Notas iniciais
Primeiro cap *le nervosa :3
Espero muito muito muito mesmo que vocês gostem kkkkk
Esse capitulo contará sobre a historia do Ran-Ran com o Rei, ou seja, o foco é deles nesse primeiro cap ♥

No bairro de Bel Air, na cidade de Los Angeles, um moreno conversava no jardim de sua casa.

John: você ainda vai continuar na Saotome?

Reiji suspirou.

Reiji: é o último ano, não teria logica sair. Você vai fazer faculdade aqui mesmo?

John: acho que sim.

Reiji o olhava e não sabia como dizer o motivo que tinha chamado o namorado ali.

John: bem… você disse que queria me dizer uma coisa, o que era?

Reiji: nós não podemos continuar namorando, desculpa John.

Disse um pouco sério desviando os olhos do loiro ao seu lado, olhando para o jardim da casa.

John: hm… você já terminou comigo antes.

Reiji: mas dessa vez é sério.

Reiji disse o olhando nos olhos.

Reiji: não dá mais.

John: você não vai vir com aquele papo clichê de “o problema não é você, sou eu” né?

Reiji riu um pouco com aquilo.

Reiji: o problema realmente sou eu. Você gosta de mim e eu não posso corresponder, eu não quero amar ninguém.

John ficou um tempo em silencio.

John: quem diz que não quer amar ninguém, é porque com certeza um dia já amou alguém como nunca.

O moreno estreitou o cenho e mordeu o lábio relembrando de um certo alguém.

Reiji: “o pior de tudo é depois de 4 anos, seu coração ainda pertencer a quem o quebrou...”

...................................

Anny: Ranmaru!!

O garoto de 19 anos que jogava tênis na quadra da mansão de sua família em Tóquio, virou pra trás.

Ranmaru: que foi Anny?

A mulher por volta dos seus 27 anos sorriu meigamente.

Anny: seus pais o chamam no escritório.

Ranmaru arqueou a sobrancelha sabendo que viria bomba.

Ranmaru: já estou indo.

Disse sério largando a raquete e a bola. Depois de uns minutos…

Sra. Kurosaki: não é possível que você vai fazer isso conosco Ranmaru!!

Ela disse brava olhando para o albino que mantinha uma expressão entediada.

Ranmaru: qual a surpresa? Eu disse que voltaria um dia para Los Angeles. O interno Saotome é ótimo.

Sr. Kurosaki: mas você já estuda em um internato da rede Saotome aqui em Tóquio! Por que quer voltar para os EUA?!

O homem perguntou irritado. Ranmaru cerrou os olhos levemente e olhou para um lugar qualquer do escritório.

Sra. Kurosaki: é por causa dele não é?

Ranmaru a olhou sério.

Ranmaru: eu sinto a falta dele.

Sra. Kurosaki: você saiu daquele país porque se não morreria!! Você quer voltar pra lá, arriscar sua vida só por causa de um namorinho de infância?!!

Ranmaru se irritou.

Ranmaru: não é só um namorinho de infância!! Era e ainda é o grande amor da minha vida!!

Ele gritou enfurecido com os pais.

Ranmaru: e esse não foi o motivo que eu sai dos EUA! Foi por causa dessa maldita família que eu deixei ele! E se o Reiji me odeia hoje, isso se deve a vocês!

Os dois estavam perplexos com o comportamento de Ranmaru.

Sr. Kurosaki: Ranmaru…

Ranmaru: e o cara ta morto mesmo, eu não corro mais perigo. Esse é o último ano! Eu quero estudar lá! E vocês não querem que eu faça engenharia?! Pois então a faculdade Saotome de lá é excelente também!

Ele virou de costa para os pais.

Ranmaru: eu embarco hoje para os EUA. Nem percam o tempo de vocês tentando me impedir. Eu já fugi uma vez, fujo de novo se me obrigarem a isso.

Ele saiu fechando a porta com força.

Sra. Kurosaki: Ranmaru sempre foi genioso e rebelde, mas quando o assunto é o Reiji, ele fica pior.

O homem suspirou.

Sr. Kurosaki: mas ele tem razão. O namoro deles acabou bruscamente por nossa causa, se não fosse por aquilo, Ranmaru nunca tinha saído do país e deixado aquele menino.

Sra. Kurosaki: mas eu tenho medo! Ele é nosso único filho e o vê-lo morar do outro lado do mundo me assusta de novo! E fora que nem sabemos como o Reiji deve estar. Que garantia tem que ele ainda goste de Ranmaru? Foi há quatro anos!

O homem ficou pensativo por uns segundos.

Sr. Kurosaki: Ranmaru não o esqueceu, tentou, mas não conseguiu. Com certeza Reiji também deve ter falhado nessa tarefa. Lembra como eles eram juntos?

A mulher sentou derrotada.

Sra. Kurosaki: sim. Como cão e gato, mas sempre se completavam como se fossem feitos um para o outro.

O homem sorriu.

Sr. Kurosaki: e quem sabe… eles realmente não fossem.

