Notas iniciais
Mais um cap!!!! Espero que vocês gostem dele, ainda terá uma continuação dos "acontecimentos" no shopping no próx cap! ~le quer reviews~ Espero ansiosa por eles!! Vocês deixam minha criatividade com vida quando me deixam seus comentarios! Boa leitura amados!!

Era sábado, de manhã, muitos começavam a acordar por estarem ansiosos pela festa que teria a noite.

Camus: Ai acorda!

O loiro estava sentado na cama do bluenette que estava todo coberto pelo enorme edredom e afogado nos travesseiros.

Ai: quem for… cai fora!!

Camus revirou os olhos.

Camus: acorda logo idiota!!

Ele puxou o edredom com tudo revelando o menor que gemeu inconformado.

Ai: mas que droga! A pessoa não pode nem dormir hoje em dia?!!

Sentou bufando encarando Camus. O loiro segurou uma risada da cara de Ai, estava toda amassada, cabelo despenteado e solto, só de boxer e fora que ele estava assustadoramente cômico com aquela careta de irritação.

Ai: por que esse sorriso?!

Camus: não faz ideia do quanto está lindo assim…

Zoou tirando seu celular e ligando a câmera frontal para que Ai se visse, o mesmo arregalou os olhos e ajeitou seu cabelo rapidamente.

Ai: o que você tá fazendo na minha casa?? E que horas…??

Ele olhou para o relógio digital no criado-mudo.

Ai: 10:30 am?!!

Ele fuzilou o conde que estava rindo.

Camus: posso saber o porquê de tanto mal humor? Você não acorda assim?

Ai cruzou os braços.

Ai: nada!!

Camus suspirou.

Camus: como foi seu dia ontem?

Ai estremeceu.

Ai: n-normal, por que?

Camus: quer mesmo que eu diga?

Ai suspirou.

Ai: eu to bem Camus, é a mesma coisa de todos os anos.

O conde o fitava.

Camus: você foi visita-lo?

Ai negou.

Ai: talvez um dia eu vá.

O maior se surpreendeu pela resposta, Ai sempre dizia que nunca ia visita-lo.

Camus: o Kurusu foi atrás de você ontem?

Ai o fitou e Camus riu de sua expressão.

Ai: sim. Você disse ao Natsuki onde eu tava não foi?

Camus: bom, o Kurusu tava preocupado com você e o Natsuki veio me perguntar se eu tinha alguma ideia onde você tava.

Ai: ele tava tão preocupado assim?

Camus sorriu.

Camus: esse menino tá gostando de você…

Ele olhou para o amigo.

Camus: vale saber de que jeito.

Ai arregalou os olhos fitando o loiro.

Camus: bom… ontem você foi do chibi, hoje será do seu melhor amigo aqui. Anda Mikaze, vamos sair.

Ai riu e se levantou da cama.

Ai: ok, mas antes preciso de um banho. To me sentindo um lixo.

Camus sorriu irônico.

Camus: lixo? O egocêntrico Ai está se sentindo um lixo?

Ai riu.

Ai: por enquanto meu amigo. Quando uma agua cair sobre esse corpo, voltarei a ser o belo Ai que você conhece.

Piscou ao loiro que revirou os olhos rindo e saiu do quarto.

.........................

Ranmaru estava na cozinha, fazendo umas torradas.

Ranmaru: ai!

O pão saiu quente da torradeira e ele jogou sobre o prato.

Reiji: acordou cedo…

Ranmaru sorriu e olhou para Reiji que estava na entrada da cozinha vestido só com uma camisa social de mangas compridas que pertencia ao albino. A blusa cobria até um pouco das coxas do Kotobuki, deixando uma visão bem tentadora.

Ranmaru: por que está vestido assim?

Perguntou sorrindo de canto. Reiji deu de ombros e se aproximou dele.

Reiji: eu não trouxe roupas lembra? Era sua blusa ou só de cueca. E é melhor a Lizzy me ver assim do que de roupa intima.

Falou rindo e pegando a torrada mordendo.

Ranmaru: a Lizzy deixou um bilhete que foi ao supermercado. Não come ainda…

Ele tirou a torrada da boca de Reiji que gemeu inconformado.

Reiji: to com fome Ran-Ran.

