Notas iniciais
Voltei queridinhos. Emma ainda vive no armário, sabe que não gosta de pirok mas está confusa, fugiu da pobre Regina. Com esta bela recapitulação continuo minha historinha, espero que gostem, beijos de luz e boa leitura!

Emma contou para Mary da situação de Regina, que começou a cuidar da moça para que ficasse saudável. Dias se passaram e a loira manteve o mínimo de contato com a morena, precisava esquecer o que sentia, mesmo que fosse afastando-se do que lhe fazia tão bem. Até que em uma noite, quando Emma desceu com o jantar da morena, assim que estava subindo as escadas começou a ouvir um choro baixo e voltou imediatamente.

– O que foi Regina? Você está bem?

– Não, não estou bem.

– O que você tem?

– Sinto falta de você Emma! Desde que você soube da minha situação você se distanciou, o que foi? Você pegou nojo de mim?

– Jamais! Só estava tentando te proteger.

– Me proteger? Me proteger de que? Você acha que me deixando aqui embaixo sozinha você está me protegendo de algo?

– Eu estava te protegendo de mim! — respondeu a loira, exasperada.

– Não estou te entendendo Emma.

– Deixa eu te explicar uma coisa, quando eu te vejo chorando, ou melhor, quando eu te vejo, em geral, eu não quero só te abraçar e ser sua amiga, e eu preciso tirar isso de mim, não deveria estar sentindo essas coisas não é mesmo?

– Eu também não te quero só como uma simples amiga — Regina a abraçou, se acomodou no peito da loira e ali sentiu-se protegida. Lentamente levantou a cabeça, fechou os olhos e encostou seus lábios nos de Emma, sentiu a maciez de sua boca e abriu os olhos, dando um sorriso para a loira, que foi correspondido. As duas nem entendiam muito o que estavam fazendo, e não queriam estragar o momento com palavras, deitaram no colchão, abraçadas, e se beijaram docemente por um longo período de tempo. Só quando a fome bateu de verdade as duas resolveram sair do abraço. Comeram silenciosamente, e voltaram para o colchão, Emma deitou e Regina fez o mesmo, a loira envolveu sua cintura por trás e encaixou seu queixo no ombro da morena.

– Você está mesmo querendo um relacionamento com uma mulher, judia e grávida? — Regina perguntou, ainda não acreditando no quanto tudo aquilo era surreal.

– Eu que te pergunto, você está disposta a encarar todo um julgamento por essa escolha amorosa? Tenho medo por você, você é só uma menina.

– Pare de falar bobagens Emma. Eu peguei nojo de homens, jamais vou querer pertencer a algum. E você, bem, me cativou, eu não tenho medo, já sou julgada só por ser judia, o que mais eles poderiam fazer?

– Eu não sei, só sei que vou te proteger. Eu não sei como aconteceu, só sei que te amo demais Gina — disse a loira, apertando o abraço entre elas.

– Eu também te amo loira, mais do que eu poderia imaginar — Regina acomodou-se nos braços da loira e sem querer as duas pegaram no sono. Era meia-noite e Mary deu por falta de sua filha, ela havia passado toda a noite lá embaixo. Emma acordou com a porta do alçapão se abrindo e acordou Regina, as duas sentaram-se rapidamente.

– Emma já está na hora de ir dormir, é tarde, Regina deve estar cansada — disse Mary.

– Acho que vou dormir por aqui esta noite.

– Por quê?!

– Não quero deixar Regina sozinha, ela está grávida mãe! E eu como a boa amiga que sou farei companhia a ela. Vou pegar um colchão ali pra mim, ficarei bem — Emma achava ridículo que com sua idade ainda tinha que dar satisfações para a mãe, mas assim era Mary.

– Tem certeza? Acha isso mesmo necessário? — Mary não tinha engolido muito bem aquela história.

– Sim. Talvez eu comece a dormir por aqui toda noite, eu odiaria passar todas as minhas noites sozinha, num subsolo malcheiroso. Não quero isso para a minha amiga, então boa noite mãe — Emma pegou o outro colchão de solteiro que havia lá e o colocou do lado do da morena. Mary subiu contrariada, mas conhecia sua filha, sabia que de nada adiantaria tentar convencê-la de aquilo era desnecessário.

– Então a partir dessa noite terei você dormindo aqui comigo? — perguntou Regina, muito feliz com a ideia.

– Se você me aguentar e não me expulsar, sim, ficarei por aqui — Emma deitou em seu colchão e as duas dormiram de mãos dadas.