.......................

Do outro lado… Hungria.

Camus: o senhor vai ficar bem mesmo?

O loiro de 19 anos perguntou preocupado com o homem mais velho a sua frente.

Chizu: Sim meu filho. Você quer ir para Los Angeles novamente, eu apoio. Além do mais… aquele internato é ótimo.

Camus suspirou.

Camus: sim, mas você vai ficar aqui. Sozinho e…

Chizu: eu sou seu pai, não sou uma criança Camus.

O loiro sorriu levemente.

Camus: eu sei, mas desde que a mamãe morreu, você não fica bem sozinho.

O mais velho suspirou.

Chizu: eu vou me casar novamente e tudo ficará bem.

Camus: é isso mesmo que você quer?

Chizu: como assim?

Camus: as vezes você não parece estar muito feliz com essa ideia de casar de novo.

O Conde mais velho desviou o olhar do filho.

Chizu: nós somos uma família real, precisamos manter a tradição Camus. Eu vou me casar de novo.

Camus: não precisa fazer se não quer. O que adianta ser nobre, se não podemos fazer o que realmente queremos??

O homem sorriu.

Chizu: você sempre teve esse espirito de contrariar as regras da família, puxou a sua mãe.

Camus: bom, pelo menos escolha uma princesa, ou uma mulher bem rica.

O homem o olhou perplexo.

Chizu: por que? Somos a família real mais rica e influente do país, dinheiro não é problema.

Camus: pai…

Ele revirou os olhos levemente.

Camus: dinheiro nunca é demais.

Os dois riram.

Camus: eu já vou, se não perco o voo. Cuida bem do Alexander e diz que eu mandei um beijo para os meus avós.

Disse pegando suas malas com a ajuda do chofer.

Chizu: quando escolher uma noiva, informo a você. Boa viagem filho.

Camus: obrigado.

Sorriu minimamente.

..........................

De volta a Los Angeles. Em um condomínio luxuoso no bairro de Holmby Hills.

Nanase: ooh nossa casa continua perfeita, nem parece que nos ausentamos por 2 anos e meio.

Ai: queria encontrar a casa como? Saqueada em um condomínio que nem pássaro entra sem autorização?

Perguntou sarcástico se jogando no sofá.

Shizuo: olha o sarcasmo com sua mãe Ai.

O bluenette de 18 anos revirou os olhos.

Ai: é só um comentário. Com o assalto a mão armada que pagamos de condomínio e pelo preço que custou essa mansão quando compramos, mantê-la intacta é o mínimo que eles fariam.

Se levantou do sofá indo em direção as escadas.

Ai: vou para meu quarto. Depois peça aos empregados levarem minhas malas.

Shizuo: quando vai para o internato?

Ai: calma pai. Chegamos não faz nem 2 horas de Dubai, acho que não matará vocês ficarem só o resto do dia na minha presença. Vou amanhã de manhã.

Respondeu com um mínimo sorriso na face sarcástico.

Nanase: Ai! Nós amamos você e esse internato é só…

Ai: para que eu tenha um brilhante futuro e seja tão realizado como o restante da família. Eu sei mãe. Escuto isso desde os meus dois anos.

Falou entediado voltando a subir as escadas.

Shizuo: você é o único herdeiro de tudo, tanto dos meus bens como os de sua mãe.

Ai: eu disse que não sei se vou querer assumir os negócios da família da mamãe.

Nanase: mas o que?! Ai…!

Ai: olha pra mim! Me diz se eu tenho cara de andar com aquelas roupas esquisitas e ser um Sheik de Dubai?? O papai que se sujeita a isso por ter casado com você, tudo bem, os meus avôs, tios, tudo bem. Mas eu não dou pra isso. Já to fazendo muito em prestar engenharia ano que vem! Esse nem era o curso que queria.

Nanase: mas isso passa de pai para filho, o Shizuo não era de família árabe, mas como casou comigo precisou virar um Sheik, pelo menos na nossa cidade. Ai você é o único herdeiro de tudo, do Emirado da família.

O bluenette suspirou.

Ai: faremos o seguinte, espera eu me formar e discutiremos isso daqui a seis anos ok? Agora eu vou me jogar na cama e dormir. Porque a viagem foi cansativa.

Disse subindo as escadas rapidamente

Nanase: mas…!

Shizuo: deixa ele. Ai sempre foi meio revoltado com as regras das nossas famílias, fora que ta na fase da adolescência, descobrindo o que quer pra vida. É sempre complicado essa idade.

Nanase: mas ele não tem outras opções Shizuo! Esse é o destino dele!

Shizuo: eu sei, mas vamos deixar ele viver esses anos em paz.

A mulher suspirou.

...............................

Narrador: Reiji.

Depois que o John saiu, bastante arrasado digo de passagem, resolvi arrumar logo minhas malas para voltar ao internato. John e eu namoramos uns oito meses de idas e vindas, nunca gostei dele, apesar do cara ser legal e me amar de verdade e eu como um tremendo idiota, não consigo amá-lo, meu coração adora levar porrada e não aceita nenhum carinho.