Ele tirou um pedaço da torrada e comeu levando um pouco a boca do namorado e sorriu.

Reiji: você esgotou todos os meus limites ontem.

Disse indo em direção à geladeira.

Ranmaru: você que pediu.

Reiji: como você é obediente.

Sorriu sarcástico abrindo a porta e xeretando pra ver se tinha algo pra comer.

Ranmaru: sou é?

Reiji se assustou ao sentir os braços do albino envolvendo seu corpo e sorriu recebendo um beijo intenso. O Kurosaki girou o corpo de Reiji o levando contra a pia, o menor agarrava sua nuca devorando sem pudor os lábios do namorado. Ranmaru pegou um morango que estava dentro de uma tigela na geladeira (que por sinal estava escancarada) e levou à boca do parceiro, Reiji sorriu e deu uma mordida sensual na fruta fixando seu olhar no do outro, Ranmaru comeu o resto do morango e voltou a pegar outro colocando na boca de Reiji que deixou meio entreaberta sensualmente e o envolveu num beijo sentindo o paladar cítrico da fruta no beijo.

Reiji: adoro morangos…

Ranmaru: em sua boca melhor ainda.

Eles sorriram com as bocas se tocando de uma forma quase pornográfica. Reiji – com sua mente traiçoeira- teve a ideia de pegar um pouco com o dedo chantilly que tinha numa vasilha e melou toda a boca de Ranmaru e depois lambeu seu dedo logo em seguida beijando-o e fez questão de “limpar” o chantilly da boca do albino. Depois pegou um morango e dessa vez melou-o no chantilly levando ao parceiro que mordeu e propositalmente deu uma leve mordida no dedo do menor e o lambeu até a ponta encarando os orbes acinzentados que estavam cheio de malicia. Reiji pegou um bombom recheado de doce de leite e colocou na boca, o Kurosaki segurando o maxilar do menor o puxou para outro beijo, mordendo o bombom e se separando da boca de Reiji com um pequeno fio do recheio ligando-os.

Ranmaru o carregou, obrigando-o a sentar na pia. O beijo estava cheio de malicia e urgência e uma mistura de todas as coisas que eles colocaram na boca, suas línguas se provocavam no interior, duelando e os estimulando mais ainda. Reiji fechou a porta da geladeira com a mão sem desgrudar seus lábios do maior, as mãos do albino desceram vagarosamente pela lateral do corpo do parceiro indo para as coxas desnudas e dando um aperto em ambas que tirou um gemido do moreno. Ranmaru explorava seu corpo com urgência e como Reiji estava vestido apenas com a blusa, seu corpo estava quase todo exposto pelo fato da camisa estar quase toda levantada de tanto que o maior o pegava.

Reiji: ahh! Ran-Ran…!

Ele gemeu ofegante pelos chupões que o parceiro dava em seu pescoço, Ranmaru arranhava levemente a coxa de Reiji o fazendo tremer todo e gemer mais, piorou quando o albino o pegou de jeito colando seus quadris e suas ereções se encontraram.

Ranmaru: já tá excitado amor…?

Indagou provocante e aquilo saiu tão baixo que deixou a voz mais excitante.

Reiji: baka… você também tá!

Resmungou de olhos fechados sentindo Ranmaru desabotoar, ou melhor, arrancar os botões da blusa, já descendo os chupões para o peito de Reiji que por sinal já estava todo marcado da noite anterior. Ranmaru sorriu vendo as marcas que ele havia deixando por todo o tronco do namorado.

Reiji: o-o que você…?

Ranmaru: que tipo de homem seria se não fosse capaz de satisfazer meu namorado?

Reiji estremeceu até a espinha com o sorriso maquiavélico do albino e principalmente quando este desceu em direção ao seu quadril e abocanhou seu membro.

Reiji: ahh!!

Ele arregalou os olhos e escancarou a boca gritando o nome do outro que chupava com afinco a ereção.

Reiji: R-Ran-Ranmaru… ahh!!

Ele apertava firme a beirada da pia, sentindo o corpo entrar em êxtase perigoso. Aqueles movimentos libidinosos que a língua de Ranmaru fazia em seu membro, ela serpenteava ao redor deixando-o louco.

Reiji: a-a-a… L-Lizzy p-pode chegar e… aahh!!

