A alma da conquistadora.

11 A revolta da Guerreira


Notas iniciais
Xena foi chantageada por Ares, após a volta pro vilarejo e a cena com Lyceus e Gaby, Xena se descontrola o que será da pobre Gabrielle agora? Boa leitura!

(Gabrielle)
Passei os dias, depois que Xena havia partido pensando em como estaria, se estava bem, se comia, me preocupando com sua segurança e me pegava muitas vezes rindo, pois sabia mais que ninguém que ela saberia se cuidar mas não podia evitar pensar nela à todo momento, ao passar dos dias via Cyrene chorando. E sempre a dizia que elas estavam bem e que Xena logo chegaria com Dylan nos braços. Hoje ao anoitecer, fui à sala descansar um pouco após ajudar Cyrene na taberna e encontrei Lyceus sentado em uma das cadeiras.
–- Olá Gabrielle!
–- Oi Lyceus — disse desanimada, Lyceus havia cuidado de mim e de sua mãe e havia se comportado como um cavalheiro esses dias, não parecia aquele jovem risonho e brincalhão de quando cheguei à casa de Cyrene, claro que ele também estava muito preocupado apesar de não ter deixado transparecer em nenhum momento.
–- Porquê esse olhar triste, desanimado? — perguntou, ainda sentado.
–- Sinto falta de Xena, tenho medo que algo aconteça, creio que ela já deveria estar aqui. Já fazem quase dez noites Lyceus! — disse com lágrimas nos olhos.
–- O que é isso Gabrielle? Xena está bem à essa altura deve vir por aí com Dylan, ela deve ter passado alguma noite em Corinto para descansar e depois seguir viagem, minha sobrinha deve ter passado por situações ruins e provavelmente Xena quis distraí-la para depois voltar. — disse Lyceus se levantando e vindo em minha direção.
–- É pode ser, mas não consigo parar de pensar em Xena, não posso deixar de me preocupar, sinto muito a falta dela Lyceus. — comecei a chorar descontroladamente e Lyceus me abraçou para acalmar-me, quando...
–- Xena? — disse ele assustado. Ela olhava para mim, com aquele olhar frio que eu conhecia, mas não entendia o motivo, será que não conseguiu recuperar Dylan? me preocupei.
–- Xena, meu amor como senti sua falta, estava muito preocupada! — disse me aproximando com meus olhos ainda molhados pelas lágimas que agora aumentavam.
–- Pois não parece Gabrielle, estava muito bem consolada. — Ela disse enquanto me segurou pela camisa e me jogou no chão. Lyceus correu em minha direção para me ajudar quando Xena desembainhou sua espada e aproximou do pescoço de Lyceus, me assustei;
–- Mais um passo e esquecerei que é meu irmão! — disse ela em um tom grave entredentes e parecendo não conseguir manter seu lado negro achei que iria cortar-lhe a cabeça naquele momento. Me desesperei e tentei acalmar Xena.
–- Meu amor por favor pare com isso Xena. — quase gritei.
–- Cale-se — disse me dando um chute — minhas contas com você acerto depois. — ela disse agressivamente, caí novamente ao chão.
–- Xena calma vamos conversar — disse Lyceus erguendo as mãos e caminhando lentamente para trás. Quando sorri aliviada ao ver Dylan aparecer na porta da sala e Xena congelar no lugar.
–- Mamãe! — estava assustada com os olhos na direção da espada, sua voz fraca e chorosa.
–- O que foi Dylan? — Xena responde rapidamente e ao mesmo tempo coloca a espada nas costas encaixando na bainha.
–- O que tá fagendo com o tiu? — pergunta ainda assustada.
–- Nós só estamos brincando minha filha. — Xena sorri — Não é Lyceus? — pergunta ao irmão ameaçadoramente olhando-o nos olhos.
–- Cla...claro Dylan estamos brincando. — ele responde abaixando as mãos trêmulas.
–- E o quê a tia Gaby faz no chão? — falou me olhando dessa vez.
–- Ela estava procurando uma agulha. — disse Lyceus indo me levantar.
–- Mamãe tô com fome! — disse Dylan esticando os bracinhos para Xena pega-la no colo.
–- E o que quer comer? — perguntou sentando-se com Dylan sobre suas pernas.
–- O pão de noges da tia Gaby! — ela disse sorrindo.
–- É parece que você não se esqueceu... e então "tia Gaby" achou a agulha? — disse Xena sarcasticamente.
–- É... sim... vou à cozinha preparar, Dylan. — disse, não suportava olhar para Xena nem mais um segundo.
–- Eu ajudo voxê tia! — Dylan pulou do colo de Xena e veio correndo em minha direção.
*******
(Xena)

