A Salvatore

15 Capitulo 15: Definitivamente virei a vilã


Notas iniciais
Oiiii genteee! Estou tão feliz com os comentários de vocês,sério de verdade mesmo. kkk E aqui está mais um capitulo, e espero que vocês gostem! Boa leitura! Vejo vocês lá embaixo.

A Salvatore

Dias se passaram. Infelizmente a avó de Bonnie não resistiu e o feitiço esgotou todas as suas forças levando-a a morte, o que só aumentou minha culpa e a raiva que todos estavam de mim.

E Quando falo de todos refiro-me a meu primo Stefan, há dias que ele não olha para a minha cara, me impediu de ir no enterro da velha Bennnet, e falava comigo apenas o necessário, assim como sua namorada que parecia estar com mais raiva ainda.

Eu havia evitado Damon a todo custo, e até agora estava dando certo, o fato é que eu já esperava que sua vingança viria em seguida, ele sem dúvidas não deixaria quieto a humilhação que o fiz passar.

Mas havia uma coisa pior que isso, com todos bravos comigo, eu estava completamente sozinha, eu não tinha muitos amigos nessa cidade, passei todo o tempo aqui focada em minha vingança, e o que me restava era sentar-me sozinha no bar, ou passar a noite com o prefeito como havia sido noite passada.

Eu não estava com a mínima vontade de voltar para casa, lá teria Damon bebâdo rodeado de garotas ou com apenas uma mas alimentando-se de todas elas e Stefan que estava me evitando e eu de certa forma também estava o evitando, porem, sabia que uma hora teríamos que conversar e sabia que a conversa seria feia. Parei em um bar qualquer perto da cidade mais próxima.

Sentei-me em uma das cadeiras, naquele momento haviam poucas pessoas por ali, mas quem frequenta o bar no meio da tarde mesmo?

— Três tequilas por favor! – pedi ao barman, que sorria para mim de forma galante, sinceramente eu havia cansado de barmans ainda mais depois daquele Ben

Em seguida as tequilas se encontravam na minha frente, virei-as sem dó.

— Você parece estar com sede – olhei para o lado curiosa para saber quem ousava falar comigo

Era um rapaz bonito, alto, olhos verdes, levemente bronzeado e seus cabelos eram loiros, usava roupas modernas e tinha um olhar atento que estava direcionado a mim.

— Só um pouquinho – sorri para ele tentando ser simpática, eu estava em um mal dia, o que não quer dizer que eu deixaria de flertar com um gato desses

— Aceita companhia? Ou faz mais o tipo solitária? – ele sorriu galanteador, seu sorriso era extremamente branco chegava até mesmo a brilhar

— Uma companhia nunca faz mal, sente-se – sorri de volta, ele pareceu ficar balançado com meu sorriso, o lado bom de ser eu é que todos os caras ficavam encantados assim ao me conhecer pela primeira vez

— Sendo assim, mais uma rodada para mim e para a moça – ele pediu ao barman – A proposito sou Jacob.

— Muito prazer Jacob, eu sou Isabelle – sorri, estendendo a mão para cumprimenta-lo mas antes que ele me desse a mão de volta em um ato pouco feito atualmente, o rapaz beijou minha mão, olhando diretamente para meus olhos

O barman entregou as bebidas e eu olhei sorrindo para os seis copos enfileirados.

— Está tentando me embebedar? Saiba que não é muito fácil – brinque e ele riu

— Hoje o dia está um tédio, então eu te embebedo você me embebeda, saímos do tédio e ficamos quites... – ele piscou, meu Deu esse homem era realmente um tesão

— Combinado – falei pegando um copo e fazendo sinal de brinde ele retrubuiu e então bebemos....

A bebedeira continuou e o papo estava ficando animado, o estranho é que Jacob não falava muito sobre ele, mas era cheio de perguntas.

— Você mudou-se para cá a tão pouco tempo. Algum motivo especifico? – perguntou-me interessado

— Eu tenho um primo menor de idade que precisava de cuidados, então eu vim – contei a mentira de sempre

— Só moram vocês dois?

— Não. Moro com meus dois primos, o mais novo e um que tem a minha idade – eu sinceramente esperava não morar com Damon, por muito tempo a mais – Mas e você?

— Estudo na faculdade aqui por perto, mas minha família é de longe – como sempre era breve em suas respostas – E anos antes de morar aqui por onde passou?

— Curioso você hein! – eu ri, provavelmente o álcool já estava fazendo bastante efeito sobre minhas faculdades mentais – Passei por vários lugares, até mesmo outros países.