Ele fechou os olhos fortemente com a lambida firme que o maior deu da base até a ponta.

Ranmaru: então me ajude e terminaremos isso rápido.

Sorriu malicioso, Reiji suspirou tentando recuperar seu folego.

Reiji: você não tem jeito.

Sorriu autorizando o namorado a continuar e outro gemido longo escapou quando Ranmaru voltou a chupá-lo firme.

Reiji: kami-sama!!! Ranmaru… v-você é maravilhoso!!

Reiji pendeu sua cabeça para trás e agarrou a cabeleira prateada do mais velho o ajudando a intensificar os movimentos.

Reiji: ah… ah…! E-Eu… v-vou… aahhh!!!

Ele gritou em plenos pulmões chegando ao orgasmo e Ranmaru engoliu tudo para não deixar nada escapar e sujar o chão.

Reiji: argh…!

Ele soltou um gemido baixo quando seu membro era todo lambido como forma de “limpá-lo”.

Reiji: se continuar assim vou ficar duro de novo.

O maior riu e voltou para cima o beijando, mas dessa vez foi mais calmo e carinhoso. Reiji estava completamente sem folego, porque Ranmaru era tão intenso assim?

Reiji: ah… a Lizzy poderia ter visto Ran-Ran!

Ranmaru riu.

Ranmaru: não gostou?

Sussurrou em seu ouvido.

Reiji: você sabe que isso é impossível.

Murmurou beijando calmamente os lábios do albino.

Reiji: mas se der gosto… ficaremos um dia inteiro transando. Porque só olhar pra você nasce uma ereção em mim.

Uma risada gostosa não pode ser segurada por Ranmaru que acabou fazendo Reiji rir também.

Reiji: não estou brincando.

Ranmaru: isso não é culpa minha, você que é um ninfo.

Reiji sorriu travesso mordendo os lábios.

Reiji: mas você me tornou assim, eu era uma criança pura, casta e inocente… mas um certo Ran-Ran me corrompeu.

Ranmaru riu de novo.

Ranmaru: eu te corrompi?

Reiji: sim!! Acho que por isso nunca encontrei prazer desde que você foi embora, meu corpo só queria o seu.

Disse fazendo um bico manhoso e dando beijinhos carinhosos no pescoço do Kurosaki.

Ranmaru: eu não lembro disso.

Disse se fazendo de desentendido, Reiji riu.

Reiji: quer que eu lembre como me corrompeu?

Ranmaru esboçou um sorriso descaradamente malicioso.

Ranmaru: é uma boa ideia.

Eles se beijaram e Ranmaru o carregou com uma facilidade incrível como se Reiji pesasse uma pena.

Reiji: Ran-Ran pervertido! Ainda é cedo!

Disse rindo se agarrando a nuca de Ranmaru.

Ranmaru: quatro anos não poderiam ser recuperados com apenas uma noite!

Disse se fazendo de indignado. O menor sorriu.

Reiji: mas essa noite teve incontáveis rounds que poderiam perfeitamente ajudar.

Ranmaru: hm… então precisamos de mais noites como ontem, assim quem sabe recupere.

Reiji: quem sabe?

Ranmaru riu.

Ranmaru: é.

Reiji: bobo.

Ranmaru: baka.

Reiji: pervertido!

Ranmaru: cafajeste.

Eles sorriram.

Reiji: eu te amo.

Colou suas testas.

Ranmaru: eu também.

Eles iam se beijar quando ouviram a voz da governanta.

Elizabeth: ah que lindo!

Os dois se assustaram e Ranmaru colocou Reiji no chão que se escondeu corado atrás do maior.

Ranmaru: Elizabeth você chegou cedo.

Sorriu sem jeito, a mais velha riu.

Elizabeth: eu sai há uma hora e meia Ranmaru-san, só cheguei agora porque teve um pequeno engarrafamento.

Disse sorrindo e olhou para trás do albino.

Elizabeth: como está Reiji-kun? Está com fome? Eu trouxe ingredientes pra fazer aquela torta de maçã que gosta.

Reiji: hã???

Ele esqueceu da vergonha e saiu de trás do Kurosaki.

Reiji: não acredito Lizzy!!! Ah eu tava morrendo de saudade da sua torta de maçã! Ninguém faz igual!