Peguei meu carro e fui para o internato que estudei desde criança. Como estava sozinho naquela mansão exageradamente grande do condomínio onde moro, meu pai estava em um congresso na Europa e a mamãe tinha ido a New York a negócios, pra variar, isso é mais comum que agua em casa. Resolvi ir logo para o Saotome Califórnia School, pode ser loucura, mas gosto desse colégio, é tecnicamente minha segunda casa, acho que passei mais tempo aqui do que em casa mesmo.

O internato pertence a um ídolo famoso chamado Shining Saotome, é uma rede de internatos e faculdades pelos mais importantes países. O foco do nome “Saotome” é a escola de música que tem, forma os mais incríveis ídolos que já surgiram pelo mundo. Los Angeles e Tóquio sãos as únicas cidades que o internato é no mesmo lugar da escola para ídolos, isso explica o gigantesco terreno em que ficam. As escolas para ídolos são em tempo integral (ou seja, internato) tem os colégios internos com educação básica (fundamental e médio) e as universidades com os focos em Medicina, direito e engenharia. Eu sempre tive vontade de estudar música, mas meus pais jamais permitiriam que eu virasse um ídolo, é um sonho impossível. Quando era criança, lembro que eu e meus melhores amigos fizemos uma promessa de virar uma banda quando crescêssemos hahaha um sonho bem maluco! Mas todos tocávamos alguma coisa, cantávamos bem e até criávamos letras para canções bem bonitas, com os 13 anos estudamos o curso básico de música escondido dos nossos pais e concluímos. Mas parar virar um ídolo é preciso o curso de mestrado e ter sorte de ser escolhido para o patrocínio da agencia, mas para isso precisaria da autorização dos pais então… impossível. Aqui vivi momentos inesquecíveis, conheci pessoas maravilhosas e claro… meus melhores amigos: Ai-Ai e Myu-chan, eles odeiam que eu os chamem assim hahahaha.

Vamos começar pelo Ai-Ai… hum… ele é o “caçula” do grupo tem 18 anos, mas rostinho de 15 ou 16 e ele D-E-T-E-S-T-A que eu faça algum comentário sobre isso, realmente nossa diferença de idade é só um ano, mas se olhar pra ele jura que é um menino de 15 anos com uma altura elevada pra idade 1.78 hahaha, porém o corpo sempre foi bonito e definido, ele adora jogar tênis e isso resultou as pernas torneadas, braços fortes, porem tudo na medida certa. Ai-Ai é bem sarcástico quando quer (ou seja, sempre), um temperamento impossível, muito inteligente, é controlador, convencido e sempre adora quebrar alguma regra. No tempo que ele estudava aqui, ia pra diretoria umas duas vezes no mínimo na semana, nunca foi expulso por causa da família dele (aqui isso conta muito). Ai-Ai nasceu na América, mas sua linhagem é misturada, a mãe dele é árabe nascida em Dubai e seu pai é americano. Se perguntar o que a família dele faz, Ai-Ai sempre dirá que o pai é dono de uma rede de hotéis e uma companhia aérea do EUA e de Dubai, ele nunca fala que a mãe é de uma família de Sheiks dono de um bilionário Emirado do oriente médio, ele odeia que as pessoas saibam disso, acha que vão olhar pra ele de forma diferenciada. Só os melhores amigos dele sabem, isso porque descobrimos meio sem querer.

Agora o Myu-chan, na verdade é Camus. Ele é muito bonito, é o mais alto do grupo e é de linhagem nobre, a família vem da Hungria (um país lindo), Myu-chan é Conde e adora sua família e se orgulha muito do sangue “azul”, nunca entendi muito porque dizem isso, afinal o sangue continua vermelho… voltando ao assunto anterior… mas ele odeia algumas “tradicionalidades” de família real. Como por exemplo o pai tem que se casar porque a mãe morreu, Myu-chan não quer que ninguém substitua a mãe dele, sempre foram muito apegados e ela morreu num trágico acidente de carro, na verdade ele acredita que nem o pai quer, mas fará porque é obrigado. Myu-chan tem uma natureza culta e reservada, mas é capaz de virar um… “monstro” quando estar irritado, é inteligente, bem talentoso e apaixonado pelo violoncelo dele e do cachorro lindo Alexander. Myu-chan foi embora há três anos justamente porque a mãe morreu e ele ficou preocupado com o pai, não o vejo pessoalmente desde então. Sinto falta dele e do Ai-Ai, brigávamos muito, mas sempre fomos os melhores amigos do mundo.

..................................

Narrador 3º pessoa.

Reiji entra em seu quarto jogando as malas na cama em que ficava todos os anos. Se deitou na cama e ficou fitando o teto por um tempo.

.................................

Narrador: Reiji.

Tem mais uma pessoa que faz parte desse grupo, ou como eu mesmo chamo: O Quarteto. Ranmaru Kurosaki… é impressionante como meu coração doí só de pensar, ouvir, falar ou ver algo relacionado a ele, ou ele doí ou acelera como um motor de carro. Querem saber o porquê né? Ok. Ele e eu namoramos quando mais novos, sim! Namoramos mesmo. Conheci o Ran-Ran (que por sinal é assim que sempre o chamei) de um jeito meio comum, mas ao mesmo tempo engraçado, no elevador do prédio de advocacia do meu pai aqui em Los Angeles, ele é juiz, mas tem um prédio só de escritórios de advocacia. Ran-Ran tinha ido se encontrar com o pai dele que estava em uma reunião com o seu advogado, quando ele entrou no elevador meu olhar já ficou nele… era estranho eu tinha só 8 anos, mas mesmo assim fiquei encantado com ele. Ran-Ran tava vestindo uma calça jeans escura, uma blusa branca certa ao seu corpo e um sobretudo preto, ele escutava músicas no seu iPod e parecia estar longe do mundo, ele nem ao menos notou que eu o olhava sem disfarçar. Ficamos uns poucos segundos em silencio, só nós dois naquele elevador e quando ele fez um movimento para pegar seu celular o fone se desconectou do iPod revelando a música que ele escutava, que por sinal era a minha predileta da minha banda favorita! Eu simplesmente não resisti e quando vi já tinha aberto minha boca grande e comentado…

Reiji Pov on (11 anos atrás.)

O albino tentava colocar desesperadamente o fone no iPod, mas como estava nervoso pela música estar tocando tão alto, ele não conseguia acertar o maldito buraco do fone.

Reiji: eu amo os Smiths!

Ranmaru se surpreendeu ao ouvir a voz do menino ao lado dele e quando seu olhar foi direcionado ao mesmo, o viu sorrindo abertamente e começou a cantar um trecho da música como se fosse um cantor profissional, até fechou o punho e levou a boca fingindo ser um microfone.

Reiji: “E se um ônibus de dois andares colidisse contra nós. Morrer ao seu lado, que jeito divino de morrer. E se um caminhão de dez toneladas matasse nós dois, morrer ao seu lado…”

Reiji sorriu mais o vendo estático o olhando.

Reiji: “Bem, o prazer e o privilegio são meus.”

Ele cantarolava e ainda fazia uma dança leve acompanhando o ritmo da música que ainda tocava no iPod de Ranmaru.

Ranmaru: você conhece a música…

Reiji riu cara de espanto dele.

Reiji: eu amo os Smiths! Conheço todas as músicas.

O albino deu um sorriso sarcástico.

Ranmaru: conhece é? Vamos ver…

Ele procurava em seu iPod alguma coisa deixando o moreno curioso.

Ranmaru: conhece essa?

Reiji ficou um tempo reconhecendo a música e riu como uma criança em um parque de diversões, e Ranmaru por alguma razão achou lindo o sorriso espontâneo dele.

Reiji: claro! Vamos lá…

Ele molhou a garganta e se preparou pra cantar.

Reiji: “o sol brilha nas nossas costas, não, não é como nenhum outro amor. Este é diferente porque somos nós! Nós podemos ir para qualquer lugar que nos agrade, e tudo depende apenas do quão perto você esteja de mim. E se as pessoas olharem… então, as pessoas olhem! Oh, eu realmente não sei e nem me importo. Sim, podemos estar escondidos atrás de farrapos, mas temos algo que eles jamais terão. Lutarei até o último suspiro, se eles ousarem tocar em um fio de cabelo seu…”

O moreno terminou se curvando.

Reiji: fui incrível, eu sei. Obrigado, obrigado!

Agradeceu como se tivesse terminado um concerto. Ranmaru não aguentou e riu.

Ranmaru: você realmente sabe as músicas e canta bem.

Reiji alargou mais o sorriso.

Reiji: obrigado.

Ranmaru desligou o iPod.

Ranmaru: sou Ranmaru Kurosaki, e você?

Reiji: Reiji Kotobuki, é um prazer Ranmaru!

Apertou a mão do albino.

Reiji: o que ta fazendo aqui?

Ranmaru: meu pai ta em uma reunião com o advogado dele, nos mudamos a pouco tempo para Los Angeles.

Reiji: e eram de onde?

Ranmaru: Tóquio, Japão.

Reiji: uhoo eu nunca fui lá, mas primos que já foram me dizem ser um país interessante! Bem, onde vão morar aqui?

Ranmaru: em um condomínio no bairro Holmby Hills.

Reiji riu um pouco.

Reiji: você deve ser pra lá de rico, ter dinheiro pra comprar uma casa, digo mansão, nesse bairro não é pra qualquer um. Vai conhecer muitos artistas do cinema que moram lá.

Ranmaru sorriu de canto.

Ranmaru: e você o que ta fazendo aqui?

Reiji: meu pai, ele é o dono desse prédio de advocacia, vim visita-lo.

Ranmaru arregalou os olhos.

Ranmaru: hm… então você é o filho do juiz mais conceituado de Los Angeles? Interessante.