— É mesmo? Quais? – e antes que eu respondesse meu celular vibrou em meu bolso

— Espere um minuto – pedi olhando para o visor do celular

Era Stefan, aquilo era realmente estranho considerando que ele não falava comigo direito há dias.

De: Stefan

Para: Belle

Estão atrás de você por aqui, ao que parece você como membro do comitê da cidade, tem que ajudar em um leilão no Grill.

Merda! Eu havia me esquecido completamente esse maldito leilão, hoje a noite teria uma espécie de leilão de encontros com os rapazes mais cobiçados da cidade, e eu fiquei de ajudar com isso. Essa história de ser a “amiguinha da cidade” estava começando a ficar irritante.

— Me desculpe, mas eu tenho um compromisso e preciso ir – falei levantando-me, Jake pareceu um tanto quanto contrariado

— Não. Fique mais um pouco, a conversa está tão boa – pediu segurando meu braço

Peguei o guardanapo em cima do balcão e pedi uma caneta para o barman que prontamente me deu uma, anotei meu número no guardanapo e o dei para Jacob.

— Me ligue – falei dando um suave beijo em sua bochecha e saindo do bar

Dei risada ao imaginar a expressão abobalhada que ele devia estar, humanos...

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Cheguei no Grill com uma hora de atraso em relação ao que eu deveria estar lá. O que não esperava era dar de cara com a tia de Elena e o professor Saltzman aos beijos.

— Não acredito que vou atrapalhar esse momento – disse ela parando o beijo

— O que? – perguntou Alaric confuso

— Eu tenho que contar. Elena descobriu há pouco tempo que foi adotada... E anda procurando a mão biológica. Seu nome é Isobel. – eu não sabia o porque mas esse nome não me era estranho, eu sabia que era falta de educação escutar a conversa alheia porém tive que continuar

— Isobel? Minha esposa? – perguntou assustado com a ideia- Impossível, Isobel nunca teve filhos.

Se isso fosse verdade meu primo mais velho havia matado a mãe de Elena, oh meu Deus!

— Tem certeza? Nem antes de vocês se conhecerem? – perguntou Jenna

— Não. Não mesmo – respondeu desacreditado da possibilidade

Jenna tirou o celular do bolso, provavelmente mostraria uma foto ou algo assim da moça.

— Essa é a mãe biológica da Elena – falou Jenna e a expressão do professor mudou de incrédula para assustada

— Ela... ela nunca me contou – ele parecia meio abalado, ao que parece sua mulherzinha escondia alguns esqueletos no armário – Eu... Tenho que ir. – parecia bem confuso na verdade

E andando desorientado acabou trombando comigo, seu olhar só piorou, ao que parece ele lembrou-se do dia em que eu e Stef o cercamos.

— Boa tarde professor Saltzman – cumprimentei como se nada tivesse acontecido, assim como fazia na escola

— Boa tarde professora Salvatore – ele disse e saiu andando o mais rápido que pode

Olhei para Jenna que se encontrava pensativa na porta, acho que era hora de fazer amizade com a tia de Elena, já que sua sobrinha provavelmente me odiava por achar que matei a avó de sua melhor amiga.

— Olá – sorri cumprimentando-a

— Você deve ser a prima dos rapazes – ela falou sorrindo – Eu sou Jenna.

— Isabelle, muito prazer. Já ouvi falar de você várias vezes, Stef fala muito bem de você.

— Ele é um bom menino. Eu queria muito te conhecer, fiquei sabendo que você é a guardiã legal dele, e sinceramente desde que virei a de Elena e seu irmão vim procurando alguém que me entendesse – eu imaginava que não era fácil criar adolescentes, mas se ela pretendia pegar dicar eu sabia tanto quanto ela

— Se precisar de alguém para desabafar... – sorri gentil – Agora eu preciso entrar e ver o que tem para fazer, ao que parece estou bem atrasada... – falei já entrando no bar e ela riu, como sempre causei boa impressão

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Eu já estava ajudando havia um tempo sob os olhares rigorosos da Sra. Lockwood, eu sabia que ela desconfiava de meu caso com seu marido e não estava errada, por isso sua implicância comigo era bem maior, eu já estava quase arrancando a cabeça daquela vadia, quando sai do deposito do bar para me livrar e avistei Damon conversando com a Xerife Forbes, meu primo estava evidentemente alcoolizado.