Ela riu da empolgação dele.

Elizabeth: então eu vou fazer, enquanto isso porque não tomam um banho e depois desçam já arrumados.

Os dois coraram com o sorriso meio travesso dela.

Reiji: h-hai.

Ranmaru: vamos nos arrumar.

Elizabeth: quando descerem a mesa estará pronta.

Sorriu e beijou os dois no rosto indo para a cozinha.

Ranmaru: ai!

Gemeu de dor pelo beliscão de Reiji.

Reiji: Ran-Ran a Lizzy desconfiou…

Ele colocou as mãos no rosto corando.

Reiji: não tenho cara pra encara-la.

Ranmaru riu e rodeou a cintura do moreno.

Ranmaru: Reiji… a Elizabeth pode não ser adolescente, mas também não é nenhuma inocente. Ela sabe perfeitamente o que namorados fazem hoje em dia…

Reiji ficou o fitando.

Ranmaru: por que tá me olhando assim?

Reiji sorriu e passou o braço pela nuca do namorado.

Reiji: é que… ver você pronunciando essa palavra “namorados” depois de todo esse tempo… me faz ter uma crise de nostalgia.

Ele sorria acariciando o rosto do albino.

Reiji: achei que nunca mais fosse ouvir você dizer e…

Ranmaru: shh…

Ele pôs o indicador nos lábios de Reiji.

Ranmaru: combinamos de esquecer o passado não foi?

Reiji assentiu.

Reiji: mas só essa parte! Porque temos tantas lembranças lindas!

Ranmaru riu.

Ranmaru: combinado. Mas quantos esses quatro anos… vamos excluir das nossas mentes. Porque foram apenas quatro anos e temos o resto da vida para recuperá-los.

Reiji sorriu de canto e aproximou seus lábios dos dele.

Reiji: mas terá coragem de ficar comigo para o resto da vida?

Ranmaru riu.

Ranmaru: eu acho… que posso aguentar.

Reiji riu.

Reiji: baka!

Ranmaru: fazer o que? Meu coração te escolheu pra amar e ele se recusa a gostar de outro.

Reiji corou, mas mesmo assim o beijou com todo o carinho e paixão.

Reiji: ahh! Você já escolheu uma roupa pra ir a festa?

O maior ficou pensativo.

Ranmaru: não.

Soltou um muxoxo.

Ranmaru: não tenho paciência pra escolher looks de festa.

Reiji riu.

Reiji: eu amo! Então eu ajudo você e assim impeço que fique muito bonito. Aquelas meninas do internato são muito taradas.

O albino revirou os olhos.

Ranmaru: Reiji eu sou bonito por natureza, não preciso de roupa pra isso.

Reiji o fuzilou pelo convencimento.

Ranmaru: o que?

Indagou rindo cinicamente.

Reiji: você gosta de vê-las jogadas aos seus pés né??

Ranmaru: eu não faço nada, apenas sou gentil com meu fã-clube.

Reiji: ah é?

Cruzou os braços.

Reiji: então eu também vou ser gentil com meu fã-clube!

Ranmaru o fuzilou com os olhos, ambos ficaram se encarando e depois de uns segundos riram.

Reiji: sério que estamos brigando por ciúme?

Ranmaru: a culpa é sua que me provoca!

Reiji: e você que fica se achando!

Ranmaru sorriu e o pegou pela cintura o carregando.

Ranmaru: mas disse alguma mentira?

Reiji corou.

Reiji: não. Mas Ran-Ran é só meu… ninguém pode tocar em você.

Disse manhoso o abraçando.

Ranmaru: tão possessivo…

Sussurrou em seu ouvido enquanto o levava para o quarto.

Reiji: cuidadoso.

Rebateu rindo.

Ranmaru: vamos tomar um banho?

Reiji sorriu pelo tom malicioso.

Reiji: é uma boa ideia Ran-Ran.

Eles se olharam cumplices e riram de leve.

..........................

Otoya estava andando pelos corredores enormes da mansão e pior... estava perdido!!

Otoya: kami-sama… onde fica a cozinha???

Ele se apoiou na parede.

Otoya: essa casa deve ser do tamanho do estado do Arizona.