Reiji: é. A não ser por viver com seguranças na minha cola, já viu… juiz é muito visado justamente pela carreira.

Ranmaru: sei como é.

Disse meio entediado.

Ranmaru: mora aonde?

Reiji sorriu.

Reiji: no bairro ao norte do seu. Bel Air.

Ranmaru: e ainda fala de mim? Esse bairro é nobre também!

Reiji riu.

Reiji: é um bairro para ricos, o seu bairro é para bilionários pra cima.

Ranmaru revirou os olhos fazendo o menor rir mais. O elevador chegou ao andar dele.

Ranmaru: chegou o andar, tchau Reiji.

Acenou a ele, mas antes dele sumir da vista do moreno, Reiji se pronunciou.

Reiji: eu gostei de conhecer você, eu poderia te pedir seu número, mas…

Ranmaru: é mais fácil pedir a ficha do meu pai para o seu né?

Reiji riu.

Reiji: é, mas não é por isso. É porque algo me diz que nos encontraremos de novo…

O albino arregalou os olhos e só deu tempo de ver Reiji sorrir mais e acenar enquanto o elevador fechou.

Reiji Pov off.

E foi assim que tudo aconteceu… acho que fiquei dois minutos ou menos dentro daquele elevador. Dois minutos, o suficiente pra ficar ferrado pelo resto da vida. Ah… é cansativo lembrar de tudo. Não foi amor a primeira vista, acho que foi mais um “interesse” a primeira vista, Ran-Ran me intrigou e gostei dele, mas o amor veio com o tempo, junto com a amizade, a rivalidade, nossas brigas que sempre acabavam na maioria em beijos hahaha… a segunda vez que o vi foi no campeonato de natação do clube em que meu pai era sócio e por coincidência o pai dele se tornou sócio também, um clube que fica em Beverly Hills. Eu amo nadar, é meu esporte favorito e o Ran-Ran também praticava natação e meio que naquele dia nós nos desafiamos.

Reiji Pov on:

Ranmaru estava doido pra cair na piscina, mas tinha um campeonato e as outras piscinas não eram tão fundas como aquela, então ele resolveu esperar.

Sr. Kurosaki: Ranmaru você nem imagina o menino que ganhou esse campeonato! Ele é o filho do…

O albino não deixou ele terminar.

Ranmaru: serio? Que bom pai! Agora eu vou nadar, já que esse torneio acabou.

Disse correndo da mesa onde estavam. Os pais riram.

Sra. Kurosaki: ele falou assim, mas nem deixou você dizer quem é.

Sr. Kurosaki: Ranmaru e seu jeito.

O albino se jogou na piscina, fazendo um salto digno de um profissional deixando muitos que estavam perto intrigados o olhando, mas tinha um certo menino que o reconheceu na hora e se jogou na piscina também. Eles nadaram ida e volta e quando Ranmaru tirou a cabeça da agua tomou um susto ao vê-lo.

Ranmaru: Reiji?!

Reiji: eu disse que nos encontraríamos de novo. Só não imaginei que fosse tão rápido.

O maior ainda estava surpreso.

Reiji: você acabou de ganhar do menino que venceu o torneio… mas foi pura sorte e porque você mergulhou primeiro.

Disse desafiador e Ranmaru estreitou o cenho.

Ranmaru: então foi você que ganhou é? Vamos competir de novo.

Reiji: ta me chamando para um desafio Ranmaru?

Ranmaru: ta com medo de perder?

Eles ficaram se encarando e Reiji sorriu.

Reiji: eu não perco. Vamos nessa!

Eles saíram da piscina e dessa vez pulando ao mesmo tempo e por incrível que pareça os dois chegaram ao mesmo tempo, não havendo ganhador.

Reiji: impossível… ficamos empatados.

Ranmaru: talvez o vencedor não seja tão bom assim. Ou então… não tenha encontrado ainda um que ficasse a altura.

Disse presunçosamente.

Reiji: você é convencido demais.

Ranmaru: realista.

Eles ficaram se encarando e foram tirados do transe pelos pais.

Sr. Kotobuki: pelo visto nossos filhos já se conhecem Kurosaki.

Disse sorrindo levemente.

Sr. Kurosaki: Reiji não ligue para Ranmaru, ele sempre foi muito competitivo.

Sra. Kotobuki: Reiji é igualzinho.

Sra. Kurosaki: então eles serão ótimos amigos.

Eles riram. Ranmaru e Reiji se olharam.

Sr. Kotobuki: saiam da piscina, vamos comer algo.

Os dois concordaram, mas antes do albino sair, Reiji o parou.

Reiji: vamos competir outra vez Ran-Ran!

O maior o olhou incrédulo.

Ranmaru: é Ranmaru!

Reiji: Ran-Ran!

Ranmaru: Ranmaru!

Reiji: Ran-Ran!

Ranmaru: Ranmaru!

Reiji: Ranmaru!

Ranmaru: Ran-Ran!