Dias se passaram, Emma passava quase o dia inteiro no subsolo da casa, conversando e curtindo a morena. Mary e David atribuíam toda essa atenção da loira ao fato de que Regina havia se tornado muito amiga dela e além disso estava grávida. Numa noite de domingo, atendendo a pedidos de sua mãe, Emma jantou com seus pais, conversou um pouco com eles e logo saiu correndo para o abrigo, não gostou da ideia de deixar Regina comendo sozinha naquele quartinho.

– Cheguei — disse Emma, descendo e fechando a porta do alçapão — me desculpa amor, minha mãe me obrigou a comer lá em cima.

– Tudo bem Emma, agora eu te tenho só pra mim — respondeu a morena, que estava deitada no colchão e puxou a loira sobre si, dando um quente e demorado beijo nela.

– Cuidado Gina, o bebê — Emma estava com medo de machucar a barriga da morena, já que ela estava por cima dela. Regina estava estranha, parecia fora de si, com uma estranha chama em seus olhos, ela fez a loira se sentar com as costas coladas na parede e com as pernas abertas sentou-se no colo dela. Elas se beijavam vorazmente, Emma corria suas mãos por toda a extensão do pescoço e costas da morena. Regina começou a cavalgar no colo da loira, e pegou a mão que estava na sua cintura, passou-a pela sua bunda e colocou a mão de Emma em seu sexo, que se encontrava encharcado.

– Eu preciso — disse Regina, pausadamente.

– Pode machucar o bebê Gina, tenho medo — respondeu a loira, mesmo querendo muito fazer aquilo.

– Mas eu preciso, preciso de prazer, preciso de você — pediu a morena — dentro de mim.

– Tenho uma ideia — disse Emma, dando um longo beijo na boca de Regina. Ela tirou a blusa da morena, abriu seu sutiã e começou a dar leves beijos nos seios da morena, que rapidamente se transformaram em chupões, ela com sua boca e mãos estimulava a morena, desceu sua boca pelo ventre dela, puxou o cobertor que cobria as pernas da morena e viu que ela estava só de calcinha — vou te dar o prazer que você tanto quer, sua menina levada, você nem acreditará no que vai sentir.

Com um sorriso safado no rosto, Emma tirou a calcinha da morena a sua frente, encaixou as pernas delas em volta de seu pescoço e começou a dar leves selinhos no clitóris da morena, arrancando dela altos suspiros. Começou a dar umas lambidas, e sentir o sabor de Regina, que era o melhor que já tinha experimentado, não a penetraria com seus dedos, tinha medo pela saúde do bebê, era ignorante nessa área e não perguntaria para a mãe se era seguro ou não portanto não arriscaria, então teria que fazer justiça com a própria boca. Invadiu a morena com sua língua, a penetrando e chupando, e suas mãos não paravam em lugar algum, passavam pela bunda, coxas e ventre da Regina. Emma sentia todo o sabor de sua amada e não sairia dali enquanto ela não atingisse seu êxtase, a loira pousou suas mãos na barriga de Regina, de quase 6 meses, e a massageou enquanto sua boca dava o prazer que ela tanto precisava.

– Eu vou, eu vou go- Regina foi interrompida pelo seu orgasmo que veio como uma corrente de energia, amolecendo todo o seu corpo. Ela arfava e segurou as duas mãos de sua amada, que se encontravam uma de cada lado do seu ventre, depois de alguns segundos conseguiu falar — obrigada, eu te amo.

Emma levantou sua cabeça e levou seus lábios até o ventre de Regina e depois para os lábios dela — eu te amo mais, amo tudo que há em você, e a propósito, não ache que isso vai se repetir por enquanto, nós somos responsáveis por uma vidinha — a loira sorriu e deu um longo beijo na morena.

– Nós somos? Você se inclui nessa roubada?

– Eu quero participar da vida dessa criança, e se você querer e deixar posso até ser mãe ou pai dela, o que você quiser haha.

– Acho que duas mães seria ótimo — respondeu a morena. As duas deitaram de conchinha, Regina envolta pelos braços de Emma que massageavam seu ventre, a loira adorava fazer aquilo, e Regina é claro, nunca reclamaria.

Notas finais
Estão vomitando arco íris? Ou não? Uma amiga minha falou que eu fui rápido demais, que é muito fogo e paixão de uma vez só. Na boa? Foda-se. Minha vida amorosa ta um desastre como sempre, estou mais carente que uma divorciada com 7618762 filhos, então desconto nas minhas histórias, no que escrevo vai ter sempre amor do mais lindo e xeroso. Reclamou? FAÇO O DOBRO. Prometo que não serão só flores essa história mas por enquanto sim, vomitem com tanto açúcar. Como podem perceber estou meio alterada, bebida e músicas depressivas fazem isso com uma pessoa, não recomendo. Falem mal mas falem de mim então comentem e se houver uma próxima, até lá!