Não pude dormir à noite toda pensando em porquê Lyceus e Gabrielle haviam feito isso comigo e ao mesmo tempo morria de vontade de tomá-la em meus braços e beijar aquela mulher deitada ao meu lado, já que estávamos dormindo no quarto de Dylan e a pequena repousava serenamente em sua cama.
–- Mas que Hades! — exclamei.
–- O que foi Xena? — Gabrielle acordou.
–- Nada! Volte à dormir, sairemos cedo, vou ver Argo já que não consigo dormir. — disse me levantando.
–- Quer companhia? — ela perguntou.
–- Não e ainda que quisesse, não seria a sua! — respondi rispidamente, fechando a porta atrás de mim.
Ao amanhecer entrei em casa e encontrei minha mãe na cozinha.
–- O quê aconteceu ontem Xena, por que ameaçou seu irmão? — disse minha mãe muito alterada!
–- Bom dia para você também Cyrene! E porque não pergunta para seu filhinho? se bem que você devia estar apoiando essa putaria debaixo de suas vistas!
–- Não entendo! E quem te deu o direito de falar desse jeito comigo Xena, o fato de você ser a conquistadora da Grécia, não imuniza você de ser minha filha!
–- Ah mãe desculpa é que estou muito alterada com tudo isso, o Lyceus estava agarrando a Gaby mãe ! Meu próprio irmão agarrando minha... quero dizer... Ah deixa para lá você não entenderia!
–- Aí é que você se engana Xena! entendo até melhor que você! Lyceus foi um cavalheiro e cuidou de mim e Gabrielle todo esse tempo!
–- Mais dela que de você mãe! — disse eu entre-dentes.
–- Como pode pensar isso de seu irmão?
–- Como? Cheguei e a primeira coisa que vi, foram o dois agarrados!
–- Certamente deviam estar conversando e ele foi consolar Gabrielle, filha.
–- Sei bem o tipo de consolo que ela estava recebendo e sinceramente não quero falar sobre isso, dona Cyrene! — disse asperamente com um ar irônico.
–- Tudo bem Xena mas, pense bem nisso está cometendo um grande erro e pode se arrepender amargamente depois!
–- Tá bom mãe vou chamar Gabrielle e partiremos logo!

Gabrielle se despediu de minha mãe, Dylan e eu vi quando olhou para Lyceus e abaixou a cabeça, ele ficou com uma expressão acredito que, um pouco decepcionado, acho! me despedi de minha mãe e de Dylan.
–- Quando vem me bucar mamãe?
–- Ainda não sei filha veremos isso, tá?
–- Tá bom, beso mamãe.
–- Até breve filha!

Cavalgamos por horas e uma marca antes do pôr-do-sol encontrei uma clareira, escondida por arbustos espessos e árvores altas, o lugar era lindo tinha uma nascente e flores por todos os lados, Gabrielle olhou espantada com a beleza do local, comecei a aprontar o acampamento coloquei minhas peles separadas das de Gabrielle, ela me olhou, não havíamos trocado uma só palavra durante a viagem.
–- É lindo esse lugar Xena — ela começou timidamente.
–- E a quem isso importa? Parei aqui apenas, por que logo irá escurecer e precisamos passar a noite em algum Lugar não acha Gabrielle? — perguntei secamente enquanto acendia a fogueira.
–- Sim, claro Xena! — ela disse tristemente.
–- O que temos de provisões Gabrielle? — perguntei.
–- Alguns pães de nozes, queijo e um odre de água.
–- Ótimo! — disse irônica, revirando os olhos — vou pescar! — concluí.
Poucos minutos depois voltei com o peixe assei, comemos e comecei a limpar e afiar minhas armas, Gabrielle me olhava.
–- O quê tanto olha Gabrielle? — perguntei sem olhar para ela.
–- Nada é que... te acho mais linda, sob essa luz.
–- Aposto que Lyceus fica melhor! — respondi gélida.
–- Olha sobre Lyceus e eu só nos abraçamos, nada aconteceu! — disse gesticulando muito.
–- Talvez não naquele momento porque cheguei na hora, mas quem sabe antes não é? — respondi sem tirar os olhos de minha arma.
–- Claro que não Xena Lyceus me tratou como a uma irmã!
–- MENTIRA! — me exaltei apontando a espada para Gabrielle. — E ouça bem Gabrielle pois, só direi uma vez quando chegarmos à Corinto, venderei-a para o primeiro comerciante de escravos que encontrar e não me venha com a história de que foi bem tradada por mim, que já lhe dei provas suficientes de que isso não é verdade e você traiu minha confiança Gabrielle isso não vou tolerar. — disse suspendendo-a do chão pelo pescoço e soltei logo em seguida. ela caiu tossindo muito.
–- Mas... cof cof ... é verdade Xena... você ... cof ... é boa sei que é e eu a amo, não pode me vender Xena, morreria sem você!
–- Então morra!... Pensando melhor vou lhe provar que não sou tão idiota quanto pensa, vamos... me prove que pode ser uma boa escrava corporal, que penso no seu caso de permanecer comigo! — Gabrielle se assustou e lágrimas começaram a correr de seus olhos.
–- Mas Xena! — disse baixo.
–- Para começar, não me chamarás mais assim. — dei um tapa em sua face — E vamos logo com isso estou esperando!
–- Sim senhora. — limpou as lágrimas, viu que eu falava sério e começou a despir meu corpo.
–- A puxei para perto de mim violentamente e rasguei sua túnica, mordi seu pescoço, ela gemeu, dei-lhe outro tapa na face, nenhum som escrava! Não quero ouvir nenhum ruído, desci meus lábios para seus seios sugando e mordendo ferozmente senti quando Gabrielle suspirou e trincou os dentes contendo provavelmente a dor, já que mordi seus mamilos com tanta força que sangrou um pouco, senti um certo receio mas, logo em seguida lembrei dela e Lyceus abraçados na sala, me subiu uma revolta e tudo que eu queria era agredi-la e ao mesmo tempo possuí-la então porquê não fazer os dois ao mesmo tempo? pensei. Agarrei Gabrielle pelos cabelos a joguei no chão de joelhos ainda com os cabelos entre meus dedos.
–- Diga Gabrielle, à quem pertence?
–- À senhora conquistadora! — ela respondeu, com um fio de sangue na boca. abaixei-me e a beijei com volúpia e agressivamente.
–- Muito bem, aprende rápido! — a virei de costas para mim e empurrei sua parte superior em direção ao solo. Gabrielle ficou de quatro comigo atrás dela, dei tapas fortes em sua bunda até deixa-la bem marcada e logo em seguida introduzi dois dedos em sua vagina, puxando o líquido que já escorria livremente por suas coxas para trás, quando a senti lubrificada, introduzi esses mesmos dedos em seu ânus, ela não resistiu e gemeu a puxei pelos cabelos com a mão livre encostando meus lábios em seu ouvido.
–- Eu disse sem qualquer ruído. — disse roucamente. Então estoquei os dedos agressivamente e cada vez mais rápido, Gabrielle chorava copiosamente e tentava conter os soluços, o pior é que isso fazia eu me sentir incrível, estava satisfazendo o desejo da Conquistadora que eu fui um dia e teria que voltar à ser por chantagem de Ares, mas não podia negar estava adorando!
–- Minha senhora por favor não aguento mais! — nesse momento me levantei e dei um chute na barriga dela e caiu de costas no solo.
–- Eu disse que não queria ouvir sequer um ruído — gritei.- mas já que caiu nessa posição aproveitarei. — posicionei-me entre as pernas de Gabrielle, levantei suas pernas e continuei a enfiar meus dedos naquele buraquinho apertado e sem nenhuma pena introduzi um terceiro dedo e estocava cada vez mais forte e as lágrimas já corriam livremente pelo rosto de Gabrielle, retirei os dedos e comecei a comer sua vagina com a mesma intensidade e três dedos de uma única vez, inclinei-me sobre o corpo de Gabrielle que ofegava e tentava conter os gemidos e comecei a morder sua orelha, pescoço e suguei seus seios um após o outro quando senti espasmos no corpo abaixo do meu. — Me parece que não foi tão ruim afinal! — sorri maliciosamente. — Gabrielle, não me olhou só soluçava.
–- P...posso me... me levantar se...senhora? — perguntou entre soluços.
–- Se conseguir. — respondi friamente. vi suas pernas cambaleando ela foi em direção à nascente, provavelmente se lavar. voltou em seguida toda molhada e caiu nas peles.
–- Então te sirvo bem como escrava corporal? — perguntou com um fio de voz.
–- Não é possível que ainda queira ficar comigo? — perguntei incrédula.
–- Não desistirei de você, quero dizer da senhora, conquistadora! — Ela queria me provocar só podia! Levantei Gabrielle pelos braços a encostando em uma árvore amarrei seus braços para trás e comecei á explorar todas as áreas do corpo de Gabrielle com a boca logo em seguida, comecei á desferir tapas em seu rosto, peguei uma tira de couro na sela de Argo e surrei Gabrielle por um bom tempo atingindo principalmente seus seios e coxas e quando me satisfiz com as marcas feitas nela, enfiei meus dedos dentro da garota descontroladamente, dessa vez permiti e mandei que ela gemesse e Gabrielle obedeceu, gemeu muito comigo dentro dela e olhou-me com aqueles olhos esmeralda que me fascinavam cheios de lágrimas, chorou ao mesmo tempo que gemia e eu não parava de estoca-la uma e outra vez, até que novamente senti espasmos em seu corpo e a beijei desamarrando-a da árvore, suas pernas estavam fracas e ela quase foi ao chão quando a segurei, talvez por instinto, talvez não, aquela menina realmente era mais forte do que eu pensava e comecei a pensar que se mesmo nessas circunstâncias ela sentia prazer comigo, pode ser que eu tenha exagerado e Gabrielle e meu irmão realmente não tenham tido nada! Mas como eu teria certeza?

Notas finais
E aí gostaram? comentem please!