Ele arregalou os olhos quando escutou o que disse.

Reiji: então será Ran-Ran.

Sorriu vitorioso.

Ranmaru: idiota!

Reiji riu.

Reiji: aceita ou não o desafio?

Ranmaru: por que vai competir sabendo que vai perder?

Reiji: nunca podemos realmente saber o que acontecerá, se não tentarmos.

Retrucou desafiadoramente. Ranmaru suspirou.

Ranmaru: ok, aceito. O dia e hora?

Reiji sorriu.

Reiji: escolho e te aviso, algo me diz que você fará parte dos meus dias.

Apontou aos pais que conversavam animadamente como se fossem amigos a vida inteira. Ranmaru os olhava meio chocado.

Ranmaru: seremos rivais a partir de agora.

Deu a mão a ele para o puxar para fora da piscina.

Reiji: mas amigos também.

Sorriu pegando na mão dele e saindo da piscina.

Reiji Pov off.

E foi assim que nossa disputa pra sempre saber quem era o melhor começou. Depois descobrimos que Ranmaru viria estudar aqui, no mesmo colégio que eu estudava e acabamos virando colegas de quarto. Conhecemos no mesmo ano o Ai-Ai e o Myu-chan que vinham de Dubai e Hungria respectivamente. Viramos melhores amigos, nos metemos nas mais loucuras confusões e depois nos apaixonamos, foi bastante difícil para os dois admitir, mas não conseguíamos mais esconder. E foi assim que Ranmaru Kurosaki foi… meu primeiro amor, namorado, rival e o único que realmente amei.

.............................

Narrador: 3º pessoa.

Ranmaru estava descendo as escadas já pronto para ir ao aeroporto e embarcar rumo aos EUA.

Sora: Ran-chan!

O rapaz de mais ou menos um pouco mais que sua idade chegou perto dele correndo.

Ranmaru: me deixa Sora!

O repeliu irritado caminhando rumo a saída da casa.

Sora: me deixa ajudar com suas malas.

Insistiu gentilmente e tomou um susto quando Ranmaru parou bruscamente e virou para encara-lo.

Ranmaru: nunca engoli muito essa história de você ser empregado do meu pai. E sempre tive uma vontade louca de quebrar sua cara desde quando era criança.

Disse assustadoramente fazendo Sora se afastar dele vários passos.

Sora: R.Ran-chan pensei que já tivesse superado aquilo.

Ranmaru: como superar o fato que um dia você agarrou meu ex-namorado?!

O garoto engoliu em seco.

Sora: não fiz aquilo por querer. Seu pai ficou meio intrigado quando vocês começaram a namorar e me pediu pra descobrir o que o Reiji sentia por você.

Ranmaru: e ele mandou você agarrar ele?!

Sora: bem, não… mas eu pensei que se ele realmente amasse o senhor, ele recusaria e foi o que aconteceu. O soco que ele me deu, dói até hoje.

Ranmaru segurou o sorriso virando a cara emburrado.

Ranmaru: só não quebro a sua cara agora, porque ele mesmo fez isso há anos.

Sora suspirou aliviado.

Sora: desculpe. O senhor ta voltando pra ele?

Ranmaru corou levemente.

Ranmaru: to indo estudar no colégio interno Sora! E… talvez tentar resolver o mal entendido que fiz há quatro anos.

O garoto sorriu pela vergonha do albino.

Ranmaru: não precisa me ajudar com as malas, obrigado.

Nesse momento os pais dele aparecem.

Ranmaru: ninguém merece…

Sr. Kurosaki: calma ok? Não queremos brigar, vamos só acompanhar você ao heliporto.

Ranmaru: heliporto?

Sra. Kurosaki: não precisa ir de avião filho, vá no nosso jatinho mesmo. Assim desembarcará no heliporto do internato.

O albino arqueou a sobrancelha desconfiado.

Ranmaru: vocês não estão planejando sequestrar o próprio filho só pra me impedir de ir para Los Angeles né?

Os dois reviraram os olhos.

Sr. Kurosaki: não exagera Ranmaru.

Ranmaru: o que os fizeram mudar de ideia?

Sra. Kurosaki: nada, apenas pensamos e estamos tentando consertar a dor em seu coração que nós mesmo causamos.

Ranmaru ficou em silencio.

Sr. Kurosaki: vamos, porque o jatinho já está esperando.

O menor sorriu.

Ranmaru: vamos.

............................

No outro dia…

Reiji: Ringo!! Me fala vai! Quem será meu novo colega de quarto?? O Hidan saiu.

Implorava perseguindo o exótico professor da escola de música Saotome e também era o coordenador geral.

Ringo: Rei-chan não posso dizer, logo você saberá certo? Ele chega hoje, pela parte da tarde com certeza.

Disse com um sorriso meio travesso, o moreno estranhou isso.

Reiji: por que está com esse sorriso? Você o conhece?

Ringo balançou calmamente a mão.

