que se possa ter existido. Ela tinha cabelos lisos por progressiva e loiros por tintura, era extremamente magra, alta e graciosa (isso não é um elogio), seu rosto altivo, cheio de plásticas e labios entupidos de botox faziam parecer que seu rosto estava sendo repuxado por duas garras, cilios postícios enormes cobriam seus olhos castanhos.Sinceramente, não sei porque meu pai se casou com aquele monstro.

Quando eu fiz 8 anos, iamos viajar para Bosttom, em uma visita a minha tia Chloe.

–Sanderson, desça logo!vamos nos atrasar!- Berrou Priscila no pé da escada, seu cabelo estava em um coque bem apertado, e ela usava um vestido com mangas até os pulsos negro- DEANIEL!!!! arrume esse cabelo garoto! não quero que pareça mais desleixado que já é!- Ela disse, entupindo meu cabelo de gél e me dando um espelho.

Me olhei no vidro. meu cabelo negro com "luzes" amarelas estava brilhando de tanto gel, que escorria até meus olhos (que a propósito são azuis), tive de pegar um pente para retirar o excesso.

–Hunf, você precisa cortar esse cabelo, está rebelde como seu pai!-falou Priscila com tom esnobe- SANDERSON, APRECE-SE!!!!

–Já vou!!- respondeu meu pai aos berros.

ele chegou ao topo da escada e começou a descer carregando umas seis malas, três em cada mão.Ele era muito parecido comigo, cabelos bagunçados e negros com fios loiros e olhos azuis loucos e divertidos, a barriga era um pouquinho grande tipo média, a camisa caqui estava com dois botões abertos mostrando os pelos do peito e a bermuda jeans tinha o ziper aberto tambem.

–Pai, fecha o zíper por que senão . . .- falei e Priscila me deu um tapa na cabeça.

–Não use esse palavreado inadequado.

–Mas . . .- comecei e meu pai me enterrompeu antes que eu levasse outro tapa.

–Priscila, vá para o carro quero conversar com Dean .

Assim que a monstra se foi, papai se virou pra mim, deu um sorriso travesso e bagunçou meus cabelos.

–Me ajude levar as malas garotão, temos uma viagem longa até o aeroporto.

Uma hora depois chegamos ao aeroporto e compramos as passagens, entramos no avião, e Priscila começou a me encher.

–Arrume a postura, penteie esse cabelo, não durma torto, fará mal a postura.

foi assim até a primeira turbulência, duas horas e meia depois.

–Pai . . .-falei tremendo

–Calma, foi apenas um balancinho- respondeu meu pai, mas eu podia ver o medo em seus olhos.

Segunda turbulência

–Papai . . .-falei de novo

–Shhhh, vai ficar tudo bem garotão- disse papai

Depois do décimo relâmpago todos na cabine entrarão em pânico, menos uma senhora enrrugada de cabelos cor de nuvem que estava no centro do avião, ela parecia calma e feliz.

–Sanderson, o que está acontecendo??- Priscila disse como se a culpa fosse de meu pai.

–Papai . . .-um raio acertou o avião em cima da senhora enrrugada.

. . .

–PAI!!!!!!- acordei gritando, estava atordoado, minha cabeça girava e só lembrava de alguns detalhes do que havia acontecido antes de apagar, a senhora se transformara em um demônio com asas e BUM apaguei. estava em uma cama macia com lençóis brancos, na parede havia um poster escrito: Não se abata, esse trabalho é feito nos jogos. E encima da frase havia um . . . homem-cavalo fazendo um jóinha?

–Ele já acordou . . .- ouvi uma voz masculina por detrás da porta

– sim- disse uma feminina- eu sei!

Uma garota entrou no quarto, devia ter mais ou menos a minha idade, cabelos loiros e olhos tempestuosos.

–Oi- ela disse- meu nome é Annabeth.

Notas finais
espero que tenham gostado c: