Notas iniciais
Saudações Brotos. Espero que gostem do primeiro. Boa leitura.

— Eu te amo.

Ouviu ele dizer e virou-se.

— Também amo você — Ela responde, sem acreditar nas palavras que acabaram escapando dela. Mas era a pura verdade, ela o amava.

Observou enquanto ele pegava o relógio do bolso.

— Ainda são dez e meia. Quer terminar meia noite?

"terminar por que?" ela pensa. Fitou aquele sorriso de canto de boca e respondeu:

— Claro.

Entraram juntos no elevador e, enquanto ele subia, não puderam manter-se longe um do outro.

***

Sam e Freddie decidiram terminar o namoro por motivos que ambos (e aparentemente todo o resto da humanidade) concordavam. Estava sendo relativamente fácil para Sam, até Freddie dizer aquelas três palavras.

"Droga Fredonho, por que fez isso?". Mas apesar disso continuava beijando-o sem pausas.

O elevador se abriu e os beijos cessaram. Freddie estende a mão para Sam e ela aceita, corando de forma quase imperceptível.

"O que há com você, Samantha?".

Sam dá um tapinha na própria cabeça enquanto segue Freddie pelo corredor. "Amanhã mesmo eu me interno no manicômio outra vez".

Abriram a porta do quarto de Carly de supetão, causando um susto tão grande em Carly que deixou cair a revista em suas mãos dentro do tanque de água.

— Valeu mesmo ein! — Ela tira a revista encharcada da água — Era a matéria sobre a minha série favorita e...

— E... Quem se importa? — Sam se põe na frente de Freddie — O que está fazendo aqui?

— Ah, desculpa! — Carly ergue as mãos — Pensei que esse aqui fosse o meu quarto.

— Pensamos que você estava lá embaixo com Spencer — Freddie entra no cômodo atrás de Sam.

— Eu estava. Já resolvi o problema dele.

— Também já resolvemos o nosso — Sam tosse a última palavra, lançando um olhar enfatizado para Carly. Esta dá de ombros, desentendida e um diálogo mudo começa.

"Carly, vaza daqui"

"Eu não vou sair do meu quarto"

"Por favor! Por mim..."

Carly suspira e revira os olhos.

"aghr, tá bem"

Levantou-se para sair mas parou na porta. Seus labios mudos formaram as palavras "use camisinha" e Sam sorriu, mostrando-lhe o dedo do meio.

— Vou estar no estúdio se precisarem de mim. Até mais — Carly deu as costas e se foi.

Certamente não precisariam dela.

***

Sam estava de costas, absorta em seus pensamentos, quando ouviu o trinco da porta girar. Virou-se á tempo de ver Freddie rodando alguns interruptores e a iluminação ajustou-se á um púrpuro nostálgico. Ele também apanhou o controle do rádio e o sintonizou numa musica suave.

— Uau — Sam suspira e envolve Freddie pelo pescoço.

— São nossas ultimas horas juntos — Ele encaixa sua mão na cintura dela — Deve ser especial.

Sam sorri e o beija.

Beijos.

Beijos pelos próximos minutos seguintes, sem intervalo e sem necessidade de respirar. Quando perceberam, estavam sentados no sofá, foram interrompidos por Sam quando ela se afastou ofegante e abanando o rosto com as mãos.

— Está ficando quente demais aqui – Ela tira a jaqueta de couro e a joga ao lado, seguido do suéter, ficando apenas vestida com uma camiseta preta colada. Talvez o quarto não estivesse mais quente do que antes e sim seu próprio corpo.

Os reflexos das luzes no tanque d’água refletiam no cabelo loiro de Sam e a blusa justa assaliententava ainda mais seus seios fartos. É claro que nenhum desses detalhes escapou aos olhos de Freddie, que agora estavam vidrados, observando Sam enquanto ela se refrescava, até que ela percebeu e perguntou:

— O que foi?

— É que você é linda. – Ele diz e estende a mão para alisar os cachos loiros – É impossível não olhar.

— Você também não é nada mal – Ela sorri e volta a aproximar-se para beijá-lo e nota sua distração enquanto ele... Fareja?

“Ele é tão estranho quanto bonito” Sam revira os olhos e estrala os dedos na altura dos de Freddie, fazendo-o despertar.

— E agora, o que está fazendo?

— Seu cheiro – Ele continua a farejar e avança um pouco – Posso? – Sam faz que sim e Freddie enterra a cabeça em seu pescoço, provocando-lhe um arrepio intenso.

“Droga, ele encontrou o botão que desarma Samantha Puckett” Sam tenta reprimir um gemido (apenas tenta).

— Freddie não faz isso... – Ela pede, afastando-o para o lado.

— Mas por que não? Não íamos aproveitar essas duas horas?

— Sim mas e se... Sair do controle?

Ela sacode a cabeça e levanta-se. Nunca tinha estado na varanda do quarto de Carly e repentinamente lhe veio o desejo de saber como era a vista ali. Do lado de fora a brisa da noite bateu em seu corpo e balançou seus cabelos. Sentiu Freddie passar pelo batente da porta e seu braço esticar-se por cima dos ombros.

— E então? O Que aflige Samantha Puckett?

— Eu não quero falar sobre isso.

— Sam eu não vou forçá-la a nada. Eu sou um bocó, lembra?

— Eu sei que é. Mas o problema é que eu quero e estamos terminando. Como fica depois?

— Simples: não terminamos.

— Freddie, não sou boa pra você, e ninguém merece agüentar sua mãe.

— Eu decido quem é boa pra mim, e estou dizendo que não quero namorar ninguém que não seja você. Quanto á minha mãe... Bem, moraremos bem longe dela.

— Freddie... Ela vai nos encontrar de qualquer jeito.

— Eu sei.

Por alguns segundos apreciaram o céu estrelado, até Sam quebrar o silêncio.

— Demos nosso primeiro beijo juntos.

Freddie sacode a cabeça.

— Eu sei. Eu estava lá.

Sam vira-se para ele.

— Agora também quero perder a virgindade junto com você.

— A virgindade... – Ele concorda – Espera. O que?!

Sam confirma.

— Hoje? Agora?

— Sim.

— Mas não temos experiência!

— Nenhuma.

— E não sabemos como vai ser.

— Vamos descobrir.

— Vai ser estranho.

— Talvez.

— E engraçado.

— Com certeza.

— Sam! O que há com você?!

Sam agarra o colarinho da camisa de Freddie e aproxima seu rosto do dele.

— Vem descobrir.

***

Freddie fecha a porta atrás de si ao entrar e um arrepio percorre seu corpo ao virar-se e ver Sam. Sam e seus seios enormes apertados contra um sutiã. Um sutiã preto rendado, que fazia o perfeito contraste com sua pele branca e o cabelo loiro cacheado, aquela expressão maliciosa e por tratar-se de Sam... Tudo isso colaborou para que o arrepio de Freddie se transformasse em ereção dentro de sua calça.

— Acho que desenvolvi um fetiche – Ele geme.

— E o que é? – Sam caminha para ele.

— Garotas duronas nuas.

— Desde que eu seja a única, tudo bem – Sam puxa-o e coloca as mãos dele nos próprios seios. Por sua vez, Freddie matem uma das mãos onde fora colocada e desliza a outra pelo corpo de Sam até chegar em sua bunda ( sua enorme e perfeita bunda).

— Acho que também desenvolvi um fetiche.

Freddie aperta-a com força e a trás para ainda mais perto do corpo.

— E o que é?

— Ser dominada pelo garoto nerd.

Freddie sorri e pega Sam nos braços.

— Vamos resolver isso.

***

Nunca passou pela cabeça de Sam um dia permitir ser domada por alguém, quem dirá por um cara. Surpreendeu-se quando desejou tal coisa de repente. Surpreendeu-se ainda mais quando Freddie a pegou no colo e a jogou na cama, e por não o ter impedido.

Ele a beijou como nunca antes e explorou a pele que estava exposta. Aqueles pomos salientes transbordando do sutiã, aquela curva da cintura e aquele umbigo perfeito. Seria possível resistir a tudo isso?

“Como nunca notei o quanto ela é incrível?”.

— Me desculpe.

Sam o ouviu dizer e levantou a cabeça para vê-lo.

— Pelo que?

— Por nunca ter notado. Por todos esses anos. Me desculpe.

— Não ter notado o que, amor?

— Você é maravilhosa – Beijo – E perfeita – Beijo – Eu não quero desprezar isso nunca mais – Beijo.

— Tudo bem – Sam sorri e o beija de volta – Me desculpe também – beijo – por ter enxergado só um nerd retardado por todos esses anos – Beijo.

Freddie não perdeu mais tempo para ofender-se com isso. Ofender-se por que? Namorada ou não, era Sam, e nesse momento tudo o que ele mais queria era tirar aquela calça. Então começou o serviço de desabotoá-la. Depois tirou a própria roupa e fitou aquele corpo escultural deitado na cama de Carly. Espere, na cama de Carly? Não tinha pensado nisso. Estava prestes a tirar a virgindade de Sam na cama de Carly. Certo. Podiam lidar com isso depois.

— Sam – lembrou-se de um detalhe importante de repente – Acho que nerds virgens não costumam levar camisinha no bolso.

Sam bufa.

— Ah não, você não vai estragar esse momento por causa de uma porra de uma camisinha – Ela levanta-se nua e Freddie tem a oportunidade de apreciar a grandiosidade daquela bunda.

— O que vai fazer?

— A Carly deve ter camisinha por aqui.

Após vasculhar todo o quarto (e proporcionar um espetáculo completo para Freddie) Sam retorna até a cama com uma camisinha em mãos.

— Eu devia perguntar o por quê a Carly tem camisinha?

— Não se atreva.

— Tudo bem, vamos nessa.

Foi levemente complicado para Freddie conseguir uma boa penetração. Não por causa de Sam, mas porque estava receoso em machucá-la, até que Sam gritou “Se eu tivesse um pau, saberia usar melhor que você!” e Freddie teve medo de Carly ter ouvido isso, então apressou-se a conseguir logo antes que Sam gritasse de novo.

“Tomara que ela não seja barulhenta”.

Não teve que preocupar-se com isso. Sam guardava seus sentimentos para si e isso acabou dificultando para Freddie saber se aquilo a estava agradando ou não. Tentava descobrir pela expressão, que hora parecia de dor, hora de prazer. Mas afinal, perder a virgindade deve ser complicado para uma garota.

Perder a virgindade é totalmente complicado para uma garota.

Sam não deixou transparecer, mas surpreendeu-se com o tamanho do pênis de Freddie. Não só surpreendeu-se, mas também sofreu com a primeira penetração. Achou que devia manter a postura durona, portanto não disse a Freddie que a preocupação dele em machucá-la fazia o completo sentido. Apertava os lençóis abaixo do corpo como se sua vida dependesse disso. Não negava que em alguns momentos a sensação era boa, mas queria muito que aquilo acabasse logo para poder descansar e tentar uma segunda vez em outra oportunidade, assim que sua vagina aceitasse naturalmente o fato de abrigar algo tão grande.

Estava sangrando. Tinha essa impressão. Impressão, que nada, tinha certeza.

“Droga Samantha, sua mulherzinha”.

— Tá tudo bem, amor?

Ouviu Freddie perguntar e juntou fôlego para respondê-lo.

— Claro...

Esse “claro” saiu em um gemido sofrido e estragou completamente seu disfarce.

— Não, não está. – Freddie diz e retira com cuidado seu órgão de dentro dela, afasta-se do meio de suas pernas e passa-lhe os dedos delicadamente, os quais saem de lá banhados em sangue. – Sam...

— Desculpe, não queria estragar o momento.

— Estragar o momento? Sam, devia ter pedido pra parar.

— Tá bem, eu sou uma garotinha fraca que não agüenta perder a virgindade. Está feliz agora?

Freddie sacode a cabeça e levanta-se da cama .

— Onde vai?

— Fique aí.

Sorte a dele que Carly tinha banheiro no quarto. Sorte a dele que Carly tinha a frescura de usar lenços umedecidos.

Voltou para a cama com o pote de lenços na mão e Sam o olhou raivosa.

— Quieta, eu vou cuidar disso. Com licença.

Freddie afastou os joelhos de Sam sem ouvir sua resposta. Esperou pelo chute mas este não veio, então começou a limpá-la delicadamente.

— Você sabe que sangrar é normal, não é? — Sam cruza os braços, mas não sai da posição.

— Você sabe que princesas não podem ficar sangrando, não é?

Sam bufa.

— princesa? Eu? Acho que transar não fez bem pra sua cabeça.

— Você é uma princesa pra mim, e deve ser tratada como uma. – ele diz — Terminei.

— Obrigada – Sam senta-se na cama – Já podemos começar de novo.

— De jeito nenhum, eu não vou machucá-la de novo.

— Hum, então deixe-me recompensá-lo.

Dito isso Sam ajoelhou-se na cama e puxou Freddie para onde ela estava deitada antes. Em seguida o fez experimentar do primeiro boquete de sua vida. Mal sabiam eles que fariam aquilo apenas um com o outro para o resto da vida.

Novamente tiveram uma primeira experiência juntos. Sam não pensou que o gosto de esperma fosse aquele, ma não importou-se com isso. Poder proporcionar prazer a Freddie fez muito bem á ela.

Freddie esperou alguns minutos para recuperar o fôlego enquanto Sam repousava a cabeça em seu peito nu. O que foi aquilo? Wow. Era só o que passava pela cabeça dele naquele momento. Sam não tinha experiência alguma com sexo oral, mas o que causou em Freddie foi indescritível para ele.

— Minha vez, gata.

E, da mesma forma com que Sam surpreendeu a Freddie, Freddie surpreendeu a Sam, dando á ela o orgasmo mais incrível que já tivera. Nunca conseguira nada perto disso sozinha e, tinha que admitir, uma língua e um dedo não causam a mesma sensação. Também reconhecia que nerds eram talentosos em sexo, e aquele nerd, especificamente, era dela e somente dela a partir daquele dia.

— Acho que sarei. – Sam suspira, enquanto Freddie acomoda-se ao lado dela, envolvendo-a em seus braços.

— Fico feliz, meu amor.

Foi dessa maneira em que pegaram no sono,e tiveram seus sonhos preenchidos coma imagem um do outro.

Notas finais
heeey Brotos O que acharam disso? Espero que estejam gostando. Bem eu tenho muitas ideias pra história mas adoraria que vcs me ajudassem a escrever. É só comentar ou me mandar uma MP! Caso não tenham notado, a putaria não foi explicita. Isso porque eu já escrevi TANTA putaria explicita que pra mim já perdeu a graça. Mas eu gostaria de saber a opinião de VCS sobre isso e se desejam uma putaria explicita de Seddie. É só comentar e eu atendo os pedidos! Obrigada por lerem e continuem acompanhando e comentando. Me ajudem também recomendando e favoritando ok? Beijinhos e abraço de Panda *3*