Ringo: não Rei-chan. Falar nisso… o Ai-chan e o Camus-kun voltaram esse ano para cá, ficarão em um quarto juntos, como sempre foi.

Reiji arregalou os olhos bruscamente e sorriu animado.

Reiji: sério?? Sério?? Não acredito!!

Ele gritou animado e abraçou o homem de cabelos rosas.

Reiji: cara! Três anos sem vê-los, não acredito que vamos estudar juntos de novo! Eles ficarão na mesma classe que eu né?

Ringo: sim. Estudarão todos “juntos” de novo.

Reiji não percebeu o que ele tentou dizer nas entrelinhas e sorriu pela felicidade do moreno.

Reiji: Ringo… as inscrições para a escola de música Saotome, ainda estão abertas?

Ringo: hm, sim… por que?

Reiji: não, por nada.

Sorriu sem graça.

Ringo: Rei-chan você não tem notícias do Ranmaru-kun?

O moreno estremeceu ao ouvir o nome do Kurosaki.

Reiji: não nos falamos há quatro anos Ringo, por que a pergunta?

Respondeu meio sério.

Ringo: curiosidade, vocês eram namorados e…

Reiji: nós éramos! Não somos mais. Ele foi embora, me deixou… o Ran-Ran quis isso e não eu.

Ele se virou pra ir embora. Ringo suspirou.

Ringo: isso não vai dar certo…

.......................

Reiji caminhava calmamente pelos corredores em direção a área da piscina coberta do internato e sua cabeça voltou a pensar em todos os momentos que viveu com Ranmaru.

Reiji: por que to pensando tanto nele nesses últimos dias?

Passou a mão no cabelo lentamente e agradeceu que não tinha ninguém na piscina, ele se sentou na beirada, tirando os tênis e tocava os pés levemente na agua.

Reiji: “é incrível a maneira que tentei te encontrar nas outras pessoas que me envolvia. E sempre foi incrível como doía não te encontrar nelas.”

O moreno soltou um longo suspiro.

Reiji: com tantos sentimentos… tinha que ser justo amor meu Deus?

Ele lamentou profundamente recordando de uma das milhares de lembranças que ele tinha com Ranmaru.

Reiji Pov on.

Eles estavam em uma festa de fim de ano do internato, Reiji e Ranmaru já tinham ficado algumas vezes e meio que estavam em um namoro indireto.

Reiji: Ran-Ran!!

Ele veio correndo e se jogou nas costas do albino que estava sentado conversando com uma menina, que por sinal Reiji odiou porque sabia que ela era afim dele, o que ela não sabia era que o moreno era o “namorado” de Ranmaru.

Ranmaru: que f.…

Ele não conseguiu terminar porque Reiji o deu um beijo caloroso, ainda pendurado nas costas do albino. O Kurosaki apesar do susto acabou correspondendo.

Reiji: atrapalhei algo?

Perguntou sarcasticamente a garota que estava atônita pela cena de poucos segundos atrás.

Garota: eh… não! Eu já vou, tchau Ranmaru!

Ela saiu praticamente correndo.

Ranmaru: realmente precisava fazer isso?

Reiji sorriu travesso.

Reiji: do que você está falando Ran-Ran?

Ranmaru sorriu de canto sarcástico, tirando um sorriso maior do moreno. Reiji era bastante espevitado e inconsequente como Ai, e por essa razão a personalidade dele e de Ranmaru viviam entrando em confronto.

Reiji: seus pais estão te chamando, eles já estão lá no salão junto com os pais do Ai-Ai e do Myu-chan, meus pais também estão lá.

Ranmaru: eu já sei, os vi chegando.

Reiji: então vamos logo, não vamos deixar todos esperando.

Ele ia se afastar, mas o albino segurou seu braço.

Ranmaru: por que a gente não fica um tempo por aqui? Eu quero te dizer uma coisa.

Ele se levantou ficando a mesma altura do moreno, Reiji sorriu.

Reiji: o que é?

Chegou mais perto do Kurosaki.

Ranmaru: eh… está disposto a assumir um compromisso comigo? Tipo… oficial mesmo.

Reiji: como é que é? Mas… estamos juntos não é?

Ranmaru: eu sei, mas… aqui, na frente dessas pessoas, não me interessa se alguém está ouvindo ou não.

Ranmaru sorriu levemente e tirou do bolso duas alianças prateadas. Reiji arregalou os olhos levemente.

Ranmaru: eu te amo e você sabe disso. Eu quero compartilhar momentos felizes e tristes ao seu lado, dividir tudo com você.

Ele pegou a mão direita do Kotobuki que ainda estava surpreso.

Ranmaru: Quer seu meu namorado e só meu pra sempre?

Perguntou sorrindo um pouco sem jeito. Reiji abriu um largo sorriso e seus olhos ficaram meio úmidos.

Reiji: sim.

Ranmaru colocou a aliança no dedo dele e Reiji pegou a outra que estava na mão do albino.

Reiji: você agora é só meu!

Disse animado colocado a aliança do mesmo lado em Ranmaru.

Ranmaru: meu.