— Ah você está aqui. Por favor, cuide das inscrições – falou Carol com altivez, eu realmente estava planejando a morte bem lenta desta mulher em minha mente

— Isabelle! – chamou a Xerife, forcei um sorriso, eu odiava a ideia de ter que chegar perto de Damon

— E lá vem a vingativa – ele falou irônico, e a Forbes nos olhou com uma expressão estranha

— Eu ouvi Carol delegando a você a função da inscrição dos solteiros. Acho que poderia inscrever seu primo – ela sorriu – Não se esqueça de falar a ela que eu o indiquei, por favor.

— Mas é claro. Aposto que meu primo fará o maior sucesso. – sorri

— Você me arremataria para você com certeza – ele provocou, e eu o ignorei

— Tenho que ir. Se a Sra. Lockwood me vê aqui, acho que entra em colapso – brinquei e Lizz riu

— Não entendo porque ela implica tanto com você – falou, eu sabia o porque e era um motivo bem plausível

Sai andando enquanto olhar de Damon queimava em minhas costas.

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Voltei para casa para trocar de roupa, Carol exigia que cada uma de suas ajudantes estivesse impecável aquela noite.

Entrei em meu quarto me direcionando ao meu armário, eu já sabia exatamente o que usar, apenas joguei o vestido na cama e entrei no banheiro.

Eu precisava de um banho, lavar a alma, esses dias tem sido difíceis, depois dessa vingança contra Damon eu esperava me sentir bem, mas era justamente o contrário e aquilo me incomodava profundamente, as palavras dele não saiam da minha mente e a ideia de que tinha ganha seu ódio para sempre, que antes me parecia justa agora chegava a me doer, era realmente isso que eu queria?

Saí do banho e ainda enrolada na toalha comecei a me maquiar, caprichei no olho com uma sombra preta e delineador, corei minhas bochechas de leve com um blush rosado e um batom cor de boca.

Apenas penteei meus cabelos os deixando liso. E para completar meu visual coloquei meu vestido, ele era preto e colado ao corpo e possuía um decote profundo e provocante na parte da frente, calcei sapatos pretos para combinar e uma bolsa estilo carteira no mesmo estilo, para fechar o look coloquei um colar de cruz cravejado de pedras brilhantes. Olhei-me no espelho e não era nenhuma novidade eu estava linda.

Ouvi um barulho vindo do quarto de Stefan, eu sabia que ele estava com muita raiva de mim, mas eu precisava do meu primo de volta, então esperava enfrentar a tempestade logo, para depois tê-lo de volta.

— Vai continuar a ignorar minha existência? – perguntei entrando no quarto de Stefan, ele olhou-me, seu olhar ainda era magoado

— Eu não estou ignorando sua existência Isabelle. Apenas não estou disposto a falar com você. – sua voz era dura e aquilo me magoava

— Por que você perdoa Damon tão fácil e não a mim? – de certa forma isso era verdade

— Porque sempre te vi como uma pessoa sensata Isabelle. Mas depois dessa última... Você tem alguma noção de tudo que causou? –ele explodiu finalmente comigo

— Eu precisava disso Stefan, eu precisava me vingar dele. Foi a única forma que eu encontrei – eu prometi para mim mesma que não ia chorar por mais duro que Stefan fosse comigo, era tão difícil segurar meus sentimentos perto dele

— A única forma que você encontrou foi arriscando a vida de todos nós? De uma cidade inteira? De duas bruxas? – sua voz era baixa, mas feria como se ele estivesse gritando comigo

— Eu não pensei ok? E eu não sabia o que aconteceria com a avó de Bonnie, eu não tenho culpa – tentei me explicar

— Você deveria ter parado quando viu todos os perigos que íamos correr. Mas não você continuou e continuou com tudo mostrando que você tinha que parar, para que? – ele me olhou com frieza – Por dois minutos de glória e prazer da vingança? Agora olhe a sua volta, veja o estado em que Damon está. O cara que você embora tente negar ama, valeu a pena para você? – seus olhos me perfuravam pareciam alcançar minha alma- Porque pelo que me parece você está pior que ele, e o nome disso é culpa!

— Eu não me arrependo de nada – respondi, Stefan não podia ser tão duro assim comigo ele estava sendo injusto

— Você não consegue mentir nem para si mesma Isabelle, então me poupe de suas mentiras...

— Então é isso você me odeia Stefan? – encarei-o eu sabia que meus olhos estavam marejados, mas eu não me importava ele era a pessoa que eu mais prezava no mundo e eu não iria aguentar ser odiada por ele

— Eu nunca vou te odiar Isabelle. Mas estou profundamente magoado com você. – abaixei os olhos para essa frase, a dor em meu peito era enorme

— E como faço para remediar isso? – perguntei

— Comece pedindo desculpa para cada pessoa a quem prejudicou... – aquilo era absurdo eu jamais faria isso! Mas antes que eu pudesse responder – Se você me der licença eu tenho que sair e creio que esteja atrasada.

