A Thousand Years

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Oiiiiis, tá ai o primeiro capitulo :)
se gostarem por favor, indiquem pra quem quer que seja ler. ♥♥

FLASHBACK ON

Eu estava sentada no sofá com minha irmã assistindo filme, alguma coisa de terror, quando meu celular toca.

–Alô?

–Anna? É a Eduarda.

–Ah, oi Duda.

–Anna, meus pais viajaram, então resolvi fazer uma festa aqui em casa, não tá afim de vir?

–A sei lá, meus pais foram jantar fora, nem sei se a Liz vai deixar!

–Para de ser tonta, vem escondida garota, tenho que desligar, quero te ver aqui viu!

–Tchau Duda.

Assim que a Liz dormiu, eu fiz o que a Eduarda disse, apesar de estar me sentindo suja, eu nunca fiz esse tipo de coisa.

***

Eu estava na festa, sentada, vendo as pessoas, algumas meio idiotas dançando feito loucas, tinha bebidas, e claro, tinha drogas, hoje em dia, em quase todas as festas tem drogas.

Aquelas luzes flourecentes, começaram a me dar dor de cabeça, isso não é lugar para uma garota de apenas 15 anos.

Corri para a saida, mas alguém me parou, bloqueou minha saida.

–Mas já?- Perguntou, que voz de bebâdo!

–Henry, não me enche, ok?- Respondi, tentei o empurrar, mas não deu certo, ele me abraçou.

–A Aninha, não faz disfeita não, fica comigo vai...- Ele sussurou.

–Você não tá bem Henry, você bebeu demais.

–Anna, eu prometo que se você ficar só mais um pouco você vai saber o que realmente é felicidade. Por mim? Se você ficar eu vou embora junto com você.

Eu seriamente me preocupava com Henry, apesar dele ser um perfeito idota, que se acha, eu não consigo ver ninguém nesse estado, ele pode ser mesquinho, chato, badboy,mas ele é uma pessoa, que não está em seu bom estado.

–Tá bom.

Ele deu um sorriso vencedor, colocou seus braçous em volta da minha cintura. O que foi bem estranho. Até nos guiar para perto de algumas pessoas.

Estavam todas com olhos vermelhos, cheirando um pó, claro, droga.Henry então pegou aquilo e me entregou.

–Cheira isso, você vai se sentir muito bem. -Ele disse, olhando diretamente nos meus olhos.

–Mas isso é droga, eu não vou fazer isso.

–Um dia você ainda vai se arrepender- Ele disse indiferente.- Seja feliz por uma noite somente.

–Eu sou feliz.

–Não é não, pra você felicidade é falar que ama mamãe e papai, você realmente não sabe o que é felicidade.

***

O mundo ficou mais bonito, as pessoas falavam em camêra lenta, tudo era muito engraçado. As luzes florecentes começaram a mudar de cor, e tudo era caso de risos, a melhor sensação que eu já tive na vida.

Me senti livre, totalmente livre, queria que fosse assim a todo momento.

Henry, então me entregou uma garrafa que a bebida tinha um nome engraçado, comecei a rir, engoli tudo em dois goles, desceram queimando, a sensação só melhorou. Tudo agora realmente era uma festa.

FLASHBACK OFF

Agora entendem o porque que meus pais me odeiam tanto, calma, isso foi só o começo, nesse um ano que sou considerada drogada, comecei a roubar meus pais, eu não tenho como sustentar meu vicio.

Hoje em dia, o HORA que eu não estou drogada é muito rara.

Eu até poderia largar, minha irmã se mudou, ela era a única que mesmo eu roubando não me odiava. A minha base aora está no Alasca, tentando ter um futuro e assim agradar meus pais, porque hoje em dia, na concepção deles, ela é filha única.

Acordei com o sol em meu rosto.

–Que porra é essa?- Gritei

–Anna, levanta dessa cama agora, já são 2 da tarde- Vi minha "mãe" abrindo as janelas.

–Não posso nem mais dormir nessa droga de casa- Gritei.

–Não grita comigo, eu cansei de suas esterias de drogada, não sei como não dormiu embaixo da ponte- Ela disse deboxada.

–O que você quer de mim sua idiota?- Retruquei.

–Você vai arrumar sua malas- Ela falou.

–Pra onde eu vou?

–Você vai sair dessa casa!

–Tá me expulsando mulher?

–Não, estou somente te mandando para um lugar melhor.-Ela respondeu.

–To confusa.- Falei.

–Você vai viajar.

–Pra onde?- Perguntei

–Você vai ver.- Respondeu e saiu.

Assim fiz, arrumei minhas coisas. Peguei o necessario, fui até o quarto dos meu pais e peguei dinheiro da carteira do meu pai. Liguei para Jon, para me arrumar bastante estoque, bebida, e muita droga.

–Pronta?- Meu pai perguntou entrando no quarto.

–Estou.Mas preciso passar em um lugar tenho que pegar bastante coisas sabe- Eu disse na maior cara de pau e ele se virou.

Eu sei que isso os machuca, mas eu não posso controlar, essa não sou eu.

Desci as escadas e vi quatro homens, com roupas brancas, eu já vi esses caras, são da clínica de reabilitação. A não, esse canalhas, meus pais traidores, desgraçados.

Tentei correr, mas eles me alcançaram antes, senti a agulha perfurar minha pele, e minhas paltebras ficando pesadas.



Notas finais
Oiiiis ♥♥ até o proximo capitulo amorazinhas