Falou baixinho perto de beija-lo.

Reiji: pra sempre meu.

O beijou selando aquele compromisso.

Reiji Pov off.

Lagrimas vinham sempre que ele se recordava disso, Reiji puxou seu cordão e a aliança continuava ali perto dele, mas agora ele não usava mais em seu dedo, não teria logica isso, ela sempre esteve esses quatro anos no cordão como um pingente.

Reiji: “R.K

Ele sorriu minimamente ao ler as siglas do nome de ambos gravada naquele anel.

Reiji: por que ele fez isso? Se nunca me amou… porque me iludia tão bem??

As lagrimas desciam delicadas por sua face.

Reiji: será que eu nunca signifiquei nada pra você?

.....................

Ranmaru estava perdido em seus pensamentos olhando para a vista da janela do jatinho.

Ranmaru: será que ele ainda me odeia?

Fechou os olhos lembrando do dia em que foi embora.

Ranmaru Pov on.

Eles estavam no quarto que dividiam no internato desde sempre.

Reiji: por que você vai embora?! Se cansou de mim foi?!

Ele gritava em meios ao choro que se tornava mais e mais intenso.

Ranmaru: Reiji… eu não queria machucar você! Mas realmente… não podemos mais continuar e…

Reiji voou pra cima dele batendo nele com toda a força que tinha.

Reiji: você é um idiota! Imbecil! Seu filho da mãe desgraçado!! Infeliz!

Ranmaru tentava se defender.

Ranmaru: Reiji para com isso!!

Reiji: eu quero que você morra!! Se sair por aquela porta eu NUNCA mais vou querer ver você!!!

Ranmaru não sabia o que fazer, então deu um soco forte no estomago dele o fazendo desmaiar em seus braços.

Ranmaru: Reiji… me desculpa. Eu queria muito falar o motivo que vou embora, mas… você não ia concordar.

Ele carregou o menor e o depositou na cama calmamente. O albino ficou o olhando por uns segundos.

Ranmaru: eu te amo Reiji. Nós ainda vamos ficar juntos de novo… eu prometo.

Ele beijou de leve os lábios do moreno e foi embora.

Ranmaru Pov off.

Ranmaru: “achei que seria mais fácil esquecer você, te arrancar do meu coração, mas não foi e nem o tempo foi meu amigo nesses quatro anos. Porque cada segundo que não falava com você parecia um ano, a cada minuto que passava meus pensamentos giravam mais ainda em torno de ti, a cada hora a saudade aumentava mais ainda. E a cada dia eu apenas sobrevivia com a dor de que fui eu que quis assim.”

O albino tomou um gole do seu suco e sem querer seu olhar pairou sobre a aliança que ele nunca tirou do dedo nesses anos.

Ranmaru: “poucas as vezes chorei na vida, mas o choro que vinha toda vez que lembrava de você… sempre foi o que mais doía.”

O albino cerrou os olhos ainda os mantendo sobre a aliança.

Ranmaru Pov on.

Era férias e todos haviam combinado de passar no Caribe. Reiji e Ranmaru tinham ido caminhar na praia que ficava de frente para o hotel que estavam hospedados.

Ranmaru: o que você queria me falar?

Perguntou se sentando na areia junto com o moreno.

Reiji: vamos fazer um pacto?

O maior arregalou os olhos o encarando.

Ranmaru: um pacto?

Reiji: é! Igual aqueles que os casais fazem quando se casam!

Ranmaru: aquilo são votos Reiji! Pacto faz parecer meio macabro.

Reiji riu.

Reiji: então vamos fazer um voto!

Ranmaru: como assim?

Reiji inspirou o ar tranquilo do mar e o soltou lentamente.

Reiji: Eu, Reiji Kotobuki, prometo com as estrelas que estão sob nós como testemunha, que vou amar você por toda minha vida.

Disse colocando a mão que tinha a aliança na areia, entre eles dois.

Reiji: sua vez.

Sorriu, Ranmaru gemeu internamente.

Reiji: vamos Ran-Ran! Ta só nós aqui! Por favor!

O albino ficou um tempo olhando para o mar e suspirou.

Ranmaru: Eu, Ranmaru Kurosaki, prometo com o oceano como testemunha, que será sempre o único amor da minha vida.

Disse colocando por cima da mão do moreno a sua. Reiji estava um pouco surpreso pelas palavras do Kurosaki.

Reiji: enquanto houver as estrelas…

Ranmaru: enquanto houver o oceano…

Reiji: para o resto da minha vida.

Ranmaru: para o resto da minha vida.

Eles sorriram e se beijaram.

Ranmaru Pov off.

Ranmaru sorriu ao lembrar dessa promessa de infância.

Ranmaru: nós prometemos naquela noite Reiji… eu ainda estou cumprindo, espero que você também.

Notas finais
*le roendo as unhas.
o que acharam???
Deixem reviews pliss *_*
preciso saber o que acharam e sou movida a reviews kkkkkk
beijinhos da Becky-chan ♥