Notas iniciais
Por favor me desculpem! kkkkk ... estava com muitas complicações e muito perturbada pelo furacão ENEM!!! Não tinha cabeça pra mais nada! Espero que compreendam... mas aí está prontinho pra vocês o próximo fresquinho... divirtam-se! XK.

(GABRIELLE)

– Tia Gaby, tia Gaby, cadê a mamãe, ela ainda não segou da viazem? – Dylan corria em minha direção, descalça e despenteada. Enquanto eu voltava do escritório em direção aos aposentos de minha amada.

– Dylan! Eu acabei de lhe arrumar! E onde estão suas botas? – perguntei sentando-lhe na beira da cama ao meu lado, já prendendo com uma fita os cabelos dela.

– Elas me apetam tia Gaby, eu dei plo gato! – ela disse com um sorriso brincalhão.

– Ora essa Dylan gatos não usam botas!

– Nem eu também! Cadê a mamãe tia?– ela sorriu novamente, se jogando na cama.

– Já disse que sua mãe está em uma viagem a trabalho e não vai gostar de chegar e vê-la sem suas botas, vá buscá-las! Uma princesinha não pode andar descalça por aí! – disse pegando-a em meus braços e indo buscar o calçado.

– Então não quelo mais ser plincesa, tia! — cruzou os bracinhos e fez um beicinho.

– É mesmo mocinha? Pois você não tem escolha, agora vá pegue as botas e vamos vesti-las. – a pus no chão e ela foi correndo ao seu quarto e voltou com as botas e um pequeno gato de brinquedo dentro de uma delas.

– Viu tia ele gotou mais que eu! – ela ergueu uma de suas sobrancelhas, sorri, com sua expressão e com o que disse!

– Ele gostou, mas são suas! – coloquei as botas em seus pés. – Vamos até a cozinha! – falei pegando-a pela mão.

– Eu quelo a mamãe! Tô com saudade! Ela tá demolando muito. – Dylan ia resmungando.

– Dália pode preparar um copo de leite para essa garotinha resmungona? – Dália nos olhou sorrindo!

– Mas é claro! Contanto que essa garotinha me dê um beijo. – ela disse se abaixando para receber um abraço e um beijo de Dylan. Conversamos, comi uma sopa enquanto Dylan apreciava seu copo de leite com bolachas e logo em seguida eu levava a menina pelos corredores de volta aos aposentos.

– Tia, posso domir com voxê? – ela dizia com uma carinha pidona e os olhinhos azuis brilhavam como os de sua mãe.

– Pode! – sorri – Ai! – levei uma mão ao peito esquerdo e quase caio, me apoiei em uma das paredes do corredor.

– O quê foi tia! – Dylan me olhava assustada e um guarda me ajudou à levantar.

– Não foi nada, já estou bem, não se preocupe. – disse, já entrando na antecâmara com Dylan em meu encalço.

Tomei um banho e dei banho em Dylan logo em seguida. Contei à Dylan um história e ela logo adormeceu. Comecei à pensar em Xena.

– Como ela deve estar? Será que pensa em mim? – disse bem baixo como se pensasse em voz alta. Senti um cheiro de rosas e me assustei com uma fumaça rosa que se formou ao lado da cama.

– Pensa, menina e por pensar acabou com uma flecha cravada no peito! – a mulher levava uma mão ao peito como se encenasse uma peça teatral, me ajoelhei reconhecendo a figura.

– Afrodite? A que devo a honra... Flecha? Como assim flecha? Onde está Xena? O que aconteceu? – me assustei novamente ao me dar contas de suas palavras.

– Calma menina, tudo ao seu tempo, mais como me reconheceu?

– Por sua estátua no antigo templo próximo a Potédia! – respondi enquanto ela me puxava com uma das mãos fazendo com que eu me levantasse.

– Bem menina, a questão é... Você vai salvar sua Xena, ela foi atingida e precisa daquele liquido verde que está na prateleira esquerda da sala de ervas peça ao curador e volte aqui. Te levarei até Xena ela não tem muito tempo! – dizia desesperadamente, agitando as mãos.

– Mas e Dylan? – falei ainda assustada. – Atena cuidará dela. – Senti uma presença poderosa aparecer ao lado de Afrodite. Ajoelhei-me novamente.

– Ora queridinha! Levante, ande, ande não tenho todo o tempo do mundo, aliás, ela não tem! – Afrodite disse me empurrando pela porta.

– Aqui está – voltei com o medicamento em mãos sem entender nada.

– Então como vê, Atena está aqui e irá cuidar de Dylan, tomará seu lugar. – nesse momento Atena olha para mim me pisca um olho e toma minha forma se tornando idêntica; assustei-me.

– Então lindinha, Xena está muito mal, te levarei até uma embarcação perto de Creta e você aportará encontrará um soldado e dirá a ele que é a curadora da imperatriz, ele a levará à ela. – Afrodite disse olhando fixamente para mim.

– M..mas uma embarcação? Eu passo mal em barcos não sei se vou conseguir. – disse tristemente.

– Conseguirá será por pouco tempo, meu tio nos encobrirá para que Ares não saiba que estou lhes ajudando, mas para isso não posso deixa-la em Creta tenho que estar no mar que são os domínios de Poseidon. Enquanto isso Atena que é protetora de Dylan desde que nasceu, cuidará dela se passando por você, para que a menina não se assuste e ninguém no palácio perceba sua ausência. Entendeu?

– S...sim, mas quando partiremos? – perguntei aflita, quase em prantos, por minha amada.

– Agora mesmo! – disse Afrodite enquanto uma névoa rosa nos envolvia.

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(XENA)

– Senhora conquistadora acorde! – abri lentamente os olhos e me assustei.

– Quem é você! – perguntei com a visão um pouco turva.

– Tobias senhora um de seus homens, não se lembra? — O homem responde se aproximando mais.

– Ah sim claro! Não estou muito lúcida! E a flecha vocês removeram? — me recordava aos poucos dos fatos ocorridos anteriormente.

– Sim senhora, ela transpassou. Pudemos removê-la facilmente não atingiu nenhum órgão vital, perfurou um pouco abaixo da clavícula e bem acima do coração, mas... – Tobias abaixou o olhar.

– Mas? – perguntei já me alterando. Ele me estendeu a ponta da flecha que me atingiu. Senti um cheiro conhecido. – Envenenada! – disse entre os dentes.

– Sim senhora e lamento dizer que este veneno é criação sua nós usamos contra os Gauleses, portanto o antídoto só temos em ...

– Corinto! – preocupei-me.

– É, mas já enviamos um soldado ágil para ir buscar, só não sei se teremos tempo suficiente senhora. – ele novamente abaixou o olhar.

– Quanto tempo eu dormi? – já me sentia fraca novamente.

– Por três horas senhora. – Tobias respondeu.

– E qual o limite para o efeito final? – os olhos estavam turvos novamente.

– Oito horas senhora! – ele disse prontamente.

– Me perdoe Gaby, por favor, cuide de Dylan. – disse fechando os olhos novamente e de novo a escuridão.

Notas finais
Então meninas este foi pequeno eu sei... mas logo teremos mais bjos. XK