Lamentou suspirando.

Otoya: alguém me ajude!

Vicente: Otoya?

Otoya: ah!

Ele pulou quando sentiu seu ombro ser tocado.

Vicente: está tudo bem?

Otoya corou.

Otoya: e-e-eh s-sim. É que… eu me perdi…

Confessou sem jeito e o mais velho riu.

Vicente: você quer ir pra onde?

Otoya: cozinha.

Vicente sorriu.

Vicente: venha comigo, estou indo pra lá.

Otoya sorriu agradecendo.

Otoya: cadê o Tokiya?

Vicente: na piscina. Ele gosta de se jogar lá logo de manhã.

Otoya riu.

Otoya: pra onde eu tava indo naquele corredor?

Vicente sorriu.

Vicente: para a sala de Home Theater.

Otoya colocou a mão na testa.

Otoya: eu não sou acostumado com lugares tão extensos. Até hoje me perco no internato.

Vicente riu mais uma vez.

Vicente: sabe Otoya… fico feliz que alguém como você seja amigo do Tokiya.

Otoya o olhou sem entender.

Vicente: eu gosto dos outros amigos do meu filho, principalmente o Reiji que cuida tão bem dele como se fosse seu irmão mais velho. Mas todos são… do nível do Tokiya, o mesmo padrão de vida. Você não é como os outros, tem uma visão de mundo diferenciada, valores únicos… é bom alguém assim ensinar ao meu filho que a humanidade não está totalmente perdida.

Otoya estava surpreso.

Otoya: não acha ruim seu filho se misturar com alguém pobre?

Vicente o olhou.

Vicente: eu quero que meu filho tenha amigos verdadeiros, eu sei que ele já tem… mas você parece que se tornará um deles.

Otoya sorriu largamente.

Otoya: eu gosto muito do Tokiya, tivemos nossas desavenças no começo. Mas no fim tudo passou e agora posso considerar que somos amigos.

Vicente riu e o levou até a cozinha.

Vicente: bom dia Angel.

Angel: bom dia senhor. Você deve ser o Otoya não é?

Otoya sorriu educado e afirmou. Naquele momento entra Tokiya só de short e cabelos molhados com uma toalha no pescoço. O ruivo acaba corando vendo o outro daquele jeito e isso não passou despercebido para Vicente e Angel.

Tokiya: Otoya bom dia. Conseguiu chegar aqui?

Perguntou rindo. Otoya bufou e virou a cara.

Vicente: ele tava perdido e ia na direção da sala de Home Theater.

Eles riram do ruivo que corou.

Angel: não riam dele! O menino só não esta acostumado.

Otoya: obrigado.

Disse emburrando. Tokiya riu e se aproximou dele sentando ao seu lado.

Tokiya: deixa eu te apresentar a mulher da minha vida. Otoya essa é a Angel, foi minha babá e agora virou minha segunda mãe e se ela quiser eu caso com ela.

Angel riu e revirou os olhos.

Angel: é um prazer Otoya, dormiu bem?

Otoya: maravilhoso! Parece que eu estava numa cama flutuante, aquele edredom parece de pluma!

Vicente: é de pena de ganso.

Otoya: ehh??

Todos riram da cara do ruivo.

Tokiya: vamos tomar café que eu to morto de fome!

Disse fitando toda a comida que estava sobre a mesa.

Tokiya: e depois vamos ver uma roupa pra irmos a festa hoje a noite.

Otoya: Tokiya eu já disse que não tenho roupa!

Tokiya: eu te empresto uma.

Otoya: ehh?? Mas…

Vicente: é uma boa ideia, vocês são quase da mesma altura e corpo.

Otoya: mas as roupas do seu filho devem ser todas muito caras! Eu não posso usar.

Angel: tem ideia de quantas roupas o Tokiya tem?

Angel perguntou sorrindo.

Tokiya: não farão nenhuma falta. Agora coma logo pra podermos ver!

Otoya suspirou tirando um sorriso dos três pela vergonha do mesmo.

......................

Syo estava em seu banheiro, havia acabado de sair do banho, pensava em qual roupa ir para a festa do Peter. Pela correria do dia anterior ele nem teve tempo de ver alguma coisa pra vestir. Syo acabou corando lembrando do dia que passou com Ai.