Meu primo saiu do quarto me deixando ali, arrependida e largada, nesse momento eu me sentia mais só do que nunca e eu não pediria desculpas para Damon ele nunca se desculpou por nada, pela forma que tudo tomava minha briga com meu primo mais novo estava longe de terminar e era isso que mais me magoava.

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— Os bilhetes da rifa estão á venda. O que for arrecadado vai para a celebração do dia dos fundadores. – Carol Lockwood falava em cima do palco, eu não podia negar a mulher estava realmente muito elegante

— Uau! Alguém já te disse que você dá um golpe na autoestima de qualquer mulher? – Jenna comentou vindo falar comigo e eu sorri

— Mas que mentira, eu sou apenas uma garota qualquer. Mas você está realmente muito bonita, e pelo que pude perceber louca para fisgar o professor Saltzman – brinquei e ela sorriu envergonhada

— Ele é tão sexy não é? – perguntou olhando-o de canto

— Não discordo, ele é realmente lindo. Embora eu o ache um tanto quanto misterioso. – comentei como quem não quer nada

— Ele é. Chega a ser estranho ás vezes – comentou

— Quando as coisas são assim eu acho melhor conversar, ninguém quer se meter em um relacionamento com um psicopata – ou um caçador de vampiros, completei mentalmente – Eu já tive vários em minha vida – virei os olhos e Jenna riu

E falando no psicopata principal da minha vida. Avistei Damon entrar pela porta do Grill, ele estava obviamente lindo, ao que parecia havia dado um trato no visual para o leilão.

— Eu me sinto até embaraçada em comentar, mas esse seu primo é um gato – Jenna comentou secando Damon com os olhos e eu ri, era costumeiro meu primo causar essa reação nas mulheres

— Não se iluda. Esse ai não vale nada – respondi tentando ser o mais imparcial possível, mas não dava para ser imparcial quando se tratava de Damon

— Estou sentindo um cheiro de amor adolescente mal resolvido? – ela me olhou curiosa e um leve sorriso saia por seus lábios, eu realmente gostei da tia da Elena

— Talvez... – fui sincera e dei um meio sorriso

— Vocês deveriam se resolver sabia? Formariam um belo casal. – as pessoas insistiam nisso, mal sabiam do ódio que ele sente por mim

— Eu e ele não demos certo, como você disse um amor adolescente – sorri e decidi sair dali antes que o assunto se tornasse muito pessoal – Preciso ir ali supervisionar Caroline, depois conversamos mais... – sai andando, em direção a loirinha que estava cuidando das fichas das mulheres

Notei que a expressão de Caroline era frustrada, ao que parece tinha algo incomodando muito a loirinha.

— Precisa de ajuda? – perguntei tentando ser o mais simpática possível

— Não, organizo essas coisas há anos e nunca precisei de ajuda – respondeu arrogante

— Se Carol mandou que eu ficasse de olho. Parece que alguém cometeu uma gafe ano passado – comentei de forma maldosa – Mas já que você não precisa de nada, vou dar uma volta pela festa, é melhor do aturar uma adolescente emburradinha...

Notei que Damon conversava com a Xerife em um lugar distante, eu daria de tudo para saber o que ele estava aprontando, mas eu não podia me meter com Damon novamente, não se quisesse ter alguma chance com Stefan, então tudo que eu faria essa noite era beber e ver as solteironas e donas de casa desesperadas se matando por um encontro com os bonitões.

— Já comprou sua ficha? – prefeito Lockwood se aproximou discretamente de mim no bar, aproveitando que sua mulher estava distraída entrevistando homens no palco improvisado

— Se você tivesse disponível ali eu compraria até dez – sorri sedutora e ele como sempre caiu

— Você não precisa disso, tem seu lugar reservado em meu escritório – nossa era assim que ele queria ser sedutor, esse prefeito cada dia me saia mais broxante

— Adoro. – respondi sendo falsa

Um amigo de Lockwood apareceu e ele teve que sair de perto de mim. Nesse momento Carol passou para o lado de Alaric, me interessei por essa parte em especial então passei a prestar atenção.

— Número quatro, Alaric Saltzman. Que nome difícil. – brincou tentando ser simpática – O que você faz?

— Sou professor da escola de Mystic Falls. – respondeu sorrindo sem graça, ele realmente é uma gracinha

— Ah, beleza e inteligência, meninas. Esse é um peixão. – eu não discordava de Carol por nem um segundo, mas essa prefeita me saía tão safada quanto seu marido percebi de longe seus flertes com Damon

— O que você ensina? – perguntou ela, parecia que ela mesma estava interessada no professor gostosão

— História.