Ai: não sofra por alguém que não te ama, é uma dor desnecessária.

Ai: o único idiota aqui foi essa tal de Haruka, por não ter te amado. Você não tem que se sentir ridículo, você amou… e se ela não se apaixonou o azar é dela. Qualquer um teria sorte de ter você. Você vale mais do que pensa chibi.

Syo ficou se olhando no espelho lembrando do que Ai havia dito. Syo lembrou-se de cada beijo, o da praia como Ai fingiu que tinha se afogado e acabou roubando um beijo dele, como suas mãos tocaram seu corpo, suas peles molhadas estavam grudadas, o jantar que tiveram, as piadas, as provocações típicas do bluenette e depois… aquele momento no carro em que Syo quase se entregou sem pensar duas vezes ao Mikaze. O chupão que o maior deu em seu pescoço ainda estava à marca lá, sua pele já se arrepiava e queimava só de lembrar do corpo dele colado e sobre o seu, as mãos tocando, apertando, explorando seu corpo.

Syo: ai meu kami-sama…

Ele suspirou e sentia seu rosto corando e confirmou ao fitar o espelho. O chibi levou seus dedos a boca e tocou os lábios de leve e fechou os olhos conseguindo sentir ainda o gosto de Ai ali. Sem perceber o canto dos seus lábios se contorceram em um sorriso imperceptível ao chibi.

.............................

Natsuki tinha ido ao quarto do amigo e não o encontrou, então deduziu que estava no banheiro. Quando o loiro chegou a porta viu o menor parado em frente ao espelho, tocando seus lábios e sorrindo de olhos fechados. Natsuki ficou surpreso e voltou antes que Syo notasse sua presença.

Syo voltou ao quarto e depois de uns segundos o melhor amigo apareceu lá.

Natsuki: Syo-chan você vai sair?

Syo: sim, o Kaoru e eu combinamos de almoçar antes dele ir pra faculdade. Você quer ir?

Natsuki sorriu e negou.

Natsuki: não, não. É melhor vocês ficarem sozinhos.

Ele sentou numa poltrona e do nada sorriu recordando da cena do chibi sorrindo se olhando no espelho. Natsuki não era idiota podia imaginar o que levou Syo a sorrir daquele jeito.

Syo: por que está sorrindo assim?

Perguntou arqueando a sobrancelha e fitando o amigo.

Natsuki: nada Syo-chan.

Syo: hm… sei.

Ele riu.

Syo: por acaso está pensando em alguém Natsuki?

Provocou vestindo a camisa. Natsuki riu e levantou da poltrona.

Natsuki: claro que não. Sabe Syo-chan… é perigoso quando se lembra de alguém e sorri.

O menor paralisou e fitou o amigo incrédulo.

Natsuki: estarei te esperando lá na cozinha.

Avisou acenando e saindo do quarto sorrindo. Syo ainda ficou estático.

Syo: droga!

Mordeu o lábio irritado.

.............................

Ranmaru e Reiji desceram para tomar café já devidamente vestidos e banhados.

Reiji: Lizzy-chan!! Cadê a torta de maçã??

A senhora riu da empolgação do moreno e o serviu.

Reiji: sugoi!! Deliciosa!!

Ranmaru sorriu e se sentou a mesa começando a se servir.

Elizabeth: Ranmaru-san a Hatsune ligou para você?

O albino a olhou incrédulo.

Ranmaru: Hatsune? Não, por que?

Elizabeth: pensei que ela iria querer que fosse busca-la no aeroporto.

Ranmaru cuspiu o suco que tomava e começou a se engasgar.

Reiji: Ran-Ran!!

Reiji o socorria com a ajuda da Elizabeth.

Ranmaru: p-p-por que aeroporto??

Elizabeth: ela vai passar um tempo aqui, não viu o recado que deixei em seu quarto?

O maior ficou estático e Reiji se desesperou pensando que ele ia morrer.

Ranmaru: como assim ela vai passar um tempo aqui??!

Ele se levantou alterado.

Reiji: Ran-Ran se acalme! Ela é sua prima!

Ranmaru: prima?? Aquilo ali é o cap- err... seria ofensa a ele se colocasse seu nome para ofender a Hatsune.

Reiji e Elizabeth riram. Ranmaru desabou na cadeira.

Ranmaru: isso é um castigo, só pode! Eu vou matar meus pais por mandarem aquela ruiva louca pra cá.

Reiji: ela é um amor!

Ranmaru: ela é louca e fujoshi ainda, piora mais a situação quando nos vê juntos.

Reiji revirou os olhos rindo. Nesse momento a campainha toca.

Ranmaru: não atenda Elizabeth!

Elizabeth: mas Ranmaru-san…!

Ranmaru: diga que me mudei pra Índia! Morri, qualquer coisa!

Reiji: Ran-Ran! Lizzy pode ir atender.

A senhora riu e foi, Ranmaru soltou um muxoxo. Depois de um tempo volta acompanhada por Ai e Camus.

Ai: Ranmaru nós… Reiji?

Reiji sorriu aos amigos.

Reiji: Myu-chan, Ai-Ai bom dia!!

Camus: você dormiu aqui?

Perguntou incrédulo, Reiji confirmou.

Ai: então voltaram?

Ranmaru: sim.

Os dois sorriram.

Camus: finalmente.

Disse rindo se sentando a mesa.

Ai: agora por que essa cara de velório Ranmaru?

Reiji: ele descobriu que a Hatsu tá vindo passar um tempo com ele.

Falou rindo, Camus e Ai riram também.

Ai: sério? Minha ruiva sangrenta vai voltar pra cá?

Perguntou animado.

Camus: meus pêsames Ranmaru.

O Kurosaki soltou um muxoxo inconformado. Eles tomaram café e Reiji subiu logo em seguida para o quarto do albino pegar seu celular que tinha esquecido lá, enquanto isso Ranmaru, Ai e Camus ficaram na sala.

Ai: você esqueceu que ela vinha?

Ranmaru: eu nem sabia! Eu não li o bilhete da Elizabeth. Eu adoro minha prima, é louca, mas boa pessoa… o problema é que nós dois juntos sobre o mesmo teto não dá certo.

Camus: mas pelo menos você fica a semana toda no internato, só vai vê-la final de semana.

Ranmaru riu.

Ranmaru: ela transforma um final de semana em 20 dias.

Eles riram. Elizabeth surge na sala.

Elizabeth: Ranmaru-san ela chegou…

O albino congelou.

Ranmaru: que ótimo.

Disse suspirando e quando Elizabeth abriu a porta, eles logo viram uma ruiva na faixa dos seus 17 anos correndo para dentro da casa e gritando o nome de Ranmaru.

Hatsune: Ranmaru!!!

Ela se jogou em cima dele logo quando o mesmo se levantou para abraça-la.

Ranmaru: Hatsune você não chegava, eu tava ficando preocupado já…

Ai e Camus se olharam sorrindo ironicamente, Ranmaru sabia ser falso quando queria.

Hatsune: faz três anos primo!! Saudade!!

Ela se pendurava mais nele, quase o sufocando.

Ranmaru: por que não ligou para eu te buscar no aeroporto?

Hatsune: pra você correr o risco de me jogar embaixo de algum taxi? Não, obrigado. Preferir vir sozinha.

Piscou ao Kurosaki que revirou os olhos.

Hatsune: Ai e Camus??

Ela se jogou em cima dos dois, derrubando os três no sofá.

Ai: também sentimos sua falta Hatsune.

Ela riu.

Hatsune: eu nunca me perdoei por não estudar na Saotome daqui, teria amigos tão gatos.

Sorriu cinicamente aos dois.

Camus: você não mudou nada não é?

Hatsune: mudei sim! Meu cabelo tá grande viu?

Eles riram.

Ranmaru: estão falando que continua a mesma perva de sempre.

A ruiva o fitou.

Hatsune: aprendi com você primo.

Ranmaru revirou os olhos.

Ranmaru: comigo? Quem vivia querendo me estuprar na infância era você.

Hatsune: e você me bulinava no banho.

Ai: amor de primos é algo tão lindo não acha?

Perguntou a Camus que riu dos dois se fuzilando.

Hatsune: bem, novidades?

Perguntou aos três.

Ai: seu primo e o Reiji voltaram.

Hatsune se levantou do sofá incrédula.

Hatsune: sério?????

Ela olhou para Ranmaru como se ele fosse um fantasma.

Ranmaru: q-que foi?

Hatsune: você e o Reiji voltaram Ran-chan??

O maior estremeceu com aquele apelido, a Hatsune fujoshi estava solta.

Ranmaru: bom, sim. Ele dormiu aqui.

Hatsune: aqui?!! Então cadê?? Cadê?? Reiji!!! Reiji vem aqui!!!

Ela gritava olhando todos os cantos da sala, atrás do sofá.

Hatsune: Rei-chan!!! Cadê você??? CADÊ O REIJI???

Ranmaru suspirou e pôs a mão na testa, Camus e Ai riam do histeriquismo da ruiva que piorou quando Reiji surgiu no topo da escada.

Reiji: Hatsu!!

Ela soltou um grito e correu até ele se jogando em cima do mesmo.

Reiji: que saudade!!

Hatsune: ah Rei-chan!! Só você me ama! Seu namorado baka me odeia e ele pensa que eu não sei que ele me mata com a mente.

Reiji riu e ficou a girando no ar.

Ranmaru: não se engane minha prima, se eu tivesse esse poder já tinha te sufocado com seu próprio oxigênio.

Sorriu assustador a ruiva que congelou.

Reiji: Ran-Ran!

Ele o repreendeu.

Reiji: você a ama que eu sei.

Ranmaru: amo mais quando tá longe.

Hatsune bufou.

Hatsune: ingrato!

Ela mostrou a língua para o Kurosaki.

Hatsune: você tá tão lindo Rei-chan!

Disse o examinando todo.

Reiji: você também! Adorei esse novo penteado.

Ela riu.

Hatsune: nee nee não quer trocar o Ran-Ran por mim? Eu tenho aqueles cinturões com pênis, comprei no sex shop.

Reiji corou até o ultimo fio de cabelo.

Ranmaru: isso já é demais Hatsune!!

Ele gritou com a ruiva que se escondeu atrás do Kotobuki.

Hatsune: era brincadeira Ranmaru.

Ranmaru: sei!

Ele bufou.

Ranmaru: quando vai embora?

Ai: Ranmaru!

O repreendeu.

Ranmaru: é apenas uma pergunta normal.

Hatsune revirou os olhos.

Hatsun: eu vim passar um tempo aqui.

Ranmaru: como assim um “tempo”?? Tempo é uma palavra muito vaga! Tem que me dizer exatamente quanto dias??

Dizia meio desesperado fazendo todos rirem.

Hatsune: eu não sei.

Ranmaru: como não sabe? É claro que você sabe! Tem que saber!!

Disse irritado.

Hatsune: o tempo necessário pra ficar com meu primo mais amado!

Sorriu o abraçando de novo.

Hatsune: estamos muito tempo sem nos ver!

Ela se virou aos quatro.

Hatsune: eu quero sair! Vamos ao shopping??

Reiji: é uma boa ideia, Ran-Ran e eu precisamos escolher uma roupa pra ir a festa de hoje.

Ai: pode ser.

Camus: eu já pretendia ir lá mesmo.

Hatsune bateu as palmas animada.

Hatsune: ótimo!!

Ranmaru: isso não vai prestar!

Disse suspirando. Hatsune o olhou e deu um tapa em sua bunda.

Hatsune: você vai amar minha companhia primo. Eu vou me trocar, já volto.

Disse correndo e puxando Elizabeth para mostra-la seu quarto. Ai, Camus e Reiji olharam para o albino que estava fumaçando.

Ai: se acalma Ranmaru.

Ranmaru: ela voltou mais louca do que já é.

Murmurou. Reiji riu e foi beijá-lo.

Reiji: é o jeito dela de dizer que gosta de você.

Ranmaru: jeito estranho.

Eles riram.

Camus: mas ela tá bem bonita.

Ai: ela sempre foi gata, eu pegava se não fosse prima do Ranmaru.

O Kurosaki o fuzilou.

Ranmaru: ela não é para seu bico Ai! Se bem que… essa daí de pura não tem nada.

Eles acabaram rindo do comentário do albino.

Notas finais
O que acharam babys?? Gostaram da Hatsune?? kkkkkkkkkkkkkkkkk Beijinhos, bye-bye!