— Historia? Me conte um fato engraçado sobre Mystic Falls. – reprimi a risada ao ouvir uma pergunta, eu tinha vários fatos engraçados em Mystic Falls, tipo sua estranha tendência ao sobrenatural

Percebi os olhares que dirigiu a Damon, que estava a seu lado, meu primo fez uma cara engraçada como se fosse um gesto de provocação para o professor, que pareceu meio desconcertado.

— Bom...

— Está guardando as melhores histórias para o encontro. – disse Carol contornando a situação – E finalmente chegamos em, Damon Salvatore – percebi o grande rebuliço entre as mulheres do local, meu primo mesmo em sua pior fase era de tirar o folêgo eu admitia isso, ele parecia um tanto quanto convencido ali em cima — Não sabemos muito sobre você – comentou ela, mas também se soubessem...

— Bom. Não caberia em uma ficha. – revirei os olhos para a reposta convencida de Damon

— Tem algum Hobby? Gosta de viajar? – Carol continuou com suas perguntas

— Los Angeles, Nova York. Há alguns anos atrás estive na Carolina do Norte. – choquei-me ao notar as intenções de Damon, não era de lá que o professor Saltzman era?- Perto do campus de Duke, na verdade. Acho que o Alaric estudou por lá – ele comentou respondendo as minhas suspeitas – Não foi Rick? – o cínico até mesmo apelidou o professor – É Porque eu sei que sua esposa estudou. Eu tomei um drinque com ela uma vez. Ela era... uma ótima pessoa. Eu já lhe disse isso? Porque ela era... deliciosa – choquei-me com o que Damon acabara de fazer, como alguém podia ser tão estupido

Alaric olhou Damon com raiva e um tanto quanto envergonhado, eu em seu lugar teria saído correndo, para pessoas como eu e Stef que se encontrava ao lado de Elena com uma expressão séria, sabíamos o real significado daquilo, agora para o resto das pessoas, o professor havia acabado de passar sinal de corno, o que em uma cidade pequena como essa não seria esquecido tão fácil.

Notei que Elena em especial parecia chocada, e então me toquei ela havia acabado de descobrir que Damon matara sua mãe.

Eu não aguentava mais um minuto daquela noite, então decidi ir embora, ao que parece a loirinha não precisaria de minha ajuda, ao sair dei de cara com Stefan e Elena que pareciam discutir calorosamente.

— Você não é a única que tem esperanças de ele realmente mudar – respondeu Stef, eles realmente tinham esperanças de que meu primo pudesse mudar, de repente Elena olhou para o lado, acompanhei seu olhar me deparando com um homem

— Aquele Homem...

— O que tem? – perguntou meu primo interessado

— Ele estava na porta da casa da Trudie – Elena parecia assustada, e eu não fazia a mínima ideia de quem seria Trudie, era realmente horrível estar de fora

— Entre no Grill, eu resolvo isso – Stefan falou de forma preocupada e Elena o obedeceu

— Precisa de ajuda? – essa era uma chance de me reconciliar com Stefan

— Já que você está aqui – respondeu de forma grosseira, quando olhamos novamente o homem não estava mais ali

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Eu e Stefan procuramos por todo o redor do Grill e não o achamos.

— Acho que você já pode ir para casa. – Stef mal olhava em minha cara – Não o achamos.

— Ok... se precisar de ajuda não hesite em me chamar – eu estava tentando do jeito que podia, mas antes que eu pudesse falar outra coisa Stefan saiu de perto de mim

Mal ele sabia o quanto me machucava ser rejeitada assim, para ele Damon tinha um jeito, mas um erro que eu cometia e não havia salvação? Queria entender o tipo de justiça aplicada por meu primo mais novo.

De: Jacob

Para: Isabelle

Está afim de me encontrar?

Quer saber eu pararia de me martirizar por meus primos, e viveria minha vida, então definitivamente essa noite eu não voltaria para casa...

Notas finais
E ai o que acharam? será que Stef vai perdoar a Isabelle? Espero que tenham gostado! Gente essa fanfic tem muita visualização e fico muito feliz com quem está comentando e tal, mas tem muita gente que não fala nada, e não custa nada né, um comentariozinho para deixar a autora feliz! então só posto de novo agora depois de 8 COMENTÁRIOS, ou só semana que vem... Só para avisar o capitulo 16 está prontinho e já estou escrevendo o 17... Beijos Lili